Código de conduta 2

15 Parque de diversões


Bulma e Chichi pegaram um táxi e vão para o lugar onde foi montado a estrutura do parque já havia muitas pessoas no lugar e quase foi difícil para o motorista encontrar uma vaga. Hoje era a inauguração do parque e muitas pessoas marcaram presença raramente tinha aquelas atrações por ali então aproveitavam. As duas saíram do taxi olhando tudo encantadas havia muitas luzes coloridas que brilhavam em todos os cantos e já se podia ouvir o som das pessoas gritando dentro dos brinquedos que já estavam em funcionamento. Não demorou muito e encontrou com suas amigas que estavam vindo, esperaram por Sam que também não demorou a chegar o rapaz não deixou de notar que Bulma estava sozinha e sorriu. Compraram as entradas na bilheteria e entraram pelo portão de grade aberta por um dos seguranças do lugar.

— Caramba, olha que estrutura massa eles fizeram aqui! — Chichi comentou maravilhada enquanto andavam entre as muitas pessoas indo e vindo.

— E esse é muito maior do que aquele parque que veio o ano passado. — Raquel também comenta. Continuaram a andar para ver tudo era grande a quantidade de pessoas que já estavam lá principalmente crianças, havia muitos brinquedos e atrações além de muitos carrinhos e trailers de comidas e bebidas espalhadas em todo canto. Havia um rapaz com grande megafone que anunciava as atrações e chamava as pessoas para entrar, pararam em um carrinho de pipoca e compraram cinco pipocas doces e voltaram a andar ouvindo os gritos das pessoas que estavam na montanha russa.

— Temos que ir nesse depois! – Chichi comentou empolgada.

— Esse brinquedo não é muito radical pra você não Chichi? – Bulma perguntou arqueando a sobrancelha pra amiga com um olhar que apenas a morena entendeu.

— Que nada, eu preciso de emoção amiga.

— Tá... Sei... – Bulma a olha balançando a cabeça negativamente, Chichi precisava era de juízo, não emoção.

O celular da morena toca e é seu namorado avisando que estava no portão do parque. Ela desligou o telefone e virou para a amiga.

— Bulma vamos comigo lá no portão buscar o Goku?

— Vamos.

— Pessoal eu e Bulma vamos lá no portão daqui a pouco a gente volta. – Chichi avisa e puxa Bulma pela mão indo com ela até o portão do parque e a morena sussurrou para a amiga:

— Bulma não conta nada para o Goku daquilo...

— Pode deixar, eu não vou contar nada agora apesar de que era necessário ele já ficar sabendo! – fuzila a morena com o olhar.

— Mas agora não, eu não tenho coragem. Vamos fazer o exame primeiro.

— Tá bom, eu vou ver se consigo falar com ela amanhã e marcar uma consulta pra você na segunda. – diz. As duas chegaram ao portão e já puderam avistar o rapaz alto comprando as entradas depois o segurança abriu o portão para ele e Goku não estava sozinho estava junto dos policiais Turles e Broly. Chichi correu até o namorado que a recebeu com um abraço e Bulma foi cumprimentar os policiais que vieram até ela.

— Turles, Broly que surpresa vocês por aqui. — cumprimentou os rapazes com dois beijinhos.

— O Goku me disse que ia vir pra cá e decidimos vim também. – Turles responde sorrindo a garota.

— E o Vegeta? – ela pergunta na esperança que ele aparecesse.

— Ele ainda ficou lá, acho que ele o Raditz vão ficar até tarde hoje.

— Hum. – A garota solta um bufo decepcionada.

— Nossa ficou bonito isso que eles fizeram aqui. — Goku comentou olhando todo lugar.

— Vem Goku tem um monte de atrações aqui! — Chichi puxou Goku pela mão o levando mais para dentro do parque e foram para onde seus amigos os esperavam, reparou na cara que suas amigas Raquel e Débora fizeram ao bater os olhos nos policiais então os apresentou:

— Meninas me deixa apresentar vocês esses são Turles e Broly. Eles são policiais trabalham junto com o Vegeta e o Goku.

— É um prazer conhecê-los. — Raquel disse primeiro cumprimentando os rapazes com dois beijinhos e Débora fez o mesmo.

— Rapazes essas são Raquel e Débora elas são minhas amigas da faculdade.

— O prazer é todo meu em conhecê-las! — Broly disse sorrindo para as moças.

— Esse é o Sam, é nosso amigo da faculdade também. – Bulma agora apresenta e o rapaz os cumprimenta com um aperto de mão.

— Eu me lembro de você, eu vi você no velório do primo da Chichi. – Broly comenta.

— É, eu dei uma passada lá sim, acho que também me lembro de você.

— Vamos andar mais um pouco e ver o que mais tem de atração por aqui. – Chichi sugere e voltaram a caminhar conversando todos juntos. Raquel e Débora conversavam animadas com os dois policiais e praticamente e se esqueceram do resto da turma, deram uma volta no parque e compraram mais pipocas depois voltaram para o espaço onde tinha montanha russa que era a maior atração do parque, e era simplesmente gigante com muitas curvas, subidas e descidas.

— Pessoal a gente tem que ir nesse! — Chichi insistiu quase pulando no pescoço do namorado os olhos da morena brilhavam.

— Chichi você tem certeza disso? — Olhou a namorada parecendo uma criança do seu lado e depois olhou para a montanha russa coçando a cabeça. _ Esse brinquedo parece perigoso!

— Eu não acredito Goku! Você passa o dia todo correndo atrás de bandido, mas tá com medo de uma montanha-russa dessas? – ralhou a garota.

— Eu só acho que poderíamos ir em um brinquedo mais calmo.

— Eu também acho Goku! — Bulma frisa fazendo cara feia pra amiga, pois não sabia se na atual situação de Chichi ela poderia andar num brinquedo tão radical, não fazia ideia do que uma mulher grávida poderia ou não fazer, pois nunca tinha estado diante de uma antes.

— Bobagem Bulma é só um brinquedo que mal pode fazer? — Chichi respondeu à pergunta silenciosa de Bulma, pois sabia o que amiga queria lhe dizer.

— Então vamos comprar as entradas, quero ver se esse brinquedo tem alguma emoção! — Turles comenta também seguido pelos outros que concordaram. Bulma acabou sendo voto vencido, pois todo mundo já estava animado com o brinquedo e foram para a fila da montanha russa para comprar a entrada.

Ficaram aguardando o pessoal que já estava no brinquedo acabar o tempo para eles poderem entrar, precisaram formar duplas, pois cada fileira de carrinhos tinha dois lugares. Chichi ficou na frente com Goku formando o primeiro par com ele, Turles chamou Débora para fazer par com ele e consequentemente Broly chamou Raquel, Bulma e Sam ficaram mais atrás e não tiveram escolhas nas duplas.

— Só restou nós dois! — Sam disse no ouvido de Bulma.

— Você viu? Ninguém fez questão de escolher a gente! — Bulma sorriu para o amigo.

— Fomos excluídos parceira! – ele sorri de volta.

— Chichi eu até entendo com o Goku aqui ela não enxerga mais ninguém, mas a Débora e a Raquel estão se saindo duas pilantras!

— Acho que elas gostaram dos policiais bonitões! – Sam sorriu de novo e fez Bulma gargalhar alto com a brincadeira do amigo.

— Ainda bem que você veio senão eu ia ter que fazer tudo com alguém desconhecido!

— Tá vendo, eu sou um bom amigo! Só não vomita em cima de mim lá em cima! – brincou sorrindo e Bulma deu soquinho no ombro dele.

— Que horror! Eu jamais faria isso! — Bulma sorriu para ele gostava muito daquele rapaz ele era sempre bem humorado e companheiro, queria que Vegeta enxergasse isso e não implicasse o tempo todo com ele.

O tempo do brinquedo acabou e os funcionários do parque foram retirar as pessoas e destravar os cintos de segurança, encaminhavam as pessoas para a saída do brinquedo que ficava do outro lado e enquanto isso outro rapaz ia distribuindo as outras entradas e abrindo um pequeno portãozinho de grade para cada dupla ir entrando. Depois que passaram do portão continuaram aguardando em fila esperando os funcionários voltarem para indicar cada dupla para o carrinho, os funcionários vestindo camisas verdes voltaram abrindo a porta dos carrinhos para cada dupla ir se sentando.

Bulma e os amigos ficaram todos próximos um atrás do outro na fileira, assim que iam se sentando os funcionários iam colocando neles os cintos de segurança da forma correta e lhes explicando que em hipótese alguma deveriam tirar enquanto o brinquedo estivesse em movimento. Logo após checar todos os cintos e dar as instruções necessárias uma trava de segurança foi abaixada em volta deles para mantê-los ainda mais seguros dentro do brinquedo. Goku tirou o celular do bolso para bater uma foto com Chichi, mas um dos funcionários se aproximou.

— Senhor não é permitido nenhum tipo de aparelho eletrônico dentro do brinquedo. — o rapaz disse apontou para uma placa bem em frente onde já explicava que não se podia fazer o uso de aparelhos eletrônicos dentro do brinquedo para que não houvesse risco de acidentes.

— Ah me desculpa eu não vi a placa.

— Disponha senhor! — Goku sorriu sem graça guardando o celular novamente no bolso.

— Só você hein Goku!

Quando os acentos já estavam cheios o brinquedo começou a andar primeiro ele seguiu alguns metros em linha reta e em velocidade baixa deslizando pelos trilhos bem lentamente, e após alguns metros ele começou a subir ainda em velocidade baixa. Bulma olhava para baixo vendo as pessoas ficarem cada vez mais pequenas lá embaixo o brinquedo enorme subiu os trilhos e quando chegou no topo parou por alguns segundos. Bulma e Sam estavam no oitavo assento a garota olhou para baixo novamente vendo o quanto estavam altos, agarrou a trava de segurança e fechou os olhos.

— Meu Deus... – sussurra.

— Bulma, tá tudo bem? — Sam olhou para ela vendo a garota segurando com força a trava de segurança.

— Ta, é que eu tenho um pouco de medo do que acontece agora... — Bulma confessou a ele forçando um sorriso e tentando disfarçar que estava em pânico.

— Você tem medo de altura?

— E desse brinquedo despencar daqui de cima!

— Se quiser pode segurar minha mão.

— Não precis... Ahhhhhhhh!

Nesse momento os carrinhos desceram os trilhos de uma vez em alta velocidade fazendo todo mundo gritar. Bulma berrou e sem perceber agarrou a mão de Sam enquanto o brinquedo descia como se estivesse sem freios, ela ousou abrir os olhos a tempo de ver o brinquedo fazendo uma curva pela direita ainda em alta velocidade ele subiu novamente uma rampa e desceu ainda mais rápido fazendo uma curva giratória ficando de cabeça para baixo e passando novamente por uma outra curva lateral, ia tão rápido que seus cabelos voavam em seu rosto e não lhe fazia enxergar mais nada agora. Todo mundo gritava sem parar Bulma apertava o pulso de Sam com uma mão e com a outra segurava a trava de segurança, o brinquedo continuava descendo e subindo trilhos ficando de cabeça para baixo ou de lado só se ouvia os gritos das pessoas loucas e alucinadas e o barulho das rodinhas dos trilhos. O brinquedo reduziu a velocidade e começou a subir novamente Bulma olhou para Sam sorrindo e com o coração disparado era muita adrenalina ela tinha que admitir parecia um brinquedo bobo por fora, mas lá dentro a coisa ficava diferente. O brinquedo subiu mais rápido dessa vez e desceu novamente em alta velocidade fazendo todo mundo voltar a gritar e jogar as mãos para cima Bulma continuava apertando o pulso do rapaz ao seu lado e após o brinquedo refazer as mesmas curvas e manobras ele reduziu a velocidade voltando novamente para a base.

Bulma sentia seu coração querer sair do peito, mas foi divertido não tinha como negar só então percebeu que ainda segurava o pulso de Sam que sorria para ela com cara de bobo e parecia que nem um fio de seu cabelo saiu do lugar. Ficou meio sem graça não tinha percebido que tinha feito aquilo. Assim que o brinquedo parou as travas de segurança foram suspensas e os funcionários do parque vieram para tirar os cintos de segurança deles e os ajudar a sair do brinquedo, quando Bulma saiu de dentro do carrinho sentiu suas pernas bambas e o mesmo rapaz indicou a saída para ela viu do outro lado uma fila de pessoas esperando para entrar, mas ela parou um pouco perto da grade de proteção do espaço do brinquedo para esperar suas pernas voltarem a obedecer.

— Bulma tá tudo bem? – Sam pergunta quando ela para.

— Tá eu só preciso esperar minhas pernas voltarem ao normal. — ela disse sorrindo.

— É bem legal lá em cima né?

— E rápido também, achei que meu coração fosse sair pela boca!

— Eu vi e minha mão também!

— Desculpe se eu te apertei demais, nem percebi que tinha feito isso.

— Que nada estou aqui pra isso. – Sam sorriu para ela e Bulma olhou adiante e viu Chichi vomitando dentro de um saco plástico ela estava junto com Goku e os outros e correu até ela.

— Chichi o que foi? – ela pergunta preocupada chegando perto da amiga que ainda vomitava.

— Ela passou mal lá em cima. — Goku responde, Bulma olhou para Chichi com a cara fechada sabendo muito bem que aquilo não seria uma boa ideia.

— Eu disse pra você Chichi que esse brinquedo era radical demais!

— Relaxa Bulma tá tudo bem eu só fiquei com o estômago embrulhado. — Chichi olhou para ela fazendo uma súplica com o olhar para que a amiga não contasse nada.

— Tem certeza que você tá bem?

— Tenho Bulma, eu só fiquei enjoada, acho que foi aquela pipoca doce!

— Vamos sentar um pouco. — Goku disse e todos saíram da área do brinquedo e foram se sentar em um trailer de cachorro-quente que tinha em frente. Goku pediu cachorros-quentes para todos e Bulma ficou olhando o amigo perto da namorada e de como ele era carinhoso com ela e tentou imaginar qual seria a reação de Goku quando descobrisse que iria ser pai e sinceramente não queria estar na situação de Chichi tendo que dar essa notícia a Vegeta ela queria sim ter filhos e formar uma família com ele, mas não sabia se ele queria o mesmo, ele sempre foi meio avesso a ideia de ter filhos e nunca conversou com ele sobre o assunto, mas sabia também que ainda era muito cedo pra pensarem no assunto.

Raquel e Débora embarcaram em uma conversa animada com os dois policiais e praticamente se esqueceram das pessoas na mesa. Depois que comeram eles continuaram andando pelo parque. Bulma viu Goku e Chichi sumindo no meio das pessoas indo vê alguma atração mais à frente, Turles e Débora também pararam no tiro ao alvo e Bulma ouviu Turles dizer algo sobre ganhar o prêmio do tiro ao alvo para Débora e com certeza ganharia, afinal o rapaz era um policial com uma ótima mira, mas é claro que esse detalhe ele iria ocultar das outras pessoas que estavam disputando. Raquel também se afastou levando Broly pela mão sabe se lá para onde e acabou ficando sozinha novamente com Sam.

— Fomos abandonados de novo! – o rapaz comenta.

— Se eu soubesse que iria ser assim tinha vindo só com você logo! — Bulma segurou no braço do amigo e olhou para o lado vendo a roda gigante que girava com várias e várias luzes coloridas, Sam também olha na mesma direção que ela e abre um sorriso.

— E então topa ir na roda gigante?

— Desde que ela não desça ladeira abaixo! — sorriu e concordou ele então a puxou pela mão a levando para a fila que não estava muito grande comprou as entradas e logo um dos funcionários do parque os levaram até o carrinho, os colocaram sentados e desceu a trava de segurança.

Quando a roda começou a girar lentamente Bulma foi vendo tudo ficando pequenininho embaixo dela e um colossal de luzes coloridas que estavam espalhados por todo o parque, a roda não girava muito rápido.

— Nossa, como é bonito aqui em cima! — Bulma sorria encantada, era muito alto, mas não dava medo.

— É mesmo... Muito linda! — Sam responde ao comentário dela, mas não era para a vista que estava olhando e sim para a garota sentada ao lado dele que sorria com os cabelos jogados no rosto pelo vento. Ficaram alguns segundos girando naquela roda e Bulma comentou novamente.

— Eu queria que o Vegeta estivesse aqui vendo isso!

— Você me disse uma vez que iria me contar sua história, eu tô esperando.

— Ah é mesmo, é complicada sabe, mas eu conheço o Vegeta praticamente a minha vida toda e antes de sermos namorados ele era o meu tutor legal. — Bulma disse ao rapaz pela primeira vez nunca tinha contado a Sam sobre sua história.

— Sério? Ele era o seu tutor? – o rapaz ficou surpreso.

— Era! Quando minha mãe morreu eu tinha 8 anos e não tinha nenhum parente para cuidar de mim eram só eu e a minha mãe no mundo, o Vegeta sempre foi muito amigo dela e quando ela estava doente no estágio final sabe ela pediu pra ele cuidar de mim e aí quando ela morreu o Vegeta brigou na justiça para ter a minha tutela.

— E aí vocês se apaixonaram? – ele pergunta deduzindo o final da história.

— Sim, mas foi muito tempo depois. Eu tinha 17 anos quando confessei que gostava dele, ele também gostava de mim na época mais não queria admitir sabe era aquela coisa ele só me via como uma criança, como uma garota que ele deveria cuidar e proteger, mas a gente não escolhe essas coisas sabe, eu não escolhi gostar dele, aconteceu, era mais forte que eu, eu sentia que só ele me faria feliz.

— E o seu pai, você nunca conheceu?

— Na verdade meu pai nunca quis saber de mim ele minha mãe e ele nunca namoraram, mas eu o conheci no ano passado, mas nunca tive uma relação pai e filha com ele.

— Nossa Bulma, sua história parece mais aquelas histórias de filmes.

— Parece mesmo né! – ela sorri pra ele enquanto balançava os pés. _ E é por isso que eu tenho muito carinho pelo Vegeta sabe ele cuidou de mim a vida inteira e sem obrigação nenhuma, ele nunca abriu mão de ficar comigo, de cuidar de mim, difícil seria eu não me apaixonar por ele!

— Ele parece mesmo ser um cara legal.

— Demoramos muito para assumir o que temos hoje, não foi fácil, principalmente pro Vegeta por causa da posição dele, mas no fim das contas ele também não conseguiu mais negar o que sentia por mim.

— Ele é um cara de sorte... — ele forçou um sorriso olhando a garota estava se sentindo cada vez mais mexido por ela e ouvi-la falar com tanto carinho do namorado lhe incomodava.

— Sabe quando você está com uma pessoa e tem certeza que é pra vida toda?

— Na verdade não, eu nunca me apaixonei por ninguém.

— Sério? – Bulma olha pra ele sem acreditar.

— É, sério.

— Mas você já namorou?

— Já, mas eu nunca senti isso, esse amor assim tão grande por alguém.

— É estranho sabe, sentir que toda sua vida depende da outra pessoa, que você só vai ser feliz se a outra pessoa também for sei lá..., mas é tão bom quando você ta perto, parece que nada mais importa.

— Você é especial Bulma, e o Vegeta tem muita sorte de ter você...

— Você também é especial Sam, você com certeza vai encontrar alguém que goste de você assim da mesma forma que eu gosto do Vegeta.

— Eu não tenho tanta certeza, não tenho muita sorte no amor.

— Porque diz isso?

— Porque eu sempre me interesso pelas mulheres erradas. – força um sorriso pra ela.

— É você que não está sabendo escolher!

— Mas como você disse não é a gente que escolhe é o nosso coração.

— Então você está gostando de alguém? – Sam abaixa a cabeça sem graça com a pergunta dela.

— Talvez...

— E é alguém que eu conheça? – Bulma estava curiosa para saber, sempre achava Sam muito tímido.

— Acho que não. – ele disfarça passando as mãos suadas pela calça.

— Eu quero saber quem é heim? – Bulma diz voltando olhar para a vista aproveitando os últimos segundos do brinquedo. Sam olha pra ela de novo e sussurra apenas para ele.

— É você...

...