Buscando A Luz - fase 2
2 Dias cinzentos
Narrado por JS
Naquele dia não consegui conversar com a Rose, eu sei que eu devia ter escrito uma carta explicando tudo ou melhor eu devia ter me declarado naquele baile de primavera no meu 6º ano, quando eu vi aquele filhote de McLagen levar ela ao baile e a beijar a força, fiquei tão nervoso, que estuporei aquele ameba, mas ao mesmo tempo fique assustado com aquele sentimento novo, toda vez que a Rose pulava no meu pescoço eu sentia um choque pelo corpo, naquele verão quando fomos passar um fim de semana no chalé das conchas e eu a vi de biquíni, um biquíni muito pequeno diga-se de passagem, eu pirei e não quis ficar lá por que a minha vontade era agarrar Rose e ficar agarrado nela pelo resto da vida. Eu sabia que não tinha nada para oferecer a ela, a garota mais inteligente da família, eu um farrista, saía com todas e não estudava, passava de ano por um milagre, então decidi mudar, no 7º ano fiz tudo diferente, deixei o time de quadribol e mergulhei nos estudos, não dei um beijo na boca sequer, fui o melhor nos Niems, passei para o melhor curso, mas o que eu devia ter feito era me declarado, agora eu preciso concertar as coisas com a Rose e conquista-la, já são 2:30 da madrugada e meu pensamentos estão fervilhando, não consigo ficar deitado, então me levanto e desço as escadas da toca no escuro, vou para porta da cozinha, sento no degrau e fico contemplando as estrelas, de repente percebo alguém ao meu lado, ela se senta e fica olhando o céu, quando eu abro a boca para aproveitar o momento, ela simplesmente diz:
— Não fala nada Jay, você ficou um ano sem falar comigo, então continue calado.
Ela se arrepiou com a brisa fria da madrugada então passei o braço por seus ombros e ficamos ali em silencio até o nascer do sol, quando ela levantou e foi pro quarto, eu fiquei otimista, ela não rejeitou meu abraço, acalmei meu coração fui dormir um pouco, mas tudo que é bom dura pouco.
Acordei por volta das 13hrs quando levantei estava aquele alvoroço normal da toca, nossos primos casados tinham chegado com seus filhos para um típico almoço Wesley, estava tudo lindo, ouvi um som de aparatação e vejo um rapaz vindo em direção a toca, meus primos estavam todos no quintal eu na porta, quando velo esse sujeito chegar agarrar minha Rose roda-la no alto e beija-la, senti um frio na coluna, que diabos era isso? Meu padrinho e meu pai se aproximaram de mim, com medo da minha reação, Rose ficou pálida e minha madrinha se aproximou dos dois, o abusado foi logo se apresentando.
Tommaz Kum

— A senhora deve ser Hermione Granger? (que sotaque é esse, pensei) – Eu sou Tommaz Kum o namorado da Rose. E estendeu a mão para minha madrinha, Rose me olhou de soslaio e eu voltei para dentro da casa
— Hermione Malfoi. (corrigiu minha madrinha) – Krum? Você é parente do Victor Krum presumo? (continuou minha madrina e eu vi meu padrinho ficar vermelho, ele não se dava bem com esse tal de Victor Krum) subi para pegar minhas coisas e ir embora, não fazia sentido ficar ali, entrei no quarto e bati a porta e logo em seguida ela entra em meu quarto nevosa.
— Quando você ia me contar que tem namorado Rose? – eu rosnei pra ela
—Oras James, você não pode me acusar de nada, nós não temos nenhum compromisso. – aquela resposta me quebrou.
—É verdade você não tem nada comigo, é só meu coração que bate em função de você. – Os olhos dela ficaram marejados.
—Jay eu preciso te falar uma coisa.
—Não precisa, eu já descobri!
— Jay eu vou morar em Paris por 6 meses, vou fazer um curso de direito da Magia, eu não namoro o Krum, só saí com ele algumas vezes, mas ele insiste em dizer que é meu namorado.
— Então vamos lá, você esclarece tudo e manda ele embora.
— Jay eu preciso de um tempo. Eu viajo semana que vem e se você ainda me quiser quando eu voltar, nós sentaremos e conversaremos.
— Rose – eu choraminguei
— Jay o que eu to falando com você é mais do que você fez comigo, você me agarrou me beijou e disse quando eu voltar a gente conversa, só me mandava cartas em branco.
— Eu não conseguia colocar em palavras meu sentimento por você tá bom. – Então eu a agarrei e a beijei, no começo ela resistiu, mas foi cedendo e o beijo foi esquentando, eu prensei ela na parede, era muita saudade, mas ela interrompeu o beijo cedo demais e disse que precisava ficar sozinha, acatei seu pedido e fui embora. Quando cheguei a sala o sujeitinho estava conversando com meu pai, me olhou e disse esse o famoso JS de todas as meninas de Hogwarts falam e esticou a mão eu apertei e sai.
Eu fiz tudo errado o meu plano só funcionava pra mim, a Rose não esta no mesmo ponto que eu, droga e agora o que eu vou fazer, aparatei em casa, peguei a garrafa de firewisk do papai e bebi, quando meu pais chegaram eu estava deitado no sofá, mamãe e papai me levaram para o quarto, acordei no outro dia com uma dor de cabeça horrível, minha mãe me deu uma poção para ressaca e uma bronca. Amanhã começa minha residência no St Mungus serão 6 dias por semana, 12 horas por dia, é vai ser puxado. Mandei uma coruja a Rose com uma carta escrita e ela não me respondeu, o único remédio pra mim na atual situação é esperar. Escutei a voz do meu padrinho e corri pra sala, la estavam meu padrinho e minha madrinha, e ela me olhou com um olhar de dó, perguntei pela Rose e ela disse que Rose saiu para mostrar a Londres trouxa pro Tommaz, meu coração murchou alguma coisa me dizia que eu perdi o meu amor
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