Notas iniciais
Coisa boa sai disso? n

Chovia muito, o conde correu o mais rápido que pôde, avistou um árvore e sentou-se abaixo dela. Fechou os olhos e pela primeira vez, deu-se o privilégio de chorar. Então, era assim que Lizzie se sentia? Amor não correspondido? Dóia tanto...

– Desculpe, Lizzie. — Levantou a cabeça um pouco, ainda chorando. Quando havia se apaixonado pelo demônio? A exatos dois meses, quando tivera sua primeira noite de luxúria com o mesmo.

– Sebastian, eu seu mentiroso... Desgraçado! Estúpido! Maldito demônio perfeito. — Abraçou seus joelhos à procura de conforto.

– Por que mentiu dizendo que me amava? Mentiroso. — Sussurrou com uma voz chorosa, soluçava. Suspirou e sacou um punhal de seu cinto, e mesmo chorando, sorriu. Um sorriso um tanto irônico.

– Será melhor assim, Sebastian. Não queres tanto minha alma? Agora terás! — Chegara a mirar o punhal em seu coração, quando fora surpreendido por um grito de alguém conhecido.

– BOCCHAN! — O mordomo corria pela chuva, gritou desesperado e abraçou Ciel rapidamente, retirando o punhal das mãos do garoto, que estava em choque.

– Bocchan, como pôde tentar isto? Eu realmente o amo, my lord. Não entendes? — O mordomo disse, se acalmou aos poucos e aninhou o garoto em seu peito.

– Está todo molhado... Deixe-me cuidar de você, vamos para casa. — Afagou os cabelos do menino, que corou e derramou algumas últimas lágrimas.

– Eu também o amo, Sebastian... Para sempre.

– É uma promessa? — Sebastian segurou o queixo do garoto delicadamente, levantou-o um pouco e o olhou nos olhos, com um sorriso mais alegre.

– Sim. — E Ciel selou aquela promessa, unindo seus lábios aos de seu mordomo, seu querido Sebastian.

Notas finais
Ficou MEGA curto, por que foi feito pelo "notas" do celular, Rosilene ta de prova. u-u
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!