Brotherhood
16 Na sombra de uma tradição
Uma história de Kyle
Viver em uma região tendo uma religião diferente da maioria não é fácil, mas Gerald e seu irmão Murrey conseguiram ter uma infância relativamente feliz. Vindo de uma família judia bastante tradicional, descendentes diretos dos Levis, o pequeno judeu sempre aceitou bem sua religião, afinal não tinha uma educação fechada. Gostava de ter vindo diretamente dos dozes patriarcas filhos de Jacó.
Seu melhor amigo foi Stuart e tinha fortes amizades com os pais de Stan e Craig. Entre no grupo sempre foi mais politicamente correto, mas não importava de burlar algumas regras de vez enquanto, sabia que erros e acertos fazem partes das aprendizagens e seus pais eram muito modelados.
O único problema que seu pai era muito preconceituoso contra os pobres, sempre alegava que essa classe econômica tinha que ser longe de South Park e desaprovava a amizade do seu filho com Stuart. Mesmo assim Gerald mantinha amizades com ele, afinal eles eram melhores amigos.
Como judeu, Gerald sempre foi bom com os números, mas sentia atração nas áreas humanas. Portanto sempre estava em grupos de debates e estava presente em alguns movimentos. Não era tanto ligado a participar como Randy em movimentos. Teve muito contato com a Testaburger, já que a mesma era a garota mais atuante nos debates, mas preferia não ter muita intimidade com ela, já que era uma feminista radical e gostava de sempre está certa em seus argumentos.
Gerald nunca foi de namorar durante a infância e adolescência. Teve alguns casos temporários, mas nunca uma namorada fixa, já que sua mãe não aceitava que meninas não-judeus tivessem um relacionamento com seu filho. Sua primeira experiência sexual foi com uma prostituta, quando ele foi levado para um bordel pelo seu melhor amigo.
Com suas notas não foi difícil de conseguir bolsa de estudos na Harvard. Esperava que Stuart também fosse com ele, mas ele não conseguiu a bolsa de 100%, que impossibilitou dos melhores amigos irem juntos. O que o judeu nunca descobriu que seu pai usou seus contatos para impedir que o jovem mais pobre entrasse na faculdade e ainda conseguiu uma bolsa para o próprio filho. Por ironia do destino o senhor Broflovski morreu de parada cardíaca três anos depois que Gerald entrou na faculdade.
Formando-se em direito resolveu trabalhar em uma cidade grande dos E.U.A: Nova Jersey. Mal sabia ele que conheceria a sua futura esposa nessa cidade.
Sheila Schwartz, filha de Cleo, foi uma garota nascida e criada em Nova Jersey. Vinda de uma família judia, mas sem muita tradição. Sendo ruiva e ter um nariz meio torto passou diversas perseguições no colégio, principalmente com as garotas. Sendo uma garota de Jersey contornava isso em envolver diversas brigas e sempre ganhava todas. Era magra na infância, mas na adolescência começou a engordar que aumentou as perseguições que ela sofria. Não tinha nenhum dia que ela não brigava na rua ou no colégio.
A judia teve diversos relacionamentos, mas nunca sentiu apaixonada por nenhum namorado, afinal os homens de Jersey são mais calmos que as mulheres, mas tem um ego maior do que a boca e sempre se preocupam em está em academia e mostrar os braços. Sheila não gostava muito desses tipos de homens, queria alguém... diferente na sua vida.
Estava cansada na vida de sua cidade. Cansada nas brigas constantes. Cansada de agir como vadia de Jersey. Era queria mudar, mas não encontrava oportunidade. Pelo menos ainda. Até que um dia seu pai morreu e a família paterna estava querendo a herança que o mesmo deixou. Daí sua mãe contratou um advogado. Os judeus são famosos por economizar ao máximo com qualquer tipo de coisa, a mãe de Sheila não era diferente. Queria gastar o mínimo possível com um advogado, mas queria o melhor serviço possível. Então por que não contratar os serviços de um recém formado em direto da melhor faculdade dos E.U.A?
Foi assim que Cleo contratou um advogado chamado Gerald Broflovski. A aparência do rapaz de Colorado agradou muito a senhora, afinal era um judeu tradicional, algo que não tem muito em Nova Jersey, principalmente alguém que usa o quipá (chapéu judeu) no seu cotidiano já é um sinal que segue as tradições a riscas.
O primeiro contato entre o futuro casal não foi muito impactante. Sheila achou o judeu sensível demais, enquanto Gerald achou a judia... feia. Tudo mudou quando outras mulheres de Jersey queriam o judeu, que fez a ruiva lutar para conquistar o moreno. Seria mais por vaidade do que por amor a tentativa dela, mas com o tempo a mesma desenvolveu sentimento pelo mesmo.
Gerald era um homem que Sheila nunca viu em nenhum outro, afinal colocava o ego acima de tudo como os homens de Jersey, era um dos judeus mais politicamente corretos que já conheceu e sem contar que era sensível em escutá-la. Conquistar foi um grande desafio, já que fisicamente não era muito... graciosa (na visão da própria Sheila), afinal tinha um nariz torto, era gorda, ruiva e ainda era nascida e criada em Jersey. A insistência dela conquistou o judeu e se casaram (interessante que sua irmão se casou com o namorado dela ao mesmo tempo).
Sua gravidez refez repensar o futuro de sua família. Não queria que seu futuro filho fosse criado em Jersey já que não queria uma menina com atitudes vadias ou um menino que coloque o próprio ego acima de tudo. Por isso que Sheila junto com seu marido e mãe se mudaram para Nova York para esquecer do passado de Jersey. Quando a mãe de Gerald morreu herdou a casa em South Park levou a mulher para morar em sua cidade natal. Foi assim que nasceu Kyle Broflovski, o primeiro primogênito do casal. Meses depois descobriu que seu sobrinho também foi nomeado a nome Kyle (ela sempre chama o sobrinho de Kyle 2).
Sheila para esconder suas origens de Jersey passou a ser politicamente correta para apresentar uma imagem de uma mulher conservadora e uma judia vinda de uma família tradicional e facilmente conseguiu ser uma das pessoas mais influentes em South Park. Ela soube do caso entre Liane e Roger. Um comentário simples foi dito da judia que desaprovava os atos da senhorita Cartman na festa “South Park’ s 12th Annual Drunken Barn Dance”.
Sheila não fez por mal comentando sobre Liane, mas as conseqüências dessas palavras meio que condenou Liane a ser considerada uma prostituta, tanto que incentivou a mãe de Wendy a influenciar a cabeça de Roger a não se afastar de Liane.
Talvez se a judia tivesse tomado uma opinião mais favorável para senhorita Cartman, afinal em New Jersey é muito comum ver as mulheres de lá serem ninfomaníacas ou até sodomitas, mas como queria esconder suas origens acima de tudo, passou essa imagem de mulher conservadora. Talvez se não tivesse falado nada, a situação de Liane estaria diferente. Claro que tudo isso não passou em um plano de Betsy para tirar a mulher na vida do senhor Donovan.
Kyle foi circuncidado aos dois anos como toda criança do sexo masculino no judaísmo. Sua primeira amizade foi com Stan. Incrível que o primeiro contato foi quando ele tinha três anos, afinal a sua família viajava muito, às vezes dava impressão que o judeu tinha se mudado recentemente.
A amizade foi imediata já que os dois tinham uma personalidade muito parecida. Combinavam em gosto, em idéias, em personalidade, em comportamento e em tudo. É como se fossem almas gêmeas. Para Kyle, o moreno era o irmão que nunca ele teve (mal sabia que anos mais tarde ele teria um irmão adotivo).
Por inocência, um dia os dois estavam brigando de bonecos de ação — Stan usando um boneco e Kyle uma boneca – brincaram que seus respectivos personagens estavam se casando. Sheila que viu de longe a brincadeira interpretou de maneira errada e imediatamente separou os dois garotos.
Kyle teve uma dura repreensão dos pais que focaram que o homossexualismo era pecado e Deus achava isso abominável. Kyle teve que ficar um tempo na casa dos seus tios aonde teve que conviver com seu primo.
No parque de South Park conheceu Kenny, o menino pobre encapuzado. Claro que aceitou a amizade do loiro, mas como era muito ligado ao Stan, não deu tanta atenção ao novo amigo. Em uma tentativa desesperada de ter amigos Kenny passou a ser disposto a fazer tudo que Stan e Kyle querem sem muito questionar que influenciaria o loiro ao longo dos anos fazer as coisas sem questionar mesmo não querendo fazer o que eles pedem.
A chegada de Eric Cartman não foi impactante de inicio, afinal ele era o mais tímido dos três e quase não falava. Só via que Kenny pegou bastante amizade com o garoto mais novo, mas para um dia e outro Cartman ficou mais agressivo passou principalmente a brigar com ele.
Seus pais sempre contaram dos movimentos anti-semitas existentes do mundo. Pessoas que se tivesse oportunidade mataria um judeu sem tiver nenhum pingo de remoço. Para Kyle, Eric virou o sinônimo de tudo de ruim da face da terra.
Queria ignorar o gordinho. Queria ser neutro, mas sua personalidade explosiva não permitia isso. Portanto começou combater ‘fogo com fogo’. Fazia questão de lembrar a condição física do seu rival, assim como o mesmo zombava de sua religião.
Cartman virou um referencial de mal exemplo. Se ele era bagunceiro, ele seria comportado. Se ele zombava de todos por causa das etnias, iria ser compreensivo com todas as etnias. Se era rude com as garotas, iria ser cavalheiro. Se ele era burro, seria inteligente. Graças a essa rivalidade começou a conversar com outras pessoas. Sempre estava disposto a apoiar qualquer inimigo de Cartman.
Na sua família sempre foi o centro das atenções, mas esse dia mudou quando seus pais trouxeram um bebe vindo de Canadá. Era estranho ver as feições daquela criança de cabelo preto e com sarnas no rosto. Seus pais apresentaram Isaac Moisha Broflovski que seria conhecido por todos como Ike.
Por um momento ficou feliz com a presença de um irmãzinho, mas logo a felicidade acabou quando o mesmo estava tendo mais atenção do que ele. É natural aos pais darem atenção para os filhos mais novos principalmente quando eles estão de pouca idade, porem Kyle ainda não compreendia isso. Passou a sentir um ódio pelo seu irmão. Não demorou muito para começar chutar (fazendo o famoso ‘chute no Bebe’). O primeiro momento que descobriu o sentimento de dever de irmão mais velho foi quando os alienígenas raptaram seu irmão e ele teve que salvar junto com seus amigos.
Seu primeiro beijo foi bem Bebe, algo não muito marcante, afinal se sentiu muito pressionado pelo melhor amigo a beijar uma garota qualquer. Tanto que não existiu sabor para ele, tanto que achou... nojento. A segunda garota já foi algo diferente, afinal teve todo trabalho de se aproximar da garota tímida, mas infelizmente a garota meio que se soltou demais. Rebecca foi sua primeira decepção amorosa.
Nunca se preocupou com seu rival e no seu bem está. No “South Park's 45th Annual Cow Days Festival” Cartman convenceu os três a irem a brinquedos que foi perda de tempo e dinheiro. Como estava querendo o premio em uma barraca de acertar o alvo convenceu Eric a participar e ganhar em um rodeio. Não se preocupou quando seu rival se acidentou no treino, assim como também não se preocupou quando o mesmo achou que era uma prostituta chamada Ming Li e também não se preocupou em levar seu rival para a casa depois do rodeio.
Em relação de moda Kyle sempre teve dificuldades de seguir. Quando a febre entre os garotos era o desenho japonês Chinpokomon, ele sempre era o mais atrasado em conseguir acompanhar os amigos. Na moda metrossexual não se sentiu muito a vontade de seguir a moda. E quando teve a febre do facebook, não estava conseguindo amizades nem mesmo com seu melhor amigo ou com outros amigos.
Irônico pensar que o judeu e seu rival compartilham o mesmo tipo de sangue. Isso ajudou o salvou de uma possível morte já que seu melhor amigo manipulou Cartman para doar um rim para ele. O que ele não entende como seu rival já salvou a vida dele diversas vezes. Algo que não entende.
Ser um judeu entre no meio de uma cidade aonde a maioria é católico não é algo fácil, principalmente no natal aonde se comemora muito o nascimento de Jesus Cristo. Precisava de algum símbolo independente do cristianismo e judaísmo, daí venho Mr. Hankey.
Basquete sempre foi seu esporte favorito. O ruivo se lamenta muito pela questão não há um interesse grande em South Park no basquete (dando mais prioridade ao beisebol e ao futebol americano), teve uma oportunidade de entrar em um time profissional mirim, mas infelizmente não foi aceito. Difícil de acreditar que o motivo de não ser escolhido foi justamente por ser judeu. Nesse dia que descobriu que o anti-semitismo não era exclusivo do Cartman.
Queria jogar basquete ao todo custo, então se submeteu uma cirurgia de “negroplastia” para ser aceito no time de basquete. Conseguiu a aparência e a altura, mas não a condição física, assim quando pulou teve seus joelhos estourados.
South Park é uma cidade que tem péssimos médicos, mas ótimos cirurgiões plásticos. Kyle conseguiu a aparência natural de volta, mas como as pernas foram costuradas fazendo que o mesmo perdesse uma parte dos movimentos. Sim, poderia continua praticando esportes, mas não teria a mesma velocidade e força nas pernas como antes. Seus sonhos de ser um jogador de basquete tinham acabado.
Sua rivalidade com o gordinho sempre foi tensa, mas tudo piorou mesmo quando Kyle se recusou a convidar ele para ir para sua festa de aniversário em Casa Bonita. Foi a primeira vez que o racista planejou algo que arruinasse seus planos. Isso fez criar um ódio maior entre eles.
Todas as suas forças agora se concentravam em atrapalhar todos os planos de Eric Cartman, afinal para Kyle, o racista é o ‘mal encarnado’. Alguém que é desmerecedor de ter uma boa vida ou mesmo felicidade. Claro que não passou agir contra ele, afinal os planos do seu rival sempre ia dava fracasso.
Só não entende como ele já convenceu diversas vezes em participar do seu plano. Talvez seja porque no fundo esperava que Cartman um dia deixasse de ser mal, mas essas esperanças nunca foram atendidas.
O limite de tudo foi quando Eric o chantageou nos eventos que envolveram uma vaca ruiva. Tudo que ele teve que suportar e passar para no fim ser totalmente em vão, foi a gota d’água. Assim entrou em consenso junto com Kenny e Stan para que Cartman nunca mais andasse com eles.
O mais impressionante que seu rival não brigou por causa dessa decisão.
“- E você Kyle? Também tenho algo pra te falar. Eu tenho que admitir que você foi o único que chegou a me escutar, mas sempre fazia isso de cara amarrada, diferente de ‘seu namorado’ que dava todo ouvido – diz Cartman referindo ao Stan – tenho que admitir que você é um bom rival já que entre nós você é o mais inteligente. Só que você sempre quer se passar de ‘senhor da perfeição’ e pega principalmente no meu pé por querer mudar os outros com vários discursos gays.
– Você sempre manipula os outros. Sempre tem preconceito pela minha religião.
– Eu não sou o único, ma sou o único que sou aberto a isso. Lembra a diretora te chamou para falar com os rabinos de Israel que falam fluentemente inglês, isso não foi preconceito com os judeus? Ou então o mais clássico: algum de seus amigos se preocupa com sua ‘religião’ por não comemorar o natal? Todos não estão nem aí, eu sou o único que não nego que não gosto dos judeus. E ainda mais mesmo se tivesse quem você é para falar alguma coisa de mim? Afinal você é pior do que eu.
– Mentira!
– Então me diga: por que você agüentava e cheirava meus peidos por tanto tempo? Se não sabe a resposta eu te digo: porque você acreditava que fazendo isso estava realizando um propósito maior: ser o novo messias e trazer a paz de Israel. Mas cá entre nós: isso não te subiu a cabeça? Isso te fez ter uma visão que Deus falou contigo que estava fazendo a coisa certa e até pediu para raspar a cabeça? E até quis impedir seus amigos te ajudarem só por causa que queria a paz de Israel? Mas será que era a paz mesmo? Ou mesmo você queria o titulo de salvador da humanidade? Cá entre nós: você é pior do que eu já que você não é sincero com suas próprias intenções. Você não se importou que a paz fosse alcançada por uma mentira e até quis ir pra frente. A minha surpresa que você até aprendeu a gostar disso”.
Essas foram a ultima briga que eles tiveram depois do fato ocorrido. Viu com seus olhos Cartman formar seu próprio grupo. Ele nunca entende como Cartman fez amizades com tal de Davin que é ruivo. Também não entendeu chamar Kevin para o grupo dele, afinal ele sempre andava com o grupo do Craig. Não foi surpresa ver Butters está com seu antigo rival e meio que achou até bom, afinal nunca foi com a cara do loiro e por fim ele não vai está mais tentando andar com eles. Porem a sua consciência cobrou. Precisava alertar o loiro sobre o perigo que estava acontecendo.
– Butters. Posso falar com você? – Kyle abordou o loiro em um intervalo.
– Sim Kyle.
–Olha cara, Cartman ta te usando.
– Como assim, Kyle?
– Aquele gordo filho da puta nunca foi confiável, ele não pensa em ninguém alem dele mesmo. Se ele está te chamando para andar com ele agora, coisa boa não é.
– Posso falar uma coisa, Kyle?
– Claro.
– Acho que você precisa cuidar da sua vida.
– Que porra é essa Butters, eu to querendo de ajudar.
– Por que me ajudar agora? Você como os outros nunca foram com a minha cara e por que agora? Só porque o Eric decidiu que não quer mais andar com você, Kenny e Stan? Não foi vocês mesmos que queriam isso? Agora deixe ele seguir a sua vida.
– Será que você não percebe que ele sempre te usou?
– Não muito diferente de você, Kyle. Eric pelo menos me trata como pessoa, você e seus amigos nunca tiveram essa preocupação – Butters se afasta do judeu deixando sem palavras.
Kyle ainda desconfiava que Cartman estava aprontando alguma, mas logo viu que nada estava acontecendo e desistiu dessa idéia. Finalmente teve tranqüilidade sem os comentários racistas do gordinho, agora só era ele, seu melhor amigo, Kenny e agora Scott que provou que é um ótimo amigo.
Com o passar dos anos houve algumas complicações com suas pernas já que seus nervos foram ligados de uma maneira errada que impediu do judeu praticar esportes. O seu pesadelo começou quando seu físico começou a engordar, assim assumindo a aparência do seu antigo rival.
Somando dificuldade de se mover e ainda está gordo (não tão gordo como no Cartman esteve) foram os fatores que mexeram no psicológico de Kyle deixando mais inseguro e mais tímido. Assim não foi investido muito na vida sentimental que fez ser um dos poucos rapazes a não conseguirem uma namorada.
O único contato que teve com o sexo feminino, alem da sua mãe, foi com Wendy, a namorada do seu melhor amigo. Sempre uma boa amizade com a morena, afinal ambos tinham o mesmo objetivo: cuida de Stan. O problema que esse contato demais causou ele ter sentimentos que... não queria ter. Sentimentos que vai de contra todos seus princípios. Sentimentos que não está conseguindo controlar.
E agora?
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