Buying A Love

24 Capítulo 23: De volta para casa.


Notas iniciais
E... Não é a agora que eu me despeço de vocês lol Não estou postando atrasado, o Orange saiu antes porque no domingo não dava para postar, então eu postei antes para não atrasar. XD Só para constar aqui, ano que vem vou continuar escrevendo... Mas outra categoria. Não sei o nome ainda, e provavelmente será na parte de originais, e algo a minha cara. Demônios mwahahaha Não, vai ser de ação, e vai ser como um spin Off do meu mangá, com os mesmo personagens, e a mesma principal, que chamarei de Azumi, como na fanfic em conjunto com a Suzu. E falando em Suzu, ela é quem me desafiou por assim dizer. Devo começar a postar em janeiro já. (Minha mente é bem agitada com ideias e afins.) Ah sim! Obrigada pelas recomendações, Suzu minha parça do coração e Leysse Lee san ^^ Sem mais delongas Boa leitura

Capítulo 23: De volta para casa.

Maki se aconchegou mais contra o corpo de Nico. Os raios de sol entravam pela janela, mas não queria acordar. Era bom o calor emanado pela pele da morena. Sorriu apertando mais o corpo pequeno contra o seu. E que sensação maravilhosa era aquela de ter o corpo nu de Nico contra o seu. E...

Maki se sentou em um pulo na cama. Suas bochechas atingindo tons rubros inimagináveis. Talvez nunca ficara tão envergonhada em toda sua vida. Nico ainda dormia profundamente. O corpo agora todo exposto já que a ruiva estava puxando o lençol para cobrir o próprio corpo.

Fechou os olhos com força. Lembrando se da noite anterior. Não que quisesse se lembrar, mas as imagens inundavam sua mente. Havia feito amor com Nico na noite passada. Agora não era mais uma criança inocente. Se bem que não era mais criança há tempos.

Então Nico abriu os olhos vagarosamente. Em primeiro momento achou que a morena ia gritar ou ficar envergonhada, mas não foi isso que aconteceu. A morena sorriu enquanto se sentava. Maki observou com atenção e então, sem aviso prévio Nico beijou a ruiva.

– Bom dia Maki chan. – Nico murmurou feliz.

A morena estava tranquila demais, enquanto Maki por sua vez, estava a ponto de subir pelas paredes pela vergonha.

– Bom dia Nico chan. – Finalmente conseguiu dizer algo. Suas bochechas ficando ainda mais vermelhas. Era como se todo o sangue do corpo de Maki, agora estivessem em suas bochechas.

– Vamos nos aprontar que nosso trem sai as dez. – Nico disse saindo da cama. Maki se perguntava como a mais velha não estava constrangida.

– Se vista um pouco antes de sair da cama! – Maki exclamou virando o rosto para o lado.

– Me vestir como se minhas roupas estão espalhadas pelo chão? – Nico perguntou sem entender. – Maki chan, você está com vergonha? Depois de tudo que fizemos ontem, você está com vergonha? – Perguntou perplexa.

– Vai me dizer que você não está? – Não que Maki não soubesse que Nico não estava com vergonha, mas ainda assim.

– Não. – Nico respondeu vestindo sua calcinha. – Você já viu tudo ontem, porque eu deveria estar com vergonha? – Nico perguntou como se fosse obvio.

– Posso fazer uma correção? – Maki perguntou ganhando a atenção da namorada. — Você está enganada, porque ontem eu quase não pude ver seu corpo. – Declarou fazendo Nico corar furiosamente.

– Não acredito. – E tratou de se vestir rapidamente. Maki riu de sua vitória, agora estavam quites.

– Agora está com vergonha? – Maki perguntou para provocar.

– Cale se! – Nico exclamou antes de pular sobre a mais nova. Seus lábios se encontrando rapidamente. – Eu te amo Maki chan. – Nico murmurou.

– Eu também te amo. – Maki respondeu sorrindo levemente.

– Agora vamos fazer o café da manhã porque nossas férias da realidade acabam hoje ao meio dia. – Nico declarou saindo de cima da ruiva.

Maki observou Nico sair do quarto. O sorriso ainda em seus lábios. Se sentia feliz apesar de estar envergonhada. Claro que o prazer da noite anterior ainda estava em sua mente. E isso a fazia feliz. Mas muito mais feliz do que o prazer, o fato de agora pertencer a morena a deixava nas nuvens. Era uma felicidade inimaginável.

Sabia que a noite anterior fora perfeita. Sabia que aquela felicidade em sue peito ia durar por um longo tempo. E mesmo que não quisesse admitir, queria poder ser amada por Nico mais uma vez.

Só de pensar nisso, as bochechas de Maki ficaram rubras. Não era do feitio de uma jovem e recatada adolescente pensar em tais coisas. Entretanto, era inevitável. Porque era como se seu corpo e sua mente não a obedecessem mais.

~*~

Nico já esperava.

A primeira coisa que aconteceu quando chegou em casa foi seus irmãos se jogarem contra ela. Nada fora do normal. Foi quando entrou na sala. Ali estavam Honoka, Umi, Kotori, Nozomi e Eli. A loira estava visivelmente preocupada.

– O que aconteceu? – Nico perguntou atraindo a atenção e todas.

– Nico chan! – Eli abraçou a morena com força. – Você simplesmente desapareceu sem dizer aonde ia. – A loira declarou aliviada.

– Minha mãe não disse para vocês? – Nico perguntou estranhando.

– Ela disse que você havia saído de férias com a Maki san. – Umi foi quem respondeu. Na realidade estava ali apenas para acompanhar mesmo.

– Eu estava com a Maki chan na casa de campo da família dela. – Nico disse a verdade. Eli deixou seus ombros caindo enquanto soltava a morena.

– E como foi lá? – Nozomi perguntou tranquilamente.

– Bem. – Nico respondeu deixando suas bagagens em um canto da sala.

– E como é a casa de campo da Maki chan? É grande como a casa dela? – Honoka perguntou animada.

– Sim. É um lugar bem grande. Na verde é um terreno gigantesco em uma montanha. Tem até um onsen ao ar livre e um rio por lá. – Lembrou se então do pequeno acidente nas margens do rio e sorriu. Eram momentos para se ficar na memoria. E por muitos motivos.

– Pelo visto Nico chan se divertiu lá. – Kotori estava sorrindo.

– Sim. – Nico respondeu não querendo entrar em detalhes.

– Nico senpai. – Umi começou seria. – Você não fez nada de indecente com a Maki san enquanto não estávamos de olho fez? – Nico se surpreendeu coma pergunta.

Havia feito amor com Maki. Era aquilo indecente? Não considerava como tal porque fora espontâneo e regado de amor. Entretanto, provavelmente na mente de Umi aquilo fora uma indecência. Agora mentir ou dizer a verdade?

– Nico senpai, estou esperando uma resposta. –A arqueira estreitou mais os olhos.

– Ara, Umi chan querendo saber da vida intima de uma veterana? – Nozomi perguntou para provocar.

– N-n-não perguntou nesse sentido Nozomi senpai! – Umi exclamou corando furiosamente. – Não quero me meter na vida de ninguém. – Agora a arqueira estava desarmada de seu olhar medonho.

Eli reparou no alivio de Nico. Parecia até que haviam tirado o mundo de suas costas. Soube por aquele gesto simples que sim, Nico havia feito algo, e o namoro da morena não era mais tão inocente. Só não sabia o que teria acontecido.

– Nico vai guardar essas coisa no quarto e já volta. – Disse saindo de mansinho enquanto tornava a pegar suas malas do chão. Estava fugindo. Sabia que Umi não iria voltar a perguntar, mas não queria mais ninguém perguntando.

Nico rapidamente entrou no quarto e fechou a porta. Salva por Nozomi? Ou talvez a cartomante iria ser ainda pior. Não sabia dizer ao certo. Não queria encarar o interrogatório de ninguém. O que passara com Maki era algo que queria guardar para ela mesma. Para que dividir algo tão intimo e tão mágico assim?

Queria ser egoísta e assim seria. Não importava o que perguntasse iria omitir toda e qualquer relação com a noite passada. Afinal fora a melhor noite de toda a sua vida. Sim! Tinhas as lembrancinhas que comprara na cidade. Isso iria distrair todas por um momento.

Saiu do quarto rapidamente. Ouvia o barulho da sal de jantar. Seus irmãos estavam lá, o que deixava a zona mais segura. Sentou se ao lado de Honoka e Eli. Estava evitando a arqueira e a cartomante. Par ao bem de sua sanidade.

– E então Nico chan, conte nos como foi. – Kotori disse animada.

– Bem... – Nico começou devagar. – Maki chan tem uma bela casa de campo, com direito a lareira e tudo. – Disse rapidamente.

– Também tem aqueles negocio que fica pendura e acende luz que sempre tem nas casas de pessoas ricas? – Honoka perguntou animada.

– Também tem lustres lá. – Nico respondeu achando graça da forma que Honoka descrevera o objeto. — Além de uma cozinha grande e bem equipada.

– E os quartos? – Kotori perguntou com os olhos brilhando.

– Os quartos são tão grandes quanto a minha casa. Além disso, tem varandas, e dá para ver o por e o nascer do sol deles. E como é belo o nascer do sol daquele lugar. – Nico lembrou seu da vista. Era algo de encher os olhos e só de lembrar fazia ter vontade de ver novamente.

– Nicocchi se divertiu bastante não é? – Nozomi disse sorrindo.

– Me diverti sim. – Nico respondeu alegremente. – Além disso a cidade é bem bonita apesar de ser pequena. Tem um ar bem Japão século quinze. – E um “Oh” foi ouvido das demais. Nico havia adorado sua estadia naquele lugar.

– E o que mais aconteceu? – Honoka perguntou querendo saber de tudo.

– Maki chan e eu oficializamos o namoro. Não que não fosse oficial, mas olhem. – Nico disse esticando a mão para todas verem seu anel.

– Nico chan, isso é lindo. – Kotori disse encantada.

– Então realmente estão levando isso a serio. – Umi murmurou surpresa.

– Não é a toa que a Maki chan quis levar a Nicocchi para um lugar diferente e especial. Deve ter sido emocionante. – A cartomante comentou.

– Maki chan foi muito gentil comigo. Aproveitamos bem a nossa estadia lá. – Nico quis dar logo fim a história.

– Acho que realmente foi bom para vocês se afastarem um pouco daqui. – Eli murmurou com um leve sorriso nos lábios. Sabia da situação do namora de sua amiga. Com Nozomi e Rin sempre atrapalhando quando estavam por perto.

– Eu trouxe algumas lembrancinhas para vocês. – Nico se lembrou da sacolinha que havia trazido com ela.

– Você ainda se lembrou de nós? — Eli disse sorrindo. E como Nico iria se esquecer daquelas que se mostraram suas melhores amigas?

~*~

Maki se jogou em sua cama cansada da viajem. Seus pais estavam trabalhando ainda e Rin e Hanayo não sabia onde poderiam estar. Se perguntava como Nico estava, esse alguém havia ido procura-la.

Estava ainda no mundo de fantasia. Agora sem a presença nua da morena, conseguia sentir toda a magia de pertencer a pessoa amada. Estava ainda no seu mundo de fantasias, e não queria sair dele tão cedo.

Era como se todo o amor que sentia jorrar de seu coração e percorrer todo seu corpo através de sua circulação sanguínea. Claro que amava Nico. Aquilo já não era nem duvida. Entretanto tinha seus medos e anseios.

A palavra Idol ainda assombrava no fundo da sua mente. Sabia que não poderia disputar com isso. Porque Nico jamais desistiria do sonho por um amor. Se perguntava se existia ser humano vivo que desistiria de seus sonhos por um amor. Era algo mais que improvável.

Chacoalhou a cabeça com força para se livrar daqueles pensamentos. Pegou seu celular no bolso da saia. Ia ligar para Nico e saber que ela tinha chego bem na casa. Mesmo que a morena fosse mais velha, ainda se preocupava. Era normal afinal. Se preocupar com a pessoa amada.

Se surpreendeu quando caiu na caixa postal. Talvez Nico estivesse com as amigas e não havia ouvido o telefone tocar. Na certa era isso. Do jeito que elas se mostraram interessada e curiosas em seu relacionamento.

Se perguntava se Nico havia contado para alguma delas que haviam se amado na noite passada. Claro que Maki não iria contar para ninguém. Tinha vergonha de contar. E mais vergonha ainda das perguntas que viriam.

– Maki, as empregadas disseram que você tinha retornado. – A mãe da ruiva estava batendo na porta.

– Pode entrar, mamãe. – Maki respondeu voltando ao mundo real. A porta se abriu e a mulher ruiva entrou. Ela tinha um sorriso leve no rosto ao ver o rosto tranquilo da filha, podia dizer que tudo tinha saído bem.

– Fico feliz de te ver bem e feliz Maki. – Murmurou.

– Nico chan e eu estamos indo muito bem mamãe. – Maki respondeu se sentando na cama.

– Ela me parece ser uma boa pessoa. – Machie afirmou se sentando na cama da filha. – E como as coisas foram por lá? Se divertiram bastante? – Perguntou curiosa. Maki agradeceu a qualquer santidade por sua mãe não estar olhando para ela. Provavelmente estava corada.

– B-bem... – Amaldiçoou por te gaguejado. – Nico chan cuidou bem de mim. Sem contar que em fez ajudar na cozinha. – Murmurou a ultima parte.

– Você ajudou a cozinhar? – Machie olhou assustada para a filha.

– Sim. – Maki respondeu baixo.

– E nada explodiu? – Machie sabia bem o tipo de filha que tinha. Maki podia ser talentosa em muitas coisas, mas quando se tratava de assuntos culinários a ruiva era uma tragédia.

– Nico chan é boa o suficiente para ter conseguido evitar até mesmo isso. – Declarou encolhendo os ombros.

– Mas deixando isso de lado. O que ela achou da sua surpresa? – Perguntou o que realmente queria saber.

– Ao que parece Nico chan adorou as nossas alianças. – Murmurou com um leve sorriso nos lábios enquanto olhava para o anel em seu dedo.

– Seu pai e eu estávamos preocupados demais com seu futuro... – A mulher murmurou se levantando. Ela deu uma boa olhada na sua filha e sorriu.

– O que quer dizer mamãe? – Maki perguntou sem entender.

– Não é nada. – Machie respondeu sorrindo. Foi então que notou algo no pescoço de sua filha. Sorriu ao constatar o que poderia ter ocasionada aquelas duas marcas avermelhadas na pele branca. – Acho que você deveria passar um pouco de maquiagem no pescoço. As marcas que a Nico chan deixou estão aparentes e seu pai não via gostar de saber o que vocês duas realmente fizeram. – A mulher então se virou para ir embora. Maki corou furiosamente.

Então quando Machie saiu do quarto e fechou a portar, Maki colocou as mãos no pescoço antes de se levantar e correr para frente do espelho. Não havia reparado antes, mas havia sim duas marcas em seu pescoço.

Levou dois dígitos ao local marcado. Tocou com carinho sabendo ser mais uma prova da noite incrível que passara com sua namorada. Não estava nem um pouco acostumada a se sentir tão feliz. Muito menos com aquele sentimento quente em seu peito.

Respirou fundo não contendo a vontade de sorrir. Sorrir para o nada. Sorrir como um louco ou um bobo. Como era boa aquela felicidade crescente e gritante em seu peito. Queria poder se sentir assim para sempre. Olhou para o espelho levando a mão ao peito. A vida era engraçada.

Notas finais
Então, a fanfic vai acabar realmente no dia 13, completando assim seis meses de postagens (Ainda saiu dentro do previsto. 24:4 = 6) EU não postei essa fanfic no meu blog ainda, e é muito provável que eu poste em breve... Alias tem um desafio de Orange para ser cumprido lá lol Meu adeus não será dado no dia 5 então XD Kissus Se cuidem