Céu Acinzentado
2 Capítulo 2: O Hospital
Notas iniciais
Nessa história os capítulos devem ter 430-600 palavras.
Meus olhos doem como se estivessem sendo usados demasiadamente, porém, julgando pela minha roupa amassada eu estou descançando à muito tempo. Dou meu primeiro passo em direção à aventura, ou à morte certa.
De longe pude ver uma garota correndo. Era a mesma que eu havia visto mais cedo. Corri em sua direção, e pareceu que eu a estava peseguindo com más intenções pois ela começou à gritar. Eu hesitei por um momento, ela havia entrado em um hospital. Algo me diz que eu não gosto de hospitais, não! Na verdade tinha uma certa aversão quando me deparei com aquele prédio, minhas pernas bambearam.Um homem de frente com seu possível maior medo. Em busca de respostas. Foi o que pensei, pois não havia memória, ou lugar à mais para vagar. Abri a porta, a menina não estava à vista. (É claro! Eu fui um banana e não entrei de primeira!- Pensei comigo mesmo)Cadeiras reviradas em uma sala de espera banhada de sujeira em algumas portas e paredes. O teto estava quase negro de foligem. Papéis espalhados completavam o cenário destrutivo de um local completamente abandonado.Derrepente, para meu espanto, o som de um alarme, que lembrava cornetas soadas em uma ocasião de desastre natural tocou. O chão foi se desintegrando, assim como as paredes e o teto, em partículas de pouco mais de 2 centímetros. Minha visão foi gradualmente se tornando escura, até que a escuridão completa se formou, e o som cessou.A luz se restaurou, parcialmente. Tons de vermelho haviam manchado todo o prédio e algumas paredes haviam sido substituídas por grades, que pareciam mais arames farpados. Me senti no pior dos pesadelos. No maior dos desesperos, saí correndo e fui subindo as escadas. Gritos podiam ser ouvidos de todos os lados. Ao alcançar o segundo andar, pude ver o que mais de desestabilizou: um corpo. Estendido. Verticalmente posicionado no arame farpado que seguia pela parede havia um corpo queimado quase sem pele, com traços de sangue e escurecido pelas queimaduras.Minha náusea não me permitiu me aproximar e fiquei muito tonto, minha visão foi novamente se tornando turva, e dobrei minha coluna em ância de vômito quando olhei para frente, e do fundo do corredor pude ver um ser se aproximando.Seu tamanho não era nada agradável: tinha pelo menos 2,5 metros e arrastava um pedaço de ferro similar à uma espada. O som produzido pelo arrastamento do ferro foi se intensificando à medida de que o ser chegava mais perto. Ele parou, ergueu a espada e eu pude perceber que sua cabeça era, ou estava coberta por um objeto em forma de pirâmide.Um som ridiculamente alto de rádio fora de sintonia havia se apossado de meus ouvidos, e não sabia o que fazer, imóvel de medo. Tonto, pude ver uma mão me puxando para o canto.Entrei arrastado e semi-inconsciente em uma sala pequena. Me virei e vi: A garota havia me puxado, consequentemente salvou minha vida.
Notas finais
Serão muitos capítulos. LOL
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