Notas iniciais
Espero que gostem!

Havia se passado dois meses desde a chegada dos novos visitantes na Casa do Brief. Os namekiseijins eram a melhor visita que os Brief já tiveram, educado solícitos e uma fonte de pesquisa inesgotável para o senhor Biref, que aprendeu muitas coisas sobre o universo que nem imaginava. Mas o outro hospede, era um pesadelo. Em uma semana, Vegeta, já havia quebrado todos os drones criados por Bulma, além de superaquecer o processador nave uma dezoito vezes. A azulada estava prestes a ter um ataque de nervos, principalmente, pela arrogância do sayajin, que ficava apenas ordenado ações para ela e seu pai.

—EU VOU ARRANCAR AS TRIPAS DAQUELE ABUSADO!!! – gritou Bulma em seu laboratório, depois que Vegeta largou mais uma dúzia de drones completamente destruídos.

—Bulminha, bebê, se acalme! Tenho certeza que não foi de propósito que o Senhor Vegeta foi rude! – tentava defender a Srª Brief que parecia completamente encantada pelo alien. – Pensa pelo lado positivo! Sua pesquisa sobre drones militares evoluiu muito desde a chegada do Bonitão! – Falou com um sorriso malicioso, o preferencialismo da mãe por ele era gritante, parecia que esquecido completamente que a filha tinha um namorado.

—Não tem lado positivo! Não vejo a hora de as esferas voltarem a funcionar, para poder despachar esse idiota para o quinto dos infernos! – Bravejou a filha, passando as mãos pelas têmporas tentando aplacar a dor de cabeça que a assolava. Por mais que quisesse arrancar o fígado de Vegeta, sabia que mesmo que usasse toda sua força não ia conseguir nem fazer cossegas no Sayajin, o único plano era realmente fosse embora depois da volta de Goku.

Depois de um tempo conversando com a mãe, consegiu se acalmar e voltou a consertar os drones, disposta a deixá-los mais mortais possíveis, mas sabia que dificilmente ia conseguir matar vegeta, no máximo deixaria desacardado. Mas sua mãe estava certa, desde que ele chegara a tecnologia de guerra da corporação estava evoluindo rápido, e pela primeira vez Bulma conseguia entender o porquê seu amigo Goku ser tão diferentes de todos.

Os sayajins eram realmente formidáveis, aguentavam gravidade assim de cento e cinquenta, e só precisavam de poucas horas de sono e muita comida para ficarem com toda sua capacidade de luta novamente, e quanto mais ferido ficavam, após a recuperação ficavam duas vezes mais forte. Agora que possuía todas essas informações Bulma conseguia aperfeiçoar a nave e os drones para serem adaptados a resistência do sayajin.

Dentro da nave Vegeta treinava com todo afinco em busca de alcançar o mais rápido possível, queria acabar com a raça de Kakaroto assim que ele ressuscitasse, seu orgulho necessitava disso. Não podia aceitar que um soldado de classe inferior como ele, podia ter derrotado o príncipe dos Sayajins. Atormentaria a terráquea o quanto fosse necessário para conseguir virá Super Sayajin, antes de Goku voltar. Passava dia e noite treinando parando muito pouco para descansar para alcançar seu objetivo, não havia nenhuma dúvida dentro dele de que não alcançaria seu objetivo. Assim que conseguisse vencer Kakaroto, o universo seria dele, nada mais poderia segurá-lo, pelo menos era no que acreditava.

Depois de mais um dia puxado, Bulma saíra de seu laboratório, estava cansada e suja por causa dos consertos e na construção dos novos drones para o treinamento de Vegeta. Todos os dias ela dizia para si mesmo que ele era melhor forma de proteger a Terra quanto o amigo não voltava, pelo menos por mais algumas semanas e logo Goku estaria de volta e o cabelo de troll provavelmente iria embora. Finalmente saía do laboratório, parou no jardim para dar uma olhada nos visitantes. Os namekuseijins estavam mais afastados conversando com seus pais, enquanto o sayajin continuava dentro da nave treinando. A nave chegava a balançar com o poder do Ki de Vegeta.

Bulma se aproximou da janela para observar o treino, o homem lutava ferozmente contra os drones. Ela passara a vida quase toda vendo seus amigos lutarem, mas raramente participava dos treinos deles. Até onde ela conseguia lembrar nunca vira alguém tão dedicado, Vegeta arfava, com o suar escorrendo por todo corpo, enquanto enfrentava sem piedade os drones, que se agrupavam rapidamente para escapar dos golpes do alien. Mesmo não estando dentro da nave dava para perceber que a gravidade havia sido aumentada, a iluminação da nave chegou a ficar mais avermelhada por causa disso.

Vegeta treinava com toda a sua força, desviada dos drones, explodia-os, fazia sessões de flexões e abdominais com a gravidade aumentada em cento e cinquenta vezes, mas nesses mais de dois meses de treinamento, sua evolução tinha sido muito pequena comparado a seu esforço. Sua respiração começava a ficar ofegante e a vista turva, passar uma semana inteira treinando não parando para dormir e comendo muito pouco estava começando-a a afetá-lo mas queria continuar seu treino até o limite. Porém, isso não durou muito, sua vista escureceu e acabara desmaiando, não conseguindo nem desligar a gravidade.

Bulma que observava tudo pela janela, assustou-se quando vira o sayajin tombar, e acabara soltando um grito de preocupação, que não deixou de ser ouvido por Piccolo que meditava no outro lado da propriedade. Sem pensar muito, Bulma desativou a segurança da nave, desligou a gravidade e entrou para acudir Vegeta. Largara no chão de qualquer jeito a prancheta com os documentos que analisava e fora até o rapaz. Ele respirava com dificuldade, a mulher passou a mão em seu rosto estava fervendo em febre.

— Esse idiota treinou até o limite- falou para si mesma, com preocupação. Vê-lo daquele jeito, fez com que tivesse um aperto no peito. Ele parecia até inofensivo, desmaiado, arfando de febre. Pela primeira vez ela parou para pensar na situação dele.

Vegeta estava sozinho, num planeta estranho, tendo que aceitar ajuda daqueles que até pouco tempo eram seus inimigos, não tinha para onde voltar: sua família e seu planeta foram destruídos, ele traíra Freeza, não podia voltar para as tropas. O desejo de derrotar Goku era o que dava forças para continuar. Analisando finalmente a situação do sayajin, Bulma sentiu tristeza por ele, era estranho mais sentia uma empatia magnética por ele. Naquele instante, esquecera das discussões e brigas que tiveram por causa da depredação da nave e de seus preciosos drones.

A azulada tentava em vão levantá-lo, para tirá-lo da nave, mas ele era mil vezes mais pesado que ela. Parecia que o desmaio o havia feito ficar ainda mais pesado, ela estava prestes a pedir ajuda quando Piccolo adentrou a nave em prontidão de batalha.

O esverdeado ficara surpreso ao ver a cena, Bulma tentando levantar o sayajin. Seu cérebro demorou para processar a situação, quando ouvira o grito, achara que Vegeta tinha voltado para sua natureza maligna e pretendia atacar os Birefs. Mas o que via era ele indefeso no chão sendo acudido pela garota.

— Piccolo, ainda bem!! – Falou Bulma aliviada – Ele desmaiou durante o treinamento, esse idiota está a uma semana enfurnado nessa nave, esse idiota treinou até sucumbir! Me ajude a leva-lo de volta para dentro da casa.

Piccolo se aproximou dela e pegou Vegeta sem dificuldade, Bulma o guiou até o quarto dele, pedido para que o colocasse na cama. Enquanto isso ela ligava pelo interfone para que a mãe subisse com a caixa de primeiros socorros, mas acabou não sendo preciso. Quando Dendê ouviu o que tinha acontecido se prontificou em curar o sayajin, a contra gosto de Piccolo.

— Ele vai ficar bem agora! Só precisa descansar um pouco! – Falou Dendê depois de curar o Sayajin.

Assim que Dendê curou-o a respiração de Vegeta voltara ao normal e a febre desaparecera, agora ele dormia tranquilo. Uma onda de alívio passou pelo corpo de Bulma, que nem percebera enquanto havia ficado tensa com a situação.

— Eu vou preparar uma canja bem forte para o rapazinho, vai acordar com fome e depois de tanto esforço precisa se alimentar direito. – Informou a Srª Brief, saindo do quarto depois que as coisas haviam se acalmado. Dendê e Piccolo resolveram acompanha-la, não havia mais nada para fazerem ali.

Bulma ficou sozinha com o moreno e pela primeira vez parara e analisava Vegeta. Era estranho pensar nisso, mas desde que o conhecera havia toda a tensão a volta para que pudesse reparar em qualquer coisa. Com ele ali, deitado, sereno, ela podia finalmente olhá-lo, sem a lente de preocupação e medo das eminentes batalhas anteriores.

Vegeta era um rapaz não muito mais velho que ela, a pele era tão morena que parecia reluzir como bronze, os cabelos arrepiados eram tão negros como a crina de um corcel, os músculos eram todos definidos e ombros largos e as mãos grandes. Mas observando-o dormir ela não conseguia ver maldade nele, a única coisa que via era solidão. Alguém que não tinha mais nada além da própria força, isso apertou o coração dela mais uma vez. Sem perceber se aproximou dele e tocou delicadamente em seu rosto desenhando as linhas. Ele era realmente bonito, sua pele era naturalmente quente e lisa, apesar de ter uma ou outra cicatriz ao longo do tórax.

Por sinal era um belo tórax, com todos os músculos definidos, e uma leve pelugem em direção a virilha. O rosto de Bulma começou a corar e seu rosto começou a ficar quente. Estava tão compenetrada em analisar o sayajin que nem percebera que o mesmo havia acordado e afitava com olhos escuros e penetrantes tentando entender o que havia acontecido. Bulma estagnara, assim que vira os olhos dele a fitando, e nem percebera que uma de suas mãos estavam passeando pelos músculos da barriga dele.

Na verdade, Vegeta acabou sendo tirado do pesadelo que se encontrava, quando sentiu uma mão fria e cálida em seu rosto, por um momento achou que tinha morrido. Mas duvidava que o inferno tivesse um perfume tão gostoso e com certeza não haveria uma mão tão macia passando por seu corpo. Seus olhos se abriram, mas demoraram a focar, quando finalmente conseguiu enxergar viu a esverdeada com um olhar gentil, mas conforme a mão dela ia descendo via seus olhos ganharem matizes de desejo. Se ali era o inferno, ele mataria que o resolvesse tirá-lo dali.

Bulma um pouco envergonhada de ser pega no flagra, se ajeita e tenta não corar com a situação. Era uma mulher adulta mais aquele sayajin ali deitado com o torso amostra estava fazendo se sentir uma adolescente atrapalhada. Dizia para si mesmo que era carência, pelo o namorado estar morto a quase um ano, não tinha como ela estar se interessando pelo troll rabugento do espaço.

— Você desmaiou dentro da nave, Piccolo me ajudou a traze-lo... Foi Dendê que te curou aliás..- Falou ela tentando esconder inutilmente seu constrangimento, o Sayajin continuava a encará-la sem dizer nada, mas parecia sorri levemente com os olhos, mas Bulma preferia acreditar que era imaginação sua- er... eu só ia cobri-lo não ia adiantar nada se você pegasse um resfriado... Vou ver se minha mãe terminou a sopa, você deve estar com fome...

Bulma nem acreditava como estava tagarelando, não era do seu feitio ficar envergonhada normalmente era ela que deixava os rapazes constrangidos. Mas o sayajin, a desnorteava, e ainda continuava a encarando com o mesmo olhar inexpressivo. Aquele olhar deixava-a estranhamente inquieta. Quando ele se ajeitou na cama, ela aproveitou para sair, com a desculpa de ver se a comida já estava pronta. Agora mais do que nunca esperava que o dia de usar as esferas chegasse logo, precisava do seu namorado de volta, a última coisa que precisava no momento era acabar se deixando levar pela carência e acabar atacando o sayajin. Sua mente estava adorando essa ideia, ela começou a focar no trabalho que tinha que fazer, nunca aconteceria alguma coisa entre eles, nunca.

Vegeta, observava o constrangimento e o falatório da mulher sem dizer nada, o cheiro que ela exalava deixava bem claro para ele o que estava acontecendo, e tinha que admitir, gostava daquilo. Quando desmaiou na nave, achou que ficaria lá até acordar, como acontecia durante seu tempo na tropa de Freeza, não que ia ser cuidado daquela forma, poderia se acostumar fácil com aquilo. Admitia não se incomodaria de ter uma mulher como ela a seu lado, apesar de não ter força física, ela tinha uma capacidade metal e persuasiva de dar inveja aos grandes generais com quem trabalhara. Mas ele sabia que isso nunca aconteceria, quando derrotasse Kakaroto toda aquela atmosfera ia ruir e voltaria a ter a solidão e o domínio do universo pelo resto de sua vida. Não nascera para perder tempo com bobagens como envolvimentos pessoais.

Quando a esverdeada entrara na cozinha, já estava mais calma. Sua mãe terminava de preparar a sopa para o Sayajin, Dendê a ajudava, lavando e guardando as louças. Enquanto Piccolo estava encostado na parede próximo a porta apenas esperando-a voltar.

— A sopa já está pronta mãe?! O cheiro está ótimo, acho que até eu vou querer! – Falou Bulma tentando agir naturalmente, pelo sorriso que sua mãe deu para ela, não parecia ter funcionado muito bem. A Srª Brief dava um de seu sorriso esperto de quem sabia de alguma coisa.

— Está quase tudo pronto, pode deixar que eu levo para o Senhor Vegeta, aparentemente o grandão bonitão aqui também quer falar com você! – Falou a Sraª Brief terminando de ajeitar a bandeja com a sopa, dando um sorriso maroto para Piccolo, que ficou surpreso pela atitude da senhora.

Dendê prontamente ajudou a Srª Brief a levar a comida para o alien debilitado, enquanto sua filha e o namekuseijin ficavam sozinhos na cozinha. Piccolo se desencostou da parede se aproximando de Bulma, mantendo o seu rosto inexpressivo de sempre.

— O que realmente aconteceu com o Sayajin? Eu ouvi seu grito e quando chego na nave quem está desmaiado é ele. – Perguntou direto o verdão, realmente a cena o surpreendera, acreditava que a terráquea era fraca, mas podia ter se enganado.

— Quando estava voltando do laboratório, passei pela nave, para ver o andamento do treinamento, e quando olhei pela janela, Vegeta estava desmaiado, acabei gritando com o susto...Mas agora já está tudo bem... – Falou Bulma um pouco constrangida – Seria mais fácil se ele não fosse tão teimoso! Esses sayajins parecem que a única coisa que importa no mundo é lutar, e treinam até o corpo desabar. Goku é igualzinho, não duvido nada que mesmo morto deve estar se acabando de treinar,... esses idiotas!!- Desabafou Bulma, abrindo toda a preocupação que apertava seu coração, tanto por causa de Vegeta quanto Goku, os dois podiam não perceber ainda, mas eram iguaizinhos.

Piccolo ficou surpreso com a reação da mulher, ela parecia realmente preocupada com os dois sayajins, com Goku ele entendia, mas com o outro era uma surpresa. Ele esperava que a mulher estivesse com medo, mas não preocupada com o bem-estar do ex vilão. Realmente a terráquea era complexa demais para que ele conseguisse entender. A conversa não demorou muito, e logo Bulma voltou a subir para ver como estava Vegeta.

A Senhora Biref e Dendê já haviam saído, e homem descansava finalmente depois de uma semana direto de treino. Bulma não quis acordá-lo observou um pouco da porta para ver se realmente estava bem. Tentava compreender de onde vinha essa preocupação, queria tentava acreditar que era apenas empatia pela solidão que ele emitia. Respirou fundo, tentando colocar os pensamentos em ordem e depois saiu, não percebendo que ele estava acordado, apenas aproveitando a presença dela.

Depois que ela saiu Vegeta abriu os olhos, se ajeitando na cama para vê-la sair, estava se acostumando com a presença da esverdeada. Isso não era bom para a sua criação de soldado, se não tomasse cuidado acabaria amolecendo. Bateu a cabeça no travesseiro colocando as ideias no lugar. O cheiro da terráquea ainda pairava no quarto, não podia fraquejar com aquilo. Levantou-se e foi até o banheiro da suíte tomar um banho, isso, ajudaria a colocar as ideias no lugar.

O último mês passou rápido, e logo todos estavam se reunindo para chamar o Porunga, Senhor Brief tinha finalmente achado um local para colocar o aparelho de som na nave, além dele e Bulma conseguirem aprimorar a nave para criar uma atmosfera de mais de 300 acima da Terra.

Assim que que o dia raiou, todos se reuniram e invocaram o dragão, o primeiro pedido foi que trousse a alma de Goku e Kuririn de volta para Terra. Mas o dragão avisou que só poderia trazer um deles, já que Goku estava vivo em algum canto do universo treinando. Todos ficaram abismado com a notícia, mas o dragão avisou que ele estava treinando e voltaria por conta própria para o planeta. Não tendo mais o que fazer em relação ao amigo de cabelos bagunçados, então ressuscitaram Kuririn. Depois os três que estavam treinando com o senhor Kaioh decidiram que seria o primeiro a voltar, como Chaos e TenshinHan queria continuar treinando, Yamcha foi o escolhido, para a felicidade de Bulma.

Frustrado ao descobrir que Kakaroto ainda estava vivo, Vegeta fica desnorteado. Mas logo lembra da nave que usava para treinar e sem pensar duas vezes correu para ela, olhando para trás apenas uma vez para ver Bulma abraçada com o namorado. Possesso, ele entrou na nave e partiu sem rumo pelo o universo atrás do rival. Iria encontra-lo, derrota-lo e dominaria o universo, era disso que precisava, apenas de seu orgulho e de seu poder de luta e mais nada.

A esverdeada estava feliz com a volta do namorado, correu para abraça-lo e beijá-lo, finalmente as coisas estavam voltando ao normal. Apesar de Goku estar em algum canto do espaço sem saber quando ia voltar. Mas o amigo era safo e log estaria de volta com a cara mais lavada do que quando saiu para Namekusei. Todavia, como em Dragon Ball felicidade dura o tempo de um raio, logo ela ouviu a nave partir. Não precisava pensar para saber o que havia acontecido, o sayajin tinha ido embora atrás de seu amigo. O coração dela apertou sem saber o que poderia acontecer se Vegeta realmente encontrasse Goku, e mais ainda pensar que o rabugento poderia nunca mais voltar.

Assim usando o último desejo os namekuseijin foram para um novo planeta onde as tropas de Freeza nunca mais poderia encontra-los. A Srª Brief ficara triste de perder todos os seus visitantes de uma vez, mas os antigos amigos da família estavam de volta então ela convidou todos para almoçar e comemorar o retorno de todos e saber que Goku estava vivo. A festa varou noite a dentro, mas antes do amanhecer todos foram indo embora ficando apenas Yamcha e Pual que iriam dormir na casa.

Yamcha estava muito animado, principalmente depois das muitas doses de sake que tomara, assim todo charmoso foi convidando Bulma para irem dormir, cheio de segunda, terceiras e quartas intenções. Queria tirar todo “o atraso” pelo tempo que estivera morto, Bulma também estava louca por isso, seu corpo até arrepiava só do namorado se aproximar dela. Os dois não estavam se aguentando e os amassos começaram ainda no elevador.

O Rapaz pressionara a esverdeada contra a parede do elevador, colando os corpos deslizando as mãos pela lateral do corpo dela e mordiscando seu pescoço, sorvendo o cheiro cítrico e inebriante da namorada. Os dois ferviam, Bulma fechava os olhos aproveitando os toques dos namorados enquanto arranhava suas costas largas dele, juntando mais os corpos. Uma risada maliciosa saia pela garganta dela, sentia falta do toque dedicado do namorado. Cada toque dele apesar de voraz tinha suavidade morna que conhecia e reconhecia cada vez que ficavam juntos.

Os dois foram assim, se jogando nas paredes dos corredores sem se soltarem em direção do quarto dela, aproveitando que seus pais e Pual ainda estavam na sala conversando. Mas a animação de Bulma desaparecera assim que passou na frente do quarto vazio do Sayajin. Não entendia o porquê, estava ucom medo de que ele nunca mais voltasse, o namorado percebeu a mudança repentina.

— O que houve Bulminha? – Perguntou Yancha abraçando-a por traz encostando sua cabeça no alto da namorada, gentilmente. Não queria que sua noite de volta fosse por água baixo, faria o que fosse possível para levantar o fogo da namorada.

A Esverdeada, respirou fundo, virando para o moreno, e mostrando o melhor sorriso que conseguia, no momento, voltando a beijá-lo. Não fazia sentido algum ficar preocupada com o rabugento sayajin, ele nem deveria estar lembrando dela agora. Jogando as lembranças do alien para uma caixinha bem trancada dentro de sua cabeça, voltou com tudo para o namorado. Sua língua fazia uma dança sensual junto a do outro, ela podia sentir a excitação do namorado em seu baixo ventre. Largando-o por um momento ela segurou-o pela mão e levou para seu quarto com um lindo sorriso sensual que tirava o fôlego de Yamcha toda vez que o via. Bulma ia aproveitar muito bem a noite, era disso que precisava, essa preocupação com o Sayajin com certeza era carência, amanhã nem lembraria dele.

Notas finais
Agora Yamcha voltou, que as tretas comecem!