Céu e Inferno

19 Capítulo 18 - Ataques


Notas iniciais
Eaí galerinha !! Vou postar os capítulos nos dias que meus professores não inventarem da me encher de tarefa e trabalho, então, peço só um pouquinho de paciência. Tentarei postar PELO MENOS um capítulo por semana. Claro que terá dias que postarei mais, pra felicidade de vocês; ou não. kkkkkk Beijoooos e Obrigada pela atenção!

Sam está num posto de saúde mais próximo por teimosia, contrariando a ideia de Ariel, que desconfia no momento de todos os seres humanos na Terra. Dean está sendo costurado na perna, totalmente anestesiado, enquanto todos ficam apreensivos do lado de fora, analisando o estranho céu negro em pleno dia. Bonnie pega seu celular e liga imediatamente para Elena.

Bonnie? – Elena atende rapidamente. – Onde você está?!

–Estou num posto de saúde com o pessoal. Mas onde vocês estão? Já viram como o céu está?

Estou olhando. Eu acho que nunca vi isso acontecer antes... Você sabe de alguma coisa?

–Bom... – Bonnie morde o lábio – Pode ter algo a ver com o último selo quebrado. Elena, um Apocalipse está acontecendo...

Silêncio na linha.

–Elena?

Bonnie, meu Deus! Como você diz isso nessa tranquilidade?! Você tem ideia do que vai acontecer?! Por que não me avisou antes?!

–Somente agora eu tive tempo de te ligar, então... Obrigada por tudo, Elena. Você sempre foi a pessoa em que eu mais confiei e tenho orgulho de dizer que você é a minha melhor amiga. Eu te amo muito Elena.

Bonnie, pare! Isso não é uma despedida... – Elena sente os olhos encharcarem.

–Adeus, Elena. – E então Bonnie desliga, antes de se derramar em lágrimas.

Do mesmo modo que Sam abraça Bonnie, Stefan aconchega Elena em seus braços. Por algum tempo, o mundo inteiro congela. Tudo para. Todos enchem os olhos de lágrimas, mas ninguém diz mais nada. Olhares sinceros pedindo perdão. Abraços de despedida e palavras de conforto. O mundo parece estar chegando ao fim realmente.

Dean sai do posto de saúde de muletas, com a perna enfaixada e erguida, caminha até o grupo que está em um círculo, chorando. Dean franze a testa, confuso com a situação. Ele para uma enfermeira mais próxima.

–Você está me vendo?

–Claro que sim. Por que eu não estaria? – Ela ri e se afasta.

Mais tranquilo por saber estar vivo, chega perto de Sam e lhe toca no ombro. Sam analisa sua perna enfaixada e comenta algo bondoso, mas Dean está abismado demais, olhando para um bando de lobisomens que corriam para uma única direção. Não eram vinte lobisomens, nem cinquenta. Mas sim, uma alcateia deles. Todos avistam aqueles cachorros loucos e então correm — exceto Dean que larga a muleta e sai pulando — até o carro. Mal deu tempo de trancar as portas, o bando atinge o carro violentamente, fazendo com que o carro capote duas vezes, e acaba sendo jogado para longe com a força bruta dos lobisomens. Eles não só capotaram o carro deles como invadiram o posto de saúde, matando diversas pessoas, quebrando tudo o que viam pela frente e deixando um rastro de sangue pelo caminho. Quando veem que o bando passou, todos conseguem respirar novamente.

–Todo mundo vivo? – Sam pergunta.

–Minha... Garganta. – Ana diz com dificuldade para falar e até respirar.

Dean olha imediatamente para Ana, que está com a garganta cortada pelo cinto de segurança, o corte não parece ter sido muito fundo, mas há muito sangue escorrendo pelo pescoço. Dean tira sua faixa e rasga com a mão um pouco do pano, enrolando no pescoço de Ana com cuidado, e não demora muito para parar de sangrar. Bonnie e Ariel estão ilesos fisicamente e Sam está com um corte na cabeça, por ter tido um impacto forte contra o vidro da janela do motorista.

–Precisamos sair daqui... O mais rápido possível! – Comenta Ariel, eufórico.

–E ir pra onde?! – Dean pergunta num tom agressivo, por estar com os nervos a flor da pele. – Você acha que há algum lugar seguro diante dessa ocasião?! Isso se conseguirmos chegar a um. Eu estou incapacitado de correr, Ana está com um baita ferimento no pescoço, sabe se lá aonde está o resto da nossa “equipe”. E de novo eu te pergunto, ir pra onde?

–Vamos atrás dos Cavaleiros. Os anéis da Horsemen.

–Que diabos é isso?! – Dean está indignado.

–Eles são as chaves para acabar com o Apocalipse.

Por outro lado Stefan, Damon, Elena e Katherine, lidam não com um bando de lobisomens, mas com um bando de morcegos que aparecem de repente no céu, sobrevoando sobre as cabeças, e arranhando-os com as garras pontiagudas. Os quatro correm pela estrada de terra, até encontrarem algo que sirva de abrigo. Decidem então, se alojar atrás de um bar, onde a parede serve como barreira. Ali, todos se entreolham, verificando os arranhões. Elena, como é humana, está pior. Assim como seu rosto, seus braços estão arranhados, ao contrário dos três que possuem uma regeneração instantânea da pele.

–Arde demais! – Elena resmunga, já fungando.

–Deixa-me ver... – Stefan pede, tocando o ombro da garota de leve. Mas Elena bate na mão de Stefan bruscamente.

–Não, sai! Dói. – Elena solta algumas lágrimas.

O coração de Damon aperta. E os olhos piedosos de Elena faz com que tome uma decisão precipitada. Ele rasga seu próprio pulso e coloca na boca de Elena num vulto. Ela se rebate e esperneia, e Damon só para quando Stefan o empurra para longe.

–Enlouqueceu?!

–Estou salvando a vida dela! – Damon se levanta do chão.

–Então pare! – Stefan limpa a boca de Elena como pode.

–Ciúme rebaixa você, irmãozinho. – Damon murmura, repugnante.

–Cale a boca. – Stefan olha nos olhos de Elena. – Tá tudo bem?

–Já me sinto melhor... – Elena murmura e olha para Damon – Obrigada.

Stefan olha incrédulo para Elena e para o irmão, Damon. Katherine ergue as sobrancelhas, prevendo o começo de uma briga feia, mas erra no palpite. Nada acontece. Stefan somente trinca os dentes e recua, com os olhos cheios de ciúmes. Damon, assim como todos, percebe o clima tenso.

–Não foi nada, só fiz por que... – Damon murmura para Elena com delicadeza para provocar.

–Claro que não foi. – Stefan resmunga.

–Gente, vamos parar com esse ciúme infantil? O fim do mundo está acontecendo. – Katherine pousa suas mãos na cintura, já irritada com tal situação.

–Desculpe se a atenção no momento não é pra você, Katherine. – Damon discute. – Eu sei que você adora ser o centro das atenções.

–Eu cansei. Um quer ser melhor que o outro aqui, vamos dar um tempo? – Katherine diz ainda mais irritada – Caramba! Por qualquer coisa vocês acendem uma faísca e incendeiam tudo!

–Estão sentindo esse cheiro? – Elena pergunta, enquanto inala profundamente.

–Fogo. – Stefan e Damon dizem ao mesmo tempo, perplexos.

–Vocês literalmente acenderam a faísca. – Katherine ergue as sobrancelhas, sobressaltada.

Notas finais
E então ?? Ficou ruim? Ficou bom? Tenho que melhorar algo? Ter mais detalhes? Menos detalhes? Podem falar, eu não mordo... forte. Beijos!