Notas iniciais
O capitulo esta uma merda e pequeno peço mil desculpas, mas estou com muuuuuitos problemas...
desculpem-me

Fazia três segundos, três longos segundos que Caitlin me encarava com os olhos arregalados, olhos esse que eu sabia que mudaria para reprovação, sabia que ela estava pensando nas suas próximas palavras, mas tudo que conseguiu foi...

- O que? – perguntou quase que aos berros.

Todos próximos e alguns distantes nos encararam como se fossemos duas doidas, Caitlin até que é doida, mas não vem ao caso. Eles olhavam assustados como se estivéssemos anunciado um assalto ou qualquer coisa do tipo.

- Shhh. – coloquei a mão em sua boca para que se calasse antes que algum segurança fossem saber o que estava acontecendo ali.

- Como me conta uma coisa dessas...

- Então deleta da sua cabeça. – falei. – eu não ia contar, só contei pro Aaron...

- Contou ao Aaron e não ia me contar que está afim do Justin? – perguntou me olhando incrédula.

- Ele não teve essa reação. – observei.

- Claro, é o Aaron. – revirou os olhos incrédula. – o garoto foi mandado para um colégio interno sabe-se lá Deus porque, vocês dois transa a sabe-se lá quanto tempo sem compromisso, ele transa com metade da escola, o garoto acabou com a reputação de três menina e fez uma ser expulsa, isso é fichinha perto do que ele já fez. – debochou.

- Aaron faz essas coisas porque ele quer. – rebati.

Ela engoliu em seco, como se quisesse dizer algo que ficou entalado.

- Acha que eu sinto isso porque eu quero? – perguntei encarando-a com um olhar incrédulo.

- Só quero entender como pode gostar do seu irmão, caralho ele é seu irmão, é pra ser nojento. – falou fazendo careta.

- Você acha que eu não sei? – perguntei. – você acha que estou adorando isso? – perguntei. – que eu adoro ficar contemplando o meu próprio irmão? Pensando em como seria se não fossemos irmãos? Desejando ele cada vez que ele me olha? Acha que eu gosto de sentir isso? Era mil vezes melhor eu está apaixonada pelo o Aaron. – disse.

Ela ficou me encarando tentando reorganizar seus pensamentos. Sim é difícil de compreender, mas ela é a última pessoa que pensei que me jugaria por estar apaixonada, ela é minha amiga droga, ela tem sim que me dar bronca quando estou errada, mas ela não pode nem deve ficar contra mim.

- Eu...

- Depois a gente conversa, vou para casa. – falei a interrompendo.

Não que eu não entendesse o lado da Caitlin, mas muitas coisas foram ditas e escutadas, então seria melhor que pensássemos muito bem nas próximas palavras. Não sei se paixão era o termo certo a ser usado, até por que eu desejo o Justin como nunca desejei ninguém, mas paixão é algo diferente, é um sentimento maior do que um desejo. Não sei o que sinto, mas acho que fiz bem em contar a Caitlin, afinal ela é minha melhor amiga.

Assim que conseguir pegar um taxe disquei rapidamente o número da única pessoa que não me julga pelo o que acho que sinto.

- Diz minha vadia. – disse Aaron com uma animação fora do comum.

- Falou com a Melissa? – perguntei.

Aaron não é de esta animadinho assim, principalmente por esta preso na Le Rosey plena as férias.

- Porque? – perguntou.

- Esta animadinho demais. – respondi.

Ele suspirou.

- Falei sim. – admitiu. – mas para que me ligou? –perguntou.

- Para contar que contei a Caitlin sobre o Justin e ela surtou, meio que discutimos. – respondi.

- Você não sabe ficar calada não? – perguntou parecendo irritado.

- Aaron deixa de ser imprestável. – falei. – dar para você pegar o próximo voou para cá, por favor? – perguntei.

- Ir ai para fazer o que? – perguntou ele com uma voz embargada de segundas intenções.

- Aaron estou dentro de um taxe. – o advertir.

- O taxista é feio? – perguntou rindo.

Pela a primeira vez desde que entrei no taxe olhei bem para o homem, não era feio, era bem mais velho do que eu, o cabelo era grande e estava preso em um rabo de cavalo baixo, a barba estava para fazer, ele parecia bastante com aquele loiro do clipe da Britney de anos atrás. Ele parecia ter um físico bom, mas não deu para mim ver direito.

- Acho que a resposta é não. – falou Aaron. – beijos minha vadia. – ele desligou antes que eu pudesse impedi-lo de fazer isso.

Aaron é um filho da puta, se ele acha que vou dar em cima do taxista ele está redondamente...

- Você é casado? – perguntei ao taxista.

Ele me olhou pelo o retrovisor.

- Sou. – sorriu.

- Hum, tem filhos? – perguntei.

- Ainda não. – respondeu.

- É fiel à sua mulher? – perguntei com um sorriso malicioso nos lábios.

- Não me coloque a prova de folgo senhorita. – foi um pedido.

- A prova de fogo ainda não começou. – sorrir maldosos.

O homem voltou sua atenção para a rua, mas pouco tempo depois parou o taxe, a rua era duas quadras da minha casa, porem onde ele parou não tinha muitas pessoas na rua.

- Ora, ora se minha resposta é um belo e sonoro não. – murmurei com um sorriso sádico.

- Vamos lá garota, faça o que está afim de fazer ou só tem palavras? – perguntou por fim.

Passei para frente, desci um pouco do banco dele e me sentei em seu colo. O homem não esperou muito, puxou meu cabelo com força para trás e tomou meus lábios com ferocidade.

O que Justin falaria se soubesse que estou quase transando com um cara dentro de um taxe, cara esse que nunca nem vi na minha vida. Ah que se foda.

O homem desceu seus beijos para meu pescoço, aproveitei aquilo para descer minhas mãos pelo o seu peito, até seu cinto o abrindo, selei nossos lábios mais uma vez, passei a mão por cima de seu membro e o apertei de leve, fazendo com que o loiro gemesse um pouco. Ele desabotoou o meu short com um pouco de dificuldade o tirei.

- Qual sua idade menina? – perguntou-me entre o beijo.

- No momento não importa. – falei beijando seu pescoço e mordendo-o de leve no mesmo local. – apenas continue e termine o que começamos. – sussurrei em seu ouvido.

O homem desceu sua mão por pelo o meu corpo até chegar o meu ponto mais sensível naquele momento, contatando que minha intimidade estava completamente húmida, o homem colocou minha calcinha para o lado e passou o dedo no meu clitóris me fazendo soltar um gemido rouco no seu ouvido.

Com minha mão direita passei no seu membro mais uma vez e tirei o mesmo de dentro da cueca. Passei a massagear seu membro enquanto ele fazia movimentos circulares no meu clitóris. Não aguentando muito ficar naquela situação, tirei sua mão da minha intimidade e posicionei seu membro na minha entrada desci devagar, para me acostumar com seu membro. Mas logo comecei a cavalgar com mais vontade, e dar reboladas em cima do membro dele, fazendo segurar com força na minha cintura e gemer no meu ouvido. Não demorou muito para que ele chegasse ao seu ápice, percebendo isso tirei ele dentro de mim e me sentei no banco ao lado dele.

Não eu não cheguei ao meu ápice, aquilo me deixou surpresa e irritada. Me limitei a apenas vestir meu short enquanto ele arrumava a roupa. Depois de me ajeitar, voltei para o banco detrás.

- Como é o seu nome? – perguntou ele olhando pelo o retrovisor.

- Apenas me deixe onde pedir. – falei sem olha-lo.

Aquilo nunca havia me acontecido, não só o fato de transar com um cara desconhecido em um taxe, mas também de não “chegar ao meu ápice”.

Quando dei por mim já estava parada na frente do meu prédio. Tirei o dinheiro do homem e lhe entreguei saindo do taxe com as coisas que havia comprado. Assim que entrei no prédio liguei para o cachorro que me fez cogitar transar com o taxista.

- Já? – perguntou.

- Ele gozou eu não. – murmurei baixo enquanto apertava o botão para chamar o elevador.

- Está tirando onda com minha cara? – perguntou ele.

- Não.

- Que merda de homem é esse? – perguntou se segurando para não rir.

- A merda que se preocupa em se dar prazer e não passar prazer? – indaguei.

Entrei no elevador.

- Posso te fazer ir ao céu sem nem precisar estar ai. – murmurou.

- Prove. – rebati.

Aaron riu.

- Nossa com isso meu pau já ficou duro, sabe que adoro quando me desafia. – murmurou no seu tom sexy.

A porta do elevador se abriu.

- Ai que delicia, se você estivesse aqui eu poderia tirar bom proveito disso. – falei enquanto tentava colocar a chave na fechadura.

Finalmente entrei em casa.

- Quero te pegar dentro do banheiro, tirar toda a porra daquela merda de homem de você. – falou ele.

Subir as escadas apressada. Ao que parecia não tinha ninguém em casa, Justin tinha ido sei lá onde com o Ryan mamãe e papai estavam na empresa. Assim que entrei no quarto joguei as sacolas no chão.

- Então vem Aaron. – falei.

- Okay, isso por telefone até que me excita, mas prefiro sentindo seu cheiro. – falou ele com sua voz rouca.

- Aaron então vem logo. – falei demonstrando toda a minha impaciência.

- Ei fiquei sabendo de uma boate que vai abrir ai, você devia ir conferir. – mudou de assunto.

- Onde fica? – perguntei.

- Procura na internet vadia. – falou rindo.

- Para que quer que eu vá conferir? – perguntei.

- Se for boa, você poderia me levar lá quando eu chegar ai. – respondeu.

- Quando você vem? – perguntei.

- Juro que você será a primeira a saber. – respondeu.

- Quando vai abrir?

- Hoje.

- Vou amanhã.

- Ótimo. – falou.

POV- Justin.

Ryan e eu estávamos a cinco minutos andando pelo o shopping, ficaria para esperar Mia, ela disse que me avisaria quando saísse, então fui pegar Ryan e voltei para o shopping, ficar ali sozinho seria um saco.

- Então ainda está furioso com o Chaz? – perguntou Ryan.

Tomei um pouco da vitamina de laranja na minha mão.

- Não, Mia é uma pimentinha. – dei de ombros.

- Me desculpe, mas ela é uma tentação. – falou Ryan.

Eu ri. Respirei fundo, nunca escondi nada do Ryan ele é meu melhor amigo, porque esconderia isso dele?

- Ryan. – comecei.

- Hum? – me olhou com o canudo da sua coca na mão.

- Também acho a Mia uma tentação. – falei sem saber como começar.

Não tinha como aquilo ser mais ridículo, mas também ninguém ensina como se dizer ao melhor amigo que se deseja a própria irmã.

Ryan me encarou sem entender muito o que eu estava querendo dizer.

- E ontem a noite dei um selinho nela. – contei.

- O que? – perguntou ele jogando todo o refrigerante na minha cara.

Notas finais
VOU RESPONDER OS REVIEWS AMANHA, MINHA MAE TA MANDANDO EU DESLIGAR O NOTE BEIJOSSS