Buying A Love

23 Capítulo 22: Se isso não é amor não sei o que é. (+18)


Notas iniciais
E ai pessoal!É hoje que minha imagem de puritana vai por agua abaixo. Eu achei que não ia dar para postar hoje por causa da ventania que deu aqui... A energia caindo toda hora, sem contar nos trovões. Ontem eu tive que dar uma de adulta huahua Como minha alergia não queria passar, minha irmã resolveu que era melhor eu ir tomar uma injeção anti alérgica. Um dos meus maiores medos, e todo mundo sabe, é injeção. Eu arranquei um dente sem anestesia por medo de injeção quando criança. Até hoje quando vou ao dentista eu peço sem anestesia. Enfim, aos 21 anos de idade dar um espetáculo por medo não é algo muito bonito de se ver, por isso engoli o medo e fui atrás da farmacêutica. Entretanto o piro foi ouvir que injeção ardia, e ficava dolorida por algumas horas, e que não seria no braço. Quando eu vejo o trem dá para segurar, mas saber que seria no bumbum, aquilo quase me fez sair correndo da sala. Quando sai da sala, minha Mana só dava risada da minha cara. Porque eu estava pálida e apavorada. Sim injeções são coisas que me apavoram, principalmente quando é no bumbum. Sem contar que doeu para desgraça, e depois eu tinha curso de Japonês, e ficar sentada naquela cadeira era uma tortura. Eu sei que quase ninguém vai ler minhas notas, ainda mais em um capitulo tão esperado -.-' Por isso resolvi contar mwahahaha A sim... Meu bumbum ainda está doendo T.T Então finalmente, para todos aqueles que estavam se matando, se corroendo de esperar. O Orange! Só avisando que teve um dedinho da Suzu aqui, porque eu até então só tinha escrito um orange na vida... E bem boicotado (Quem leu The Princess And The Demon sabe. Se é que dá para chamar aquilo de orange) Boa leitura

Capítulo 22: Se isso não é amor não sei o que é. (+18)

Nico estava sentada na varando do quarto. Era a manhã do segundo dia que estavam ali. Sua mente a mil. Lançou um olhar para dentro do quarto para ver Maki dormindo como um anjo sobre a cama de casal. Claro dormir no mesmo quarto que Maki era algo que não estava cogitando. E o pior era aqueles pensamentos que teimavam em grudar em sua mente.

Já tinha amaldiçoado Nozomi até a quadragésimas reencarnação da mesma. Continuaria amaldiçoando até não poder mais. Claro. Porque se estava tendo esses pensamentos impuros agora, era por culpa da cartomante.

Observou uma linha alaranjava aparecer no horizonte. Havia passado a noite em claro para variar. Claro que não era burra a ponto de não saber sobre esse tipo de coisa. Haviam aulas educativas no colégio e sua mãe já havia conversado sobre o assunto, mas dai a se imaginar fazendo com sua namorada era quase como uma torre Eiffel.

Maki resmungou em meio ao seu sonho, Nico apenas sorriu olhando para a mais nova, ela era tão linda que se perguntava como Maki podia ter se apaixonado por ela. Sabia que via Maki de um jeito diferente, sabia que Maki parecia mil vezes mais bonita para ela do que para as outras pessoas. Assim como sabia que seu amor pela ruiva era algo que crescia mais e mais a cada momento.

Quantas vezes planejou detalhadamente cada encontro? Não uma, mas dezenas de vezes. Maki não parecia notar, mas Nico sempre caprichava em suas roupas e maquiagem para ficar a altura dela. Além das noites mal dormidas por ficar observando a foto da ruiva em seu celular. Essas coisas que jamais teria coragem de contar para ninguém.

Então o sol começou a nascer iluminando parcialmente o rosto de Nico. A morena então se levantou e caminhou até a cama. Com cuidado tocou o ombro nu da ruiva.

– Maki chan, venha ver. – Murmurou balançando calmamente o corpo da mais nova.

– Hm? – Maki murmurou abrindo os olhos. – O que foi Nico chan? – Perguntou se sentando enquanto esfregava um dos olhos em um ato infantil. Nico não pode não achar a namorada adorável.

– O sol está nascendo. Venha ver. – Disse puxando a ruiva para que ela se levantasse.

Caminharam até a varanda, Maki ainda estava um pouco confusa pela interrupção de seu sono. Foi então que viu a luz alaranjada que tomava conta do horizonte. Não era tão avermelhado quando ao do por do sol, mas ainda assim era uma cena bonita de se ver. Sorriu abraçando Nico por trás e apoiando o queixo no ombro da mais baixa.

– É a primeira vez que Nico vê o nascer do sol assim, sem os prédios para atrapalharem a vista. – Murmurou colocando suas mãos sobre os braços da namorada.

Ficaram ali paradas até o sol se mostrar por inteiro. Nico sorriu com o calor emanado pelo corpo de Maki. Era uma fria manha de primavera no fim das contas. Era incrível como desde que conheceu Maki seu mundo estava completamente diferente.

– Eu acho que podemos dar mais um passo. – Maki murmurou apertando mais o corpo pequeno em seus braços.

Nico apenas assentiu com a cabeça. Depois de tantas novidades agora iria ter mais uma grande experiência. Então aquele friozinho se fez presente me sua barriga, estava nervosa. Sentiu os braços de Maki deixarem seu corpo.

– Podemos deixar isso para depois. – Maki disse enquanto caminhava para dentro do quarto. – Ainda é muito cedo para isso. – Disse bocejando.

– Vou fazer o café da manhã. – Nico disse indo em direção da porta. Respirou fundo teria o dia todo para se preparar mentalmente.

~*~

Maki estava observando Nico de longe. Por algum motivo a morena estava vendo incessantemente a tela do celular. Estava bem concentrada e se perguntava o que a morena estava fazendo.

Não fazia muito tempo que haviam almoçado, e desde então Nico estava ali grudada naquele celular. Sentia um pouco de raiva foi objeto, mas ignoraria. Afinal Nico parece estar cansada, se perguntava se a morena havia dormido bem.

Assim as horas do dia foram passando. Quando era cerca de cinco horas da tarde, Maki percebeu que a morena estava dormindo no sofá e o celular estava caído no chão. Recolheu o objeto o colocando sobre a mesa de centro. Decidiu ir tomar um pouco de ar fresco do lado de fora, e também para esfriar a cabeça.

Maki só voltou para dentro quando Nico chamou para o jantar. Comeram em silencio, Maki podia dizer muito bem que sua namorada estava preocupada com alguma coisa que ela não queria dizer.

– Maki chan, você pode ir tomar banho agora, eu vou limpar a cozinha. – Nico disse tentando parecer normal.

– Vou fazer isso. – A ruiva respondeu se levantando. Definitivamente Nico estava muito estranha.

~*~ (+18)

Quando Nico entrou no quarto depois de seu banho encontrou Maki sentada com as costas encostadas na cabeceira da cama enquanto lia um livro. Sorriu ao ver sua namorada concentrada. E como ela linda concentrada.

Caminhou em direção de sua namorada e se sentou ao lado dela na cama. Finalmente Maki pareceu reparar na figura da pequena morena. Os olhos vermelhos olhavam diretamente para a ruiva. Como se esperasse por algo. Sorriu levemente fechando o livro e colocando o sobre o colchão.

Maki então beijou os lábios de Nico. No começo o ritmo foi lento, e depois a morena tratou de aumentar a intensidade do beijo. Suas línguas se entrelaçaram com calma. Nico soltava pequenos gemidos entre o beijo.

– Nico chan... – Maki murmurou encostando suas testas. Nico estava corada, os olhos estavam sérios e Maki não entendia o porquê.

– Podemos dar mais um passo agora. – Nico murmurou se movendo para ficar sobre a mais nova. Sentando se sobre as coxas da namorada. – Maki chan... – Murmurou beijando mais uma vez os lábios de sua namorada.

E como Maki havia sonhado para ouvir Nico dizer aquilo. Havia tempos que não via mais Nico com os olhos inocentes. Queria sentir cada pedaço de pele, desvendar cada curva do corpo da menor.

Aquele beijo... Era muito mais intenso que todos os outros que haviam trocado. As línguas se entrelaçavam, se esfregando uma contra a outra. O ar parecia ficar cada vez mais quente e necessidade de ter Nico pareceu triplicar de tamanho. Ao termino do beijo, Maki mordeu o lábio inferior da namorada sugando o levemente.

– Maki chan. – Nico gemeu fraco. E sem demora os dedos da morena foram atrás dos botões do pijama que Maki estava usando. Agora com os lábios livres, começou a beijar a pele do pescoço alvo de Maki. Beijou o osso da clavícula enquanto descia os lábios conforme a pele era exposta

Maki soltava leves gemidos de aprovação enquanto tinha a mão fechada próxima à boca e as bochechas extremamente coradas. Seu corpo escorregando na cama conforme os beijos de Nico desciam. Então sem aviso Nico voltou para beijar os lábios de Maki. Maki então começou a erguer a camiseta que a morena estava usando. Nico se deparou dos lábios da namorada apenas para ter sua peça de roupa tirada.

Maki sorriu abraçando a menor e puxando a para baixo. Queria sentir aquele corpo colado ao seu. O calor daquela pele branca e leitosa. Uma onda elétrica percorreu sua espinha quando sentiu o contato das peles, agora sem nenhuma barreira testeis.

– Nico chan... – Maki murmurou deixando sua mão correr pela pele da mais velha até chegar ao cos da calça. Adentrou o tecido explorando a pele dos quadris da menor. Nico grunhiu algo em aprovação beijando os ombros da namorada subindo pouco a pouco para o pescoço que já tinhas algumas marcas avermelhadas.

Então mais uma vez os lábios de ambas se encontraram. Um beijo molhado e cheio de desejo. Com a mão livre Maki abriu o fecho do sutiã da mais velha. Logo sendo descartada para alguma parte do chão do quarto.

– Isso é injusto Maki chan... – Nico murmurou puxando a mais velha para se sentar na cama. Começou então a tirar a camiseta do pijama da mesma. Maki apenas sorriu sentindo os seios de Nico esfregando diretamente contra a sua pele.

– Você está fazendo isso para me provocar não é mesmo? – Perguntou já livre de sua roupa. – Isso sim é algo injusto Nico chan. – Maki murmurou procurando pelo fecho de seu sutiã em suas costas.

Nico engoliu seco quando viu o pelo par de seios que sua namorada possuía. Claro que sabia que eles eram fartos, mas não tanto assim. Passou a mão na boca para limpar a baba que escorria. Maki tinha um belo corpo. Isso porque não tinha visto o restante da obra.

– Isso aqui também. – Maki murmurou começando a puxar o cos da calça da menor. Nico saiu de cima de Maki para poder terminar de tirar suas calças. Ficando de costas para a namorada.

Maki então se moveu na cama. Inclinou se para frente e assim alcançar as costas de Nico. Mordeu levemente a carne, antes de lamber o local. Nico soltou um gemido, sentindo Maki beijar suas costas até chegar ao pescoço e nuca.

– Não se esqueça de tirar isso aqui. – Murmurou sensualmente enquanto beijava a nuca da namorada e puxava a lateral da calcinha rosa da mais velha.

Nico corou antes de fazer o que Maki havia pedido. Maki se moveu então para se livrar das próprias roupas. Não era hora para se ter vergonha e agir como uma garotinha que não sabe o que quer. Maki sabia o que queria. Desejava Nico, desejava com todas as forças fazer amor com a namorada.

Nico se virou apenas para ser agarrada pela mais nova. Mais uma vez aquele choque pelo contado das peles se fez presente. Maki beijava os lábios de Nico com luxuria e desejo. Puxando e sendo puxada para mais perto. Como se isso fosse possível.

Se separaram apenas para Nico empurrar a ruiva para se deitar na cama. A morena então passou a acariciar os seios de Maki que pareciam tão apetitosos e convidativos. Massageou ambos os seios enquanto beijava o vale entre eles. Os gemidos de Maki apenas incentivava a continuar as caricias.

Pinçou ambos os mamilos com os dedos apenas para ouvir Maki gemer mais alto. Sorriu lembrando se do material que havia lido mais cedo em seu celular. Beijou a pele branca dos seios, dando algumas mordidas leves. E pelos gemidos da mais nova, ela estava gostando.

Nico então deixou uma de suas mãos descer pela barriga de Maki até chegar ao baixo ventre. Acariciou a virilha com o dedo indicador e médio. Satisfeita com seu trabalho nos seios deixou seus lábios traçarem o mesmo caminho que sua mão.

O coração de Maki batia forte no peito a cada centímetro que Nico descia em seu corpo. Via a ignorar seu sexo e começar a beijar suas coxas. Maki fechou um dos olhos nublados de prazer, não imaginava que a pele de sua coxa interna fosse tão sensível assim. A mais velha beijava e por vezes sugava a pele fazendo Maki gemer.

– Nico chan... – Gemeu o nome da namorada. E pela primeira vez viu um sorriso de canto nos lábios de Nico. Com calma Nico desceu seus lábios lambendo cada pedaço de pele das coxas de Maki.

– Eu posso? – Perguntou incerta. Viu Maki acenar um positivo e afastar mais as pernas. Engoliu seco antes de levar sua mão até a intimidade da namorada. Maki gemeu com o toque da mão quente de Nico.

Nico tocou os grandes lábios com as pontas dos dedos antes de abrir ainda mais a vagina da namorada. Maki gemeu com o toque, além disso, podia sentir a respiração de Nico ali em baixo. A mais velha sem hesitar deixou sua língua escorregar para fora de sua boca e então lamber aquela região. Maki soltou um gemido alto de prazer.

Com calma Nico lambeu os grandes lábios de Maki. A ruiva gemia seu nome e isso a encorajava. Sua língua então passou pelos pequenos lábios, circundado a entrada da namorada com a ponta da língua ouvindo a gemer mais intensamente.

Aquilo era a pista de que Maki gostava do que estava fazendo. Abraçou as coxas da namora e com o dedo indicador e médio começou a acariciar o clitóris da mesma. Sua língua adentrando ao canal vaginal da ruiva.

Maki agora praticamente gritava o nome de sua namorada. Mal podia acreditar que ela a primeira de Nico pela habilidade da mesma. Sua cabeça estava ficando confusa, e já não conseguia formar frases coerentes. Tudo que conseguia era sentir e registrar aquele enorme prazer que estava sentindo.

– Nico chan... Eu vou... – Não conseguiu terminar a frase. Fora interrompida alto e longo gemido que deixou sua garganta. Havia atingido o ápice.

Nico lambeu cada fluído que havia saído de sua namorada. O gosto não era bom como dizia nas histórias românticas, mas não era algo ruim. Sorriu vendo a respiração descompassada de Maki. Subiu para poder beijar brevemente os lábios daquela que tanto amava, mas não demorou muito, pois Maki ainda precisava de ar.

Quando os olhos violetas se abriram estavam desfocados, e com um brilho um tanto diferente. Nico sorriu e beijou levemente o rosto da namorada. Maki a abraçou apertado ainda tentando processar todas as coisas.

– Me perdoa Maki chan, mas eu preciso de alivio... – Nico murmurou saindo do abraços. Maki não entendeu de imediato. Então Nico separou mais uma vez as pernas de Maki e se encaixou entre elas. Sua vaginas agora estava se tocando de modo que os clitóris também se tocassem.

Sem dizer uma palavra Nico começou a mexer seu quadril. Suas peles entrando em atrito, assim como aquela parte tão sensível de seus corpos. Maki voltou a gemer sendo acompanhada pelos gemidos da morena.

Nico se movia cada vez com mais força e rapidez. Sentia o prazer nublar sua mente aos poucos. Jogou a cabeça para trás não conseguindo mais pensar em nada, apenas indo mais e mais atrás daquela sensação maravilhosa que parecia se apossar de cada fibra de seu corpo.

– Nico chan eu vou gozar. – Maki avisou rapidamente antes que mais um orgasmo a abatesse. Entretanto Nico não parou a fricção. Maki sentia seu clitóris cada vez mais sensível. O barulho molhado e os gemidos inundando todo o quarto.

Depois de mais algumas investidas Nico finalmente alcançou o ápice enquanto gritava o nome da namorada. Por conta de seu corpo estar ainda mais sensível, Maki acabou vindo maias uma vez junto da morena. Nico se deixou cair em cima da ruiva. A respiração de ambas estava descompassada. Maki acariciou as costas da morena, enquanto ainda tentava processar tudo que havia acontecido.

– Maki chan... Foi incrível. – Nico murmurou com um fio de voz. Maki apenas sorriu envergonhada.

– Você foi incrível, meu amor... – Murmurou apertando mais o corpo pequeno em seus braços. – Obrigada. – Murmurou.

– Não tem nada que me agradecer... – Nico murmurou beijando a bochecha quente e corada a outra.

Maki sorriu. Aquela fora a sua primeira vez, a primeira vez com Nico, e certamente a primeira vez de muitas que estavam por vir. Não importava que não teve a oportunidade de tocar a morena como gostaria. Futuramente, poderia fazer tudo que havia imaginado e muito mais. Fechou os olhos se deixando cair no sono. O calor da pele de Nico era aconchegante, e estava cansada.

Então Nico se aconchegou nos braços de sua amada. Iria dormir agora, em um sono sem sonhos. Já não tinha mais com o que sonhar afinal.

Notas finais
Então você ai, que está do outro lado da tela, finalmente saiu o Orange. Será que agora eu mereço um Alô nos comentários? Sobre o lance de mandar pro inferno quem me xingar, não vou mentir falando que não faria isso, mas ainda assim eu sou uma pessoa boazinha. Então seja bonzinho (a) comigo e manda um comentário o/ Kissus Se cuidem