Notas iniciais
Bem povoooh =D Lancei os dois últimos de uma vez pra não ficar chato de esperar. E estou muitoooo contente aos que acompanharam e comentaram na serie até aqui e agora lanço o último e curto fim da série ;(

– Hehehe, olha só quem chegou – Falei tirando a arma da minha cabeça

– Eu sabia que você não estava bem... – Disse Minha mãe

– Não me venha com merdas... Ta bem? – Falei

–...

– Você não é nenhuma santa aqui, acha que eu não sei o que escondeu de mim ESSE TEMPO TODO? – Falei

– Do que você está falando? Não estou acreditando... – Disse minha mãe começando a chorar

– Hahaha, você é mais BURRA do que eu pensei. – Falei-

– Você nunca gostou do meu pai certo? Só estava interessada no dinheiro do bolso dele, Hehehehe. – Falei

– M-mas... do que você está FALANDO? – Disse ela

– Simples, você acha mesmo em que eu iria acreditar que meu pai morreu por um atropelamento de um motorista embriagado?

– ...

– Vocês não se suportavam, ele estava com outra certo? Por isso brigavam tanto... E quando você soube que ele iria pedir o divórcio você ficou louca... Certo? – Falei

– Mentirosa... – Disse ela

– Hehehe, o motorista embrigado era na verdade você certo? – Falei

– MENTIROSA,MENTIROSA – Disse ela

– A policia nem fez questão de investigar nada, e por que você acha que o modelo do carro era tão parecido com o que ele tinha? Isso explica você ter vendido o carro após ele morrer?

– MENTIRA – Gritou ela me dando um tapa no rosto

– Mentira? Nem sei se posso te chamar de mãe, você e mais problemática do que eu. E se tem uma das explicações em que eu estou assim é graças a você.. – Falei

Lembro-me do dia em que descobri tudo... Pouco depois do meu pai morrer:

Flashback:

– Mamãe, liberaram a gente cedo hoje... – Falei baixinho chegando em casa

Escutei barulhos em seu quarto.

– Mãe? – Falei

Continuei escutando os barulhos e fui em direção até seu quarto.

A porta estava fechada então a abri lentamente e deixei apenas uma pequena parte aberta.

Minha mãe estava sentada perto da cama com a cabeça entre as pernas

– Eles n-não podem descobrir... Ana não pode saber... E-eu sou uma assassina... O dinheiro tem que ser meu... Ele já está morto... graças a mim... – Disse ela chorando

Fiquei perplexa com o que eu acabara de ouvir, sai dali lentamente e fui para bem longe dela.

Eu sabia o segredo dela, mas nunca contei nada. Ela matou meu pai por ciúmes.

Fim de Flashback

Por que fez isso comigo mãe? Eu sempre te considerei minha única e melhor AMIGA... e você ainda queria me esconder isso?

– ...

– Isso está acabando hoje... – Falei dando um sorriso e levantando a arma lentamente.

– NÃOO – Gritou minha mãe correndo em minha direção

– Hehehe

Ela veio para cima de mim tentar pegar a arma:

Tentei mirar corretamente mas como ela me impedia acabei dando um disparo de imediato...

– Mãe? – Falei

Eu dei um tiro no braço da minha própria mãe

Minha mãe estava caída no chão sangrando de costas com o braço embaixo do corpo. Ela virou seu rosto delicadamente e seu levantou. Tentei disparar mas as balas acabaram.

Minha mãe então me agarrou e aplicou em meu braço um calmante que havia em seu bolso após chegar do seu trabalho no hospital.

Fiquei mais calma e acabei caindo no chão... e por fim adormeci.

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3 Meses depois:

– Obrigada por cuidar de mim, doutor. E essa cadeira de rodas? Terei que usa-la para sempre?

– Você estava á beira da morte pela perda de sangue , mas por sorte você conseguiu se recuperar e hoje bem... porém está instável...Por isso terá que usar essa cadeiras de rodas por um tempo até se recuperar..

– Estou feliz em que estou bem... mas meu irmão está morto.

– Sinto muito. – Disse o médico

– Não sinta, talvez ele esteja em um lugar melhor...

– Com certeza, bem irei resolver alguns assuntos enquanto isso pode indo para a recepção. – Disse o médico

– Sim...

Passei por um horrível massacre e experiências que nunca gostaria de ter passado... Meu irmão saiu desesperado de casa após receber uma mensagem em seu celular. Eu não sabia de quem era e ele não quis me responder.

“É assunto confidencial” Ele disse para mim.

Decidi seguir ele até o tal lugar e me deparei com ele e Ana... Fiquei ali escondida e não tive bom pressentimento.

Ana deu três tiros em meu próprio irmão, e eu não poderia ficar ali parada... eu tinha que agir mas já era tarde.

Já a Melanie... Acabou morrendo carbonizada em sua casa. Seu assassino nunca foi encontrado e as provas estavam todas queimadas.

Ainda me lembro...

Flashback: ( Ligação do capítulo 6)

Alô?... Lorena?

– Oie, Ana. Estou sabendo que você vai sair com meu irmão e... -

– O que?

– Não, nada. Espero que você se saia bem. Qualquer errinho dele você me fala darei surras nele com prazer.

– Haha, obrigada.

– De nada. Qualquer coisa você pede para ele ligar para mim e eu estarei indo...

– T-tá bem, obrigada!

Fim de Flashback

Esta foi a última vez em que falei com a verdadeira Ana, não a Ana em que quase me matou. Eu já não tinha bons pensamentos sobre isso... mas mesmo assim deixei tudo isso acontecer com ela.

Se eu tivesse avisado ela sobre Melanie... nada disso teria acontecido.

– Lorena... Vamos embora. – Disse minha mãe assim que me viu.

Eu não tive tanta sorte em levar um tiro bem perto da área intestinal. Mas estou feliz em que ela não tenha conseguido me matar. Ela me chamou de amiga, mas não sei se foi ironicamente ou de verdade. É uma dúvida que levarei comigo, Por que não terei oportunidades de vê-la outra vez, já que estarei mudando de cidade, para nunca mais voltar.

Mas apesar de tudo isso Ana... Eu te perdôo.

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– Ela ficará aqui por quanto tempo? – Perguntou minha mãe

– Por tempo indeterminado. Para sua segurança e segurança de “amigos” próximos a ela... É melhor que ela fique aqui.

– Ela me lança olhares que nunca me lançou, sorri de um jeito estranho.. Eu amo tanto ela não quero que minha filha se torne um monstro... – Disse ela

– Eu sei mas ela está passando por terríveis transtornos mentais... Agora só resta esperanças. – Disse o médico.

–...

Hoje eu vivo uma vida diferente, trancada em um Hospital psiquiátrico... Pensando e continuando a sugar dentro de mim todas as coisas as quais eu passei.

Apenas tenho meu diário dentro dessa sala fria e vazia que agora chamo de lar.

Esperando e pensando...

– Em um dia, qualquer um... Ainda terei uma chance?

Notas finais
Eu espero que vocês realmente tenham gostado da fic e tenham refletido sobre o tema tratado. O que eu tentei passar foi que não devemos julgar uma pessoa pelo que ela é por fora por que por dentro ela pode estar precisando apenas de um amigo... Isso é tão esquisito assim como pensam? E outra coisa também é que não devemos brincar com uma pessoa e nem mexer com os sentimentos dela, por que mesmo sendo doce e gentil pode se transformar em algo ruim e se virar contra você. E se for fazer uma amizade ou algo mais faça naturalmente não apenas por dó. Obrigada mesmooooooooo por terem acompanhado *--* e pela última vez: Espero que tenham gostado!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!