Butler
1 Capítulo 1: Subaru, o inútil!
Notas iniciais
Esse é o pensamento do jovem Subaru, que sé considera um inútil na vida, terá sua vida mudada por causa de um acontecimento repentino.
Na vida em que vivemos, desde pequenos sabemos que cada pessoa tem uma utilidade na sociedade como salvar, prender, matar, ensinar, curar e entre outras utilidades, eu desde pequeno nunca soube qual era minha utilidade na vida, até que a minha vida mudou, eu descobri que eu nasci para servir.
O começo de um ano letivo é diferente de pessoa a pessoa, para umas é alegre, pois vai encontrar os amigos que viajaram durante as férias, para outras é triste, ter que aturar mais um ano de estudos, para mim é um saco! O sinal toca, o primeiro dia no último ano do ensino médio acaba. Levanto a minha bunda da carteira e saio da sala de aula, vou em direção ao portão da escola e encontro o meu amigo lá.
— Ei Subaru, como foi o resto das aulas. – Ele me pergunta com um sorriso no rosto.
— Oi Diego, foram um saco, as únicas coisas legais desse dia foram encontrar você no intervalo e agora. – Respondo ele com uma cara cansada.
Meu nome é Subaru Hazamada, 16 anos, 1,76 de altura, cabelo curto e preto (mas bagunçados), olhos verdes, estatura física normal.
— Nossa você reclama de tudo, tomara que um dia te ensinem a parar de reclamar.
— Cala a boca, eu sou apenas um inútil sem nada para fazer, e você sabe disso Diego. – Respondo ele com um pouco de raiva enquanto ele ri.
Diego Magnus, 16 anos, 1,68 de altura, cabelos longos e castanhos, olhos castanhos, estatura física normal.
— Cara você mora em Nova Iorque sozinho, sabe como isso é legal, e adoraria morar sozinho um dia.
— Bem o meu pai sempre sai para viajar a trabalho, e bem a minha mãe morreu a muito tempo, então na maioria das vezes e só eu e o Scumbag em casa.
— Ainda não acredito que você deu o nome do seu gato de Scumbag, mas vindo do cara que não sabe andar de metrô não me surpreende. – Ele fala isso rindo com um sorriso sarcástico.
— Fica quieto, o gato é meu e eu coloco o nome que eu quiser nele, e eu prefiro ir andando para casa.
— Tá, bem eu tenho que ir pegar o metrô como uma pessoa normal faria par ir para casa, Bye Bye.
— Tchau seu idiota sorridente até amanhã. – Nos despedimos com cada um indo para lados diferentes.
No caminho para casa começo a pensa em que um Inútil como eu poderia fazer para ajudar na sociedade.
— Eu sou um inútil mesmo, não consigo fazer nada direito, existe muitas outras pessoas mais qualificadas do que eu no mundo que podem fazer coisas incríveis, eu sou apenas um garoto do ensino médio que não sabe fazer nada. – Enquanto fala isso passava um casal passa por mim mostrando toda a sua felicidade ao mundo.
— Melhor ir para casa mesmo.
Depois de alguns minutos chego em casa é sou recebido por um miado do Scumbag, a casa estava arrumada do jeito que tinha deixado de manhã. Acaricio o Scumbag enquanto coloco leite na tigela dele, coloco uma roupa para ficar confortável em casa e passo a tarde jogando e refletindo sobre o que pensei em quanto vinha para casa, e de repente quase no fim da tarde a energia acaba.
— Que saco, a única coisa boa de se fazer foi estragada, bem acho que vou ver se tem algum salgadinho no armário para comer. – Me levanto do sofá e vou até a cozinha.
Ao abrir a armário na cozinha, descubro que não tem nenhum salgadinho lá.
— Hum, se me lembro bem tem um mercadinho 24 horas perto aqui de casa, se eu for correndo posso voltar aqui e a luz já vai ter voltado. – Ao pensar nisso corro para a porta coloco meus sapatos é vou ao mercadinho.
Compro um salgadinho e um refrigerante, na volta para casa vejo um parque aberto, mesmo nesse horário, penso que penso que talvez seja um bom lugar para comer. O parque estava vazio, devia ser por causa do horário e já devia estar fechando.
— Bem se ele fechar alguém deve vir aqui avisar, e ainda só vou comer um salgadinho e beber um refrigerante vai ser jogo rápido. – Começo a comer e em alguns minutos termino.
— Hum, estava delicioso, minha apreciação ao chefe. – Começo a rir e percebo que já está bem escuro, e ninguém apareceu para ver se ainda tinha gente aqui – Que estranho alguém já deveria ter aparecido. – Quando falo isso ouço duas pessoas falando.
— Ei cara acho que foi por aqui que veio a risada!
— Vamos investigar.
Deve ser os guardas do parque, acho que devo ir na direção deles, mas ao ver não eram guardas pareciam mais uns dois esquisitões usando roupas chiques, de cabelo e terno vermelho, o outro de cabelo loiro e terno roxo e amarelo.
— Vocês não são guardas daqui, né? – Pergunto a eles com uma cara desconfiada.
— Ei seu idiota esse não é o Head Smash. – O de vermelho olha para o outro com raiva.
— Espera, deixa eu checar. – O loiro pega uma foto com um rosto e coloca do meu lado – E não é mesmo ele.
— Da para ver Ryan, seu idiota. – O de vermelho começa a gritar com o loiro.
— Ah, eu posso perguntar o que vocês estão fazendo aqui? – Pergunto a eles vendo um brigando com o outro.
— Moleque, era a gente que deveria fazer essa pergunta a você. – O de vermelho começa a me encarra.
— Bem e que eu vim aqui para comer, o portão estava aberto ainda quando entrei.
— Ryan, seu energúmeno, você não falou que tinha fechado o portão? – O de vermelho quase explode de raiva gritando com o loiro.
— Calma Jonathan, eu só não fechei pois iria dar mais trabalho para mim.
Antes do de vermelho espancar o loiro, e pergunto algo. — O que diabos vocês são?
— Um civil como você não deve ter essa informação, é acima de tudo... – Antes que pudesse continuar o loiro interrompe.
— Bem, estamos investigando um caso de um assassino, e fazemos parte de uma organização especial, meu nome é Ryan e ele é Jonathan, como você se chama. – Ele responde com um sorriso sincero.
— RYAN, SEU DEMENTE! – O Jonathan explode de raiva
— Ah, eu me chamo Subaru.
— Hum, meu caro Subaru, você já ouviu falar dos casos de assassinato em que a vítima morre com a cabeça esmagada? – O Ryan me pergunta como se já fossemos conhecidos.
— Bem eu já ouvi falar, falam que o assassino era um antigo cara do exército que enlouqueceu, falam que ele usa um tipo de arma para amaçar as cabeças.
— Estamos investigando esse caso. – Ele se vira para falar com o Jonathan – Viu não tem nada acontecendo aqui, parece que ela errou pela primeira vez na vida dela.
— Ryan, hoje eu vou te matar seu... – Antes que ele pudesse terminar a frase algo grande cai perto da gente e faz um barulhão.
— O que foi isso? Um meteoro? – Eu pergunto a eles com um pouco de medo.
— Não, deve ser ele. – O Ryan fica sério e olha para o Jonathan.
— Quem? – Pergunto tremendo.
Os dois se olham e falam a mesma coisa – O assassino da onda de assassinatos de cabeças esmagadas, o Head Smash.
Do lugar onde o “objeto” tinha caído, um ser gigante sai e começa a falar com raiva – Seus Butlers de merda, acham que podem me parar para matar a minha caça, vocês precisam de um exército para me derrotar, HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA.
— Mas que droga ela estava certa afinal, espera então isso faz do Subaru o alvo dele, então o Subaru tem uma Utilidade. – O Ryan começa a falar com o Jonathan com uma cara de espanto.
— Mas o que eu fiz para merecer isso? – Pergunto para eles tremendo de medo
— Moleque fique calmo. – O Jonathan olha para mim e fala as seguintes palavras – Vamos te proteger, pois essa foi a ordem que nos deram, e como Butlers e devemos cumprir a ordem que nos deram, proteja o alvo do Head Smash, pois essa é a nossa utilidade nesse mundo.
Notas finais
Tentarei lançar o próximo capítulo o mais rápido possível. Tentarei ler todos os comentários, sugestões e criticas.
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