Código de conduta 2
10 Frente á frente
...
Samuel também desligou a ligação, mas ainda continuou olhando para o telefone com um sorriso de canto, atitude que não passou despercebida pelo seu pai.
— Que sorriso é esse para falar com uma amiga? – Freeza pergunta.
— A Bulma é especial...
— Tá pegando ela? — pergunta sorrindo.
— Nossa pai, você tem um jeito de falar!
— O que foi? Você não disse que queria que eu fosse seu amigo? Então, amigos não falam assim? – ele encara o filho que dá de ombros.
— Eu não tô pegando a Bulma, ela tem namorado, quer dizer, noivo.
— É mesmo? Mas...
— Eu acho que eu tô afim dela, mas ela não olha para mim é claro, só tem olhos para o namorado. – lamenta.
— Samuel meu filho se tem uma coisa que aprendi durante esses anos é que não há relacionamento que não pode ser desfeito.
— Do que você tá falando pai? – o rapaz pergunta sem entender.
— Se você gosta da garota luta por ela mulheres gostam de se fazer de difícil, mas é só falar duas palavrinhas no ouvido delas e elas ficam na sua mão do jeitinho que você quiser. – o homem diz.
— Bulma não é assim! – rebate.
— Toda mulher é assim meu filho.
— Tá falando das mulheres com quem você trai a minha mãe? — Atacou, sempre soube que o pai tinha casos extraconjugais nunca foi novidade.
— Eu e a sua mãe temos um casamento de aparências há muitos anos Samuel e ela sabe disso, nós amamos muito quando éramos mais jovens, mas depois de uma certa idade um homem tem outras necessidades. – Responde ele sem se abalar.
— Não precisa me dizer, é por isso que minha mãe passa mais tempo fora do que em casa para não ter que conviver com essas suas "necessidades". – o rapaz diz fazendo aspas com os dedos e encarando o pai.
— Não me critique Samuel. — o homem disse limpando o canto da boca em um guardanapo. – Quando você ter a minha idade vai entender. Eu preciso ir para o escritório agora quer que eu te espere?
— Claro só vou trocar de roupa.
— Então não demore, marquei uma reunião para daqui a pouco e quero que você participe.
— Está certo. – responde olhando o pai que se levanta e sai da mesa.
***
Vegeta foi até o presídio novamente para coletar o depoimento dos quatro detentos que dividiram a cela com Yamtcha, era certo de que um dos homens tinha matado o rapaz, mas nenhum deles quis falar novamente, negaram ter envolvimento com a morte dele disseram que nada tinha acontecido na noite do ocorrido e que Yamtcha tinha ido dormir normalmente. Mas Vegeta sabia que os homens estavam mentindo não queriam confessar o que aconteceu, pois com certeza foram ameaçados, tentou de tudo para conseguir uma confissão, mas não teve sucesso saiu de lá frustrado parecia que cada passo que dava lhe fazia voltar mais dois para trás.
Voltou para a delegacia e se reuniu com os peritos precisava pensar em uma nova estratégia de investigação algo que lhes fizessem chegar a algum lugar e ter algumas respostas já que não teriam mais o depoimento do rapaz.
— E então Vegeta conseguiu alguma coisa? — Vanessa perguntou assim que o policial entrou na sala, mas adivinhou a resposta pela cara dele.
— Não, os homens não querem dizer nada insistem em dizer que não tiveram nada a ver com a morte do Yamtcha. – responde e se senta em frente pra mulher.
— Mas não é possível, o laudo do IML aponta a morte dele para asfixia e pela posição em que o corpo foi encontrado ele estava de barriga para cima não teria como ele se asfixiar assim, não tinha nada na garganta e nem nos pulmões e a marca do rosto de Yamtcha estava impresso no travesseiro que foi usado para sufocá-lo. — Vanessa garantiu.
— Eu sei disso, eles estão mentindo, com certeza estão sendo ameaçados também ou sei lá eu já nem sei mais o que pensar. – o homem passa a mão pela testa.
— Talvez tenhamos uma evidência, não pode ser uma prova, mas já é um começo. – ela diz.
— Do que está falando?
— Eu e o Nappa fomos até o presídio de manhã nós fizemos uma limpeza na cela e coletamos tudo que achamos que pode ser uma prova e eu encontrei isso. — Vanessa disse pegando um saquinho de evidências onde tinha um cartão dentro. _ Eu encontrei esse cartão em baixo do travesseiro de um dos detentos.
Vegeta pegou o saquinho da mão dela e dentro dele tinha um cartão todo preto e no meio apenas uma letra F na cor verde neon. Vegeta virou o saquinho e na parte de trás do cartão havia a mesma inicial.
— De quem é esse cartão?
— É aí que está, não sabemos de quem é esse F aí, mas pode ser uma pista, alguém entregou esse cartão a um deles e eu pedi uma lista de todas as visitas que eles tiveram no último mês para descobrir de quem é esse F.
— E você conseguiu?
— Claro que sim, aqueles homens estão ali há muito tempo e eles quase não tem recebido visitas, mas um deles recebeu uma visita suspeita a uns 3 dias, um homem que se apresentou como um advogado o que eu achei estranho, pois ele foi condenado já tem mais de cinco anos em regime fechado então por que motivo a família mandaria um outro advogado?
— Quem é esse advogado? – Vegeta pergunta colocando o saquinho de volta na mesa.
— Eu já estou pesquisando sobre ele, se apresentou como Manoel Kisuma o mais impressionante é que não existe nenhum Manoel Kisuma na ordem de advogados, ou seja, advogado falso.
— Claro, temos alguma informação sobre esse suposto advogado?
— Nenhuma, não deixou endereço, telefone, nada!
— Descubra que é esse Manoel preciso de alguma informação válida, mas isso ainda não explica esse F no cartão.
— Tem muitas pontas soltas nesse caso Vegeta a gente só precisa encontrar a certa.
— Tem alguma digital nesse cartão?
— Sim, mas não conseguir localizar no banco de dados.
— Tente localizar esse advogado se ele for realmente um!
— Já estou fazendo isso Vegeta.
— Quando descobrir alguma coisa me avisa.
— Não se preocupe!
Vegeta saiu da sala passando a mão pelo cabelo não via à hora de conseguir resolver aquilo e colocar um ponto final naquele dilema que não tinha fim.
Três dias depois...
Bulma estava com os amigos na cantina da faculdade lanchando entre o intervalo das aulas estava preocupada, pois desde a morte do primo Chichi tem passado mal com frequência sempre com tonturas e enjoos e já tinha aconselhado a amiga a ir ao médico, mas Chichi negava dizia que não era nada que tinha comido algo que não fez bem. Viu ela pedindo um sanduíche na cantina e não conseguia comer pois seu estômago estava embrulhado.
— Chichi é melhor a gente ir ao médico ver isso, há dias você está assim passando mal o tempo todo! – diz Bulma a ela pela décima vez.
— Eu não preciso de médico Bulma eu só comi alguma coisa que não fez bem!
— Por isso mesmo! Temos que ver se é alguma infecção ou coisa do tipo.
— Já tá passando. – ela diz respirando fundo. _ É só que esse sanduíche tem muita maionese.
— E então meninas, depois da aula a gente vai se reunir para fazer aquela pesquisa? — Sam perguntou.
— Claro, a gente pode se reunir aqui mesmo na biblioteca, o que acha Chichi? – Bulma respondeu a Sam e depois se virou para a amiga.
— Oh pessoal não pode ser outro dia? Hoje eu não vou poder ficar depois da aula a minha tia tá voltando hoje de viagem para resolver aquele assunto lá da morte do Yamtcha e ela tá indo lá pra casa e não vai ter ninguém lá, eu tenho que sair voada daqui e ir direto pra casa esperar por ela.
— Poxa Chichi, mas tudo bem eu e o Sam fazemos a pesquisa, a Débora e a Raquel também resolveram faltar juntas hoje.
— Porque a gente não se reúne amanhã? – sugere a morena.
— Amanhã nós temos que falar daquela outra apresentação lembra?
— Putz, eu tinha esquecido.
— Mas não tem problema, eu e o Sam fazemos a pesquisa não é difícil, não é Sam?
— Claro sem problemas. – o rapaz responde e sorri.
— Então faz assim, vocês fazem a pesquisa e depois me manda o arquivo que eu monto o trabalho e coloco nas normas da ABNT. Faço a capa, faço tudo hoje à noite pode ser?
— Isso, perfeito!
— Fica combinado então. Acho que vou pedir um outro sanduíche, mas sem maionese! – Chichi olhou para o sanduíche no prato fazendo cara feia.
— Se não quiser eu como. — Sam ofereceu.
— Pode comer é todo seu! – empurrou o prato pro amigo e se levantou indo a outro quiosque e pediu outro lanche.
Alguns minutos depois o sinal tocou marcando o fim do intervalo e eles voltaram para a sala. Ao final da aula Sam e Bulma foram para a biblioteca da faculdade fazer uma pesquisa sobre a constituição federal, realizaram a pesquisa fazendo tópicos com os trechos mais importantes para depois construir um fichamento abrangendo todo o assunto. Combinaram como montariam esse resumo e fizeram a pesquisa no computador da biblioteca. O resumo teria que ser feito com as próprias palavras do grupo com base no entendimento deles, coletaram as informações que encontraram e mandaram o arquivo para Chichi para que ela pudesse finalizar o trabalho.
Bulma ficava impressionada com a inteligência de Sam ele era muito bom com as palavras lia dois trechos do texto no computador e montava uma frase usando suas próprias palavras. Em pouco mais de duas horas eles conseguiram montar a pesquisa e mandaram o arquivo para Chichi e depois desligaram o computador da biblioteca. Bulma havia mandado uma mensagem para Vegeta avisando que não iria almoçar em casa, pois ficaria na biblioteca fazendo um trabalho.
Saíram da faculdade e em frente havia uma lanchonete e Sam convidou a garota.
— Bulma, vamos fazer um lanche ali estou morrendo de fome.
— Vamos. — Bulma concordou e os dois seguiram para a lanchonete, fizeram os pedidos e sentaram em uma mesa que ficava do lado de fora. Bulma pergunta ao amigo enquanto esperava os lanches.
— Sam eu nunca te perguntei antes qual a área do direito você pretende seguir?
— Então eu estou meio na dúvida entre penal e civil. – ele responde.
— Sério? Pois eu tenho certeza que quero penal.
— Nossa, quer ser uma advogada criminalista?
— Humhum.
— Legal e você já sabe onde quer trabalhar?
— Bom o Vegeta tá sempre me aconselhando a montar o meu escritório quando eu me formar, mas eu quero mesmo é me inscrever para delegada.
— Caramba e você vai conseguir, vai se dar muito bem. – ele sorri pra ela.
— Obrigada. E você onde pretende atuar?
— Então, eu já tenho um emprego garantido no escritório do meu pai, mas eu gosto muito da área pública sabe trabalhar para o estado ou até mesmo para o governo, trabalhando com pessoas que não podem contratar advogados particulares.
— Você quer ser um defensor público? – pergunta surpresa.
— É, quem sabe. Eu acho muito importante essa área sabe tem muitas pessoas por aí que precisam de um bom advogado, mas não pode pagar por ele e a gente sabe que os melhores advogados também são os mais caros. – ele responde.
— Infelizmente essa é a realidade e o que seu pai acha disso?
— É claro que ele não quer, ele diz que um advogado público custa muito mais barato que qualquer outro, que nunca é bem remunerado, que nunca pega casos importantes e com muita visibilidade.
— Seu pai parece ser um homem difícil.
— Meu pai é movido pelo dinheiro Bulma, todas as decisões que ele toma e tudo o que ele faz é baseado em quanto vai poder receber de lucro depois. – ele responde com pesar.
— Sinto muito..., mas se esse é o seu desejo ele não pode se opor, você é maior de idade, é o dono da sua vida. — ela disse e viu a moça da lanchonete em se aproximar com os seus pedidos. Eles pediram dois refrigerantes e duas fatias grandes de uma torta salgada de frango e palmito.
— Eu nem me importo mais com isso, não dá pra esperar uma reação diferente do meu pai.
— E como é a relação dele com sua mãe? – pergunta ela abrindo seu refrigerante.
— Meus pais vivem um casamento de aparências há muito tempo, ela passa mais tempo na Europa com a família dela do que aqui, mas estão sempre juntos nos eventos fingindo serem o casal perfeito.
— Nossa, e isso é bem chato, não é?
— Mas com o tempo você se acostuma, eles não se separam para não perderem o status da família perfeita.
— Você é filho único?
— Graças a Deus! — Sam sorriu e os dois começaram a comer e continuaram conversando.
Vegeta estava passando pela rua da faculdade em uma das viaturas estava com Mai e tinha ido atender uma ocorrência ali perto. Passou em frente a uma lanchonete onde tinha um semáforo o sinal estava vermelho e ele parou o carro para esperar olhou pela janela do carro e reconheceu os cabelos azulados de Bulma ele reconheceria aquela cor azul turquesa em qualquer lugar, viu que ela estava lanchando com aquele seu amigo Samuel que sorria para ela, fechou a cara, não negava que odiava quando ela sorria daquele jeito para outra pessoa aquele cara parecia sempre estar perto e não gostava muito dele. Mai também viu a direção em que ele olhava, que ele estava olhando a namorada lanchando com o amigo da faculdade na lanchonete. O sinal abriu e Vegeta seguiu com o carro, mas não mudou a cara e Mai percebeu que ele tinha ficado incomodado com o que viu e resolveu perguntar:
— Vegeta, tá tudo bem?
— Tá. – ele responde seco.
— Você ficou estranho depois que viu sua namorada da lanchonete.
— Eu só não sabia que ela ia lanchar com aquele tal Samuel.
— Você não gostou?
— Os dois são amigos da faculdade e eu confio em Bulma. — responde meio ríspido, mas não foi sua intenção, estava incomodado e não queria falar no assunto.
— Desculpe Vegeta, não foi a minha intenção fazer nenhum comentário maldoso...
— Relaxa, eu sei que não quis fazer nenhum comentário é que eu não gosto muito do jeito daquele cara.
— Você acha que ele é afim dela?
— Acho que ele está sempre perto demais.
— Isso te incomoda?
"Carro 262 na escuta?"
Vegeta pegou o rádio e atendeu a chamada.
— 262 na escuta, agente Vegeta falando.
Vegeta atendeu a chamada no carro e não respondeu à pergunta de Mai ela ainda ficou um tempo olhando para ele e viu que ele realmente tinha ficado incomodado com o que viu.
***
Depois de atender a uma ocorrência Vegeta voltou para a delegacia, mas não conseguia tirar da cabeça Bulma lanchando com aquele amigo na lanchonete, não sabia por que estava tão incomodado com isso, mas estava, já tinha visto a garota lanchando com milhares de amigos antes e nunca ficou incomodado assim. Assim que chegou percebeu uma grande movimentação na delegacia e percebeu que tinham visitas. Bills estava lá, mas ele não era o único estava com uma outra pessoa e o apresentava para os policiais.
Vegeta se aproximou e viu ao lado do chefe da PF um outro homem alto e de porte Atlético usando um smoking todo preto, nunca tinha visto aquele sujeito, mas parecia ser importante pelo jeito que Bills estava tratando ele. Bills olhou para ele entrando e sorriu:
— Vegeta, era você mesmo que eu queria ver. – o homem diz alto se aproximando do policial.
— Como vai Bills? – Vegeta o cumprimentou com um aperto de mão.
— Muito bem. Quero muito lhe apresentar alguém. — disse Bills, pegou no ombro de Vegeta e o levou para perto do homem que tomava um café conversando com Satan. _ Freeza me deixe te apresentar esse é o Agente Vegeta.
O homem agora olhou para o policial ao lado de Bills, o policial que há muito tempo queria conhecer.
— Então você o policial Vegeta? Já ouvi falar muito de você. – Freeza lhe estende a mão olhando o homem com um sorriso nos lábios.
— Vegeta, esse é o deputado Thomas Freeza. — Vegeta aceita a mão para cumprimentar o deputado.
— Desculpe deputado, mas não ouvi falar muito de você. – Vegeta também encarava o homem algo nele soava familiar.
— Desculpas aceitas. O meu trabalho é mais reservado eu não gosto muito de ficar aparecendo em televisão, rádio, gosto de manter a minha privacidade. — Freeza responde.
— Freeza, o Vegeta é um dos nossos melhores agentes em anos ele tem trabalhado com extrema competência em todos os casos você precisa de ver. — Bills elogiou o agente orgulhoso.
— E eu acredito, já ouvi falar muito falar ao seu respeito. Do policial determinado que nunca desiste.
Vegeta olha para Freeza e senti que ele o encarava de uma forma estranha algo naquele deputado não estava certo e ele sabia, era muito bom em analisar pessoas.
— Quem sabe qualquer dia podemos trabalhar juntos em um caso? – comenta o deputado com um sorriso.
— Claro, seria um prazer. – responde o policial.
— Venha Freeza tem outros agentes que eu quero que você conheça. — Bills disse e depois se virou para Vegeta. _ Vegeta depois podemos conversar?
— Claro Bills.
— Me procure depois!
Bills levou Freeza para conhecer outras pessoas na delegacia e Vegeta ainda ficou olhando o homem de longe. O nome dele era Thomas Freeza ele tinha um sobrenome com a letra F e parecia muita coincidência, pois o cartão que foi encontrado na cela de Yamtcha também tinha um F, a coincidência era grande demais e lhe deixou encucado.
Ficou em um canto vendo o deputado Freeza circulando pela delegacia e cumprimentando os outros policiais. Raditz se aproximou dele vendo aquela cara do amigo que conhecia bem ele estava analisando o deputado, mas por quê? Era o quê Raditz queria saber.
— Eu conheço esse olhar Vegeta.
— Só estou pensando em algo. – responde ainda com os olhos no homem.
— E no que é então?
— Na coincidência entre o F no cartão que estava na cela de Yamtcha e no F que tem no nome desse deputado.
— Vegeta desencana, você já está ficando paranoico com isso!
— Não é paranoia Raditz só estou pensando que é uma coincidência curiosa.
— Mas é o que é, é uma coincidência os dois casos terem a letra F, mas você não está supondo que o F do cartão é esse Freeza, não é?
— Eu não estou supondo nada.
— Esta sim que eu sei, mas você tem que esquecer isso o Freeza é um grande amigo do Bills acha que se ele tivesse metido com algo assim o Bills não saberia? Ou pelo menos não desconfiaria?
— Homens como ele sabem esconder bem as coisas Raditz!
— Vegeta sério, você tá paranoico cara, deixa isso quieto você pode se dar mal. – Raditz aconselha já sabendo que seu amigo maquinava mil e uma coisas na cabeça.
— Ele mesmo disse que gosta de ter um trabalho mais reservado, que não gosta da exposição da mídia ele pode muito bem esconder o que quiser e não ser descoberto.
— Cara você tá ficando maluco, eu vou falar pra Bulma internar você! — Raditz brincou fazendo Vegeta fechar a cara para ele.
— Nesse tipo de caso não dá para excluir ninguém Raditz.
— Eu sei, mas você está vendo coisas onde não tem. Sei que esse caso tem sido difícil não conseguimos chegar a lugar nenhum e quase todas as pistas que seguimos são falsas, mas não dá para você querer ver o culpado em todo mundo.
— Eu sei, você tem razão é que hoje eu não tô num bom dia. Eu vi a Bulma lanchando numa lanchonete com aquele amigo dela. – comentou amargo.
— Tá falando do garoto que apareceu no velório? Eu o achei até legal! — Vegeta olhou para Raditz e fechou ainda mais a cara e o homem ficou quieto e não comentou mais nada.
...
Fale com o autor