Brothers

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Oi pessoal, como estão? Bom, eu tinha esse capítulo pronto já faz um tempo. Me perdoem por só postá-lo agora. Boa leitura à todos! ;)

Depois de um longo tempo de viagem, estava exausto. Nunca tinha se dado conta de que uma simples ida à Xing pudesse lhe cansar tanto. Estava com sede, com fome e precisava tomar um bom banho. A travessia do deserto não era nada fácil. Mas valia a pena, já que conseguira ver May e lhe propor algo que mudaria a vida dos dois para sempre: casamento. Óbvio que a pequena xinguesa aceitou na hora, feliz da vida. Portanto, estava com ele quando retornou à Amestris. Queria falar da surpresa para seu irmão com ela do lado. Isso seria mais emocionante do que se tivesse deixado sua princesa xinguesa tão longe do local da comemoração.

Cansados, eles pegaram um trem em direção a Resembool. Estavam ansiosos para chegar lá. Talvez Ed já tivesse chegado por lá e estava o aguardando. O loiro menor estava mais ansioso que a noiva, já que não via o irmão mais velho a mais de um ano e meio. Queria conversar, colocar o papo em dia, matar a saudade. Queria chegar logo e ver a reação do loiro, agora maior, como seria. Com certeza ele iria aprovar, já que rolavam altas brincadeiras sobre esse assunto. Brincadeiras do tipo: “a xinguesa estava mesmo na sua”, ou então: “quando você irá à Xing pedir May em casamento?”. Essas brincadeiras partiam da parte do mais novo também. Perguntava quando Ed iria se declarar e pedir Winry em namoro. Os dois nunca se cansavam disso. Um era confidente do outro. Um guardava o segredo do outro. Sempre foram assim. E nunca se envergonhavam das brincadeiras que faziam. Claro, exceto quando as meninas estavam por perto ouvindo. Isso causava desconforto em ambos.

Entre um devaneio e outro, Al escutou o trem apitar. Esse som lhe era bem familiar. O som de que estavam quase chegando ao local de destino. Seu coração alpitava mais ainda de ansiedade. A pequena xinguesa teve até que lhe dar um copo d’água para ver se o acalmava.

“Está tudo bem Alphonse-kun. Chegamos... Logo você verá seu irmão...”. Essas e outras palavras de conforto partiam da pequena estrangeira, fazendo o mais alto se sentir melhor. Não demorou muito e o trem parou. Haviam chegado a Resembool, a nostálgica terra natal, onde tudo começou. Mal conseguiu ver o quanto a pequena cidade pacata havia mudado. Havia mais casas e mais pessoas. Os humanos eram tão acolhedores quanto os antigos que já moravam por lá. Todos o cumprimentavam sorridentes. Não havia mudado tanto assim, afinal de contas.

No fim da estrada, havia uma casinha simples de madeira amarelada, escadas na portaria e um cachorro usando automail em uma das patinhas repousava na varanda. Quando reconheceu o loiro mais novo, saiu correndo e pulou no mesmo. Parecia feliz em reencontrar um antigo amigo. O Elric mais novo deu um pouco de atenção ao cão e depois foi em direção a casa amarela. Queria encontrar a todos. Queria encontrar seu irmão.

Notas finais
E então, o que acharam? Mereço reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.