Butterflies - Forever My
1 Butterflies
Notas iniciais
http://www.youtube.com/watch?v=b_tvtvtUXII O link da música maneirinha, se quiserem ouvir hein.
Percebo que o tempo já não passa, você diz que não tem graça amar assim. Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito parecido com borboletas num jardim.
Harry’s POV
Dougie não falava mais comigo, não sorria, nem sequer encarava-me por mais de cinco segundos. Sim, eu contava o tempo que nos olhávamos, pois era o único e curto período em que eu poderia ter certeza de que ele ainda me amava.
Ficava observando-lhe por tempo demais, mas não tinha culpa. Era a criatura mais perfeita que Deus poderia ter posto na Terra. Eu ficaria dias olhando seus olhos azuis brilhantes, seus lábios esticados em um sorriso pequenininho, o jeito como ele joga a franja para o lado porque atrapalha sua visão... Eu pararia minha vida por ele, para ficar olhando-o até mesmo enquanto dorme no sofá pequeno demais para mim.
Desde a nossa briga há três dias eu comia pouco, bebia menos ainda, eu simplesmente não vivia. Estávamos de férias da banda, isso era definitivamente bom. Como conseguiria tocar sem que Dougie me olhasse e lançasse um sorriso feliz a cada cinco minutos? Praticamente não consigo viver deste jeito, imagine tocar!
Do nada, o telefone toca quebrando assim completamente minha concentração, ao observá-lo. Dougie levantou-se correndo quase tropeçando em mim que estava sentado no chão, fazendo-me rir de sua pressa. Talvez, esperasse o telefonema de alguém. Ok, péssima coisa para se pensar. Controlei os ciúmes quando vi sua expressão desmoronar e ele entregar o telefone para mim. Mordi o lábio imaginando quem seria.
- Alô? – Falei sem vontade.
- Harold Judd! Onde você se meteu ontem à noite? – Ouvi o grito exagerado do Daniel, estava cada vez mais bicha louca desde que começou a namorar Tom.
- O que tinha ontem à noite, Dan? – Murmurei vendo a atenção do Poynter virar-se na minha direção.
- Aniversário da minha mãe, Judd! – Gritou, fazendo-me morder o lábio mais uma vez, eu havia avisado que não apareceria.
- Eu avisei que não iria, Dan. – Suspirei. – Diz pra ela que eu passo lá pra dar um beijo.
- Você está depressivo, Hazz. – Ele disse de repente, rindo um pouco. – Esteja bem quando voltarmos das férias, ok?
- Podemos falar sobre isso depois? – Olhei para Dougie que não disfarçava estar prestando atenção na conversa.
- Ok, tchau, amigo. Fique bem, não desmorone, me ligue... você sabe!
- Tchau, Danny. – Desliguei, não entendendo muita coisa.
Coloquei o telefone no gancho, vendo Dougie levantar-se me olhando nos olhos. Estava com as mesmas olheiras que eu, pelas três noites mal dormidas que passamos. Foram mais de cinco segundos dessa vez, muito mais, já me sentia quente por dentro quando ele desviou o olhar, logo em seguida pegando minha mão. Atravessamos o apartamento pequeno e bagunçado, em direção à varanda, nós pouco íamos lá. As pessoas gostavam de nos olhar pela janela, pelo fato de sermos famosos.
No caminho, Dougie entrelaçou os dedos nos meus, realmente cheguei a acreditar que nós iríamos conversar e tudo ficaria bem. Ao chegarmos finalmente à varanda, Dougie encostou-se no para-peito e me encarou, sem sorrir, sem esboçar qualquer expressão que não fosse uma tristeza enorme que chegava a mim ainda pior do que realmente era.
- Harry. – Murmurou. – Realmente acho que devíamos conversar.
- Pode falar... eu estou ouvindo. – Vi seus olhos azuis brilharem em tristeza mais uma vez.
- Amo você... demais! Acho que sabe disso, certo? – Assenti. – Hazz, nós temos brigado demais e eu... eu realmente acho que assim não dá. É mais difícil sem você aqui, óbvio, mas sinto que com você está ficando pior. – Meus olhos marejaram, sabia onde ele estava chegando. – O amor não é tão legal quando machuca mais do que cura, entende?
- Ok. – As lágrimas caíam estragando meu plano de tentar ser forte ou, ao menos, parecer. Dougie aproximou-se de mim segurando meu rosto com as duas mãos, encostando, em seguida, seus lábios nos meus. Ficamos apenas assim, nos olhando com os lábios encostados, sem nos mexer por alguns minutos. – Eu te amo – Sussurrei contra sua boca, vendo-o se afastar e sorrir.
- Já fiz minhas malas, eu vou embora agora, Harry. – Engoli em seco, não esperava que fosse tão rápido.
- Pra onde você vai?
- Passar nosso último mês de férias em algum lugar na Austrália. – Sorriu, fazendo-me sorrir também, ele simplesmente amava a Austrália.
- Boa sorte, Dougie. – A única coisa de que me lembro daquele dia era a porta batendo, e a chuva torrencial que caía, apenas para consagrar minhas lágrimas e minha tristeza.
Agora, você volta e balança o que eu sentia por outro alguém. Dividido entre dois mundos, sei que estou amando, mas ainda não sei quem.
Dois anos depois.
Dougie’s POV
E novamente, estou eu aqui, revirando-me incessantemente nesta cama de hotel. Sempre achei hotéis muito bonitos e relaxantes, mas este não está sendo-o.
Há exatamente um ano e seis meses eu deixei o McFLY. Montei uma banda chamada Back To The Future [n.a.: e a imaginação reina!]. Fiz o possível para esquecer Harry Judd, definitivamente não ajuda vê-lo feliz ao lado de sua nova namorada.
Agora, neste hotel cinco estrelas, — o mesmo em que ele se encontra – não consigo dormir, imaginando o que ele estaria fazendo com sua namorada no andar abaixo. Acho que o mesmo que ele estaria fazendo comigo. Sorri lembrando-me das noites que tivemos, perfeitas.
Com seu rosto em frente a meus olhos, adormeci, realmente esperando não vê-lo no dia seguinte.
-x-
- Porra, Dougie! Acorda, merda! – Ouvi a voz de Brian, sentindo-o balançar meu corpo cada vez mais forte. – Poynter, pelo amor de Deus! – Abri apenas um olho, vendo seu rosto perto demais de mim.
- Ah, Brian, quer me matar do coração? – Ele riu.
- Tem algumas pessoas que querem falar com você, veadinho. – Disse ele parando de rir e abrindo a porta em seguida, deixando Danny, Tom e Harry entrarem no quarto, mas o último acompanhava alguém que não sabia se era tão bem-vindo. – Aproveite as visitas. – Acenou e saiu murmurando coisas.
- Dougie! – Danny gritou exagerado, pulando em cima de mim. – Sentimos saudades de você!
- Eu também, Jones. Agora, saia de cima de mim que eu estou sem roupas.
Gargalhei quando Danny pulou caindo no chão e meus olhos passaram por Harry podendo, assim, vê-lo morder o lábio fortemente causando reações não tão boas em mim. Tom ria ajudando o namorado/noivo a levantar, enquanto a moça que estava agarrada ao braço de Harry sorria quase docemente pra mim.
- Hum, a moça me substituiu, certo? – Desejei que a resposta fosse positiva, enganando-me.
- Na verdade, oi Dougie. – Tom sorriu para mim, mostrando sua cratera interestelar. – Ela é a...
- Minha namorada. – Ouvi a voz do Harold, pela primeira vez em muito tempo, isso causou muito mais reações físicas do que imaginei que causaria. – O nome dela é Izzy. – Ele estava sério, mas a Izzy sorria para mim. Lancei-lhe um sorriso amarelo visivelmente triste.
-x-
Era noite, eu estava sentado em qualquer uma das cadeiras na piscina do hotel. Apenas observava o movimento que a água fazia ao vento tocar-lhe a superfície. Segurava um copo de whisky na mão, aprendi a gostar com Harry, sempre o via tomando whisky nas festas.
Harry. Essa semana foi a mais difícil para mim, e acho que para ele também. Encontramo-nos várias vezes no corredor, nas madrugadas, e ele sempre estava com chantilly ou algo assim na mão. Olhava-me por mais tempo do que realmente precisava e eu correspondia, me sentindo quente e confortável com o olhar carinhoso.
Tomei um susto ao sentir uma mão no meu ombro, mas ao olhar para trás meu susto foi maior ainda. Fitei os olhos azuis, iguais aos meus. Olhavam-me com tanta atenção, quase cheguei a me sentir envergonhado com o olhar analisador que me era lançando.
- Está tarde, Dougie. – Murmurou com sua voz doce, perfeita. – Deveria estar dormindo, não?
- Talvez. – Dei um gole no whisky, mirando-o como não fazia há anos.
Agachou-se ao meu lado na cadeira passando sua mão pelo meu braço, ele sabia que eu gostava. Sabia que me arrepiava por completo quando me acariciava tão levemente que quase não sentia seu toque. Inclinei-me na sua direção, quase colocando minha testa na sua.
- Está me confundindo, sabia? – Sussurrou, relutando em continuar. Rezei para que ele estivesse sendo realmente sincero comigo, pelo menos desta vez. – Cheguei a me apaixonar pela Izzy, Poynter, e aí você apareceu e... Puff! – Abriu os braços. Gay, extremamente gay e eu ri. – Não sei se amo mais você ou ela. – Faria-o saber disso.
Ainda rindo, colei meus lábios nos dele inconsequentemente. Movimentei meus lábios lentamente, sendo acompanhado por Harry. Senti suas mãos no meu rosto, e segurei seus ombros. Senti-o abrir a boca, levando-me a fazer o mesmo. Nossas línguas se encontraram violentas, brigando entre si, enrolando-se. Apertei seus ombros, enquanto suas mãos desciam, massageando levemente minha nuca.
Respirar tornava-se cada vez mais difícil, mas eu não me importava, sentir o gosto dele na minha boca era a sensação mais perfeita do mundo. Passaria dias, semanas, anos apenas beijando-o sem nenhum tipo de interrupção. Mas como tudo que é bom dura pouco, Harry afastou seu rosto do meu. Gemi em reclamação.
- Tão errado... – Murmurou com a testa colada na minha.
- Na verdade, eu diria perfeito. – Respondi, sorrindo de um jeito sapeca. – Desde quando você beija tão bem? – Brinquei, vendo-o erguer a sobrancelha direita. [n.a.: acho extremamente sexy quando ele faz isso, dica *-* *autora derretendo e virando uma pocinha verde fosforescente*]
- Hey! Eu sempre beijei bem, ta? – Fez-se ofendido. – Acho que vou dormir. – Levantou, beijando minha testa. – Boa noite. – Virou-se e andou de volta ao hall do hotel.
- Sonhe comigo! – Gritei.
- Sempre, Dougie... Sempre. – Ouvi sua voz, mesmo estando falando baixo.
Não sei dizer o que mudou, mas nada está igual. Numa noite estranha, a gente se estranha e fica mal. Você tenta provar que tudo em nós morreu.
Um ano depois.
3rd person’s POV
- Merda Poynter. Tenta entender! Eu não posso simplesmente deixar a Izzy e fugir com você! – Os dois encaravam-se os olhos azuis numa briga muda. Tudo que Dougie queria era o amor de sua vida apenas para ele. Tudo que Harry queria era sua vida estável e normal de volta.
- Você se casou porque quis, ta legal? – Dougie gritou. – Ela não pediu você em casamento, muito pelo contrário. – Aproximou-se de Harry segurando, com violência, o seu rosto. – Você. Não. Me. Ama. – Sussurrou.
- Pelo amor de Deus, Dougie. – O mais velho não acreditava no que ouvia.
- Você engravidou-a. Você a pediu em casamento. Você. Você. Você! – Dito isso, virou as costas para o outro, caminhando até a porta do quarto de hotel. Harry segurou seu braço.
- Você não vai sair até resolvermos isso, entendeu? – Disse em um tom ameaçador fazendo Dougie suspirar e puxar o braço de volta, sentando-se na poltrona ao lado da cama. – Eu devo ser um merda mesmo não é? Você está indo embora pela segunda vez.
- Eu não tenho sangue de barata pra te ver com ela e agüentar calado. – Encarava os pés que batiam rítmica e ininterruptamente no chão. – E sim, você é um merda. – Rebateu baixinho, o outro riu de leve. Adorava quando Dougie fazia isso, tentava provocar sua raiva de algum jeito.
- Um merda que te ama tanto...
- Me ama tanto, mas não consegue simplesmente ficar comigo. – Seu tom de voz era baixo fazendo Harry praticamente não ouvi-lo pela distancia entre os dois. Sentiu mãos em seu rosto e parou rapidamente de se mexer, erguendo os olhos para encarar os iguais.
Por um momento toda a briga foi esquecida. Os xingamentos nunca existiram e as reclamações nem sonhavam em acontecer. Eram somente dois olhos azuis decifrando-se, era só o amor ali e mais nada. Não existia Izzy, casamento ou compromissos... Nada.
- Você é lindo... – O moreno murmurou, puxando o outro pela mão até a cama desarrumada. Dougie parecia um transe apenas acompanhando os olhos do amante. Deitaram um de frente para o outro, os olhos conectados. O menor espalmou a mão esquerda no rosto do Harry, acariciando-lhe a bochecha, que por sua vez colocou-a em sua cintura, massageando a região com a ponta dos dedos longos. – Nós temos que durar eternamente, Dougie.
- Não existe mais nós, Harry. – Murmurou com voz calma e controlada. – Isso acabou há três anos atrás quando eu fui embora. – Passeou os dedos em volta do rosto do outro, numa carícia quase imperceptível de tão leve, mas ao mesmo tempo tão intensa e devota que chegava a queimar.
- Não... – Puxou o loiro pra cima de si, passando os braços a redor de seu corpo, apertando forte como se quisesse impedir uma possível fuga. – Não... – Repetiu, fechando os olhos deixou as lagrimas caírem, os soluços desesperados ecoarem no quarto silencioso. Dougie fechou os olhos também, as mesmas lágrimas do seu amor despontaram de seus olhos tão desesperadas e violentas quanto, mas mais silenciosas. – Eu te amo demais.
- Eu também amo você. – Soluçou e olhou em seus olhos, escondendo o rosto no tórax de Harry em seguida, molhando o tecido fino da camiseta. Sentiu uma mão adentrar os fios de cabelo da sua nuca, arrepiou-se. Um leve carinho foi iniciado ali. Apertou os olhos fechados novamente com força.
Os minutos passaram, as lágrimas iam cessando, os soluços diminuindo, o abraço ficando cada vez mais apertado. Dougie ergueu a cabeça devagar para encarar os olhos iguais aos seus, com o mesmo desespero que estava sentindo naquele instante. Suspirou se mexendo levemente, insinuando querer levantar mas parou os movimentos quando sentiu os braços o apertarem mais.
- Eu preciso ir. – Murmurou com a voz falhando e rouca. – Brian estava me esperando à meia noite...
- Por que? – Harry o interrompeu erguendo a sobrancelha esquerda. – Por que o Brian estava te esperando à meia noite, Dougie? – Usou toda a ironia que conseguiu juntar dentro de si.
- Eu... eu não sei, ele disse que queria conversar comigo e... – Parou de falar assim que viu a expressão desacreditada do outro. — ...e você não tem nada com isso, Judd. – Revoltou-se, mordendo o lábio inferior e se chutando mentalmente por ter dito aquilo. – Desculpe, eu...
- Você tem razão... Eu não tenho nada com isso. – Pegou impulso para se sentar na cama, levando o corpo de Dougie junto. – Você precisa ir, lembra? – Falou friamente, sem olhar nos olhos do menor que se levantou de seu colo e começou a calçar o par de tênis.
- E-Eu acho que... – Começou baixinho, moderando as palavras. — ... Acabou, Harry? – Mordeu os lábios e engoliu o enorme bolo que começava a se formar em sua garganta e tentando ignorar o buraco maior ainda que se abria em seu peito.
- Acho que sim. – Murmurou de volta, sentindo as lágrimas voltarem aos seus olhos e tentando desesperadamente segurá-las. Com esse intuito levantou e virou-se de costas, se chorasse pelo menos Dougie não veria. – Adeus, Dougie. – E seguiu até a sacada, deixando as lágrimas rolarem livre e silenciosamente dessa vez.
- A-Adeus. – Gaguejou, pegando a mochila e saindo do quarto.
Ao sair do hotel, Dougie olhou para cima, podia ver a silhueta escura e embaçada de Harry olhando o horizonte. Fechou os olhos sentindo o vento ficar mais forte e logo pequenas gotas de chuva alcançarem seu rosto. Desistiu de segurar as lágrimas, finalmente tinha a certeza de que não haveria mais volta.
Nunca mais teria Harry em seus braços ou dormiriam abraçados. Nunca mais seu corpo estaria junto ao seu numa cama apertada ou até mesmo apenas para tentar esquentar os dois nas noites frias de inverno. Nunca mais ouviria um eu te amo intenso e verdadeiro o suficiente para fazê-lo estremecer. Nunca mais amaria alguém como amou Harold Judd.
Nunca mais.
Mas borboletas sempre voltam e o seu jardim sou eu.
Anos depois.
Harry’s POV
Olho para o pedaço de papel que em minha mãe se encontra. Uma foto. Antiga, única, bela. Cada vez que a vejo, sinto a dor da culpa consumindo cada parte pequena e profunda do meu interior, se não tivesse deixado-o sair daquele hotel, sozinho e provavelmente tão arrasado quanto eu, isso nunca teria acontecido.
Eu ainda estou aqui, depois de todos esses anos, eu ainda estou te esperando. Jurei para mim mesmo te esperar pra sempre, até que você estivesse preparado para voltar de novo pra mim. Tantas e tantas vezes tentei enganar a mim mesmo, dizendo-me que só estava em alguma viagem com seus amigos... você ia voltar logo e me abraçar tão forte quanto agüentaria.
Meu lindo anãozinho, você simplesmente odiava que eu o chamasse assim, mas me perco nas contas de quantas vezes me peguei sussurrando o antigo apelido ao olhar sua foto. Você disse que havia acabado, que não teria mais volta, que não era mais possível de se agüentar... Para mim também não era fácil, nunca foi.
Desde o primeiro instante, você me tem. Eu sou completa e totalmente apaixonado por você, Dougie. Você realmente nunca viu isso? Você realmente perguntou-se porque eu tanto o olhava no início? Você era lindo demais, mais do que alguém deveria ter o direito de ser. Mais do que meu coração e sentimentos poderiam agüentar intactos, sem se abalarem ao seu sorriso pequeno, ao brilho tão feliz que sempre teve nos olhos.
Já cheguei a declarar que gostava de te abraçar e que quem visse de longe pensaria que éramos um casal. Mas será que não éramos realmente? Apesar da sua relutância em algum namoro, sempre fomos um casal, Dougie.
Não pode existir Harry Judd sem Dougie Poynter.
Sei que te encontrarei em breve, e você vai voltar pra mim. Você será meu anãozinho de novo e só então, eu poderei sorrir sinceramente. E finalmente te dizer:
Eu te amei desde o primeiro instante, Dougie Poynter.
Fim~
Notas finais
E mandem reviews dizendo se gostaram ou não! Digam-me onde eu errei e tal.
É a primeira e única fic slash que eu escrevi, me dêem um crédito né? OAISOIASOISA
E sim, o Dougie é muito biba, mas nada fora da realidade nisso OIASOAIOSIAOSI, Harry abestalhado é vida, eu adoro fazer isso '-' Obrigada gente!
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