Bryan, e a Bússola de Ouro.
2 Capítulo 2 - O inicio de uma jornada.
Notas iniciais
Tomará que desvendam nesse episódio o pequeno mistério.. E outra, na próxima terá uma luta emocionante!
- Até que enfim acordou. – levantou-se um garoto de pele um pouco escura semelhante a um sagitário. – Vamos.
- A onde estou? – perguntou Bryan se levantando em susto da sua cama. – Mas, eu desmaiei?
- Aqui é o seu chalé, o chalé de Zeus que seu pai deixou especialmente para você. – afirmou Steve erguendo os braços, enquanto Bryan andava até a varanda do enorme local.
O chalé era imenso, uma grande caixa de mármore branco, com colunas pesadas na frente. Tem portas de bronze polido, que, dependendo de onde se vê, parece que são atravessadas por raios. Localizado no alto do grande morro que rodeia o grande acampamento, sua visão é completamente linda conseguindo ver tudo do alto como uma ave.
- Uma bela visão. – afirmou Bryan pondo sua mão sobre o mármore da varanda. – E agora, homem com chifre? Precisa de gorjeta?
- Esses novatos. – o sagitário logo ia até as costas de Bryan dando um impulso fazendo quase cair da varanda. – Não, eu sou seu protetor. Por enquanto, é claro.
- Idiota! – Bryan firmou seus punhos no mármore, olhando para Steve.
Tranquilamente, uma brisa gelada passou debatendo contra os cabelos loiros do semideus, deixando seus cabelos “dançar” de um lado ao outro, destacando suas íris também claras.
- Enfim, você desmaiou, pois certo campista lhe golpeou enquanto admirava a Helena. – sentou-se na cadeira. – Então, mandaram lhe trazer até seu dormitório.
- Helena? – pensou Bryan. – Mas, e o que tudo isso significa? Sou filho de Zeus?
- Sim, caro campista. Você é um dos filhos mais raros de todos os Deuses, o filho do grandioso e líder Zeus. – boceja o sagitário. – Mas, não se sinta especial.. Pois, você também pode ser morto, uma vez, raro melhor para os seres das trevas.
- Não ligo para nada disso. – corou de raiva, chutando brutamente o chão de mármore, suas veias “saltavam” mostrando ódio. – Se meu pai é o Deus mais poderoso, porque deixou minha mãe morrer!?
- Isso deve perguntar a ele. – Steve se levantou da cadeira e rumou em passos leves para fora daquele chalé.
- Espere! Espere! Mas, o que faço agora? – indagou Bryan não sabendo de nada.
- Mande um beijo para mim. – Disse naturalmente Steve, o semideus logo andejava para trás. – Estou brincando. Vamos até ali.
Um grande tom negro tomou os céus, era o inicio da noite. E não era qualquer noite, era a especial da semana que sempre se juntam na frente do rio para comer juntos e louvar por Poseidon, o Deus do Mar. A noite está linda, apenas as estrelas pequenas e a grande Lua deixam um brilho em meio aquela escuridão.
No canto, sentados, Steve e Bryan dialogam sobre o assunto do chalé, “a morte de sua mãe”.
- E então, este instrumento lhe levará ao teu desejo! – afirmou o sagitário.
- Ele pode.. – Bryan
- Sim, ele pode.. – completou Steve.
Um campista ergueu seus braços dando em sequência gritos aos dois sentados, visando avisá-los do começo do banquete.
- Vamos? – ergueu-se o jovem guardião.
- Já vou indo.. – levantou-se em um salto, o semideus corria em alta velocidade até seu dormitório, sua rapidez era impressionando parecia que seus pés não encostavam ao solo, chegando ao seu chalé em poucos segundos. – Mas.. Isso foi um vôo razo?
O toque de recolher era ouvido, todos os campistas se dirigiam aos seus chaleres com o interesse de uma noite de sono ótima aproveitando o refresco e a umidade daquele linda e boa noite. Cortinas, barulhos de fechos de portas tomou o local por instante. Sobrando apenas Steve.
- Por onde anda aquele garoto? – o guardião pensou, enquanto Helena se aproximava. – Oi?
- Olá.. Você viu o campista de quem está cuidando? – perguntou Helena, a garota que protegeu Bryan na caça a bandeira.
- Não. – um vulto passou metros de distância de ambos, com curiosidade foram indagar o que era aquilo. – Isso é? Vamos verificar.
Helena e o Sagitário acompanharam aquele vulto, deparando-se com algum campista de costas com uma enorme mochila com um escudo cor de um “raio”.
- E aí, gente.. – virou Bryan com uma roupa normal e com aquele armamento nas costas. – Como estão?
- Bryan? – surpreso Steve perguntou.
- Então esse é o seu nome? – A garota sorria vendo o garoto, pensativa.
- Sim, vou atrás do artefato que me falou agora a pouco. – Bryan disse, começando a sua caminhada para fora do acampamento. – E, garota.. Obrigado.
- Não lhe desculpo. – Helena ria, enquanto fitou Bryan. – Apenas..
- Apenas...? – Bryan.
- Se deixar ir contigo. – complementou a linda menina.
- Está bem.. Mas caso, morra! Não será minha culpa. – Bryan deu as costas andando tranquilamento, logo os dois andavam um ao lado do outro, vindo o seu guardião.
- Eu devo te proteger. – sagitário, completou.
- Fazer o quê? – Bryan arfou como um sinal de insatisfeito, enquanto manteve seu rumo para fora do lugar.
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