Bulletproof Heart
18 Ich Bin Nicht Ich
Notas iniciais
Caros leitores de Bulletproof Heart, dou toda a liberdade de me socarem na boca okay - é onde dói mais porque eu uso aparelho - enfim, perdoem pela demora. Tipo, esse capítulo fez referências avassaladoras kkkkkkk, acabei de escrever ele. Mesmo, tipo assim: ÕÓÓÓÓÓ, insônia te ajuda a escrever? Pois é. E tenho certeza que amanhã, quando eu levantar toda sonâmbula e ler esse capítulo ou eu vou rir ou vou me xingar muito. Ou os dois kkkkkkkkkkkkkk. Calmem, não é como se eu tivesse drogada ou algo do tipo. Só agradecendo a vocês babys perfas que comentaram no capítulo anterior õ/
Ah amores, esse pov foi todo da Sam porque ela é revolts e hj to revolts bj o rclq bate na bunda do Carlos e volta.
Então, espero que gostem do capítulo, e tenho mais coisa pra falar lá embaixo u.u
BOA LEITURA *U*
Sam
Cammie respondeu o torpedo de Lucy, depois de todos concordarmos em ir à festa. Como começaria às 23:00 horas, resolvemos ir passar o resto da tarde na praia. Eu estava concentrada, lendo Hamlet e ouvindo Tokio Hotel com os fones de ouvido no máximo. Meu biquíni preto que realça minhas curvas estava sendo tapado por um vestido transparente. O que não ajudou em porra nenhuma, porque os olhares que recebi no meu corpo tendo em consideração minha inocente inocência – avá Samantha – e logo um moreno chegou bufando de raiva, sentando do meu lado na areia com uma cara de quem ia dar uma de Osama Bin Laden e fazer uma Terceira Guerra Mundial bem pior que o estrago de Hitler. Mas para mim isso seria fichinha, não sou patriota mesmo.
Como sempre, viajei.
- Carlos shine bright like a diamond, porque a cara de cú azedo? – Pergunto docemente.
- Como você deixa esses seres humanos escrotos olharem para os seus peitos? – Ele pergunta incrédulo.
- Não posso simplesmente arrancar os olhos deles. – Falo com um sorrisinho. Sim, estou propositalmente provocando ciúmes em Carlos Garcia, espero que as Rushers não acendam tochas em minha direção... Hihi.
Carlos estava com uma expressão séria no rosto. Meu Deus, que gracinha!
- O que você está lendo? – Ele pergunta sentando-se na minha frente.
- Um livro.
Sam 1 vs Carlos 0
- Eu sei que é um livro, ignorância. Quero saber o nome.
Sam 1 vs Carlos 10.000
- Não sabe ler não, estúpido? Não vê o nome Hamlet na capa? Vou precisar esfregar a contra-capa na tua fuça?
Sam 32928398378538 vs Carlos 10.000
- Não sei, suas coxas gordas estão tapando a visão do nome.
Carlos 294839548967485092103920283593 vs Sam 32928398378538
K.O
- Idiota! Não sabe que não se chama uma garota de gorda? – Exalto-me.
- Em minha defesa você foi cruel.
- Em minha defesa você foi cruel. – O imito com voz enjoadinha.
- Viu a Katie? – Carlos pergunta do nada.
- Contanto que ela e James estejam usando proteção e tenham trancado a porta... – Solto uma risada maliciosa.
- O-oo-oooou. – Carlos cantarola e me viro, para encarar uma Katie furiosa e um James vermelho.
- Porra, tudo dá errado. – Solto essa e os três começam a rir. – Mas não tem graça. Nada dá certo mesmo.
- Que desilusão é essa, Sam? – Katie pergunta sentando ao meu lado, e James senta ao lado dela.
- Nasci desiludida.
- Que tristeza. – Carlos comenta.
- Pois é. Alguém já leu Hamlet? – Pergunto sem assunto.
- Não. É bom? – James pergunta.
- Não sei, a única coisa que li até agora foi o título. – Faço uma careta.
Minutos depois, Logan, Kendall e Cammie aparecem. Admito, pensei num ménage a trois. Minha mente está muito safada, ter o Carlos sem camisa na minha frente não ajuda.
Os três se sentaram na areia também e fiquei pensando: quando eu levantar daqui, terá areia na minha bunda.
Acho que vou ler a primeira página de Hamlet, sabe...
Eu ia raciocinar, mas um filho da puta jogou uma bola de futebol numa força desacaralhada nas minhas costas. Se eu pego esse desgraça eu faço um estrago.
PS: Menos Sam. É palavrão demais para um trecho só.
Eu voei para frente e acabei caindo no colo de Carlos, mas vi a bola parada numa barraca.
Corri para pegar a maldita e vi que na verdade quem estava jogando eram dois garotos, um cópia exata do Zac Efron e outro parecia Niall Horan. Serão esses clones feitos por Bin Laden? Hitler? William Shakespeare?
É uma bola de vôlei. Eu sou ótima em vôlei. Dei uma cortada que acertou a cara do Eu-sou-o-clone-do-Niall-me-invejem e o moleque caiu de uma vez. Por macumba do capeta ou simplesmente sorte, a bola voltou para os meus pés e dessa vez eu acertei o Sou-tão-gostoso-quanto-Zac-Efron no estômago. Ele arqueou para frente e me deu a língua. Eu ergui os dois dedos do meio com um sorriso vitorioso.
O loirinho e o moreninho vieram ao meu encontro.
- Sua doida!
- Drogada!
Despejaram acusações em cima de mim.
Agora fiquei com raiva.
Apontei o dedo na cara do moreno:
- Escuta aqui seu filho de um quenga, você e seu namoradinho são responsáveis por uma puta dor nas costas que estou tendo, então trate de calar a sua boca se quiser continuar com dentes, ou eu vou ressucitar Jason Voorhees para ele te dá uma machadada na cara que vai espalhar seus miolos por todo o Hawaii. E você, loirinho, acho bom não falar nada porque você é outro que tá merecendo ser espancado.
Eles abriram um sorriso malicioso.
- Gosto das violentas. Principalmente se são gostosas. – O moreno disse.
Carlos fechou a cara na hora e já ia se levantar.
Fiz um sinal de “fica quieto”.
- Qual o nome de vocês?
- Freddie Kruegger.
- Jeff, O Assassino.
Revirei os olhos.
- Freddie e Jeff, vão tomar no cú, tá bom? Boa sorte aí. – Falo com raiva e marcho até a areia. Os meus amigos estão rindo que nem condenados.
- Isso foi melhor que assistir Scary Movie 5. – Cammie dá uma risada.
- Vocês observaram tudo o tempo todo? – Pergunto preocupada.
- Claro que sim! E metade da praia também! – Katie fala.
Viro-me e vejo que as pessoas estavam rindo e apontando para Jeff e Freddie (já que não sei o nome deles) e outros olhavam para mim com medo e admiração.
Bem, whatever. O que importa é que no meio da confusão e depois de ser acertada em cheio por uma bola de vôlei, perdi meus fones de ouvido.
Para minha surpresa, encontrei Carlos cantarolando World Behind My Wall do Tokio Hotel, banda que eu estava escutando inicialmente, mas eu estava ouvindo Ich Bin Nicht Ich e seria estranho o ver cantando em alemão, até porque não entendo bulhufas essas músicas até que olhe a tradução, mas eu canto mesmo assim, é tipo “ajudcneuefmimdiamsn jdmfemfuenf ajmeimf msifneiAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAASdunfuefn”. Haha. Porém nunca.
- Sabe do que a gente podia brincar? – Carlos pergunta.
- Do quê? – Pergunto.
- De verdade ou consequência.
- Te meto a vara moleque baitola. – Estranhamente, quem disse isso foi Cammie...
{...}
Ainda sou arrastada para essas ideias patéticas, e todo mundo protesta, mas acaba fazendo a vontade do Carlos porque ele choraminga.
- Me recuso a brincar, estarei observando, sentadinha no meu canto e ouvindo músicas alemãs. – Falo me jogando numa cadeira.
Mesmo com areia na bunda nós voltamos para o quarto, para brincar disso.
- O que você ver, fica aqui, ouviu Samantha? – Katie fala séria.
- Tanto faz. – Murmuro ligando minha música.
Alguns minutos depois, resolvi fingir que estava ouvindo música só para ver o que aqueles seres humanos estavam aprontando.
James e Carlos estavam se encarando mortalmente. Os outros estavam em expectativa.
- Gosta da Sam ou não?
- Gosto. – Carlos responde sorrindo.
Depois que Cammie tocou na garrafa, Carlos interrompe:
- Assim como gosto da mamãe, do papai, do Logie, da Katie, da...
- AAH SEU CHATO! – James faz bico.
- Isso que dá ser burro, não especifica a pergunta né. – Katie se intromete.
Salve a pátria, Sam. Você nasceu para isso.
Tudo bem, chega!
Irritada, entrei no meio do círculo e girei a garrafa. Caiu no Carlos fazer pergunta para mim.
Nunca mais tento salvar a pátria.
- Então Sammy Ammy... – Ele deu um sorriso malicioso.
- Vou te castrar se me chamar assim de novo. – Resmungo rabugenta.
- Tudo bem, Senhorita-sou-estressadinha-e-quero-matar-todos-os-seres-do-sexo-masculino-hoje... Você gosta de mim? – Ele pergunta, mas recebe um olhar do tipo “você é muito idiota” da Katie. – DIGO, tem sentimentos românticos por mim?
- É... – Meio que gritei. – O CHÃO TÁ LIMPO NÉ GENTE!
- Responde.logo. – Kendall fala sorrindo.
Achei que o maldito ia me ajudar. Mas NÃÃÃÃÃO, quer ver a Sam se fuder mesmo.
Mais vermelha que um tomate, falei:
- Sim, mas sou muito orgulhosa para admitir, e se você me ridicularizar por isso juro que não vai ver o sol nascer outra vez. – Falo olhando para o chão e fazendo círculos imaginários com meus dedos na minha perna *trava-línguas detected.
Todos começaram a rir, menos Carlos. Que me olhava sorrindo.
HOJE É DIA DE SORRIR OU O QUÊ? O QUE ESSE PESSOAL TEM CONTRA SER REVOLTADO E CRUEL?
Revoltei-me.
Merda. Depois de admitir isso, só posso perceber algo: não sou eu.
Notas finais
Ah, comecei uma original. Está no começo (tapoha, agora que digitei isso eu me sinto com problemas) e queria que vocês lessem, já que estão acostumados a minha linguagem imprópria e sarcasmo sobrenatural ^^ http://fanfiction.com.br/historia/353908/Problematic_Relationship/
Tipo, eu ficaria muuuuito feliz se vocês fossem *u*
Mas ok, espero que tenham gostado do capítulo e comentem babys, amu voçeis
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