Bulma e Vegeta - A incógnita dos três anos
18 Capítulo 17 – Pagando sua parte no trato
Notas iniciais
Vegeta entrou com Bulma direto pela sacada do quarto deles, o corpo já fervia só com a presença dela e o delicioso cheiro que exalava. Ele podia sentir a excitação que tomava o corpo femonino, estava praticamente subindo pelas paredes com isso. Ainda mais, depois de passar a noite toda acompanhando os movimentos da sua azulada, estava louco para destroçar cada pequeno pedaço de tecido que cobria o corpo dela, marcar cada pedacinho branco de sua pele.
Com os pés novamente no chão, Bulma começou-se a sentir um pouco tonta, mas não sabia dizer ser era pelo passeio aereo, ou pela proximidade com o moreno, que a mantinha firmemente presa em seus braços. Ele apertava ainda mais as laterais de seu quadril sem tirar os olhos dela. Podia vê-los transbordando desejo e excitação, a última vez que o viu assim foi durante a lua cheia, e estavam em plena lua nova. Sentindo o corpo arrepiar com a proximidade dos corpos, deu um leve sorriso safado começado a deslizar os dedos sobre os braços largos do sayajin. Roçou delicadamente o nariz no queixo dele, em resposta recebeu um leve rosnado e um gostoso apertão no bumbum. Enquanto era puxada para mais próximo da parede de músculo, sentiu uma forte mordida em seu ombro, um leve gemido escapou de sua boca. Os olhos se encontraram, o desejo era gritante em seus olhos.
Nenhum dos dois estava interessado em conversar, começaram um beijo possessivo e avassalador, mostrando todo o desejo que sentiam, uma verdadeira briga de comando. Eles se devoravam como se não houvesse um amanhã, porém quando Bulma começou a desfazer o nó da gravata, Vegeta segurou suas mãos e a encarou com um sorriso sensualmente sádico. Aos poucos deslizou as mãos grandes pela lateral do seu corpo enquanto aproximava seus lábios da orelha dela.
— Você esqueceu do nosso acordo? – Perguntou mordiscando a orelha da cientista, ouvindo-a começar a gemer baixinho. O cheiro de excitação dela já tomava o lugar, e ainda estavam na sacada, deixando-o entorpecido, engolindo saliva com a voz rouca ele continuou – Lembra? Você disse que se ocorresse tudo bem na festa, eu poderia rasgar cada pedacinho dessa roupa. – Com destreza a puxa para o seu colo, fazendo a encara-lo direito nos olhos. – E você ainda acrescentou, que o comando seria totalmente meu...já esqueceu? – Falou mantendo o sorriso sádico, enquanto via as orbes azuis escurecerem cada vez mais, enquanto a pele alva se arrepiava completamente, e com passos lentos atravessava a porta entrando finalmente no quarto.
— ah...- Bulma tentou começar a falar mais todo aquele contato com a pele quente de Vegeta só a fazia querer se jogar nos braços e esquecer que havia amanhã, ela respirou fundo, tentando recupera pelo menos um pouco de seu juízo, passou os braço envolta do pescoço másculo e quente do moreno, e com o rosto a centímetros do dele, falou.- Eu sou Bulma Brief, a mulher mais linda e inteligente desse mundo! Eu sempre cumpro as minhas promessas. – Deu um suave beijo em Vegeta – Então quais são suas ordens, Meu Príncipe. – Falou com a voz tão falsamente mansa, quanto o sorriso inocente que exibia em seu rosto.
O sayajin deu um leve rosnado, aquilo era melhor que qualquer fantasia que já tenha tido, a esverdeada completamente entregue em seus braços, esperando os seus comandos. Aturar três horas daquela festa insuportável, e a ida aquele lugar tenebroso cheio de lojas havia valido a pena.
Com passos lentos começou a guia-la até a cama, onde a depositou com calma, e depois começou a tirar seu smoking. O olhar de Bulma não perdia nenhum momento seu, já sem o terno, camisa e a maldita gravata, ele abaixou retirando os sapatos da esverdeada, massageando levemente seus pés. Aproveitando o toque, ela deitou-se na calma, com os olhos fechados apenas aproveitando as sensações, do toque cálido.
Mas a delicadeza não demorou muito até sentir, sua linda saia começar a ser rasgada sem cuidado enquanto beijos e leves mordiscadas começavam a subir por sua perna. Mais um gemido escapou dos seus lábios, ela sentiu a mão forte continuar destruindo cada pedacinho do tecido enquanto os beijos subiam. Ela tentou puxá-lo para ela, mas o moreno não deixou, segurou suas mãos e sorriu sadicamente.
— Não! Hoje eu estou comando – Falou ficando de joelhos sobre ela, para encará-la nos olhos – E eu, estou apenas começando, vou rasgar cada pedacinho dessa roupa, e aproveitar cada pedacinho do seu corpo...ouvir cada gemido seu, é melhor realmente estar preparada, só pretendo parar quando o sol estiver alto lá fora! – Falou, roubando mais um beijo avassalador, enquanto as mãos grandes arranhavam levemente as coxas alvas, levantando a saia de renda. Até que o tecido começou a embolar, e sem muita paciência o moreno, num puxão só, arrancou ela por completo, deixando apenas a minúscula calcinha, agora a perna alva e torneada da esverdeada estava completamente exposta. – Bem melhor... – Falou apoiado nos ombros enquanto a devorava com os olhos.
Bulma só teve tempo de arfar ao sentir o tecido ser rasgado sem piedade, seu coração palpitava rapidamente, estava completamente êxtase, e ele havia deixado claro que a noite seria maravilhosamente longa. Sem aguentar mais, puxou Vegeta pelo cós da calça, envolvendo suas pernas envolta do quadril moreno. Queria sentir cada milímetro da excitação dele. Não sabia se era os hormônios, ou algo naquela noite, mas estava completamente fora de si. Nem na noite do laboratório estava tão ensandecida.
Mas antes que pudesse fazer mais alguma coisa, Vegeta segurou seus braços no alto de sua cabeça, com isso os seios avantajados da cientistas ficaram ainda mais proeminentes, fazendo um sorriso maliciosamente malvado surgir-se nos lábios do moreno, estava completamente entregue ao seu príncipe. Muitos poderiam achar loucura, mas ficar naquele planeta medíocre, com a humana mais fraca e bela tinha sido a melhor coisa que fizera.
Ainda segurando os braços de Bulma, o sayajin destruíra completamente o croped revelando sua pele alva. Largou os braços dela, puxando-a pela cintura marcando seu pescoço com os dentes sem pudor. Sem conseguir conter, um gemido forte sai pelos lábios da mulher o que faz o seu desejo quase o enlouquecer. Sentou-se na cama a puxando-a junto, ela envolveu seu quadril com as pernas seus seios eram pressionados contra sua parede de músculos.
Os olhos dela mantinham-se fechados aproveitando a sensação. Até que estava gostando de estar completamente entregue aos braços de Vegeta, mas nunca iria dizer isso em voz alta. Sentiu as mãos hábeis do moreno abrir o fecho do seu sutiã, enquanto com a outra mão pressionava seu corpo para o membro rijo que ainda encontrava-se dentro da calça. Os gemidos ficavam cada vez mais forte, era difícil se controlar com todo aquele calor que emanava do seu sayajin. Sua boca foi tomada para mais um beijo possessivo, seu corpo todo clamava por mais contato. Essa história de deixa-lo no comando estava começando a cansá-la, queria mais, muito mais.
Sem aguentar mais começou a arranhar o peitoral definido do moreno, enquanto sentia ele descer numa trilha de beijo desde seu pescoço até o vale entre os seios. Fazendo-a arfar, jogando a cabeça para trás. Enquanto começava a rebolar sobre o colo dele, aumentando o atrinto contra a calça dele, sentia sua calcinha completamente encharcada. Seu corpo todo clamava por mais, sentia a boca do moreno brincar com seu seio esquerdo enquanto o outro era massageado pela mão forte dele.
— Vege...vegeeeta..- Com a voz rouca, sem aguentar mais, queria ele dentro dela, nunca se imaginou implorando, mas iria cumprir seu papel, afinal foi ideia dela aquilo tudo. Mas estava tão excitada que chegava doer, ela encostou sua testa na dele ainda arfando. A pele dele fervia contra sua, sentia as mãos grandes e quente descerem pela lateral do seu corpo, deixando um rastro tão quente quanto lava.
— Eu estou apenas começando...- Falou rouco em seu ouvido, enquanto uma das massageava levemente sua intimidade sobre o fino tecido de sua calcinha. O que já era suficiente para Bulma se derreter de prazer naquele momento, um lânguido gemido escapou de seus lábios. – Isso... continue assim!! Anda... diga meu nome..- Falou ainda no ouvido dela enquanto afastava sua calcinha, introduzindo um dedo. Não estava com pressa, por ele poderia ficar para sempre assim. Ver a esverdeada tão entregue, tão mansa era tão raro, que faria de tudo para aproveitar cada segundo. Penetrou ela com mais um dedo sentindo sua intimidade apertá-lo, o cheiro da excitação dela tomava todo o quarto. – Vamos!... Diga...
— ...Ve..Vegeeetaa..- Falou Bulma languida perdida no próprio prazer, seu corpo estava muito mais sensível. Estava quase enlouquecendo, podia sentir o primeiro clímax muito próximo, os gemidos escapavam de seus lábios sem pudor. Queria sentir muito mais, puxou pelo cós da calça, puxando para mais um beijo tórrido. Quando se separaram para recuperar o ar, ela sussurrou entre os gemidos. – Tira..essa..roupa.. quero senti-lo por inteiro..- Mordicando o lóbulo esquerdo da orelha do moreno, enquanto passava uma das mãos por dentro da calça dele, começando a massagear o membro rijo como rocha, que já latejava em sua mão. – Me fode.. até eu não conseguir andar...- Falou descompassada, gemendo em seu ouvido.
—Mulherzinha vulgar...rwarr..- Rosnou, afastando ela com um sorriso sádico, a jogou de volta na cama, depois levantou, retirando sua calça e a cueca box. Ficando completamente nu, deixando claro sua poderosa ereção. Bulma o encarava com os olhos famintos de desejo, mordendo o lábio inferior. Ela sempre seria a melhor visão que já tivera em vida, engatinhou pela cama como um leão prestes a atacar a presa, cada movimento seu era seguido pelo olhar intoxicante da esverdeada. – Você acaba comigo...- Falou puxando-a pelo pé para baixo dele, ouvindo a risada deliciosa que saia dos lábios dela.
— Por.. favor.. meu Príncipe.. eu não aguento mais... – Sussurrou rouca no ouvido dele, arranhava suas costas, queria ele dentro dela. Mas pelo sorriso sacana e maldoso que ele a encarava, sabia que não seria algo tão fácil de conseguir.
—Mas vai ter que aguentar, mais um pouco...Minha Imperatriz – Falou puxando-a para si, ficando os dois sentados se encarando com os olhos transbordando desejo. Ele se ajeitou, aumentando o sorriso sádico no rosto enquanto puxou Bulma colando-a contra o seu peito, mordeu seu ombro, sorvendo o delicioso gosto que se desprendia da sua pele alva. – Vou aproveitar minha posição de comando mais um pouco...- Falou voltando a encara-la, que mantinha em seu rosto um semblante entre dor e desejo.
Poderia ficar a noite todo naquilo, seu sorriso sádico estava cada vez maior e na escuridão só deixava ainda mais diabolicamente belo. Se ajeitou, sentando mais confortável, ficou um tempo acariciando os cabelos esverdeados, sentindo-a amansar com o toque delicado. Então puxou com força sua cabeça em direção a seu membro ereto.
— Beba até a última gota e talvez realize seu desejo, minha Imperatriz.. – Falou com a voz rouca e sórdida, e fora respondido com um olhar ainda mais lascivo enquanto sem pudor Bulma abocanhava seu membro, mantendo o contato visual. Um rosnado forte escapou por sua garganta, a cientista sabia exatamente como enlouquece-lo.
Sentia os dentes dela roçarem levemente ao longo da sua ereção enquanto ela fazia movimentos de subida e descida vagarosamente, e com as delicadas mãos brincava com suas bolas. A sensação estava o enlouquecendo sentia seu Ozooru interno se debater querendo sair para fora. Apertou os lençóis, deixando um forte rosnado escapar de sua boca. Segurou os cabelos de Bulma aumentando o ritmo, estava muito perto de explodir e dessa vez não a pararia.
A Cientistas massageava, mordicava e lambia cada pedaço do membro quente e pulsante como se fosse a melhor iguaria. Vegeta estava quase insano sobre o seu toque, a pressão em sua cabeça, bagunçando seus cabelos. Uma das mãos deslizou por suas costas, afastou sua calcinha e começou a penetrá-la, ela gemeu ainda com o poderoso membro na boca. Em resposta, podia ouvi-lo praticamente uivando de prazer, um pouco antes de se desmanchar em sua boca. O gosto agridoce e quente tomou completamente sua boca. Como se fosse a melhor bebida engoliu todo, limpando o canto da boca com o sorriso mais sexy que conseguiu dar, sem tirar os olhos do rosto satisfeito do moreno. Enquanto Vegeta se recuperava da sensação, sem dificuldade pulou mais uma vez em seu colo, sentindo rapidamente voltar a endurecer em baixo dela. Amava demais toda essa estamina do sayajin.
— É melhor eu não ter acabado com a sua energia, porque eu quero muito mais. – Falou felina dançando no colo do sayajin. Seus lábios foram logo capturados pelos dele e em poucos segundos estava mais uma vez jogada na cama sendo pressionada pelo corpo musculoso do moreno. As mãos fortes desciam pressionando sua pele, fazendo seu corpo arder. – Eu quero você...agora! –Gemia, envolvendo as pernas em volta do quadril másculo.
— Eu já disse... – Falou com a voz num murmúrio rouco, brincando com o lóbulo da orelha de Bulma, enquanto as mãos passeavam por seu corpo, parando em sua calcinha, brincou um pouco com a pequena peça. – Quem está no comando sou eu! – Falou, rasgando o último pedaço de tecido, ouvindo-a gemer em resposta. – E eu estou apenas começando....Vou realizar seu sonho... quando eu acabar... você nem vai conseguir andar...- Terminou, já voltando a penetrá-la com os dedos enquanto a boca voltava a abocanhar um dos seus seios.
Bulma arranhava as costas largas do sayajin, sentindo o primeiro orgasmo se instalar por seu corpo. Seu peito subia e descia tentando recuperar o fôlego, mas o moreno não estava afim de deixa-la respirar. Em pouco segundos, estava mais uma vez jogada na cama e o rosto dele colado em sua intimidade, mordiscando e lambendo vagarosamente sorvendo a humidade. Os gemidos começaram a sair mais alto conforme os movimentos deles ficavam cada vez mais intenso. Não demorou muito, e mais uma vez as ondas de prazer, passaram como uma forte corrente elétrica por todo o seu corpo, os gemidos escapavam de seus lábios completamente descontrolados.
Agora foi a vez dele, de limpar o canto da boca saboreando ainda o gosto da sua esverdeada, ele a largou apenas para observar o delicioso corpo ser tomado pelos espasmos de prazer. Ela parecia ainda mais linda, assim, entregue as próprias sensações. Um sorriso satisfeito brotou em seu rosto, quando seus olhares se encontraram. A esverdeada estendeu seus braços para ele, o chamando para junto dela, podia sentir a necessidade dela. Mais um sorriso sádico surgiu em seus lábios, se aproximou mais uma vez dela, beijando-a, prendendo-a entre seus braços.
—Vegeeta.. eu quero você dentro de mim.. não aguento mais... – Choramingou Bulma, Pressionando sua intimidade no membro rijo e pulsante do sayajin. – pooor..favooor...- pediu num choramingo não aguentando mais, estava subindo pelas paredes, queria ele dentro dela, preenchendo por completo.
Um sorriso vitorioso formou-se nos lábios de Vegeta, a esverdeada estava completamente entregue em seus braços. Puxou-a para si, entrando nela numa estocada única e forte, fazendo-a arfar, se agarrando a ele. Suas unhas estavam cravadas em suas costas em quanto os quadris rebolavam no ritmo agressivo do sayajin, os rugidos e gemidos tomaram todo o quarto. A cada estocada o ritmo ia aumentando, parecia que a qualquer momento a cama iria ceder.
Ficaram assim unidos, aproveitando cada segundo dos corpos um do outro, sentido cada movimento, cada espasmo de prazer que tomou todo os seus corpos, ouvindo cada gemido, cada rosnado até os corpos caírem exausto na cama, ainda agarrados um ao outro.
Arfando mas saciado, Vegeta fez algo que estava querendo, desde que sentira o pequeno ki oscilante na festa. Encostou-se sobre a barriga alva e arfante de Bulma, sentido seu ki e o do pequeno ser dentro dela. Assim que encostou a orelha em sua barriga pode ouvir os batimentos baixo mais forte do seu filho. Uma sensação de pânico e alegria tomava seu ser, mas tentava manter o semblante neutro, não podia deixa-la vê-lo tão frágil assim.
Bulma observou o movimento do sayajin, um pouco surpresa, mas logo sentiu as mãos enormes deslizarem com delicadeza por sua barriga enquanto ele a encara com olhar desnorteado. Nunca o vira com ar tão perdido, isso a deixou preocupada.
— Você consegue senti-lo? – Perguntou a esverdeada um tanto receosa, mas foi surpreendida com um sorriso de canto e olhos penetrante.
— Adoraria dizer que foi o primeiro a perceber, mas só percebi o que estava acontecendo depois que o idiota do Kakaroto ficou procurando um ki de um guerreiro a festa toda..- Falou o moreno como se tivesse que comer a pior comida. Bulma acabara rindo, fazendo-o fazer uma careta. – Mas consigo sentir seu ki.. e seu coração Bate forte com de um grande guerreiro sayajin.. Não podia ser diferente sendo filho do príncipe. Ele será o guerreiro mais forte que esse Universo já viu! O filho do Kakaroto não vai ter a mínima chance contra ele. – Falou orgulhoso, passando os dedos no ventre dela.
— Hei, pode ser uma linda e inteligente como a mãe, sabia!? – Falou a esverdeada cruzando os braços e empinando o nariz. Adoraria ter uma filha super forte e incrivelmente inteligente, com certeza ela conseguiria conquistar o universo.
— É um menino! Posso sentir pelo Ki..- Falou Vegeta de forma monótona, e foi fuzilado com o olhar de Bulma. – O que foi? É um guerreiro sayajin como eu!
— Sabe você acabou com um dos maiores mistérios da maternidade, sabia!? – Falou a esverdeada emburrada, o tirando de cima dela. O moreno continuou a encará-la sem entender nada, o que a fez fechar mais ainda o cenho. Além, de lembra-la do casa com os anticoncepcionais. – Vegeta... Você pegou o meu remédio?
Fale com o autor