Notas iniciais
O próximo capitulo não ta nem começando ainda, estão paciência, que vai sair daqui para sábado.
CURTAM https://www.facebook.com/FanfictionsMaahLopes EU FIZ ESSA PAGE POR SER MAIS FÁCIL DE ME COMUNICAR COM VOCÊS POR LÁ...
Vi que tem directioners lendo minha fic, sejam bem vindas e comentem, não sou directioner mas tenho vocês como irmãs também, alguma belieber ai???

Nunca havia sentindo tanta saudade quanto sentir quando estava perto de desembarcar no aeroporto internacional de London /Ontário / Canadá, parecia que quanto mais perto mais o meu peito se apertava de saudades. Passei a viagem toda — não toda, dormir um pouco- inquieta, louca para chegar logo e encontrar meus pais, minha família, eu definitivamente não deveria ter saído de casa. Esse pensamento me levou ao Justin.

Apesar do modo como ele falou naquele dia comigo e por ele ter me deixado muito triste com tal revelação, eu não sentia rancor nenhum, ate porque não fazia sentindo, eu decidir estuda praticamente do outro lado do mundo, eu optei por deixa-lo viver sua vida sem mim. Mamãe em um de seus telefonemas deixou escapar que Justin estava namorando, ri um pouco já que papai falou que Justin toda semana levava uma garota diferente para casa, tive ate um pouco de pena da minha mãe, se ilude tão fácil.


Todas aquelas pessoas saindo do avião, algumas encontraram rapidamente seus familiares, já eu não sabia onde estava meus pais, quando sinto Caitlin puxando o carrinho onde coloquei minhas malas depois de ter passado quase uma hora tentando pegá-las. Logo vi meus pais, meu pai estava com o braço por cima dos ombros de minha mãe que parecia esta se segurando para não chorar, ao lado tinha um casal, a diferença deles para meus pais era que a mulher já chorava e o homem estava tão intertido olhando para a filha que se aproximava com um sorriso largo que não viu que sua esposa estava quase inundando o aeroporto.

Assim que cheguei pais perto dos meus pais, me atirei nos braços dos dois.

– Que saudade. – falei os apertando ainda mais.

– Oh querida, nos vemos no natal. – lembrou meu pai.

No natal meus pais sempre iam me visitar, Justin nunca ia, para falar a verdade ele foi somente uma vez, isso foi no primeiro ano, depois passou a mandar os presentes pelo o papai e a mamãe. Não tivemos nenhuma briga nem nada do tipo, muito pelo o contrario, nos divertimos muito, mas na virada do ano ele me ligou e disse que não iria mais me visitar, fiquei triste com o aviso, mas apenas entendi seu lado.

– Não foi o suficiente para mim. – disse lhe dando um beijo em sua bochecha.

Analisei os dois por um momento. Não estavam tão diferentes do que no natal, mas meu pai parecia mais gordinho que o normal.

– Nossa pai, você ta mais gordo. – brinquei.

– Excesso de gostosura querida. – disse meu pai revirando os olhos, me fazendo ri.

– Mia. – chamou-me Caitlin. – me liga e não esquece que temos que dar um role por ai. – falou ela.

Eu sorrir.

– Claro que não. – falei sorrindo. – vamos aproveitar cada canto dessa cidade. – sorri maliciosa.

Fizemos nosso toque, que chegava a ser ridículo fazendo no meio do aeroporto.

O caminho de casa foi tranquilo, meu pai reclamava do short que eu havia trocado dentro do avião, sim foi um pouco complicado trocar de roupa naquele cubículo, mas era o jeito, tinha colocado uma muda de roupa na mala de mão para que eu pudesse trocar no avião, qual é, sou uma pessoa esperta ou não? Mas se você acha que eu fui ate o aeroporto sem calsinha esta redondamente enganado, eu peguei a que tinha na mala de mão e coloquei dentro do carro, Caitlin só faltou morrer de tanto rir de mim.

Percebi que estávamos indo por um caminho diferente, estranhei um pouco, tanto que resolvi perguntar para onde estávamos indo.

– Estou louca ou não estamos indo para casa? – perguntei os olhando confusa.

– Nossa casa ta em reforma. Então estamos morando em um apartamento, apenas um mês, acho que sobrevivemos. – disse meu pai com um sorriso torto.

Ele parou o carro enfrente a um prédio residencial, era bonito, e parecia ser luxuoso, passávamos pela as pessoas e minha mãe parecia conhecer todas as pessoas que passava, ela sempre foi simpática demais com os outros.

– Cadê o Justin? – perguntei assim que entrei no elevador.

– Quando saímos ele estava em casa. – respondeu minha mãe.

– Porque ele não foi com vocês? – perguntei.

– Não falamos que voltaria, achamos que queria fazer surpresa para ele. – respondeu meu pai.

Sorri. É eu realmente queria que ele ficasse surpreso com minhas volta.

Assim que entramos no tal apartamento, fiquei maravilhada, era enorme e muito bonito, sem falar na vista que era perfeita, não era nenhuma paisagem incrivelmente maravilhosa, mas ainda sim era uma bela vista da cidade.

– Justin. – gritou meu pai.

– Eu. – gritou Justin do segundo andar.

– Tem alguém que quer te ver. – gritou minha mãe com um sorriso largo.

Escutei a porta bater com violência, quase pulei com o susto. Os seus passos eram pesados na escada de madeira, ele parecia muito irritado com o chamado.

Assim que ele apareceu na escada, não deixei nem que ele me visse direito apenas corri e pulei em seu colo, agarrando sua cintura com as pernas e quase o deixando sem ar com meu abraço de urso.

– Ta louca? – perguntou ele quase sem fôlego.

Afrouxei meu abraço e afastei meu rosto para poder ver sua expressão, passou de assustada para confusa no mesmo instante que seus olhos castanhos claro encontraram os meus.

– Mia? – ele perguntou confuso.

– Pensei que por quatro anos sem vê-lo merecia um abraço descente. – disse soltando minhas pernas, deixando com que meus pés encontrassem o chão.

Baixei minha cabeça com um expressão triste, a expressão mais fingida de todos os tempos. Justin puxou-me pela a cintura e me abraçou com força, retribui ao abraço com a mesma força que ele.

– Eu tava com saudades. – falei em seu ouvido.

– Eu também. – sua voz rouca sussurrou no meu ouvido, fazendo com que todos os meus pelos se eriçassem.

Me afastei dele mais para ele não perceber que me arrepiei com a sua voz do que por vontade.

– Espero que estejam com tanta saudades um do outro que na se importem de dividirem o quarto por esse mês. – disse meu pai com um sorriso inseguro nos lábios.

– Contanto que não seja na mesma cama. – sorri para Justin e voltei a olhar para meus pais.

– Sua cama esta lá dentro desde que viemos para cá. – Justin esclareceu.

– Não vou ter problema nenhum, dividia o quarto na Le Rosey. – lembrei-os.

– A diferença é que Caitlin é uma garota...

– E Justin meu irmão. – sorrir interrompendo minha mãe. – quase a mesma coisa. – falei fazendo meus pais riem.

Virei meu rosto para olhar Justin, deu tempo de o ver revirar os olhos e mover os lábios em um xingamento.

Papai virou e encarou minhas malas.

– Justin me ajude a levar as coisas de sua irmã cima. – falou meu pai pegando uma das malas grandes.

– Não vai dar. – Justin disse encenando uma cara de decepção. – sou quase uma garota. – disse e subiu as escadas correndo me fazendo sorrir com sua hostilidade.

– Mas que menino mal criado. – disse meu pai de um jeito engraçado me fazendo rir.

É tão irônico seus pais te chamar de mal criado que chega a ser hilario.

– Eu vou pedir a ele com jeitinho. – falei e subir as escadas.

Justin não estava tão diferente, seu corte de cabelo estava diferente, ele estava mais forte, não “oh como ele é forte”, mas “ele esta forte” isso foi confuso eu sei. Abrir a primeira porta que vi na minha frente, mas não era o quarto do Justin, afinal tinha uma cama de casal que estava levemente bagunçada, abrir outra e me deparei com um banheiro, mas felizmente só havia mais uma. Dei uma leve batida na porta e entrei no quarto.

– É assim que me recebe? – perguntei. – vamos lá, desça ajude papai, depois me ajuda e me leva em um lugar legal onde vou conhecer seus amigos e provavelmente vou ficar com um. – sorrir angelical.

Justin estava jogando em sua cama com o braço direito debaixo de sua cabeça e com a esquerda mexendo no celular.

– Quem é você e o que fez com a minha Mia? – perguntou com uma sobrancelha erguida.

Eu ri, fechei a porta, e me aproximei dele.

– Ta a ultima parte você não precisava saber. – me sentei do seu lado. – vai ajudar o papai me ajuda e me leva para sair? – perguntei fazendo uma carinha de cachorro que caio da mudança.

– Vou já sair, tenho algo marcado. – falou ele e voltou a atenção para o celular.

– Com uma garota? – perguntei.

– A não ser que meu tatuador agora seja mulher. – sorriu brincalhão e colocou seu celular no criado mudo.

O encarei com o cenho franzido.

– Desde quando tem tatuagens? – perguntei.

– Desde os 16, papai e eu fizemos uma igual. – respondeu.

Três batidas fortes na porta me fez pular com o susto.

– Já trousse para cima, obrigada pela a ajuda Justin. – disse meu pai parecendo raivoso.

Justin e eu rimos.

– Deixa para ir depois, fica comigo, vamos conversar colocar os papos em dia. – pedi de um modo doce e gentio.

Não queria ficar em casa, de jeito nenhum, pelo o que conheço daquela peste, também não vai ficar em casa, ele só tinha uma opção.

– Não rola ele só meu deu hoje, já desmarquei com ele três vezes. – falou com uma voz calma, como se desculpar-se por não poder ficar, baixei minha cabeça fingindo decepção. — vamos comigo, de lá agente vai pra uma lanchonete e conversa. – sugeriu por fim.

Abrir um sorriso largo e o abracei, meio desajeita.

– Você é o melhor irmão mais velho do mundo. – falei e lhe deu um beijo molhado no rosto.

– Eu sei disso. – falou se gabando.

Justin não estava tão diferente quanto meus pais me disseram que ele estava, ele estava apenas crescido, a não ser que ele só esteja diferente com meus pais. Justin me ajudava a arrumar algumas roupas no closet que não era tão grande e provavelmente não caberiam todas as minhas coisas, não que eu tivesse milhares de roupas, mas pelo o fato de que Justin também tinha muitas roupas, se duvidar mais do que eu.

Deixei-o cantarolando uma musica e arrumando o armário, peguei uma toalha e sair de fininho para o banheiro que havia dentro daquele quarto. Acredito que Justin só se deu conta de que eu sair quando liguei o chuveiro, pois depois que o fiz, ele deu três batidas fortes na porta.

– Porra Mia, você me deixa arrumando suas coisas e vem tomar banho. – reclamou ele abrindo a porta.

A porta do boxer era de vidro, mas por conta do vapor da água quente estava embaçado e não daria para ele ver nada nem que tivesse uma vista muito boa.

– Justin, eu to no banho, se não percebeu. – lembrei-o. – queria que eu saísse com você fedendo? –perguntei.

Ele revirou os olhos antes mesmo que eu terminasse a frase.

– Pois termina logo que eu também quero tomar banho. – falou ele e saiu do banheiro batendo a porta. Parece que é imbecil.

Continuei no banho por mais dez minutos, não por estar imensamente suja, mas por esta adorando o imbecil do meu irmão gritando para eu sair logo do banheiro, do outro lado da porta, isso estava imensamente divertido.

A porta do banheiro foi aberta com brutalidade, batendo na parede e voltando ate a que havia batido nela, parecia mais aqueles filmes de terror em que o assassino vai matar a vitima dentro do banheiro, eu quase morri quando vi o rosto vermelho de raiva do Justin, quase desci pelo o ralo quando percebi que ele estava sem camisa.

– Se você não sair daí em cinco segundos e te tiro daí pelo os cabelos. – ele disse quase trincando os dentes de tão irritado que estava.

Arregalei levemente os olhos e desliguei o chuveiro.

– Me-me passa a toalha. – falei com a voz baixa e doce, não posso negar que fiquei assustada.

Ele pegou a toalha que estava encima da pia ao seu lado e caminhou ate perto do boxer e jogou a toalha por cima da porta do boxer.

Enrolei-me devagar na toalha, sim eu queria mostrar a ele que ele me assustou bastante, não que tenha sido um susto muito grande, mas eu queria vê-lo me pedindo desculpas. Sair do banheiro lentamente, quando já me encontrava perto do closet escutei Justin bater a porta com força. Peguei um short, uma blusa qualquer e joguei de dentro do closet, para acertar minha cama, coisa que não aconteceu, meu short voou mais do que devia e a blusa só faltou ir para debaixo da cama.

Bufei e fui atrás das minhas roupas intimas. Peguei uma calsinha e o sutiã que era conjunto dela, voltei para o quarto e joguei a toalha encima cama, vesti-me com minhas roupas intimas e com o short, juntei minha blusa que estava no chão e coloquei na cama. Peguei minha pequena maletinha de maquiagens e voltei para o banheiro, não me importando que o boxer não estava com os vidros embaçados, que o Justin me olhou com uma cara nada boa.

– O banheiro também é meu, então não vem me olhar com essa cara não. – falei enquanto colocava a maletinha encima da pia.

Tirei tudo de dentro, hidratantes, perfumes, maquiagem não era muitas. Não gostava de colocar maquiagem muito escura sem ter um motivo. Uma festa, por exemplo, era sempre um bom motivo.

– Porque não terminou de se vestir? – perguntou ele de repente.

– Por quê? – perguntei enrolando meu cabelo para trás.

– Vai ficar andando de calsinha e sutiã por ai? – perguntou ele desligando o chuveiro.

Revirei os olhos e o virei para poder encara-lo.

– Ta de sacanagem né? – perguntei incrédula. – você já me viu em menos trajes. – lembrei-o.

Nunca fomos de se esconder um do outro, afinal ele é meu irmãozinho, não é?

Se bem que fiquei um pouco paralisada ao ver aquela cena, do meu irmãozinho no boxer, nu, e eu não poder me aproximar mais. Virei rapidamente para o espelho, peguei meu rímel tentando não transparecer que aquilo me deixou exaltada.

– Não sabia que tinham começado a fabricar calsinha jeans. – comentou dando uma olhada rápida no meu short.

Eu ri.

Vi através do espelho, Justin enrolar a toalha em seu quadril e sair do boxer.

– É porque não começaram. – respondi sem dar importância, passando a mascara de cílios.

– Você não sai daqui usando esse short nem a pau. – ele disse todo autoritário.

Revirei os olhos para ele terminando o que fazia e me virei para ele.

– Duas coisas, você não manda em mim e eu uso o que eu quiser. – falei e joguei o rímel em cima da pia e voltei para o quarto.

Escutei os passos do Justin atrás de mim, ele iria voltar a falar tenho quase certeza.

Mas não tinha nada que ele pudesse falar que me faria mudar de roupas, qual é? Passei cinco anos no “gelo” quase nunca era possível usar um short, ai quando chego a um lugar mais quente quer que eu use, sei lá o que ele quer que eu use.

– Não quero que use o que eu quero, só que para onde vamos não é muito legal você usar esse tipo de roupa, eu não quero ter que me preocupar com você lá Mia, então, por favor, coloca um short maior. – pediu ele.

Virei-me para poder encara-lo, ele estava com uma carinha de cachorro com fome, tão fofa que não podia negar o pedido.

Soltei um suspiro derrotado.

– Ok. – falei revirando os olhos.

Fui ate o closet, me troquei, sem me importar que ele ainda estivesse ali me observando.

– Vai me secar muito? – perguntei enquanto vestia a camiseta.

– Não preciso fazer isso, você já é seca. – riu indo atrás de uma roupa.

Revirei os olhos e peguei uma blusa xadrez, me joguei na minha cama enquanto ele se vestia.

(http://revista21.com.br/wp-content/uploads/2012/09/MCRIPPED-JEANSCOMBAT-BOOTS.jpg) (look Mia)

Ele podia não esta me secando enquanto eu me vestia, mas dava para quase ver os ossos dele enquanto eu o secava. Deus como ele pode mudar tanto? Ele tava incrivelmente bonito, fora que aqueles lábios rosados que dava uma vontade insana de beijar, okay sei que não é certo esta com esses pensamentos, mas pensar não mata ninguém. Na boa, Aaron me fez ficar uma completa filha da mãe.


Notas finais
E ai? Muito ruim???
Fiquei triste por não ter recebido os reviews que pensei que iria receber, 23 leitores, vocês são demais...
Esperem o proximo capitulo, ele ira sair...
Semana que vem meu pc vai ser formatado, então eu vou poder postar com mais frequencia...