Brother And Sister
31 Decisões
Notas iniciais
Sentir um arrepio na espinha ao sentir o toque no meu ombro, mas não pude deixar de sorrir. Ouvir sua voz estava sendo relaxante para mim. Não me dei o trabalho de virar, o recém-chegado se aproximou mais se colocando ao meu lado.
– Pensei que não viria. – falei o olhando.
O loiro me mostrou um meio sorriso sedutor o que me fez sorrir de volta, era bom vê-lo aqui ao meu lado, parecia ser certo ele esta ali, por mais que eu estivesse gravida de outro. Era errado eu querer ele por perto? Eu sentia que sim, mas me sentia tão bem que não me importava se era certo ou não.
– Bom, sua mãe me fez um convite direto não poderia recusar. – deu de ombros.
Dei uma boa olhada nele, estava o Aaron de sempre, com um ar mais maduro, mas ainda o Aaron, terno bem alinhado, mãos enterradas no bolso, cabelos desalinhados propositalmente. E o sorriso que não pude deixar de notar. Aaron nunca foi uma das pessoas que mais sorria no mundo, mas ali ele estava expondo seu belo sorriso com muita naturalidade.
– Não devia esta ali? – perguntou apontando para onde meus pais estavam, mas não estavam mais sozinhos.
Vi Justin esboçar um pequeno sorriso para minha mãe e meu pai bater em seu ombro rindo de algo. Suspirei e virei para Aaron.
– Não sei. – respondi.
– Não conseguiu contar a ele? – perguntou virou ficando de frente para mim.
Balancei minha cabeça negativamente e voltei a olha-los. Meus pareciam felizes, será que continuariam daquela forma se soubesse que o filho é do Justin? Sei que eles devem desconfiar, mas sei também que eles devem esta rezando para que seja de outro, qualquer um que não seja o Justin.
– Mia. – chamou-me Aaron me tirando de meus pensamentos.
Olhei para ele, tentando disfarçar o sobressalto.
– Me acompanha?- perguntou com um sorriso que mesmo que quisesse eu não seria capaz de me negar.
Assentir com um movimento de cabeça e segurei seu braço.
Enquanto caminhávamos na direção da festa via que cada vez mais tínhamos olhares em nós, Aaron fingiu não ver e eu fingir não me importar com toda a família e amigos dos meus pais olhando para nós como se estivessem surpresos. Mamãe assim que nos viu abriu um sorriso.
– Mas que ótima surpresa. Pensei que estivesse viajando. – mamãe falou assim que nos aproximamos.
Aaron pegou sua a mãos que mamãe oferecia e como da primeira vez que se viram, ele beijou as costas em um comprimento galanteador e muito educado.
– Nenhuma viagem seria o suficiente para faltar ao seu convite senhora...
– Apenas Pattie querido. – falou mamãe com um sorriso encantado antes que Aaron pudesse terminar. – e fico feliz que tenha conseguido vir. – complementou.
Olhei para Justin a tempo de vê-lo revirar os olhos. Desviei meus olhos dele antes que eu ficasse totalmente presa a ele.
– Devo acrescentar que esta linda Pattie. – Comentou Aaron fazendo minha mãe sorrir e corar como uma adolescente.
Papai pigarreou me fazendo soltar uma risada antes que os apresentasse devidamente.
– Aaron, esse é meu pai Jeremy. – falei gesticulando para meu pai. – Pai esse é o Aaron, meu... Amigo. – sorri sem jeito.
Papai e Aaron trocaram um aperto de mãos rapidamente.
– É um prazer conhece-lo senhor. – disse Aaron.
– Igualmente Aaron. – respondeu papai. – ouvir muito falar de você, essa semana mais do que outros dias. – papai forçou um sorriso.
– Imagino. – Aaron deu um sorriso de lado e olhou para mim.
Pov’s Aaron
Minha intensão naquela festa era simples, mas ao mesmo tempo difícil, tinha que ajudar Mia, mas estaria me negando a tê-la para mim. Quando a vi aquilo se tornou ainda mais difícil, não estava em meus planos vê-la tão linda. Mas seria o melhor para ela. Ela estava visivelmente infeliz e não era isso que eu queria para ela, nunca quis, se eu soubesse que tudo terminaria daquele modo nunca teria me aproximado dela. Droga!
Mia depois de Melissa foi à única que me interessou tão meiga, tão doce, tão... Tão linda que infelizmente não conseguir resistir e me afastar. Mas não posso dizer que não tentei. Tratei-a mal, mas ela continuava presente nos meus pensamentos, pensei que me livraria dela depois daquela proposta idiota, mas não, ela simplesmente aceitou e ficou, e merda, ela tinha que ser tão linda de todas as formas possíveis?
Cacei meu alvo por toda a festa, tinha sumido enquanto eu falava com Jeremy, tinha que resolver logo tudo e sair dali o mais rápido possível, não aguentaria ver o que se prosseguia se desse tudo certo. E iria dar, eu sabia como aquilo iria acabar, e não acabaria bem para mim.
Finalmente o achei, na varanda da casa distante de todos, mas ao mesmo tempo presente, seu olho não sai da mesa onde eu e Mia nos encontrava.
– Vou fazer uma ligação, já volto. – murmurei no ouvido da Mia que estava distraia com o que Caitlin falava.
Ela me olhou rapidamente e assentiu. Levantei indo em direção a onde ele estava levando comigo o copo de uísque. Subir as escadas tentando fazer o máximo de silencio para que ele não me visse e saísse antes que eu pudesse falar.
E lá estava ele, olhando-a tão distraído que não percebeu minha presença, tomei mais um gole do meu uísque e me aproximei da sacada.
– Ela esta linda não é? – perguntei o fazendo se assustar e olhar para mim.
– O que faz aqui? – perguntou voltando a olhar para a festa.
– Vim falar com você. – respondi colocando meu copo na sacada.
– Acho melhor você voltar para lá, no momento a única coisa que quero com você é soca-lo, então saia. – falou.
Naquele momento entendi o porquê Mia não havia conseguido falar com ele ainda.
– Estar apaixonado pela a própria irmã é um tormento, ela sempre esta ali, presente, te testando, se forem próximos então, você esta ferrado. – comentei o fazendo me encarar confuso.
– O que você sabe disso? – perguntou sem sair da defensiva. – se apaixonar pela a própria irmã é um martírio. – continuo.
– Sei bem. – respondi e voltei meu olhar para a mesa que Mia estava sentada, porém ela não estava mais ali.
Controlei o impulso de procurar Mia por toda a festa com o olhar e me concentrei no que estava fazendo.
– Não você não sabe, não sabe o quão mal isso faz alguém, saber que ela pode se apaixonar por qualquer pessoa que não seja você, vê-la namorar, você não sabe como é.
– Mia já contou sobre Melissa a você? – perguntei não levando em consideração o que ele falou.
Tinha que segurar a raiva e resposta que o fizesse sair dali, antes que explicasse tudo.
– É. Ela já comentou sobre sua namorada, mas o que isso tem haver? – perguntou.
– Melissa é minha irmã. – respondi.
Justin não conseguiu segurar a surpresa.
– Pelo menos você e Mia descobriram não serem irmãos de sangue. – dei de ombros. – quando meus pais descobriram tiveram a brilhante ideia de me mandar para a suíça, no inicio era mais difícil do que agora esta sendo. – continuei. – eu não podia ligar, enviar cartas, absolutamente nada, nenhum contato com ela, ou ela também iria para um colégio interno. – contei. – Um ano depois apareceu Mia, tudo ficou mais suportável, mas continuou amando Melissa, mas agora ela esta namorando. – rir sem humor.
– Sinto muito. – falou parecendo ser sincero.
De todas as atitudes que ele poderia ter aquela era a ultima que eu poderia imaginar.
– Porque esta me contando isso? –perguntou confuso.
Finalmente saiu da defensiva. Sabia que se contasse de Melissa o faria sair da defensiva.
– Vai mesmo cometer o mesmo erro que eu? – perguntei. – vai mesmo deixa-la?
– Você sabia que ela está gravida? – perguntou.
– E isso importa mesmo? –rebati.
– Claro que importa, ela esta esperando um filho seu, não sei se sou capaz de amar o filho de outro de ficar com ela sabendo que esse filho não é meu. – respondeu.
– O filho é seu Justin. – falei de uma vez.
O Justin dele passou de irritado para confuso em uma fração de segundos.
– Não, é seu, ela disse...
– Não á possibilidades de ser meu Justin. – falei o interrompendo. — quero dizer, uma em um milhão, mas Mia tem certeza que é seu. – complementei. – ela tem tentado falar com você a semana toda
– Co- co-como? – gaguejou.
– Eu tenho mesmo que explicar como isso acontece? – perguntei fazendo careta.
– Como não é possível que seja seu? – perguntou exasperado.
– Não posso ter filhos. – respondi.
Pov- Mia.
Sabia que Aaron não faria ligação nenhuma, aquele imbecil deixou o celular em cima da mesa, o vi indo em direção a onde Justin estava, esperei um pouco.
– Já volto. – falei a Caitlin que assentiu.
Podia sentir o olhar de Caitlin nas minhas costas, mas continuei a ir em direção daqueles dois idiotas. Parei no final das escadas, dava para escutar tudo dali e eles não saberiam que eu estaria ali, não que eu estivesse curiosa, só não queria uma briga daqueles dois no meio da festa da mamãe, seria terrível.
– Melissa é minha irmã. – Escutei a voz de Aaron assim que me pus a prestar atenção na conversa.
Não estava acreditando no que tinha acabado de ouvir, Aaron não conta isso a ninguém, não sei nem porque milagre ele me contou aquilo. Não estava entendendo o que ele queria com isso.
– Pelo menos você e Mia descobriram não serem irmãos de sangue. – observou. – quando meus pais descobriram tiveram a brilhante ideia de me mandar para a suíça, no inicio era mais difícil do que agora esta sendo. – comentou. – eu não podia ligar, mandar cartas, nem nada, sem nenhum contato com ela, ou ela também iria para um colégio interno. – continuou. – Um ano depois apareceu Mia, tudo ficou mais suportável, mas continuou amando Melissa, mas agora ela esta namorando.
Eu estava confusa, mas ao mesmo tempo feliz pelo o que estava escutando.
– Sinto muito. – escutei a voz de Justin.
Eu estava escutando certo? Justin estava mesmo falando aquilo?
– Porque esta me contando isso? –perguntou Justin.
– Vai mesmo cometer o mesmo erro que eu? Vai mesmo deixa-la? – perguntou Aaron.
– Você sabia que ela está gravida? – perguntou Justin.
Toquei meu ventre sentindo meu coração disparar no meu peito.
– E isso importa mesmo? –Aaron perguntou.
– Claro que importa, ela esta esperando um filho seu, não sei se sou capaz de amar o filho de outro de ficar com ela sabendo que esse filho não é meu. – respondeu Justin.
Aquilo me atingiu como uma facada, então ele não me amava o suficiente para ficar comigo e meu filho, se o mesmo não fosse dele. Meus olhos marejaram, mas me recusei a chorar, eu não faria isso.
– O filho é seu Justin. – Aaron falou de repente.
Aquilo fez com que meus batimentos parassem por um longo segundo.
– Não, é seu, ela disse...
– Não á possibilidades de ser meu Justin. – Aaron o interrompendo. — quero dizer, uma em um milhão, mas Mia tem certeza que é seu. – falou. – ela tem tentado falar com você a semana toda
– Co- co-como? – gaguejou Justin.
– Eu tenho mesmo que explicar como isso acontece? – Aaron perguntou.
Aaron não seria Aaron se não houvesse suas brincadeiras.
– Como não é possível que seja seu? – perguntou Justin exasperado.
– Não posso ter filhos. – respondeu Aaron.
Subir as escadas, fazendo com que os dois se calassem ao ouvir meu salto bater contra o chão de mármore. Assim que os olhos de ambos encontraram-me pude ver o espanto de Justin e a expressão tranquila de Aaron que bebeu o resto de uísque de seu copo e caminhou em minha direção.
– Esta na minha hora. – falou me dando um beijo no meu rosto.
– Seu telefone. – falei entregando o mesmo.
Ele deu um risinho e o pegou.
– Esta cedo. – falei.
– Vou viajar hoje ainda, só vim resolver logo o que havia prometido. – respondeu e me entregou o copo que segurava.
Assentir e baixei minha cabeça.
– Obrigada. – falei e levantei minha cabeça olhando em seus olhos.
– Adeus Mia. – falou antes de se afastar.
Observei Aaron descer as escadas. E então olhei para Justin.
– Vamos conversar lá dentro. – sugeriu.
Não respondi, apenas o segui ate dentro de casa. A casa estava escura e vazia, a única luz que estava acesa era de fora, e não era o suficiente para deixar a casa clara. Fechei a porta atrás de mim e esperei que Justin falasse alguma coisa, mas fui surpreendida pelo os lábios do Justin nos meus, seu corpo precisava o meu contra a porta.
Retribuir ao beijo sem nem pensar duas vezes, eu precisava daquilo, precisava muito mesmo. Nossas línguas dançavam a mesma musica, quase uma dança ensaiada. Puxei Justin para mais perto pela a nuca arranhado delicadamente a mesma com minha unha.
– Eu preciso de você Mia. – disse Justin entre o beijo.
Parei o beijo com alguns selinhos, céus como eu sentir falta daquela boca, sentir sua mão no meu corpo, como sentir falta dele. Puxei Justin para o andar de cima. Entramos no primeiro quarto que vimos, no qual era o dele quando morava ali.
Não demos muito tempo para saber onde realmente estávamos, apenas fechamos a porta e voltamos a nos beijar, como se fosse a ultima vez, Justin me puxava cada vez mais para mais perto de si, fazendo –me sentir seu membro ereto encostar-se em meu ventre. Meu corpo todo se acendeu. Justin desceu seus beijos para meu pescoço, hora dando mordidas, horas dando chupões, tinha certeza que ficaria marcas, mas eu não queria saber, queria ser dele, queria ser dele naquele momento, mais uma vez. Tirei seu blasé e soltei no chão. Empurrei Justin levemente o fazendo andar para trás, ate que seu tornozelo bateu na cama e o fez sentar. Ele olhou para mim e sorriu.
Baixei o zíper do meu vestido lentamente sem quebrar nosso contato visual, tirei as alças e deixei que o vestido deslizasse pelo o meu corpo, ficando apenas vestida com uma calcinha de renda preta, chutei o vestido para o lado e me aproximei dele me sentando em seu colo com uma perna de cada lado do seu corpo e tomei seus lábios, o beijando ferozmente, Justin apertou meus seios me fazendo sentir uma dorzinha, mas não me importei, aquilo era bom, sentindo seu membro já duro embaixo de mim tendo ainda o tecido da calça e da cueca atrapalhado mais contato. Tirei sua gravada enquanto mexia meu quadril levemente encima do seu membro e mordia seus lábios.
Justin girou meu corpo me fazendo deitar na cama e pressionando seu membro contra minha intimidade, tombei minha cabeça para trás e gemi sentindo seu membro. Desabotoei sua blusa e a tirei o mais rápido que pude, Justin atacou minha boca mais uma vez, mordendo meu lábio inferior puxando para si.
Desabotoei sua calça e a puxei para baixo junto com a cueca, não queria esperar mais, estava com pressa, precisava logo daquilo, precisava senti-lo dentro de mim, segurei seu membro e o massageei levemente fazendo Justin gemer contra meus lábios.
– Eu preciso disso. – murmurei com a voz fraca.
Justin sem nem pensar duas vezes arrancou minha calcinha e ajeitou entre minhas pernas e entrou em mim lentamente, me fazendo arquear minhas costas sentindo-me completa por ele novamente. Cravei minhas unhas em suas costas e soltei um gemido baixo. Justin se movia devagar, me fazendo sentir ondas e mais ondas de prazer, me fazendo querer mais. Mas não precisou que eu pedisse suas estocadas, aceleraram mais e mais e à medida que isso acontecia meus gemidos foram ficando ainda mais altos, não queria me controlar e nem conseguiria, suas estocadas foram ficando cada vez mais fortes, cada vez mais violentas, sentia minha intimidade se contraindo contra seu membro. Justin e eu chegamos ao nosso ápice juntos. Podia sentir o liquido quente escorrer entre minhas pernas. Justin se jogou ao meu lado tentando controlar a respiração.
Fora uma foda perfeita. Senti-lo dentro de mim era a melhor sensação do mundo antes de sentir a sensação de ter uma criança dentro de mim. Criança essa que ele não seria capaz de amar se não fosse dele, criança essa que Aaron queria, por mais que não fosse sua.
Assim que estava totalmente recuperada levantei da cama. Só percebi que ainda estava de salto quando eles tocaram ao chão.
– Aonde vai? – perguntou ele sentando na cama.
Vestir meu vestido sem nem olhar na sua direção.
– Mia, esta tudo bem? – perguntou levantando e arrumando a cueca e a calça.
Respirei fundo.
– Não Justin, não esta tudo bem. – respondi.
– O que foi? –perguntou ele se aproximando.
Aquilo iria doer, iria doer demais em mim, mas eu não suportaria ficar com isso.
– Eu escutei o que você falou ao Aaron, eu escutei você dizer que seria incapaz de amar meu filho se ele fosse de outro, que seria incapaz de ficar comigo sabendo que meu filho não era seu. – respondi.
– Mas isso não tem mais importância, o filho é meu, não é? – perguntou.
– Pode não ter importância para você, mas tem para mim. – respondi seria e caminhei ate a porta.
Respirei fundo antes de continuar.
– Isso não daria certo, começamos errado, não era para ser desse jeito. – falei e abrir a porta.
Bati a porta com uma força desnecessária quando passei por ela, eu não estava acreditando no que estava fazendo, mas me sentia que era o certo, mas não devia ser, eu o amo, mas não conseguiria ficar com ele sabendo daquilo, aquilo doía, doía tanto quanto as palavras que ele me disso em seu apartamento.
Entrei no meu quarto e passei a chave, tirei os saltos e o vestido e fui direto para o banheiro. Não tinha que pensar muito, aquela era minha decisão, sei que aquilo mudaria tudo, mas era o que eu achava melhor para mim e para meu filho.
Tomei um banho rápido e voltei para meu quarto. Vestir a primeira roupa que vi no meu closet. Peguei alguns cabides com roupas e joguei em cima da cama, fiz isso mais três vezes, deixando tudo em cima da cama, voltei para o closet e peguei a maior mala e a empurrei para perto da cama de uma vez só, joguei todas as roupas ali e com um pouco de dificuldade fechei a mala. Peguei uma mala menor e fui para o banheiro colocando as maquiagens e hidratantes. Teria que ser rápida.
...
Não poderia ir daquela forma, era errado, mas depois de todas as coisas erradas que eu fiz, aquela era a única que eu sentia que estava fazendo o certo. Sentia um frio na barriga e meu coração estava acelerado, eu não iria desistir, eu já estava ali, então iria ate o final.
Bati na porta duas vezes seguida, pedindo a Deus mentalmente que alguém atendesse.
A porta foi aberta de repente fazendo com que eu tivesse um sobressalto. Mas que não importava muito.
– Mia? O que você faz aqui? – perguntou confuso.
– Posso ir com você?
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