Butterfly Fly Away

8 Capítulo 8 - Dia perfeito: Parte 2


Notas iniciais
Desculpem pela demora pessoal mas eu tenho 8 fic em andamento no momento! 8!! Eu tenho que atualizar as que mais precisam primeiro e depois as outras, por isso me desculpem por ter demorado tanto :s

No carro estava realmente um aperto. Sara e Urey na frente, Trisha, Ed, Al, Winry e Den atrás. Ed, Winry, Al e Den estavam brincando e rindo muito. Trisha de vez em quando fofocava alguma coisa ao ouvido de Sara e ela ria, e Urey dirijia, se esforçando para não perder a concentração naquela baderna. Mas, vamos admita, estava muito divertido e engraçado para todos.

- Den, para! Isso faz cosquinha! – Disse Winry, rindo, e o cachorro continuava a lamber o seu rosto e orelhas.

- Que cachorrinho bonito, Winry! – Disse Ed, sorrindo.

- Ele é lindo sim, mas ainda prefiro um gatinho. – Disse Al, sorrindo.

- Ah, mas você não pode brincar com um gatinho como brinca com um cachorrinho. – Disse Ed. – Eu acho que os cães são melhores.

- Não são nada! – Rebateu Al, indignado.

- São sim! – Disse Ed, indignado. – Eu vou fazer você dizer que os cães são melhores!

- Ah, é? E como pretende fazer isso? – Disse Al, empinando o nariz, com um sorriso orgulhoso.

- Assim! – Ed levantou os braços ameaçador e começou a fazer cócegas em Al. – Eu só vou parar quando você disser que os cachorros são melhores que os gatos!

Al começou a rir e empurrar as mãos de Ed, mas era em vão, porque Ed sabia todos os pontos fracos do irmão. Ele, ainda rindo, tentava proteger as costelas e as axilas, mas Ed não parava.

- Winry – Ele disse entre risadas. – Me ajuda!

- É pra já! – Disse Winry, balançando os dedos ameaçadoramente e atacando Ed pelas costas, que estavam viradas para ela, e começou a fazer cócegas nas suas costelas.

Ed deu um pulo, em surpresa, e começou a rir e gritar, se empurrando para o lado de Al. Al, por sua vez, começou a torturá-lo também. Ele ria e se debatia. Al e Winry riam também,

- Não – Ele disse, entre risos. – É justo!

- Diga que gatos são melhores! – Disse Al, ainda torturando-o.

- Tudo bem você venceu! – Ed disse, rindo. – Gatos são melhores!

- Ainda não me convenceu! – Disse Al, não parando.

- Meninos, se comportem! – Disse Trisha, vendo os dois no meio de uma guerra de cócegas.

- Manda – Ed disse entre risos. – Eles pararem!

- Alphonse, por favor. – Disse Trisha, e Al parou e fez cara de indignado.

- Mas mamãe, ele começou! – Al disse, e cruzou os braços.

- Trisha, deixa de ser chata! Deixa as crianças se divertirem, até parece que não lembra que com a gente era bem pior! – Disse Sara, sorrindo. Ed, Al e Winry riram.

- Certo, mas vamos ver a chata quando chegarmos ao parque. – Trisha disse, com um sorriso maroto nos lábios.

- Essa é a Trisha que eu conheço e amo! – Disse Sara, rindo.

Depois de um tempo, eles chegaram ao parque. Era um parque muito grande e cheio de árvores, todas com folhas verdes e que brilhavam ao bater da luz do Sol. A grama média e ligeiramente molhada era uma delícia para se caminhar com os pés descalços. Ed, Al, Winry e Den correram na frente, e começaram a brincar no escorregador. Winry segurou Den em seus braços e desceu o grande escorregador, com Ed e Al atrás dela, em uma fila. Eles, quando chegaram ao chão, acabaram caindo um em cima do outro, em cima da areia que tinha no fim pra amortecer a queda. Eles riram muito e Den começou a correr por cima deles. Depois eles foram brincar no balanço, e Ed foi primeiro, pulando no balanço e fazendo-o subir bem alto.

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Trisha e Sara também não ficaram atrás. Elas começaram a brincar de pega-pega, como costumavam fazer na infância, e corriam de um lado pro outro, rindo e se divertindo. Urey estava sentado em um banco de madeira, observando e rindo. “Essa Sara...” Ele pensou, sorrindo. “Parece que nunca cresce. Adoro isso nela.”

Então, Sara olhou para Urey e cochichou alguma coisa ao ouvido de Trisha, e elas deram risinhos, ainda olhando pra Urey. Ele olhou-as surpreso. “O que será que essas duas estão aprontando?” Ele pensou curioso. Sara correu na direção dele e puxou-o pela mão, sorrindo.

- Vem brincar também! – Ela disse, sorrindo. Parecia uma criança de novo. Urey se levantou meio surpreso e deixou que Sara o levasse onde ela queria.

Ela puxou-o até o outro balanço, o que ficava do lado do que as crianças estavam brincando, e sentou-se, sorrindo.

- Vamos, me empurre! Bem forte! – Ela pediu, balançando as pernas animada. Ele riu um pouco e colocou as mãos nas costas dela, empurrando-a em seguida. Ela riu.

- Isso! Mais forte! –Ela pediu, e Urey obedeceu, rindo. Ele a empurrou muito forte e ela foi bem alto. – Uhuuuuu! Isso! – Ela dizia entre risos.

Trisha assistia de longe. Bateu um pouco de saudade de Hoeinheim. Eles sempre brincavam de balanço assim. Al foi até ela e a puxou pelo braço.

- Mamãe, vamos brincar de esconde-esconde? Só com três fica chato – Ele pediu, sorrindo. Trisha olhou pra ele e sorriu.

- Vamos, querido. Eu conto.

Trisha, Ed, Al e Winry começaram a brincar de esconde-esconde. Trisha foi contar, e eles foram se esconder. Al se escondeu atrás de uns arbustos, Ed subiu em uma árvore e Winry se escondeu atrás de uma árvore grande. Depois de um tempo, Trisha foi procurá-los.

- Quarenta e oito, quarenta e nove... Cinquenta! Prontos ou não, lá vou eu! – Trisha gritou, e foi procurá-los.

O primeiro a ser encontrado foi o Alphonse. É que quando Trisha estava passando perto do local que ele estava, passou um gatinho por perto, e ele sem querer falou meio alto demais:

- Ah! Um gatinho!

Trisha acabou descobrindo ele, e ele, derrotado, foi brincar com o gatinho, enquanto esperava ela encontrar os outros. A segunda a ser encontrada foi Winry. Winry estava escondida e Den começou a encará-la. Ela começou a sacudir os braços em silêncio pra tentar espantá-lo.

- Xô, Den! Você vai me denunciar!

Mas o cachorrinho pensou que ela estava brincando com ele, e começou a latir e balançar o rabinho. Trisha ouviu Den latir e Winry pedindo baixinho pra ele ir embora, e deu um sorriso maroto. Ela se aproximou baixinho da árvore e quando teve certeza de onde ela estava, pulou e agarrou Winry.

- Achei! – Ela disse, com Winry nos braços, e Winry, em susto, começou a rir.

Derrotada, ela foi brincar com Den, esperando Trisha encontrar Ed. Trisha procurou em vários lugares, mas em nenhum deles estava Ed. Quando Trisha passou por debaixo da árvore que ele estava, ele deu um risinho, mas acabou se desequilibrando e deixou cair uma folha e fazer barulho. Trisha escutou e, com um sorriso maroto nos lábios, falou:

- Huum, que pena. Parece que o Ed não está em lugar nenhum por aqui. Acho melhor eu ir procurar em outro lugar.

Ed acabou caindo como um patinho. Trisha deu a volta e se escondeu atrás de uma árvore. Nem Winry nem Al tinham visto que ela se escondeu. Eles dois ficaram sussurrando pra Ed pra descer e correr para o pique, e ele foi descendo devagar. Quando ele desceu, Trisha saiu de entre as árvores e o pegou, levantando no alto e girando. Ele riu.

- Aah, mamãe, não é justo! Você me enganou! – Ele disse, com uma cara emburrada.

- No amor e no esconde-esconde vale tudo! – Ela disse, dando um beijo no pescoço dele, e ele riu alto, desfazendo a cara emburrada rapidinho.

Depois de terem brincado no parque, foram todos até a sorveteria. Lá, Ed pediu sorvete de chocolate, Winry sorvete de creme e Al sorvete de flocos. Trisha pediu sorvete de morango, Sara pediu sorvete de baunilha e Urey pediu sorvete de chocolate branco. Depois, sentaram-se na mesinha em frente à sorveteria e começaram a tomar sem pressa os seus sorvetes. Winry, Ed e Al trocaram colheradas dos seus sorvetes entre si para experimentar e até Den ganhou um pouco. Caía uma vez ou outra um pouquinho de sorvete no chão, o qual ele lambia.

Depois de terem tomado os seus sorvetes, o Sol já estava se pondo, por isso Sara levou Winry até o último lugar da lista que fizera: o mirante, para assistirem ao pôr do Sol juntas, como sempre faziam, desde que Winry era bebê. Era um dos lugares preferidos das duas. Assim que chegaram, o Sol estava se pondo. As nuvens laranjas e rosadas e o céu alaranjado e escurecendo estavam realmente lindos. Não tinham como descrever a sensação de paz que sentiam dentro de seus corpos. Sara pegou Winry no colo e abraçou-a, e Urey fez o mesmo. Winry sorriu e abraçou os dois, ainda olhando o pôr do Sol. Trisha olhou para Ed e Al e sorriu, feliz, e eles fizeram o mesmo. Ed e Al abraçaram as pernas dela, cada um de um lado, e ela se ajoelhou no chão e abraçou os dois. Depois sentou-se no chão e cruzou as pernas, e os dois abraçaram-na, e continuaram a assistir o pôr do Sol. Urey, Sara e Winry fizeram o mesmo. Winry se sentou no meio dos dois e eles passaram o braço pelas costas dela, e Den sentou em seu colo. A família unida. Uma família pequena, porém completa.

Depois que o Sol se pôs e escureceu, já estava na hora de ir pra casa. Winry sorriu para o pai e a mãe e disse:

- Papai, mamãe, esse foi o melhor dia de minha vida.

Sara não conseguiu aguentar. Lágrimas de emoção desciam de seus olhos e ela abraçou Winry forte. Ela retribuiu o abraço.

- Mamãe, não chore. – Winry disse, abraçando a mãe forte. Depois de mais algumas lágrimas rolarem, ela limpou-as e sorriu.

- Tem razão, meu amor. Não há razão pra chorar em um momento feliz como esse. – Porém Sara sabia que suas palavras não eram verdadeiras. A infelicidade chegaria assim que eles chegassem em casa e dessem a notícia.

Eles voltaram, todos pra casa. Sara deixou Trisha e os meninos em casa, e saiu para abraçar a amiga.

- Amiga, hoje foi o melhor dia de todos. Obrigada, eu estava precisando disso. – Trisha disse, quase com lágrimas nos olhos.

- Que é isso, Tri. Você merece. – Ela abraçou Trisha forte, e depois se despediram e voltaram pra casa.

Assim que eles chegaram em casa, Urey e Sara entraram no quarto, enquanto Winry foi colocar água e comida para Den. Urey fechou a porta e olhou para Sara, apreensivo.

- E então... Como vamos contar à ela?

Notas finais
Aaaahhh eu amei de paixão escrever esse capítulo Adorei mesmo! Acho que foi um dos melhores. Me apaixoneeei *--*
Espero que tenham gostado Beijos e queijos. Acho que mereço algumas reviews neh?
Obrigada por ler