Broken Strings
39 Capítulo 38
(POV Katherine)
Desço as escadas devagar, não havia ninguém na sala, ajeito meu vestido na frente enquanto caminho. Alguém corre em minha direção.
- Katherine, espere. – Oliver aparece em minha frente com suas roupas estranhas e pretas. A olho com surpresa.
- A senhorita pode enganar o meu irmão, porque ele está cego, mas eu não, ele cometeu um grande erro quando se casou contigo. E maior ainda agora que desistiu do divorcio.
Mantenho minha expressão seria e calma.
- Que pena. – Silabo. – Tão jovem e tão infeliz. – Dou de ombros e sigo o meio caminho para a porta. – Oh. – Volto. – Essa coisa de lembrar do seu noivo que morreu, isso é funga sabia? É porque você é incapaz de conquistar um homem vivo e fica atrás desse homem que já se foi, assim todo mundo vê que você não tem competência de conquistar um homem de verdade.
- Cala-se, não sabes de nada! – Ela grita.
- Stefan está casando com você obrigado porque está grávida, sabe de quem ele gosta? Da minha irmã, ele é louco pela Elena. – Cuspo.
- Mentirosa, eu te conheço muito bem. – Oliver ri. Viro-me novamente e sigo para fora.
(POV Charlotte)
- Por esta eu não esperava. – Mason ri.
- Foi apenas uma sugestão, Mason, não quer aceitar, não aceita. – Digo entediada.
- Não se trata que aceitar ou não, eu não posso fazer isso, isso é grave.
- Essa ideia veio de ti?
- Claro que não. – Respondo. – O que acontece, Mason, é que senhor Salvatore faz de tudo para salvar Damon da Katherine. Alias acho até um exagero essa recompensa que ele está oferecendo.
- Recompensa? Que recompensa? – Mason se interessa.
- Ouros, Mason, a pessoa fica independente o final da vida.
- Eu acho essa ideia atraente, mas muito arriscada.
- Você apenas precisa marcar um encontro com Katherine, Giuseppe avisa para Damon, apenas.
- Não sei... – Aproximo-me.
- Por favor, amor. – O olho com carinho.
- Tudo bem... eu vou a esse encontro. – Sorrio.
- Ótimo! – O abraço. – Então combinamos e você se encontra com ela.
- Certo, e então?
-Então você fala com ela, conversar sobre coisas normais. Mas apenas um papo! – Finjo enciumada. Mason ri.
- Tudo bem.
(POV Katherine)
- Amor, vai subindo, vou levar a jarra de água para nós. – Sorrio.
- Tudo bem. – Beija-me brevemente. Vejo Damon subir as escadas escondida na porta da cozinha, assim que entra no quarto vou até as bebidas, eu precisava beber algo, havia dias que não colocava um bom álcool na boca.
- Ah! Que susto! – Vejo Giuseppe me olhando.
- Bebendo escondido. – Ele sorri. – Bebe escondido porque o marido não pode saber que continua bebendo.
- É, mais ou menos. – Continuo a beber.
- O Damon não pode ser enganado por muito tempo.
- Eu não estou enganando ninguém. – Faço-me de cínica.
- Meu filho está cego. – Giuseppe me olha com desprezo. – Vou providenciar um par de óculos para ele.
- O senhor não desiste, não é? – Ele nega. Dou de ombros e subo as escadas o ignorando.
(POV Elena)
- Tem que colocar uma grande quantidade, senão eles sentem fome.
- Estou colocando. – Tyler brinca.
- Estou falando serio, coloque uma grande quantidade, não pode sobrar!
- Eu sei, eu que corto essas folhas, sei como dá trabalho, mas dá pena, porque eu suei para cortar esta quantidade. – Vou até Tyler e pego uma grande quantidade de folhas e coloco para o cavalo em sua frente.
- Tudo bem já sei. – Tyler ri.
- Já terminei a minha parte, vá logo com a sua! – Grito no fundo do estabulo, colocando o grande baú nas prateleiras dos fundos. – Tyler! Coloque mais! – Rio.
- Estou acabando já! – Joga a pequena quantidade no ultimo cavalo restante.
- Não vou mais chama-lo para dar capim aos cavalos! – Reclamo indo em sua direção. Paro um sua direção.
- Tem uma folha aqui. – Tyler a retira do meu cabelo.
- Onde?
- Já retirei. – Mostra-me a folha.
- Está todo suado. – Olho para seu pescoço que brilhava a oleosidade.
- Você me põe em trabalho duro! – Rio. Tyler me pega de repente e coloca-me em sua costas.
- Tyler! Coloque-me no chão! – Grito. Tyler corre para fora do estábulo correndo pela área de fora, meus cabelos não trançados quase tocavam ao chão. Tyler para imediatamente e não entendo o porquê. Olho entre suas pernas e vejo alguém. Sinto-me puxada rapidamente ao chão, meu cabelo fica em meu rosto.
- Damon. – Sussurro retirando o cabelo de meu rosto.
- Elena. – Ele parecia serio. Oh, não.
- Desculpa-me, Tyler me fez uma visita. – Sorrio.
- Eu vejo.
- Eu já vou indo, tenho muito trabalho a fazer. – Tyler me dá um pequeno beijo no canto dos meus lábios.
- Está se relacionado com Tyler. – Damon conclui. Tyler já se fora.
- Não é bem isso...
- Tudo bem, eu entendo e não contarei a ninguém. – Damon sorri.
- Obrigada.
- Mas sabe que não pode se relacionar com trabalhadores. – Damon me provoca.
- Damon, eu sou uma trabalhadora agora, então tecnicamente... – Sorrio.
- Entendo, faça o que quiser. – Damon parece sem graça, ele se desaproxima. – É melhor eu ir.
- Tudo bem. – Até quando ficaria aquele momento tenso entre Damon e eu? – Ah... Damon! – O chamo, ele se vira.
- Será que pode falar comigo por alguns estantes, não agora... depois se quiser.
- Pode ser agora, não tenho nada para fazer na verdade, eu... – Damon tenta dizer algo. – Eu queria cavalgar com Luz, mas eu fiquei um pouco sem graça quando te vi com Tyler.
- Desculpa-me.- Sussurro.
- Está tudo bem, naquele banco, pode ser? – Damon segue até o banco onde a arvore de amoras o cobre. Damon se senta e eu me sento ao seu lado.
- Acho que temos realmente coisas para conversar. – Damon me olha, os olhos, oh não, os olhos.
- Sim. – Concordo.
- Sobre o que que falar?
- Pode falar primeiro. – Sorrio.
- As damas primeiro. –Ele insiste.
- Tudo bem. – Damon estava em humor ótimo, era estranho vê-lo assim. – Eu queria na verdade conversar sobre tudo, acho que nos conhecemos, tivemos um breve ‘’romance’’ e logo nos distanciamos por causa de Katherine, não pude explicar, não pude dizer a minha parte, sei que pensa que sou uma mentirosa, mas Damon, eu realmente nunca quis te magoar, eu tive que fazer aquilo, mas não posso dizer porque.
- Porque brincou com os meus sentimentos, Elena? – Sua expressão sofrida me dava pena.
- Nunca quis fazer isso.
- Mas fez, e me machucou, sabe o quanto andei pela a cidade em sua busca, e quantas noites deixei de dormir pensando apenas em ti? – Meu coração se acelera.
- Desculpa-me, mas... eu não tinha escolha. – Meus olhos se enchem de lágrimas.
- Eu realmente gostava de você.
- Não gosta mais. – Concluo, Damon me olha.
- Não sei. – Ele se vira. – Eu te conheci primeiro, eu estou confuso!
- Sei que Katherine falou mal de mim para ti.
- Katherine me falou tudo Elena. – Ele não iria acreditar em mim.
- Eu apenas queria saber porque fez isso comigo, porque apenas se mostrou o que era logo de inicio. – O olho surpresa.
- Damon, eu... eu fui eu mesma quando abri o meu coração para ti, eu não estava fingindo!
- Então porque me deixou?
- Porque eu não tive escolha, eu tive que sair daqui, eu deveria te dar um tempo, eu não posso dizer tudo, mas eu queria apenas o seu bem. – Damon se aproxima.
- Eu gostava de você.
(POV Oliver)
Vejo Damon entrar rapidamente pela porta, ele estava estranho.
- Damon! – O chamo, ele para e me olha.
- Olie, o que quer? – Limpa algo nos olhos, ele estava chorando.
- Está chorando?
- Não. – Ele nega se escondendo.
- Não? – Rio. – Damon, por favor, estás chorando sim! – Aproximo-me dele.
- Está tudo bem.
- O que foi? – Limpo o seu rosto. – Fale para mim, o que foi?
- Complicações. – Ele responde após alguns segundos.
- Como assim complicações?
- Não quero falar sobre isso Olie, por favor, deixe-me subir. – O largo, Damon segue para as escadas. Estava com pena de meu irmão, será que aquela cobra da Katherine fez algo?
- Olie.
- Stefan. – Sorrio.
- Estava falando com Tyler lá fora, chamou-me?
- Sim. – Sento-me no sofá. – Na verdade, queria falar sobre o nosso casamento, já que vai ser essa semana, estou ansiosa. – Stefan sorri.
- Será tudo bem.
- Espero que papai acredite, alias, queria falar contigo sobre algo. – Stefan me olha estranho.
- Sobre o que?
- Sobre Elena. – Olha-me com descaso.
- Sobre o que quer falar sobre Elena?
- Katherine me disse que você já foi apaixonado por ela. – Stefan sorri.
- Mas isso é ridículo, Elena e eu temos uma amizade muito forte, apenas. Por quê? Está com ciúmes? – Levanto-me do sofá rapidamente com nervosismo.
- Claro que não apenas não quero me casar com um homem que ama outra.
- Mas é de mentira, não é?
- Sim, mas mesmo assim! – O olho incrédula.
- Não fique preocupada, Elena e eu somos amigos, tenho que ir, irei ajudar Elena com o trabalho.
- Tudo bem, adeus. – Sorrio.
- Adeus.
(POV Katherine)
Entro na sala e não havia ninguém, Damon deveria estar no trabalhando e Giuseppe com ele.
- Katherine! – Emily surge na sala.
- Emily, o que foi?
- Richard me deu esse bilhete e mandou entregar para você. – Lembro-me daquele velho tolo.
- Ele que escreveu? – Emily sorri.
- Não, foi Mason. – Sussurra.
- Mason? – O que Mason queria comigo?
- Sim.
- Entregue-me. – Pego o bilhete em sua mão. – Vou ver, obrigada Emily.
Sento-me no sofá e abro o bilhete.
Querida Katherine,
Sei que não nos entendemos muito bem no nosso encontro passado, a senhorita tinha razão, Charlotte não chega aos seus pés, fiz besteiras quando te ignorei. Não haverá noivado, realmente fomos feitos um para o outro. Quero marcar um encontro daqui a quatro dias nos vemos na cafeteria ao lado de minha casa. Aguardo-te de manhã, as nove.
Te amo.
Mason.
Eu não acreditava no que lia, Mason finalmente desistiu da tola da Charlotte, finalmente terei Mason para mim. Rasgo o bilhete em muitos pedaços.
(POV Elena)
- Na canção, do coração, ouvia o teu bater, durma, tenha tranquilidade, pois o dia vai nascer. – Cantarolo.
- Aqui essa hora? – Tomo um susto. Viro-me rapidamente.
- Damon... não te vi. – Ajeito meu vestido que tinha a calça caída. — Deixe-me adivinhar, veio ver Luz. – Sorrio.
- Não, na verdade vim ver você, acho que nosso assunto de manhã foi um pouco dramático, não quero desavenças ou qualquer tipo de informalidade contigo, acho que te julguei mal.
- O que falas Damon?
- Desculpa-me por hoje, seja qual for sua razão de ter me abandonado, eu respeito, quero recomeçar, quero que sejamos amigos. Prazer... sou Damon.
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