Código de conduta 2
24 Metendo os pés pelas mãos
Vegeta abriu os olhos e se mexeu na cama, pela claridade do quarto percebeu que já era de manhã. Se sentou na mesma sentindo o corpo completamente pesado sua cabeça começou a latejar no mesmo instante como se estivesse alguém martelando sua testa, esfregou o pescoço e a cabeça enquanto fazia careta e sentia um gosto terrivelmente amargo na boca. Mas o que foi que aconteceu? Não se lembrava de muita coisa apenas de estar bebendo com Mai no bar e depois se lembrava de ter vindo embora e o resto da noite parecia ter ficado em branco na sua memória.
— Bulma!? — chamou pela garota de cabelo azul ao olhar para os lados e perceber que ela não estava com ele, droga, o que foi que ele fez? É lógico que ele estava de ressaca com certeza chegou em casa bêbado. Mas que droga! Bulma deveria estar uma fera com ele.
Se levantou a contragosto o corpo não queria sair daquela cama viu que estava só de cueca e meias e que suas coisas estavam em cima da cômoda, se arrependeu no mesmo instante de ter ido para aquele bar de ter bebido até onde não podia mais. Foi para o banheiro lavar o rosto com água fria para tentar acordar precisava mais do que tudo de um café forte, escovou os dentes para tirar aquele gosto ruim da boca. Ele nunca foi de beber tanto assim, nunca foi de perder o controle com bebida, o que foi que deu nele? Se ele não conseguia se lembrar de nada da noite passada é porque com certeza chegou completamente bêbado. Mas que Droga! Xingou de novo com raiva de si mesmo.
— É Vegeta! — ele pensou escovando os dentes. _ Você foi tentar se livrar de um problema e arrumou outro ainda maior, porque com certeza Bulma está uma fera! — secou o rosto e a boca e foi vestir alguma coisa queria tomar banho, mas queria ainda mais falar com Bulma primeiro tinha toda a noção de que agiu errado com ela e nem saberia como se explicar.
Tirou as meias e vestiu apenas um short ainda era cedo então imaginou que ela deveria estar no quarto. Foi ao quarto dela e girou a maçaneta para entrar, mas percebeu que a porta estava trancada.
— Bulma! — ele chamou batendo na porta, mas ela não abriu. _ Bulma, por favor, abre a porta! — tornou chamar e nada dela.
...
Bulma já estava acordada, quer dizer, ela não tinha dormido a noite, passou a noite inteira chorando de raiva pelo que Vegeta tinha lhe feito e agora com certeza ele acordou arrependido e estava ali parado na porta dela. Já tinha tomado banho e se arrumado para a faculdade e ele era a última pessoa que ela queria ver agora, não queria olhar para a cara dele, mas teria que sair do quarto e não iria ficar se escondendo ela não fez nada de errado para isso. Pegou sua mochila e destrancou a porta apenas para sair Vegeta se afastou quando viu ela abrir a porta ela saiu e a fechou novamente andando pelo corredor como se não estivesse vendo ele ali.
— Espera Bulma, fala comigo! — Vegeta a chama indo atrás dela ao perceber que ela nem olhou para ele. _ Bulma espera! – ele a alcança a puxando pelo braço.
— Eu não quero falar com você! – ela diz fria.
— Espera, por favor, deixa eu explicar.
— Explicar o quê Vegeta? Você ter chegado quase 03:00 horas da manhã caindo de bêbado ou você ter passado a noite inteira com a sua amiga policial? – grita pra ele.
— Como você sabe disso?
— Ah, então você assume que passou a noite inteira com ela?
— Não é nada disso que você está pensando Bulma.
— E o que é que eu tô pensando Vegeta? – diz e puxa seu braço de volta tornando a andar para longe dele.
— Espera me deixa te explicar!
— Eu não quero ouvir você! Você foi um canalha comigo Vegeta, você chegou aqui todo nervosinho me dizendo um monte de coisas depois saiu me deixando aqui sozinha a noite inteira esperando você e você foi se encontrar com outra mulher! – acusa com raiva.
— Eu não fui me encontrar com ela Bulma, eu entrei no bar pra tomar umas cervejas e ela apareceu e a gente ficou conversando...
— Conversando? Era comigo que você deveria conversar, foi a mim que você deixou aqui sozinha!
— Eu sei amor, me desculpa...
— Não me chama de amor! Eu sou muito idiota, eu cheguei a me sentir culpada por você ter ficado daquele jeito eu realmente achei que tinha feito alguma coisa de errado e você bem lá no bem bom com sua amiga policial! – ela grita e vai pra sala.
— Bulma não aconteceu nada entre a gente eu sei que é isso que você tá pensando. – tenta se aproximar dela, mas Bulma não deixa.
— E você quer mesmo que eu acredite nisso? Que eu acredite depois de ter visto as fotos que ela mandou para você? Vocês juntos sentados no bar como dois amigos felizes e eu aqui a idiota esperando você voltar!
— Eu juro pra você que não aconteceu nada, que foi uma coincidência ela tem aparecido no bar. – ele tenta explicar, mas Bulma o olha com raiva.
— Você nem pode afirmar isso Vegeta, você estava completamente bêbado!
— Eu não sei como isso foi acontecer, eu não tinha intenção... — ele tentou se aproximar de novo e Bulma foi para longe dele.
— Você não tinha intenção de brigar comigo e de exigir que eu não fosse mais amiga do Sam ou e não tinha a intenção de passar a noite bebendo com sua amiga?
— Eu sei que eu agi errado com você Bulma, mas, por favor, tenta me entender...
— E tentar entender o quê? Diz pra mim Vegeta! Eu não fiz nada de errado pra merecer o que você me fez, você me traiu! – ela grita.
— Eu não trair você! – ele grita de volta.
—Traiu sim! Você pode não ter dito nada com ela, mas me traiu sim, era comigo que você deveria conversar e não com ela e não passar a noite toda com ela enchendo a cara, e eu aqui a noite toda igual uma idiota esperando você, me sentindo culpada por algo que eu não fiz! – ela diz e não conseguiu evitar as lagrimas, estava se sentindo muito mal.
— Você não está se sentindo pior do que eu Bulma.
— É mesmo? Vai atrás dela então, com certeza ela vai te fazer se sentir melhor! – diz dando as costas para ele destrancou a porta da casa.
— Bulma espera, não sai assim à gente precisa conversar!
— Não vem atrás de mim! – gritou. _ Eu não quero falar com você, agora sou eu que tô de saco cheio Vegeta. — ela abre a porta saindo de casa com tudo.
— Bulma espera!
Ela vê que Vegeta está vindo atrás dela e atravessou a rua correndo avistou um ônibus vindo não olhou direito qual era, mas naquele momento aquilo não importava, viu que Vegeta já estava abrindo o portão da casa gritando por ela fez um sinal para o ônibus parar e entrou com tudo sem olhar para trás, mas ainda viu pela janela Vegeta parado na calçada com as mãos na cabeça. Pagou a passagem ao cobrador do ônibus e foi se sentar no fundo onde não conseguiu mais segurar um turbilhão de lágrimas e desabou...
***
Bulma deu sorte, pois o ônibus que ela tinha pegado passava na rua de trás da sua faculdade ela só precisou andar alguns metros para chegar até o prédio, mas sinceramente não estava com ânimo para assistir aula. Entrou pelo portão, mas ficou sentada nos bancos de pedra que tinha no pátio seu celular não parava de tocar na bolsa era Vegeta ligando de meio em meio segundo, mas assim como ele tinha feito com ela na noite passada desligou o aparelho para não ver as ligações dele agora ele iria experimentar o que era ser ignorado, não queria vê-lo e muito menos falar com ele, estava com raiva e ela tinha todos os motivos para estar.
Viu todo mundo se encaminhando para salas de aula, mas ela continuou sentada ali enquanto suspirava. Chichi entrou pelo portão da universidade e avistou Bulma sentada em um dos bancos de pedra no pátio e correu até ela rezando para que a amiga a perdoasse, sabia que tinha sido infantil Bulma não tinha culpa de nada e não poderia ficar com raiva da única pessoa que sempre esteve do lado dela, que sempre a apoiou e a ajudou em tudo, ela era sua melhor amiga e não podia ficar agindo assim. Foi até Bulma e se sentou do lado dela.
— Bulma me desculpa, por favor, me perdoa por ter dito aquelas coisas e ter ignorado você esses dias. – A morena disse tudo de uma vez abraçando a amiga de supetão e Bulma forçou um sorriso para ela.
— Tudo bem Chichi. – ela tinha tantas coisas na cabeça agora que aquela briga com Chichi tinha virado besteira.
— Eu fui uma idiota, você sempre foi a minha amiga e sempre esteve comigo eu não devia ter tratado você daquele jeito, por favor, diz que você me perdoa?
— Eu te desculpo Chichi, só queria que entendesse que eu não fiz por mal, eu não conseguiria mentir pro Goku. — Bulma força um sorriso pra ela queria demonstrar mais que estava feliz, mas com os recentes acontecimentos não conseguia mostrar isso 100%.
— Eu fiquei com tanto medo de você não me perdoar, você é minha melhor amiga e sempre esteve comigo eu que fiquei nervosa demais com toda essa situação e descontei em você. – ela olhava Bulma arrependida pela maneira como agiu.
— Eu sei, imagino que não deve estar sendo fácil, mas eu realmente sou sua amiga e só quero o seu bem.
— Eu me senti tão mal com a nossa discussão, eu não gosto de ficar brigada com você. – ela a braça de novo.
— Eu também não Chichi, mas me fala como está às coisas com o Goku? Ficou tudo bem?
— Sim ficou, ele ficou um pouco chateado comigo por eu não ter contado, mas ele já me perdoou. Ontem ele foi lá em casa e contamos para o meu pai da gravidez.
— E o que o senhor Cutelo disse?
— Nas primeiras meia horas ele disse um monte pra gente, fez um daqueles seus discursos, mas no final das contas ele me apoiou e vai nos ajudar a enfrentar essa nova situação, eu não poderia esperar outra coisa dele, mas é claro que fez um monte de exigências, disse que deixar de estudar nem pensar!
— Mas ele está certo, você pode ficar um ou dois semestres atrasada, mas não vai desistir eu também não vou deixar!
— O Goku também acha melhor adiantarmos o casamento antes do bebê nascer.
— E vocês já pensaram em uma data?
— Ainda não, mas o Goku acha que em três meses conseguimos resolver tudo. – Chichi contava suas novidades feliz por ter a amiga de volta, mas algo em Bulma estava errado.
— Eu fico feliz por você Chichi, não se preocupe que vou te ajudar no que você precisar. – ela força um sorriso de novo.
— Mas o que foi que aconteceu? Eu conheço você, parece triste.
— Parece que tá dando tudo errado Chichi... — Bulma diz desfazendo o sorriso do rosto, ele não era verdadeiro, não conseguia esconder o que estava sentindo.
— Me conta, o que foi que aconteceu?
Aquela pergunta foi um gatilho para Bulma que soluçou e voltou a chorar deixando Chichi preocupada.
— Amiga o que foi? – ela a abraçou de novo ouvindo Bulma chorar em seu pescoço. _ Fica calma, me fala o que tá acontecendo? — via que Bulma não conseguia contar estava bem abalada parecia que tinha algo sufocando dentro dela. Percebeu que o pátio já estava se esvaziado e pegou Bulma pela mão a levou até o refeitório da faculdade onde comprou uma água em um dos quiosques.
— Vai pra aula Chichi, já deve ter começado, depois eu vou. – Bulma pede vendo Chichi voltando com a água.
— Mas nem morta, eu não vou deixar você aqui sozinha desse jeito. – Chichi segura à mão dela.
— Eu senti tanto a sua falta sabia?!
— Me fala Bulma o que foi que aconteceu? Porque você tá assim?
— Você não faz ideia do que tem acontecido Chichi, eu nem sei por onde começar a contar. – ela soluça e tenta não chorar de novo.
— Me conta do começo vai.
Bulma tomou um pouco da água e enquanto se acalmava começou a contar a Chichi tudo o que tinha acontecido desde a briga delas. Chichi ouvia tudo e era impossível não se sentir culpada ao perceber que a terrível briga que a amiga tinha tido com Vegeta partiu por causa da discussão que as duas tiveram.
— Eu não acredito que o Vegeta fez isso!
— Mas ele fez! Você precisava ter ouvido o discurso dele, a cena de ciúme que ele fez e depois me deixou sozinha a noite toda pra ficar bebendo com aquela Mai! – só de lembrar ficava com raiva.
— Mas que cachorro! Eu não sabia que o Vegeta era canalha desse jeito!
— Nem eu, Chichi eu tô me sentindo péssima, eu fiquei a noite inteira me sentindo culpada entendi e ele vai e faz isso comigo! – ela assua o nariz em um guardanapo.
— Bulma eu nem sei o que dizer, eu também estou me sentindo culpada, se eu não tivesse discutido com você por causa daquela besteira nada disso teria acontecido. – Chichi lamenta se sentindo péssima também, de certa forma sentia que tudo aquilo foi por culpa da sua falta de coragem.
— A culpa não é sua Chichi, o Vegeta tem implicado com o Sam já tem tempo, não é de agora.
— Mas mesmo assim, se a gente não tivesse discutido o Sam não se acharia no direito de te consolar.
— Ele não fez nada de mais Chichi, ele só queria me dar um apoio eu estava mal por causa da nossa discussão, só estávamos conversando e o Vegeta veio me exigir que eu não fosse mais amiga dele!
— E você está assim porque acha que aconteceu alguma coisa entre o Vegeta e a Mai?
— Eu não queria pensar, mas eu não consigo Chichi, ela mandou uma mensagem para ele dizendo que adorou a noite e que eles deveriam repetir, mandou várias fotos dos dois juntos no bar abraçados como se fossem um casal! – a garota conta e os olhos marejam.
— Olha só esse Vegeta tá precisando ouvir umas poucas e boas viu!
— Eu tô no chão Chichi, eu tô me sentindo um nada! Eu passei a noite toda esperando ele voltar me sentindo culpada e ele estava com outra, e logo aquela mulher, ele sabe que não vou com a cara dela, você acha que eu tô errada?
— Mas é claro que não eu também ficaria com raiva, mas Bulma você não percebe que você e o Vegeta tem brigado muito por causa do Sam?
— É claro que eu percebo Chichi, o Vegeta começou a implicar com ele e tudo agora é motivo para discussão. – ela assua o nariz de novo.
— Bulma eu sei que você gosta do Sam, ele é um cara bacana, inteligente, super nosso amigo, mas eu acho que você deveria cortar um pouco dessa amizade de vocês, Sam tá colado em você o tempo todo.
— Até você Chichi? Então você tá do lado do Vegeta?
— Claro que não, eu só tô dizendo o que eu já te falei antes, o Sam é um cara legal, mas ele também é muito carente e ele está muito apegado a você. Não tô justificando nada eu só tô dizendo que o Sam ainda vai fazer você e o Vegeta se separarem!
— Não é o Sam que está fazendo isso é o Vegeta, ele não confia em mim, eu nunca dei nenhum motivo pro Sam querer algo a mais de mim, mas eu não tenho culpa se gosto de ter os meus amigos por perto!
— Vocês vão se acertar, eu sei que vão, vocês se amam só estão passando por um momento difícil...
Chichi dizia acariciando os cabelos azuis da amiga que colocou a cabeça em seu ombro.
***
Vegeta chega à delegacia completamente perdido quanto mais ele tentava sair daquela situação, mas se enterrava nela, tinha agido errado e ele sabia e agora não sabia mais como consertar, Bulma estava com raiva dele e tinha razão ele agiu mal em ter passado a noite bebendo naquele bar de ter deixado Mai lhe fazer companhia enquanto ela estava esperando por ele em casa depois de já terem discutido.
Assim que entrou foi pegar um café na máquina ainda sentia a cabeça anuviada pelo álcool, passou a mão pelo cabelo enquanto tomava o café e viu Mai andando até ele e sabia que precisava conversar com ela.
— Vegeta tá tudo bem? – ela pergunta sorrindo, parecia estar bem melhor que ele.
— Não, minha cabeça parece que vai explodir!
— Eu disse pra você que deveria pegar leve nas cervejas! — comentou sorrindo.
— Mai eu preciso falar com você!
— Claro, nós precisamos marcar uma outra saideira heim, mas dessa vez não vamos beber tanto!
— É sobre isso mesmo que eu quero falar, aquilo não pode mais acontecer Mai. – diz sério, vendo o sorriso dela murchar.
— Eu acho que eu não entendi...
— Eu não deveria ter ido para aquele bar, não deveria ter ficado bebendo com você até altas horas e deixado Bulma sozinha em casa. – diz sendo sincero, ele não se lembrava da metade daquela noite e pelo sorriso de Mai realmente se preocupou com o que eles podem ter falado depois.
— Entendo agora... Ela sabe que você estava comigo.
— Sabe, e agora sou eu que preciso saber o que mais aconteceu ontem Mai, porque eu não me lembro de nada.
— Não se preocupe, não aconteceu nada demais, nos bebemos, você falou da Bulma a noite inteira, depois tiramos umas fotos e você me pediu pra eu te mandar, como eu estava menos bêbada eu te deixei em casa, coloquei seu carro na garagem e voltei para o bar pra pegar o meu, você não se aguentava em pé. – ela diz a verdade, poderia ter mentido se quisesse, Vegeta jamais lembraria mesmo, mas não era esse tipo de pessoa, nunca foi.
— Eu realmente não me lembro, mas agradeço o que fez, o fato é que Bulma viu as fotos e ela está com raiva de mim e ela tem razão, eu sei que você foi uma ótima companhia e eu não quero que se sinta mal por isso.
— Não tudo bem Vegeta, eu sei que somos apenas amigos.
— E somos, e eu sinto muito se deixei parecer que isso iria mais longe.
— Claro que não, você não deixou. – ela força um sorriso pra ele.
— Eu gosto da sua companhia, você é uma ótima policial e tem me ajudado muito, mas não pode passar disso, eu amo a Bulma mais do que tudo no mundo e eu não posso perdê-la.
— Entendo, claro que eu entendo Vegeta, eu passei a noite inteira ouvindo você dizer o quanto a ama, o quanto ela é importante e me lembro de cada palavra que você disse. Se você quiser eu posso conversar com ela e explicar o que aconteceu.
— Não, não precisa eu vou resolver isso, eu só quis desfazer alguma impressão que talvez tenha ficado.
— Não se preocupe Vegeta não ficou impressão nenhuma, vocês têm uma relação muito linda lute mesmo por ela.
— É o que eu vou fazer, eu não vivo sem aquela garota.
— Eu quero um dia encontrar alguém assim, que me ame dessa mesma maneira.
— E você vai encontrar, só está procurando no lugar errado.
Vegeta forçou um sorriso para ela e saiu ficou aliviado por não ter acontecido nada naquele bar realmente não se perdoaria por isso e não poderia mentir para Bulma e aquele sim seria o fim, pois ela também jamais iria perdoá-lo.
Mai se sentou em um banco perto da máquina de café e suspirou fundo, bem lá no fundo ela tinha uma certa esperança de que talvez pudesse ter alguma coisa com ele, e não podia negar que bem que tentou no bar, uma investida aqui e outra ali, mas mesmo completamente bêbado o homem só sabia falar sobre a garota de cabelo azul, e soube naquele momento que não teria chances com ele, mesmo chateado e com raiva era nela que os pensamentos dele estavam e não poderia competir com isso, mesmo acreditando que Bulma não era a mulher certa para ele, e caso ele viesse a perceber isso estaria ali de braços abertos, caso contrário focaria no que ela realmente foi fazer naquela cidade.
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