Código de conduta 2

4 O inimigo mora ao lado


Notas iniciais
Mas uma obra da LAPEZEPAPEL Será que devemos ter medo desse Freeza? https://instagram.com/lapezepapel?utm_medium

Vegeta estava com Mai na viatura indo em direção ao centro para atender uma ocorrência em um banco, dirigia concentrado na estrada e atento ao rádio. Mai estava ao lado dele e resolveu puxar assunto.

— E então Vegeta, está a quanto tempo na corporação?

— Vai fazer 13 anos. — Vegeta respondeu.

— Nossa bastante tempo hein, você começou jovem.

— Eu ia fazer 23 quando sair da academia e comecei a trabalhar aqui. E você há quanto tempo está nessa vida? – ele perguntou, mas os olhos ainda estavam na estrada.

— 5 anos!

— Um bom tempo também. Porque saiu de Albany e veio pra cá?

— Vim depois que eu me separei decidi que deveria mudar de ares, meus pais ainda vivem aqui e decidi voltar a morar com eles. – respondeu.

— E já tem muito tempo isso?

— Vai fazer um ano e você com certeza é casado? — Mai não perdeu tempo em perguntar.

— Não, ainda não. Tenho namorada, mas em breve ela será minha esposa. — Vegeta respondeu sem perceber a careta de descontentamento que a mulher fez.

— E você namora há muito tempo?

— Tem um ano... É uma história complicada. — Ele respondeu demonstrando que não queria mais falar no assunto e Mai entendeu.

— Claro, sempre é. — Ela ficou em silêncio e não fez mais perguntas, mas era notório que estava interessada no policial e não foi isso que tinha planejado, mas notou também que ele não era muito de papo. Mas deixou isso para lá era apenas o seu primeiro dia e teria muito tempo para conhecê-lo.

***

No intervalo das aulas Bulma chamou Sam para mostrar a ele as instalações do prédio para que ele conhecesse as outras salas. Ela sabia como era ser novata naquela universidade e não conhecer nada e o rapaz não parecia ter feito amizade com ninguém, parecia ser um garoto tímido. Ela e Chichi andaram com ele pelos corredores lhe mostrando as outras salas e Chichi começou a encher o rapaz de perguntas:

— Seu nome é Samuel Freeza? — Chichi perguntou.

— É sim, meio incomum não é?

— Não, não é isso, é que eu acho que eu já ouvi esse Freeza em algum lugar...

— É o sobrenome do meu pai.

— Freeza não é o sobrenome daquele deputado? — a morena se lembrou.

— Infelizmente. — O rapaz afirmou com pesar. _ O meu pai é o deputado Thomas Freeza. — Revelou e Chichi arregalou os olhos.

— Caramba, seu pai é um deputado federal?

— É, mas eu não gosto muito disso, não gosto muito que as pessoas saibam que sou filho de um deputado.

— E porque não? – agora Bulma perguntou curiosa enquanto andavam pelos corredores.

— Porque as pessoas ficam me bajulando, cheias de dedos comigo por meu pai ser um deputado influente e eu não gosto desse tipo de atenção. – respondeu.

— Sei como é. As pessoas olham para você e só veem o seu pai. – Bulma completa, na verdade ela não sabia, mas imaginava.

— Exatamente assim que eu me sinto, mas meu pai morre de orgulho desse sobrenome.

— Você é de onde Sam? – perguntou à morena.

— Eu sou daqui mesmo de Oregon, eu nasci e cresci aqui, mas fui morar com minha mãe em Portland fiquei lá por 2 anos e decidi cursar Direito lá, mas meu pai precisou de mim aqui pra cuidar dos negócios da família e eu sou filho único sabe, é complicado.

— Família sempre é complicada meu amigo... – Chichi deu um tapinha nos ombros dele.

— Mas eu tô gostando daqui a universidade é legal e eu já fiz duas amigas. — O rapaz comentou sorrindo.

— Não se preocupe o que precisar pode contar com a gente. — Bulma sorriu a ele e o rapaz sorriu de volta e mostrou a ele onde ficavam os laboratórios de informática, a biblioteca e as demais salas importantes que eles usavam...

***

Freeza saiu da grande máquina de metal que lhe levou até o andar de seu escritório não estava em um bom dia, para falar a verdade estava em um péssimo dia, um daqueles dias em que tudo dá errado e precisava resolver, mas o que estava lhe tirando o sono era o fato de estar perdendo dinheiro. Ajeitou o paletó e a pasta preta embaixo do braço e se aproximou da mesa da sua secretária. Tights estava sentada atrás da mesa usando um terninho Rosa escuro a mulher sorriu para ele, mas nem o sorriso dela hoje iria melhorar o seu dia que já começou uma merda.

— Bom dia senhor Freeza! – Tights o cumprimentou sorrindo.

— Bom dia Tights, tenho um trabalho pra você e eu preciso disso com urgência. – falou.

— Claro, o que o senhor precisar.

— Quero que faça uma pesquisa para mim sobre uma pessoa, quero todos os dados dela, use os recursos que forem necessários para conseguir isso. – Ordena.

— Claro senhor Freeza, mais de quem se trata?

— Anote o nome. — disse e Tights pegou um bloco de papel e uma caneta e olhou para o homem. _ Vegeta Takahashi! Ele é policial federal aqui na cidade, quero tudo sobre ele e eu quero esse documento em minha mesa pra ontem!

— Claro, vou agilizar o mais rápido possível.

— Ótimo. Avise ao Dodória que estou esperando por ele na sala. — disse e saiu entrando em sua sala. Tights não entendeu de imediato qual era o interesse do deputado no policial, mas já trabalhava com ele há alguns anos e sabia que não adiantava questionar os desejos do homem, mas nunca entendeu muito bem o que tanto ele e o assessor Dodória conversavam eles pareciam estar sempre armando alguma coisa, mas decidiu não pensar nisso teria que fazer o que ele mandou Freeza odiava ser contrariado e ela o conhecia muito bem. Pegou o telefone e ligou para o ramal de Raul Dodória e disse que o deputado esperava por ele, pediu um café grande na cozinha, pois sabia que Freeza gostava ele era viciado em café.

Assim que o café chegou levou até a sala dele.

— Senhor Freeza, com licença, só vim lhe trazer um café. — Ela disse da porta e o homem a mandou entrar.

Tights adentrou a sala e o deputado estava sentado em sua mesa com a mão no queixo com aquele olhar preocupado, se aproximou da mesa dele depositando a xícara com café em sua frente.

— Obrigada Tights. — Ele disse agora olhando a mulher.

— O senhor deseja comer alguma coisa? – pergunta.

— Não. Onde está Dodória? — ele pergunta tomando um gole do café.

— Já está vindo senhor. — Freeza olhou para ela e não perdeu tempo em passar a mão no traseiro arrebitado da mulher.

— Quero ver você mais tarde, vá para o apartamento e me espere lá. — Ele disse sorrindo a ela de forma maliciosa.

— Ta bom. Está tudo bem senhor Freeza? O Senhor parece preocupado.

— Vai ficar tudo ótimo. Já começou a pesquisa que mandei?

— Já sim, eu mandei um e-mail para aquele seu amigo investigador e ele vai me mandar todos os dados no início da tarde.

— Ótimo. Eu nem preciso dizer que isso é uma pesquisa confidencial, não é?

— Eu sei disso senhor, não se preocupe.

O homem ainda alisava o traseiro da secretária quando Raul Dodória entrou:

— Dr. Freeza, queria falar comigo? — Tights se afastou deixando os dois sozinhos.

— Entre Dodória, tenho um assunto para tratar com você.

Dodória apenas esperou a mulher sair para se aproximar do deputado.

— Aconteceu alguma coisa?

— Aconteceu, um policial está chegando perto de mim.

— Como assim?

— Um policial federal está investigando meu esquema, já prendeu 9 dos traficantes que eu contratei ele está investigando e a qualquer momento vai chegar a mim.

— Droga Freeza, isso é terrível, mas não tem como ele chegar até o senhor, o senhor não está ligado diretamente a tudo isso, sempre tivemos laranjas e seu nome não está atrelado a nada.

— Sei que não estou, não sou eu quem contrato e não sou eu quem faz os pagamentos e a maioria nem me conhece, mas você sabe, posso ter deixado alguma ponta solta em algum lugar e não vai demorar para esse policial de merda encontrar essa ponta e começar a desenrolar o nó.

— Mas para isso ele precisaria ter recursos suficientes para uma investigação desse porte, que tipo de policial ele é, é só um agente meia-boca, para isso ele precisaria ter o apoio de alguém na corporação.

— Mas é claro que está Dodória não seja idiota! Ele está tendo todo o apoio do Bills com certeza, o Bills está dando a ele todos os recursos necessários para que ele faça a investigação, deve estar tendo apoio de peritos, investigadores. – Afirma.

— Mas é claro, é óbvio.

— E com todo esse recurso ele vai chegar a mim é só uma questão de tempo.

— E o que o senhor quer fazer a respeito?

— Eu já mandei a Tights fazer uma pesquisa minuciosa sobre esse policial, eu não o conheço, mas quero conhecer, quero saber tudo sobre ele, preciso tirar esse policial do meu caminho.

— O senhor mandou a Tights fazer isso? E não é arriscado? – Dodória questiona.

— Não, eu confio na Tights, ela está comigo há muitos anos e ela não sabe exatamente o motivo dessa pesquisa só a mandei que fizesse.

— Isso é muito ruim senhor Freeza, nunca tivemos um policial federal na nossa cola antes. – Lamenta.

— Ele é só um policialzinho de merda, se eu intervir antes ele não irá chegar até mim.

— Quando Tights fizer essa pesquisa mande para mim.

— Mas é claro, eu preciso que você resolva esse assunto pra mim.

— Pode deixar senhor Freeza, estamos juntos nessa...

Freeza sorriu.

***

Depois do expediente Vegeta treinou um pouco com Raditz na academia, mas um treino de apenas quarenta minutos estava cansado e queria ir para casa logo. Depois do treino tomou um banho rápido no vestiário e encerrou por hoje, se vestiu e foi para o estacionamento pegar o carro, ao lado do seu Hyundai Tucson estava estacionada uma Amarok v6 preta e potente admirou a bela máquina ao seu lado nunca tinha visto aquele carro ali antes, mas aí viu Mai se aproximando do estacionamento com a chave do carro na mão destravando o alarme e ficou impressionado, pois descobriu ser dela.

— Mai, esse carro é seu?

— É sim, é o meu bebê. — Ela respondeu se aproximando do carro e sorrindo ao homem.

— Caramba, ele é muito lindo. – Vegeta elogia.

— Ah é, essa belezura tem um motor v6 3.0 turbo diesel e 272 cv com o overboost ativado, retoma o título de picape média mais potente no mercado. — ela disse orgulhosa e Vegeta ficou impressionado.

— Caramba é realmente um carro incrível! E é muito difícil hoje em dia ver mulheres se interessando por carros desse porte.

— Ah, pois eu sempre gostei de carros grandes essa beleza foi à única coisa que não abri mão no divórcio. – Comenta e sorri. _ Mas você também tem uma bela de uma máquina aqui. Esse é seu? — perguntou se referindo ao carro de Vegeta. _ Essa é uma Hyundai Tucson 2022 não é?

— É, não é uma máquina como a sua, mas é uma nova versão híbrida com o motor de 1.6 e uma potência total de 226 cavalos. – Respondeu.

— Ele tem um torque máximo de 35,7 kgfm e um consumo médio de combustível de 29,8 quilômetros por litro? – pergunta.

— Caramba hein. Você entende mesmo de carros né. — Ele comentou ainda mais surpreso por ela entender tanto não era comum encontrar mulheres que entendiam tanto sobre carros.

— Entendo um pouco, meu pai era mecânico me ensinou tudo que ele sabia sobre carros e antes de ser policial eu trabalhava com ele, cheguei fazer faculdade de engenharia mecânica, mas nunca assumir a profissão.

— Nossa, e o que fez você desistir de ser mecânica e se tornar policial? – Vegeta cruza os braços, estava começando achar Mai uma mulher interessante.

— Meu irmão, ele foi assassinado por uns traficantes no bairro que morávamos a polícia local nunca descobriu nada e até hoje os assassinos dele estão por aí então eu decidi ser policial e fazer a diferença evitar que mais coisas assim aconteçam e que mais famílias passem pelo que a minha passou.

— Eu sinto muito...

— Isso foi há oito anos, acho que o resto da história você já sabe.

— Bom o que precisar pode contar comigo.

— Obrigado Vegeta. Bom, deixa eu ir, meus pais estão me esperando para jantar eles estão nas nuvens por eu estar de volta.

— Certo, eu já estou indo pra casa agora também.

— Vai encontrar sua namorada?

— É, ela está me esperando. Até amanhã Mai, tenha uma boa noite.

— Pra você também Vegeta. — Ela ainda olhou por um tempo o homem abri a porta do carro e entrar. Vegeta era muito interessante isso ela não poderia negar, mas ela parecia ter um dedo podre para homens sempre quando se interessava por alguém ele era comprometido.

***

Vegeta abriu a porta de casa e já sentiu aquele cheiro delicioso de molho de tomate sabia que Bulma estava na cozinha fazendo uma das suas especialidades. Colocou as chaves na mesinha e se livrou do coldre na cintura com as pistolas pondo no mesmo lugar também e foi até a cozinha, viu a garota de frente para o fogão mexendo uma panela cheia de molho estava morrendo de saudades da sua menina, louco para chegar em casa e olhar aqueles olhos azuis.

Se aproximou dela a abraçando pela cintura e beijando o pescoço dela.

— Nossa, o cheiro está uma delícia.

— Gostou? Estou fazendo aquele macarrão que você gosta.

— Eu gosto de tudo que você faz Bulma. — Ele beijava o pescoço dela deixando a garota arrepiada.

— O que aconteceu hoje? Fiquei te esperando pra almoçar.

— Eu não consegui sair, passei a manhã inteira preso em uma ocorrência no centro, tive que comer uma besteira na rua. — Ele se soltou dela pra se sentar na mesa, ficou olhando para ela que estava vestida com um short rosa de algodão curto e uma camiseta branca nunca se cansava de olhar para aquelas pernas lindas.

— Você malhou hoje?

— Fiz uns 40 minutos com Raditz.

— Como está às coisas na delegacia?

— Tudo bem, chegou uma policial nova hoje.

— Ah é, policial nova?

— É, ela veio transferida de outra cidade e está trabalhando conosco agora.

— E qual é a área dela lá dentro? — Bulma perguntou levando o molho para a mesa onde a massa já estava pronta.

— Ela é agente, Satan me pediu para levar ela para algumas ocorrências comigo para ela ir se acostumando com o nosso ritmo. – responde.

— Ah é! — Bulma despejava o molho sobre a massa de macarrão fresca e não escondeu o ciúme. _ Então você passou o dia com ela hoje?

— É Bulma, levei ela em algumas ocorrências comigo, ela é competente trabalha bem vai ser de grande ajuda.

— E ela é bonita? — pergunta e Vegeta olhou para ela.

— Eu nem prestei atenção nisso. – ele dá de ombros.

— Ah tá Vegeta, vai dizer que passou o dia inteiro com uma policial do lado e não percebeu que ela é bonita?

— Ta, ela é bonita, mas o que isso tem a ver?

— Não gostei de você ficar pra cima e pra baixo com uma mulher bonita do lado. — ela disse por fim.

— Tá com ciúmes Bulma? — Vegeta provocou a puxando pela cintura para que ela se sentasse em seu colo.

— E se eu estiver? — ela envolveu os braços em volta do pescoço dele.

— Sabe que não tem motivos para isso, eu jamais olharia para outra mulher ainda mais uma mulher que trabalha comigo.

— Mas não tem ninguém pra ficar levando essa policial aí para as ocorrências não? Tem que ser você?

— Foi um pedido do Satan ele só quer que eu a leve em algumas ocorrências para que ela vá se habituando ao nosso ritmo é só isso, não tem motivos pra você ficar com ciúmes.

— É claro que eu tenho! O motivo está bem aqui e eu estou sentada no colo dele!

— Deixa de besteira, você sabe que é a única pra mim.

— Ela que não se meta a besta com você!

— Você fala cada coisa! — ele disse e a puxou pela cintura para lhe beijar não teria mulher nenhuma no mundo que lhe interessaria mais do que aquela menina, mas não negava que gostava quando ela ficava enciumada assim se sentia um garoto de novo quando chamava a atenção da menina mais linda da escola, mas ela não tinha motivos nenhum para ter ciúmes ela era única para ele.

...

Depois do jantar Bulma pegou o seu caderno e as apostilas da aula de hoje e se sentou no sofá pra tentar fazer uma atividade, Vegeta tinha ido tomar banho e depois de um tempo voltou para sala vendo a garota estudando no sofá.

— Isso não é hora de fazer atividade Bulma.

— Eu sei Vegeta é que eu estava ansiosa para fazer essa pesquisa. – ela responde com os olhos na apostila.

— Você está gostando mesmo desse curso, não é?

— É o que eu sempre quis fazer Vegeta, você sabe disso.

— Mas não imaginei que fosse se dedicar tanto assim.

— Eu me dedico porque eu gosto!

— Você tem que entregar isso amanhã?

— Não, só no final da semana, eu só queria adiantar.

— Então vem cá. — Vegeta puxou o caderno do colo dela colocando no braço do sofá e puxou a garota para os seus braços.

— Espera Vegeta, eu tenho que terminar...

— Não tem não, você mesmo disse que é pra entregar no final da semana, eu tô com saudade. — ele colocou a garota sentada com as pernas abertas em seu colo acariciando as coxas dela e lhe beijando no queixo. O corpo de Bulma se arrepiou e ela revirou os olhos com ele descendo os beijos agora pelo seu pescoço beijando sua pele de forma provocante, ele fazia o seu corpo se acender de uma forma que não queria conseguir explicar. As mãos dele acariciava cada parte do seu corpo com extremo desejo a apertando. Bulma passou a mão pelo peito dele e o empurrou para trás para que ele se encostasse no sofá passou agora a beijar o pescoço do homem roçando os seus dentes na pele dele, colocou as mãos na barra da camisa a tirando pela cabeça dele e mordeu os lábios ao olhar o corpo moreno, segurou em seu pescoço passando a língua no rosto dele sentia que ele apertava as suas nádegas com os olhos completamente escuros de desejo.

Saiu do colo dele ainda ficando entre as pernas passando a mão pelas coxas torneadas do homem, beijou a barriga dele fazendo questão de contornar cada Gominho com a língua, como não sentiria ciúmes dele? Se o homem tinha um corpo que qualquer uma desejava? Acariciou o membro do homem por cima do short mordendo os lábios para que ele visse, estava louca para tentar uma coisa que sempre teve vontades de fazer e nunca tinha feito, mas não por falta de coragem, mas sempre que tentava Vegeta a afastava e não deixava, mas o fato é que estava louca para sentir o gosto dele como ele sempre fazia com ela.

Colocou os dedos no cós da calça dele a puxando para baixo, percebeu que ele já estava excitado a cueca box preta quase não conseguia segurar a ereção dele. Continuou beijando a barriga dele enquanto descia a cueca lentamente o membro dele saltou para fora completamente excitado e enlouquecido viu que a respiração de Vegeta estava mais forte e ele a olhava com os olhos completamente negros e não fazia menção de que iria afastá-la agora então continuou, passou a língua pela cabeça de seu membro o sentindo completamente salgado ali sempre quis saber como era o gosto dele e sentir o membro dele dentro de sua boca e sempre estava fantasiando aquilo. Continua passando a língua em volta dele lambendo no meiozinho ele estava completamente salgado e olhou para ele por cima do olho para ver que ele arfava com a boca aberta, continuou, colocou dentro da boca chupando a cabeça devagar e cobrindo os dentes para não o machucar.

Vegeta revirou os olhos e apoiou a cabeça no encosto do sofá ao sentir aquela garota com a boca carnuda em volta do seu membro. Ela já tinha visto vídeos eróticos antes e tentava imitar o que as mulheres faziam nos vídeos, segurou no corpo do membro ao masturbando para cima e para baixo enquanto chupava a cabeça com um pouco mais de força agora. Vegeta colocou a mão em seus cabelos forçando sua cabeça e soube naquele momento que ele estava adorando o corpo dele estava estremecendo em baixo dela e abriu ainda mais a boca para recebê-lo dentro não conseguia engolir tudo, colocava na boca apenas o que cabia.

— Porra Bulma! — ele xingou deixando um gemido escapar dos lábios começou a estremecer com ela o chupando daquele jeito, ela sempre havia tentado fazer aquilo ele estava sempre a afastando, pois não sabia se conseguiria olhar para ela fazendo aquilo, mas naquele momento Bulma joelhada entre ele lhe chupando daquele jeito lhe levou à loucura aquela foi a cena mais erótica que ele já tinha visto. Bulma o tirou da boca para lamber o corpo do pênis ele pulsava em sua língua ficando cada vez mais duro, Vegeta sentiu que iria gozar a boca dela era muito carnuda, mas Bulma não parava o enfiava cada vez mais fundo dentro da boca e sabia que ela iria até o fim, puxou a cabeça dela novamente tirando seu membro da boca dela, a pega pelo braço a deitando em cima do sofá e tirou o short dela juntamente com a calcinha vislumbrando o sexo perfeito com alguns pelos azuis aquilo lhe deixava louco, abriu as pernas dela se posicionando no meio da mulher e entrou nela lentamente, centímetro por centímetro. Bulma agarrou o couro do sofá ao sentir Vegeta lhe penetrando fundo, fechou os olhos e gemeu, levantou a camiseta para que ele visse seu seios e o homem rosnou mais alto e a penetrou mais fundo, ele agarrou as coxas dela e intensificou as invertidas entrando com mais força. Bulma tremeu inteira embaixo dele, ele estava apertando seus seios e ela pegou a mão dele enfiando dois dedos dele dentro da boca e o chupando ele rosnou de novo completamente louco de desejo passou a língua em volta dos dedos dele o deixando completamente arrepiado.

Vegeta saiu de dentro dela para mudar de posição e Bulma quase protestou, ele virou a mulher pela cintura a colocando de quatro no sofá colocou o polegar na vagina dela circulando o clitóris dela a fazendo tremer no sofá.

— Vegeta... — Ela gemeu tremendo e Vegeta a penetrou de novo agarrado na bunda dela, ela estava quente e o engolia por completo, beijou as costas dela a segurando agora pela cintura e aumentava suas estocadas a medida que ela gemia, sentia o corpo dela ficando cada vez mais quente. Bulma continuou tremendo e se entregou ao orgasmo mordendo os lábios com força Vegeta continuou lhe penetrando até sentir o seu prazer próximo e se deixou gozar dentro dela, Bulma agora tomava pílulas todos os dias e nunca se esquecia.

...