Bulma e Vegeta - A incógnita dos três anos
21 20 – Um bebê a caminho:
Notas iniciais
20 – Um bebê a caminho:
Já Havia se passando alguns meses desde a descoberta da gravidez de Bulma, a barriga começava a despontar, e para desespero de Vegeta, as coisas só pioraravam. Além dos desejos estranhos, nunca pensara que a terra poderia ter tantas iguarias ou estranhesas comos as que teve que achar, nem se lembrava quantas vezes havia rodado o globo terrestre atrás das gluseimas mais estranhas que já ouvira falar.
O pior de tudo, era que nem podia provar, Bulma comia tudo com mais verocidade que o próprio sayiajin. Nunca vira a mulher daquele jeito, seus pratos algumas vezes, eram quase tão grandes quanto os dele. Ainda, tinha a raiva ou choro repentinos, nesse exato momento estava passando por mais uma dessas situações:
O moreno havia reclamado de um defeito na câmara de gravidade, e agora ali estava ela, sentada no chão da sala, com um enorme pote de sorvete, que ele nem sabia de onde havia saído, chorando como um bezerro desmamado, dizendo o quanto ele era mal e imcompreensivo. Não que fosse totalmente mentira, afinal gostava de manter sua fama de ser maligno, mas todas aquelas reviravoltas estavam deixando-o na beira de um ataque de pânico. Nunca em todos os seus anos com soldado de Freeza passou por tamanha tortura psicológica.
— Você só pensa em você mesmo!! – Choramingou Bulma, enfiando mais uma enorme colher de sorvente na boca trêmula enquanto fungava, estava com as pernas cruzadas sentada no chão da Câmara de Gravidade, e o rosto vermelho por causa do choro.
— Do que está falando, mulher? Só fiz um comentário dos que sempre faço! — reclamou Vegeta, se proximando cautelizamente da esverdeada. Enfrentar Freeza sem ki era bem menos complicado que isso.
Os enormes orbes azuis continuavam a encará-lo, completamente inundados pelas expessas lágrimas, que continuavam a cair. O Sayiajin cada vez entendia menos o que acontecia a sua frente. Mas não podia deixar as coisas continuarem assim, duvidava que tal ato poderia fazer bem para seu filho. Ainda mais que num primitivo planeta como a Terra, não havia incubadoras de aceleramento de crescimento.
Enquanto a briga continuava, o pequeno saiyajin começava a dar os primeiros sinais dentro da barriga da terráquea. No meio de todo o seu drama e choro, Bulma pode sentir um pequena mãozinha bater na lateral de sua barriga, como se quisesse consolar a mãe. Bastou aquele pequeno gesto, para que a terráquea perder-se quase todo o ar. Fazendo seu choro sessar imediatamente, ficando pálida por alguns segundos e largando a colher que segurava.
—A droga Mulher!! O que foi agora!? – Perguntou Vegeta, agachando próximo a ela. A esverdeada respirava devagar tentando se recuperar, logo as lágrimas voltavam a cair. – O que está acontecendo!? Eu vou chamar aquele verme do médico!! Ele disse que você estava bem, e olhe só!!?? – O Saiyajin já sentia seu sangue ferver, ver sua Bulma passando por tal situção só aumentava a vontade dele de sair mantando quem quer que fosse.
— Está..a tudo bem...ai..-Sussurrou Bulma, recuperando o folego, aceitando a ajuda do moreno para levantar, no momento estava com seis meses de gravidez e a barriga já estava relativamente avantajada. – Foi só... o...Bebê não deviam ser tão fortes...- Continuou ainda arfando, sorrindo para Vegeta.
Isso o desarmou por completo, relaxando os ombros, a um segundo atrás, estava querendo matá-lo, esperneando por causa de seu comportamento. Agora estava ali, apoiando-se nele com um de seus sorrisos resplandecentes. A esverdeada era como uma montanha-russa, nada era comum quando a envolvia.
— Mulher, você ainda vai me enlouquecer... – Falou o moreno deixando um leve sorriso escapar do canto de seus lábios. Num movimento rápido e delicado pegou a esverdeada no colo. – Acho melhor você descansar...Já tivemos emoções demais para um único dia.
Bulma não reclamou, apenas aconchegou a cabeça na curva do pescoço do moreno, o bebê dentro de si, continua a se remexer, agora com delicadeza. Como se também quisesse aproveitar aquele momento com o pai.
Vegeta com leveza começou a levitar, saiu da Câmara de Gravidade, e rapidamente chegara ao quarto dos dois. Colocara Bulma com delicadeza incomum sobre a cama. Ela passava as suaves mãos sobre sua alva barriga, os dois eram capazes de ver as pequenas odulações que a barriga fazia, para cada movimento do bebê
— Acho que estou muito instável...- Falou Bulma, dando um sorriso gentil para Vegeta. — Desculpe... – Falou com doçura dando um pequeno selinho no moreno, que ainda tentanva manter a aprência emburrada.
— Voce acha!? – Resmugou o moreno, recebendo mais um beijinho da esverdeada. – Se não fosse um saiyajin, provavelmente estaria morto, com o laser que jogou em minha direção... Acho que aquele seu estagiário, vai finalmente pedir as contas depois dessa briga! – Falou com um lindo sorriso sarcástico nos lábios, dedilhando os cabelos dela.
Bulma se aconchegou melhor no travesseiro, para poder observar o moreno melhor. O semblante carrancudo continuava ali, mas havia uma leve suavidade que não existia antes. Provavelmente para aqueles que não o conheciam direito, nem perceberiam. Mas para a esverdeada, aquela mudança de comportamento, mesmo que sutil, fazia amá-lo ainda mais.
Ela segurou pelo o braço, chamando-o com os olhos para que se junta-se a ela. Meio relutante, e remungado, apenas para não perder a pose, deitou-se a seu lado. A esverdeada se aconchegou em seu peito, e puxara a áspera mão do moreno, apoiando-a em sua barriga.
Vegeta, assim que encostara, pode sentir o filho deles, começar a se mexer, exatamente onde estava sua mão. Eram movimentos forte, como o tivesse chamando-o para a batalha. Um sorriso sincero escapou de seus lábios, o moleque nem nascera ainda e já mostrava que era um guerreiro.
— Obrigado...- Fala Vegeta com a voz fraca, dando um leve beijo na testa de Bulma. Fez um leve carinho na barriga da esverdeada, um sentimento de paz o tomara por completo. Era uma sensação tão boa que nem conseguia lembrar que era capaz de sentir.
Bulma apenas sorriu, e entrelaçou seus dedos nos do moreno que se mantinham sobre sua barriga. Os dois, ou melhor, os três ficaram naquele momento pacífico até que Morfeus finalmente consegui embalá-los.
A Senhra Briefs pouco depois entrara no quarto para acertar alguns detalhes com a filha, mas ao ver a cena apenas sorriu. Os dois amantes na cama ressonando tranquilamente, era uma imagem que precisava ser registrada. Com cuidado a loira, pegou seu moderno celular no bolso e tirara algumas fotos. Essas provavelmente iriam para o albúm do bebê.
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Alguns dias haviam passado, desde o ocorrido na câmara de gravidade. Finalmente as obras no quarto do novo bebê haviam acabado, o quarto era quase todo branco tirando uma parede azul sayiajin. Vegeta dizia que não se intereva por essas coisas, mas ver o quarto pronto, e a cor da família real na parede, fez um sorriso brotar em seu rosto.
— Não está lindo?! – Falou Senhor Briefs, trangando calmamente seu costumeiro cigarro. O Sayajin deu um leve sobresaolto mental, não havia percebido os prassos ligeiros da sogra.
—Quem se importa com essas coisas...- Falou razinzamente Vegeta, virando o rosto para esconder suas emoções. Havia baixado a guarda sem perceber, nunca em toda sua vida de guerreiro se vira tão molhe. Precisava voltar a ser mais observador.
Mas nem pudera refletir no assunto, logo Yuri e mais cinco funcionários apareciam abarrotados de sacolas. As pernas do pobre estagiário chegavam a tremer de tanto peso. Pouco depois adentram Bulma e Senhora Briefs com mais uma pilha de coisa, inclusive um enorme Oozuru de pelúcia, surpreendendo Vegeta.
— Aiiiinn não vejo a hora de meu liiiinnndddooo netinh nascer!!! – Falou Senhora Briefs, largando as sacolas num canto do quarto. – Oh!1 Olá, rapazes! Não os vi!! – Falou poiando a mão delicadamente no peito fingindo surpresa.
Vegeta pegou as coisas da mão de Bulma tentando entender o que estava acontecendo. Mas ela apenas sorria e balançava o Oozuru de pelúcia para Vegeta, com um sorriso triunfante. O que fez o moreno aumentar a carranca, toda aquela palhaçada não faria bem para seu pequeno guerreiro que estava por vir.
— Mais que parafernalha é essa? – Rosnou o Sayiajin, mas sua cara não fazia efeito na esverdeada, que apenas deu-lhe um beijinho no rosto e outro em seu pai.
— Não é parafernalha! É o Enxoval do nosso bebê! Olha que gracinha que mandei fazer! – Falou a esverdeada, fazendo Vegeta segurar o Oozuro, era uma cópia perfeita da transformação de Vegeta. – Ficou perfeito né? Até a carranca é igual! Hahaah!! – O Sayiajin fecha a cara.
— Oozuru é uma forma sagrada! Não um brinquedo! – Reclamou o moreno, mas mesmo assim, pegou o macaco e analisou cada detalhe da costura. Era uma miniatura perfeita. Mesmo sem saber muito sobre a cultura sayiajun, ela se preocupou e trazer algum elemento para perto do filho deles. — Tsc... você só faz o que quer né, Mulher!? – Falou desviando o olhar, tentando esconder um leve sorriso que começava a brotar no canto de seus lábios. Aquela sensação de paz voltava a tomar conta de seu peito, ele tinha que se controlar, ainda era um temível guerreiro, não podia ser subjugado por atitudes tão tolas.
Porém, nem pode perder muito tempo com isso, logo recebia um doce beijo nos lábios, enquanto Bluma puxava sua mão para ver as roupinhas que havia comprado. Ela ignorava cada resmungo do moreno, apenas explicando como iam ficar as coisas depois que o bebê nascesse. Senhora Briefs acompanhava a animação da filha, e já fazia planos para a cerimônia de apresentação do neto que ainda demorararia alguns meses para nascer.
Vegeta apenas observava a conversa dos três sobre os planos futuros, e todos eles, cada pequeno plano metafórico incluía o sayiajin. Ele apenas bufou, aqueles humanos loucos, não tinham nenhum pingo de receio sobre ele. Ele enconstou-se na parede para poder continuar acompanhando a animada conversa. Parece que ele conseguira a coisa que menos prorurava: Uma Família.
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O tempo passara muito rápido, tão rápido, que para Vegeta mais parecia uma fração de segundo do preparamento de um golpe definitivo. O médico já avisara que o bebê nasceria em poucas semanas.
Era uma boa notícia, mas o nascimento próximo de seu filho, só o alertava mais ainda para aproximidade com a luta com os androides. Não podia esquecer que aquele momento irrisório de paz era apenas um prelúdio do caos que se aproximava. Os Androides já estavam a caminho, e iria acabar com eles, acertar seus pontos com Kakarotto (leia-se surrá-lo até a morte.), depois treinaria seu pequeno guerreiro a ser o melhor do universo, e depois de acabar com todos, voltaria para os braços da humana mais fraca e irritante de todo universo. Era o que Vegeta pensava, enquanto a observava trabalhar na câmara de gravidade, agachada com o barrigão amostra, e o macacão aberto, enquanto terminava de aparafusar o painel.
— Eu juro, Vegeta, não sei como você consegue destruir essa máquina com tanta facilidade!! – Reclamou com a voz em muxoxo, Bulma, enquanto inflava as bochechas, encarando o moreno. Uma delicada gota de suor escorria por suas costas indo se esconder dentro do macacão.
— Se você fizesse essa lata-velha mais forte, isso não aconteceria! — Resmugou o moreno, tentando continuar com a pose de mal. Mas era muito difícil vendo-a ali, linda e redonda como a lua, inflando as bochechas como uma garotinha. Ela era sem dúvida a grávida mais linda de todo o universo.
— Nem vem!! Já consertei umas três vezes so essa semana!! – Falou a esverdeada, levantando-se o encarando com as mãos na cintura. – Voce está fazendo de propósito!!
—Não fala besteira, mulher!! – Desconversou Vegeta, mas era verdade, no último mês a barriga praticamente triplicara de tamanho, e a esverdeada não sossegava, ficava de um lado para o outro, se pendurando nas naves que estava construindo, carregando peso. Quebrar a câmara, era a única forma de fazê-la ficar parada. – E essa traquitana que criou que é muito frágil!! Faça-a mais forte!!
A Esverdeado o encarou franzindo o cenho e jogou uma chave de boca na direção do moreno, que fez ela cair apenas com a força de seu ki. As bochechas de Bulma estavam vermelhas de raiva, e o pé batia sem parar no assoalho de metal. O saiyajin queria ri, mas no podia, tinha sua pose de mal para preservar. Mas aquela visão, ele nunca iria enjoar.
Ela cruzou os braços bem apertado sobre a enorme barriga, franzindo seriamente o cenho. O moreno, não perdendo o momento, num segundo estava agarrando-a, puxando pela cintura a trazendo bem próxima a ele. O cheiro dela, estava ainda mais intensificado naquele momento, ele podia sentir todas as nuances de seus perfumes. Era uma sensação quase inebriante.
— Voce reclama demais, Mulher!! – Falou o moreno, rossando o nariz na orelha alva dela. Ele podia sentir ela se arrepiar rapidamente, suas mãos, começaram a descer acariciando a cintura agora redonda. – Fala de mim... mas não consegue parar!! Está correndo de um lado para o outro como se fosse a própria imperatriz do universo!
— Mas eu sou a Imperatriz, do seu universo eu tenho certeza! – Falou a esverdeada de forma presunçoca dedilhando o peitoral trincado do moreno. Os olhos faiscavam em desafio, ela podia não ter a força de uma, mas com certeza tinha a alma de uma grande guerreira.
— Mulher você se acha demais! – Rosnou assustadoramente Vegeta, mas aquele tom de voz, apenas fazia Bulma colar-se ao corpo do sayiajin e deslisar seu dedos pelos cabelos expessos dele.
Cansados das provocações apenas toma os lábios dela com vontade, aproximando os corpos o máximo que a redonda barriga deixava. Ficaram naquela guerra de línguas e leves mordiscadas por um tempo impossível de contar. Porém tudo que é bom dura pouco, e logo um dos funcionários aparecia para chamar a esverdeada para mais uma reunião com os acionistas que aconteceria em breve.
Dando uma leve piscadela travessa para Vegeta, ajeitou o seu macacão e saiu acompanhada pelo funcionário que ao encarar o olhar malvado do moreno tremia mais que um chiuauha raivoso.
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Mais alguns dias haviam se passado, e mais uma vez Bulma estava prestes a matar alguém. Dessa vez, era seu pobre estagiário que errara um pequeno cálculo num projeto. Porém esse erro fazia a máquina zunir como mil unhas arranhando um enorme quadro negro. O que fizera a esverdeada praticamente enlouquecer enfurecida contra os pobres funcionários.
Com uma força que ninguém conseguia imaginar ela arremessou a máquina janela fora, os olhos chegava a estar enjetados de tanta raiva. Parica até que ela poderia se tornar uma super sayiajin a qualquer momento de tão poderosa a energia assessina que emanava.
Vegeta que estava em mais um de seus treinos fora interrompido pela secretária da Coorporação que deia que el fosse acudir a asituação antes que algo pior fosse acontecer. Chegara a tempo de ver a esverdeada defenestrar a máquina muito maior e mais pesada que ela.
Bulma já se preparava para tacar um dois robôs, quando Vegeta simplesmente a tirou do chão antes que ela pudesse se machucar. Segurou ela com a pouca delicadeza que possuía, tentando não machucá-la. Mas ela estava pocessa, ainda ficou se remexendo por um tempo.
— PARE COM ISSO MULHER! – Esbravejou Vegeta, fazendo-a prestar atenção nele. Bulma pareceu finalmente voltar a si, e largara o pabre robô que mexia seus braços em pernas em desespero. – O que está contecendo aqui? – Falou mais baixo, depois que percebeu que a mulher estava mais calma.
—Esse idiota errou uma conta simples!!! UMA CONTA SIMPLES!!!!! – Rosnou Bulma tção agressiva que mais parecia uma leoa prestes a dar o bote. Vegeta apenas a mantinha presa pelos pulsos, evitando usar as forças. _ Até uma criança consegue fazer aquilo!!! – Olhava ferozmente para os funcionários, que se encolhiam no final da sala.
—Pare com isso mulher, parece uma anima selvagem! Você não pode se deixar afetar por esses vermes! – Reverberou encanrando-a muito sério. A Esverdeada o fuzilou com as bilhas azuis, bufou uma, duas, três vezes. Depois respirou fundo, e se acalmou.
Ela soutou-se de Vegeta e mais calma foi até a planta do projeto que estava presa num quadro e com a mão espalmou na parte do cálculo que estava errada. Espaumou mais duas vezes a parte do calculo errado.
— Olhem vem para cá! TODOS!! – Reverberou a esverdeada, todos ainda tremendo encarando-a. Ela olhou profundamente cada funciário e depois pegou um giz e refez o cálculo em pouco segundo.Depois arrancou a planta do quadro e jogou para cima do funcionário mais próximo. – TOMEM CUIDADO!!! É o nome da Coorporação Capsula que vocês estão zelando!!! Erros como esse, não serão mais admitidos! Entenderão!?
— SIM, SENHORITA!!!! – Gritaram todos em uníssono com a voz ainda um pouco tremida devido ao medo, do rempentino rompante de fúria da chefe. Bulma ainda os encarou com os olhos de uma general, analisando cada reação.
— Ótimo, agora, voltem ao trabalho!!! – Falou a esverdeada batendo palmas, em pouco segundo todos já haviam voltado a suas funções e os robôs já começavam a limpar os estragos, de caco de vidro e metal que estavam perto da janela quebrada.
Vegeta apenas observou tudo de braços cruzados, fingindo desinteresse. Contudo, por dentro estava orgulhoso da imperatriz que estava bem ali a sua frente. Cada ordem dada só representava cada uma de susas habilidades de grande líder que ela possuía.
Bulma agora mais calma, virava-se para ele com um sorriso vitorioso e convecido no rosto. Ela acariciou um pouco sua enorme barriga, e andando como uma astrounata em câmera lenta, se aproximou do moreno. Ela jogou a barriga para frente acariciando-a, Vegeta apenas observava seus movimentos.
— Eu...eu... – Bulma tentou começou a dizer, mas antes que pudesse falar qualquer coisa para o moreno, sentiu um líquido quente começar a escorrer por suas pernas. Sua bolsa havia finalmente rompido. — Acho que finalmente ele vai nescer.... – Falou a Esverdeada, como se tivesse falando das flores do jardim e deu de ombros.
Após um longo minuto de silêncio, a gritaria tomou conta do laboratório, que mais uma vez, tornara-se um caos generalizados. Assistentes e funcionários correndo de um lado para o outro, ligando para o médico, assionando todos os comunicadores da Coorporação para avisar o Senhor e a Senhora Briefs, arranjando copo dágua para esverdeada, ou simplesmente desmaiando com a cena.
O Sayiajin arregalara os olhos por um segundo sendo tomado pelo pânico, o que faria agora?
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