Brother And Sister
17 Capítulo 20
Notas iniciais
eu nao gostei dele, mas voces sempre dizem que gosta entao... ENJOY DIVAS
Não posso dizer que estava totalmente confortável com aquela situação afinal eu estava mentindo para duas das pessoas que mais amo em toda a minha vida, mas eu quero muito que Justin e eu dermos certo, então peço desculpas, mas não vou renunciar minha felicidade de modo algum.
- Justin tem algo marcado para amanha? – perguntou papai afrouxando o nó da gravata.
- Não. – respondeu ele e me olhou como se perguntasse se tinha marcado.
Apenas disse que não com a cabeça.
- Ótimo, então não marque, quero que vá a alguns lugares amanha comigo. – disse papai parecendo estar tentando esconder sua animação.
- Tudo bem. – Justin deu de ombros.
- E a gente mamãe o que vamos fazer? – perguntei tentando parecer animada.
- Não sei, o que quer fazer? – perguntou.
- Poderíamos separar as roupas para a doação e depois ir ao shopping, eu não comprei muita coisa. – sugerir.
- Me parece ótimo, vou separar algumas coisas minhas também. – sorriu animada.
- É pai, acho que você amanha vai falir com essas duas no shopping. – brincou Justin.
- Vá por mim, o que elas vão gastar a manha não é nada com o que você já gastou em uma hora. – rebateu papai fazendo Justin fechar a cara.
Eu ri e lhe dei um abraço de lado.
A melhor parte de nós dois sermos próximos desde pequenos era que assim nossos pais não suspeitariam de nada quando eu o abraçasse ou ficasse de mãos dadas com ele quando saíssemos ou qualquer coisa que um casal de namorados fazem, mas eu e Justin não namoramos. Namoro para ser realmente namoro tem que haver o pedido e ele não fez o pedido então estamos apenas ficando. Pelo menos para mim é isso.
Pela a manha...
Pov – Justin
Acordei sentindo o cheiro doce da Mia, sentir ela em meus braços era como estivesse constatando que tudo que vivemos ontem não foi apenas fruto da minha cabeça. Aquilo me fez me sentir ainda melhor, apesar de saber que aquilo não era certo.
Levantei da cama sem nenhuma vontade, mas papai me mandou acordar cedo para podermos sair, estava ansioso, tentei arrancar dele o que faríamos, mas ele não me falou nada, Mia ate tentou me ajudar, mas não deu muito certo. Tomei um banho gelado a fim de me despertar totalmente, quando voltei ao quarto me deparei com Mia se esticando na cama ainda sonolenta. Assim que me viu abriu um sorriso me fazendo sorrir também.
- Bom dia. – falei e fui para o closet procurar algo para vestir.
Ela não me respondeu apenas sentou na cama.
Dividir o quarto com a Mia era bom e ruim, bom por estar mais próximo dela, ruim porque ela tem tanto sapatos e acessórios quanto eu tenho fora as roupas, aquele closet nunca foi tão pequeno quanto estava sendo para mim. Mas se bem que sou muito recompensado em poder dormir na mesma cama que ela.
Me vestir rapidamente e voltei para o banheiro. Mia estava escovando os dentes quando cheguei ao banheiro.
- Não vai me dar um bom dia? – perguntei ficando atrás dela abraçando-a pela a cintura.
Mia se curvou um pouco colocando água na boca. Lavou o rosto e o enxugou na toalha só então ficou de frente para mim, entrelaçando seus dedos no meu pescoço. Ela aproximou sua boca da minha lentamente, fechei meus olhos esperando por mais contato, o que não aconteceu.
- Bom dia. – falou ela próximo aos meus lábios e então se afastou.
Abrir meus olhos e a encontrei com um sorriso maroto ainda me encarando. Puxei-a mais pela a cintura e tratei logo de selar nossos lábios. Mia correspondeu com uma certa urgência, puxando a lateral da minha camisa com força para ainda mais próximo dela, sentir meu pau pulsar dentro da cueca e comecei a desejar que ele já estivesse para fora, pressionei o corpo da Mia contra a pia a fazendo sentir que ela deixara meu pau duro e louco para estar dentro dela. Mas então lembrei que tinha que sair com o papai, afastei-me bruscamente de Mia quase que com falta de ar.
- Que foi? – perguntou ela sem entender.
- Não dar para ser agora, vou sair com o papai daqui a pouco. – falei.
- E vai sair com ele desse jeito? – perguntou ela com um sorriso sacana apontando para meu pau.
- Não me provoque, se eu decidir te pegar agora eu não vou querer soltar nem acabar tão cedo, você tem seus planos e eu tenho que sair com o papai. – adverti.
Ela riu.
- Poço fazer algo. – ela mordeu os lábios apreensiva.
- O que? – perguntei.
- Me deixa te chupa? – perguntou ela.
Meu pau só faltou rasgar a cueca naquele momento. Mia só podia estar querendo me deixar completamente fora de mim. Não se pergunta uma coisa dessas para um homem, é a mesma coisa que perguntar a um macaco se ele quer banana. Se ele disser que não pode ter certeza que esse “macaco” tem algum probleminha ou já não estar com a barriga cheia.
Mia se ajoelhou de ante de mim sem nem esperar eu responder já estava tirando meu cinto e baixando minha cueca, ao sentir seus dedos tocarem meu membro eu desejei desesperadamente que ela o colocasse na boca logo. Escorei-me no balcão e deixei que ela começasse que queria fazer. Sua língua quente lambeu do inicio ate a cabeça onde chupou delicadamente. To lambei minha cabeça para trás incapaz de pensar em qualquer outra coisa que não fosse o meu pau na boca da Mia. Ela colocou ate onde pode na boca, e começou um vai e vem lento e torturante, incapaz de agüentar aquilo por muito tempo, segurei o cabelo da Mia em um rabo de cavalo mal feito, e pressionei sua cabeça contra meu pau, implorando silenciosamente que ela fosse mais rápida. Olhei para baixo e ao ver aquela cena maravilhosa me sentir ainda mais excitado. Sentir que não demoraria muito para que eu gozasse. Mia tentava ir bem mais fundo do que realmente podia, conseguindo me deixar ainda mais maravilhado com a cena.
- Mia eu estou quase gozando, se não quiser que eu goze na sua boca, pare. – falei com um pouco de dificuldade.
Aquilo pareceu ser um incentivo para que ele fizesse mais rápido.
- Se é o que quer... Olhe para mim, quero gozar com você me olhando. – falei.
Não estava mais conseguindo me segurar, Mia me olhou com um olhar sacana típico de quem adora torturar um homem daquela forma, não demorou muito para que eu me derramasse na boca dela. Para minha surpresa Mia engoliu tudo e ainda lambeu meu pau a procura de mais o deixando limpo.
Ela ficou de pé e me deu um sorriso satisfeito. Coloquei a cueca e tratei de colocar logo a calça e arrumar o cinto.
- Não sente nojo? – perguntei surpreso por ela ter engolido.
- De você não. – deu de ombros tirando a blusa que vestia e jogando no cesto.
Como assim de mim não? Então quer dizer que ela já fez isso antes?
- E do Aaron? – perguntei um tanto apreensivo com a resposta.
- Não tenho nojo dele, mas não engoli a porra dele se é isso que quer saber. – respondeu tirando o short que vestia.
Infelizmente eu ainda queria saber mais, por mais que eu não gostasse muito da resposta eu precisava saber mais.
- Sei que esta se perguntando com quantos eu já transei. – falou ela tirando a calcinha e me dando as costas.
- Quantos? – perguntei.
- Alguns, mas só chupei dois paus ate hoje, e só engoli a sua porra, então fica calminho ai. – falou ligando o chuveiro.
Era estranho a tranquilidade com que Mia relatava esse tipo de coisa para mim, sei que eu estava perguntando, mas ela parecia à-vontade em falar sobre aquilo. Não que eu quisesse que ela ficasse desconfortável ao falar aquilo para mim, mas sei lá.
- Por que você estar mais preso ao meu passado do que eu? – perguntou ela.
- Não sei, talvez porque para mim ate algumas horas você era apenas minha irmã inocente e que eu arrancaria o pau de quer encostasse o dedo em você se a desvirtuasse. – respondi e dei de ombros.
- E agora? – perguntou.
- Eu estou te desvirtuado. – ri.
Mia soltou uma gargalhada gostosa, me fazendo me sentir bem.
- Vai me esperar para descer? – perguntou ela.
Apenas assentir. A observei tomar seu banho, depois a acompanhei a observando a se vestir. Mia parecia diferente de quando chegou, estava mais espontânea, mais calma, mais serena como se antes de ficarmos junto ela fosse outra pessoa, mas aquela sim era minha Mia, menos inocente mais ainda sim minha Mia.
Mamãe e papai estavam no maior papo na cozinha. Acho muito legal a relação deles dois, tanto que espero que Mia e eu tenhamos o menos tipo de relacionamento, de amizade antes de qualquer coisa, que um compreenda a necessidade do outro, de entrega.
- Bom dia. – disse Mia ao meu lado toda animada.
- Bom dia. – falei tentando controlar minha voz.
- Bom dia. – papai e mamãe responderam ao mesmo tempo.
Papai e eu saímos logo após o café da manha, ele parecia tão ansioso quanto eu ao me levar para sair. Estávamos em silencio, mas não era aquele silencio chato, apenas não estávamos conversando, ver o meu pai sem o terno era quase que milagre, e ele parecia tão mais jovem ao berrar com as pessoas que parecia que eu havia voltado no tempo.
Paramos em frente a um prédio de mais ao menos 20 andares, não o reconheci, tenho a mais absoluta certeza que nunca fui ali. Quando chegamos ao elevador constatei que o prédio tinha realmente 20 andares, papai colocou uma chave em um pequeno suporte e o elevador seguiu para o ultimo andar. Assim que o elevador abriu revelou um apartamento, grande, a decoração era bem moderno, quase como se papai mesmo o tivesse decorado, era totalmente a cara do meu pai.
Olhei para ele sem entender muito bem o que faríamos ali.
- Meu pai me deu quando eu tinha sua idade, logo quando descobriu que eu iria seguir com os negócios da família, ele queria que eu tivesse meu refugio, e que quando eu não o agüentasse não fosse embora só que viesse para cá e desse um tempo, queria que eu tivesse meu próprio lugar quando encontrasse alguém para viver junto comigo. – contou tirando a chave e saindo do elevador, pulei para fora junto quase que junto com ele.
- Vive aqui nos primeiros anos de casado, então quando a Patrícia descobriu estar grávida nos mudamos, precisávamos de espaço para criar você. – ele sorriu. – e estávamos certos, você teria colocado o prédio abaixo. – falou me fazendo rir.
Eu queria perguntar o porquê de verdade que ele tinha me levado ali, mas estava gostando de ouvi-lo.
- Papai me disse que quando meu primeiro filho entrasse na faculdade eu passasse assim como vou passar a empresa quando eu souber que já chega que vou ter que parar. – falou ele.
Olhei para ele ainda esperando o “por que”.
- Você é o meu primogênito e eu nunca sentir tanto orgulho de você quanto estou sentindo agora, por saber que você por vontade própria quer continuar com os negócios, sempre sentir muito orgulho de você, mas quando ouvir falar a Mia o que queria eu simplesmente não me cabia em mim de tanto orgulho. – falou. – e por tradição e por achar que esta na hora, quero passar esse apartamento para você, para que tenha seu próprio refugio e para quando você não me agüentar venha para cá. – falou ele com os olhos marejados.
Nunca imaginei ver meu pai daquele jeito, e ainda estava tentando compreender o que estava se passando ali. Papai direcionou a chave para mim, antes de pega-la abracei desajeitadamente o meu pai.
- Obrigado papai. – falei e o soltei.
- Não é só por querer o que sempre sonhei para você, seja lá o que você quisesse eu iria apoiá-lo e iria ter o maior orgulho de você, agora me sinto como se meu dever estivesse cumprindo. – falou dando uma tapinha leve no meu rosto.
- Você e mamãe fizeram um ótimo trabalho em me criar do jeito que criaram. – falei.
Ele abriu um sorriso emocionado.
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Capitulo dedicado a DIVA Mirys_Cullen que deixou uma bela recomendação que eu amei... Espero ter feito um capitulo a sua altura diva... OBRIGADA
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