Notas iniciais
Cap produzido pela MariGondin e pela Lindsay Anderson.
Agradeçam a elas pelo cap e gostaria que descem uma lidinha na fic da Mari ^^ e sim minhas flores, a temporada está acabando, mas por favor, eu suplico, não me abandonem!

Nathan me aperta mais contra seu corpo e a parede, em um abraço sufocante. Suas mãos descem até minhas coxas e me erguem na altura de sua cintura, abraço-a com minhas coxas e ele começa a caminhar com passos contados até a escada, quase me derrubando na mesma.

- Quer que eu desça?- encaro-o.

Seus olhos azuis estão brilhando.

Ele dá mais um daqueles seus sorrisos lascivo e continua caminhando, como se eu não tivesse falado nada.

Caímos em uma cama grande e macia, o quarto tem uma cor clara e parece ser amplo, além da grande parede de vidro em frente à cama. Hesito por um momento, certamente os vizinhos podem ver o quarto, certo?

Ele para não se importar, deitando sobre mim bem devagar e cuidadosamente. Meu coração está quase saindo pela minha boca e minhas mãos suam frio, até parece que eu nunca fiz isso.

Seguro na camisa dele e vou retirando-a com a ajuda dele, Nathan inclina a cabeça para perto da minha novamente e retira a camisa logo de uma vez, beijo-o com mais desejo, até o meu corpo gritar por ar. Sinto arrepios assim que sinto os lábios quentes de Nathan traçarem beijos do meu queixo até minhas bochechas, parando em meu ouvido.

- Deixa eu te amar de novo?-suplica ele em meu ouvido.

- Não precisa perguntar de novo. – ofego.

Ele começa a beijar meu pescoço e ao mesmo tempo vai retirando minha blusa, seus toques fazem minha pele queimar, rapidamente, minha blusa já está no chão do quarto, logo acompanhada de meu sutiã.

Meu pescoço engrossa e minhas bochechas parecem queimar cada vez mais, fecho os olhos, sinto seus lábios em minha clavícula e logo depois para no inicio do meu seio. Dando leves beijos até parar em meu mamilo, onde ela dá um ultimo beijo antes de começar a chupa-lo. Arqueio minha cabeça para trás, enquanto passo a mão por seus cabelos negros e macios, ele troca de seio, fazendo o mesmo com outro.

Continuo de olhos fechados quando sinto seus lábios nos meus novamente, suas mãos voltam a passear pelo meu corpo, me fazendo ficar arrepiada novamente, param em minha cintura e ele começa a abaixar meu shorts.

Tenho vontade de esconder minha cara embaixo da terra por isso, sua mão escorrega para dentro de minha calcinha e não consigo controlar o gemido. Quase arranco o lençol da cama quando ele começa a mover o dedo dentro de mim, ele traça beijos por minha barriga e para de mover os dedos dentro de mim, ele retira minha calcinha e eu quase faleço de vergonha.

Não aguento mais isso, ele vai me deixar louca desse jeito.

- Nathan... Não aguento mais. – arfo.

Ouço o seu riso. Ele ergue o corpo e retira as únicas peças de roupa que ele mantinha. Mordo o lábio inferior com força e tento manter o foco em seus olhos claros enquanto ele afasta calmamente minhas pernas. Nathan me penetra lentamente, puxo o lençol arrancando-o da cama e gemo alto.

Passo a mão em seu rosto e seguro em seu cabelo perto da nuca, seus movimentos vão aumentando de acordo com o tempo, meus gemidos aumentam e diminuem de acordo com os movimentos e estocadas dele.

Fecho os olhos e absorvo toda a sensação que sinto no momento, nervosismo e prazer, entre outras coisas que ele me proporciona. Nossos corpos de movimento em sincronia, como uma dança exótica e sensual, viramos um só.

- Abra os olhos, por favor. – ele diz em pedido perto do meu ouvido.

Hesito, não tenho coragem suficiente para tal ato, mas abro.

Ele sorri de canto e continua com os movimentos, continuo com a mão enterrada nos seus cabelos perto da nuca, enquanto com a outra eu arranho suas costas, agora suadas.

Entramos em um ritmo com os movimentos, rápido; lento, rápido; lento, rápido; lento. Isso está me deixando louca, meus gemidos quase se tornam gritos, então mordo o lábio mais uma vez, abafando-os.

Chego ao clímax e quase faleço ali mesmo, Nathan chega um pouco depois de mim e cai ao meu lado.

Ainda sinto os espasmos e contrações do orgasmo, mas ainda preciso de mais. Nunca me cansarei disso? Acho que não, nunca vou cansar do Nathan.

Viro para o lado e subo em cima dele, colocando uma perna de cada lado de seu corpo, roubo seus lábios para mim novamente, iniciando um beijo calmo, ele morde meu lábio inferior e puxa devagar. Vou dando leves beijos por seu abdômen, passando a mão em cada músculos definido, quando acho uma pequena cicatriz, pode ser dos tiros que ele já levou.

Ignoro isso e volto a prestar a atenção no que eu estou fazendo, quando levo minha mão até seu membro. Congelo no mesmo instante. Eu posso tocar ali? O que eu tenho que fazer?

Sua feição muda totalmente quando eu toco ali, ele arqueia a cabeça pra trás e respira fundo.

Rá! Agora eu que mando.

Minha mão hesita enquanto eu continuo mexendo em seu membro, minhas bochechas voltam a esquentar e percebo um “o” se formar na boca de Nathan.

De repente, Nathan me puxa para cima e respira fundo. O que aconteceu?

Ele desce suas mãos até minha cintura e me ergue, fazendo-me sentar em seu membro. Essa posição é mais favorável a mim e me faz estremecer.

Começo com um movimento rítmico; levanta, senta e rebola; levanta, senta e rebola; isso estava me deixando louca, apoio minhas mãos em seu peito e jogo a cabeça pra trás, gemendo alto.

Nathan faz pressão em minha cintura e sua respiração está ruidosa, estou a aponto do segundo orgasmo e ele acontece como um explosão, tomando conta de tudo em meu corpo, caio exausta em cima dele.

Fico encarando a parede e sofro um devaneio forte.

Lembro-me daquela noite novamente e de Adolf, minhas lagrimas escorrem até o queixo e meus gritos parecem não ser ouvidos por ninguém, sou jogada no chão em meu aos cacos de vidro e me corto, suplico a ele que me deixe ir, mas ele parece não estar em si.

Meus olhos queimam e tenho vontade de chorar, por que me lembrei dele? Nathan não tem nada haver com ele, chega até ser santo perto dele.

Uma lagrima me escapa.

- Cassandra?- Nathan afaga minhas costas- Está tudo bem?

- Quero te falar uma coisa. – encaro-o – Não tem nada haver com o que aconteceu agora, não sei nem porque me lembrei disso.

Nathan me encara confuso.

- Adolf, lembra quando comentei sobre ele?- murmuro.

- Sim. – ele confirma com a cabeça.

- Ele... Ele... – as palavras não saem e isso me causa angustia- Ele me estuprou Nathan!- a frase sai como uma explosão, algo que eu estava guardando há anos e liberei de uma vez só.

Nathan congela e me encaro com seus olhos azuis fixos.

- Ele fez o quê?- indaga.

Ótimo, você sabe muito bem estragar um momento Cassandra, ainda em grande estilo! Por que diabos foi lembrar disso?

Cerro o maxilar e abaixo a cabeça.