Broken - Jikook
5 4. Brinquedos com defeito
JEONGGUK
—Jeon?
Dedos estalaram no meu rosto. Piscando, eu olhei para a pequena xícara de chá diante de mim.
—Obrigado — sussurrei para secretária de Namjoon quando ela saiu. Namjoon se sentou-se à mesa dele, dobrando as mãos sobre os papéis. O escritório dele era, em uma palavra, elegante, cada superfície branca ou cinza.
—Tudo bem? — ele perguntou, chamando minha atenção de volta a ele.
—Estou bem, só passei a manhã falando com estudantes universitários sobre o quão incrível eu sou — Forcei uma gargalhada, que soou muito mais lamentável do que eu esperava.
—Talvez isto fará seu dia um pouco melhor — Ele deslizou o documento para mim. —Tudo o que precisamos é a sua assinatura e você será liberado de seu contrato. Eles concordaram em todos os nossos termos e até te deram uma maior indenização... Porque não está feliz?
Eu não tinha percebido que tinha parado de respirar até que ele falou comigo diretamente. Tomando uma respiração profunda, coloquei a xícara na mesa dele e peguei uma caneta.
—Tudo o que preciso fazer é assinar isso, certo? — perguntei, enquanto lia.
—Sim, eles já assinaram. — Quando ele disse eles, quis dizer ele.
Espetei a caneta no meio do papel antes de arrastá-la para baixo, rasgando até o final.
—O que você está fazendo?
—Eu fiz algo errado? — Perguntei.
—O quê?
—Fiz algo errado? Eu não penso assim. Então porque estou correndo? Porque me sinto como um qualquer, sendo pago, me dizendo para manter a boca fechada, a aceitar o dinheiro e desaparecer?
—Jeon—
—Quanto tempo mais tenho no meu contrato?
—Cinco meses, mas Jeongguk —
—Vou trabalhar até que acabe, e só então eu partirei. Então ligue para ele e diga que vou aguardar o próximo projeto. — Me levantei, agarrando as minhas coisas.
—Jeongguk! Pare por um segundo. — Namjoon passou na minha frente. —Eu entendo o que você está dizendo, eu realmente faço, mas você não deveria se deixar levar a esse tipo de abuso emocional por causa de seu orgulho. Não há nada de errado em querer virar a página sobre ele e tudo isto. Isto não é correr.
—Para mim é. — Sentia como se eu estivesse com vergonha de algo.
—Vou virar a página e pôr tudo isso para trás, e eu preciso fazer isso por uma questão de força. Cinco meses. Posso fazer isso — não é como se eu estivesse lá todos os dias. Pode ser somente três ou quatro dias. Obrigado por sua preocupação, mas por favor faça o que eu pedi e os avise.
—Ok, vou fazer a chamada. — E saiu do meu caminho.
—Obrigado — disse saindo. De alguma forma consegui manter minha cabeça erguida até que entrei no elevador. Sozinho, descansei minha testa contra a parede.
Não só ela era bonita e elegante, mas também extremamente inteligente. Como você compara a isso?
Sua voz se repetia em minha mente, como uma faca na minha alma. Pior, não importa quão profundamente eu estava ferido, não poderia ficar zangado com ele. O que importa se ele achava que eu não era bom o suficiente?
Eu realmente não o conhecia, e ele não me conhecia. Era bom que ele pensava tão bem dela; ele queria se casar com ela, é assim que ele deveria pensar. Seu cônjuge é a pessoa que você deveria se dedicar o resto de sua vida, eles não deveriam ser a pessoa mais perfeita para você? Ela era sua pessoa. Se a situação fosse inversa, eu poderia ter dito a mesma coisa. O que me feriu foi o fato de que Yugyeom, era a minha pessoa, pensou que eu não era bom também. Gyeom me conhecia, ele tinha me visto no meu melhor e no pior, e a seus olhos, eu ainda não era suficiente.
Indo em direção a minha bicicleta, eu tentei focar nas pessoas que passavam em vez dos meus pensamentos obscuros. Peguei minha bolsa, puxei minha câmera e me equilibrando na minha bicicleta eu tirei algumas fotos. O mundo me parecia muito melhor através de uma lente. Talvez fosse porque eu poderia congelar o tempo por um segundo e olhar bem para as pessoas ao meu redor. Seul é tão lotada, todos com pressa, esbarrando em pessoas ao passar, mas raramente fazendo as conexões, raramente verdadeiramente os vendo.
Mergulhando para frente, aproveitei a brisa enquanto pedalava para casa. Foi uma curta viagem de volta, graças a Deus. Eu tinha vontade de pintar de novo. Entrando no meu prédio, levei minha bicicleta em direção a entrada quando uma garota passou por mim, derrubando seu ursinho de pelúcia e quase me derrubando. O braço do urso estava rasgado, um dos seus olhos de botão estava faltando, e o recheio estava caindo na parte de trás.
—Eu sinto muito. Ela está realmente agitada — Um homem de cabelo loiro sujo com a sombra de uma barba falou comigo, me olhando através do óculos de armação preta grossa empoleirado no nariz. Ele era bonito, de uma maneira meio nerd.
—Tudo bem. Aqui, ela deixou cair isto. — Dei-lhe o urso.
—Você é o novo inquilino do 34B, certo?— Ele estendeu a sua mão —Eu sou Lee Minhyuk. Eu moro em 32C, dois andares abaixo. Prazer em conhecê-lo.
—Jeon Jeongguk, mas pode me chamar de Jeongguk. Prazer em conhecê-lo. — Eu apertei sua mão.
—Papai! — a menina gritou da porta da frente.
—Bem-vindo novamente — ele disse antes de ir rapidamente atrás da sua filha.
Eu ri com a visão do urso pendurado indefeso debaixo do seu braço antes de ir para o elevador. A última coisa que eu esperava quando eu cheguei ao meu andar era ver Jimin encostado na porta com uma garrafa de vinho em uma mão e um saco de supermercado na outra. Ele tinha mudado seu terno sob medida por um jeans escuro e uma camisa.
Eu não disse nada, empurrando minha bicicleta até a minha porta. Ele não olhava para mim, me fazendo pensar, novamente, como diabos eu tinha acabado por tê-lo como vizinho.
—Peço desculpas — ele disse quando coloquei minha chave na porta.
Voltando para trás, verifiquei para ver se mais alguém estava no corredor.
—Sim, estou falando com você. — Ele se atirou na frente e me enfrentou. —Peço desculpa pelo que disse, foi... Eu fui um idiota. Estou aqui para fazer as pazes. — Ele levantou o vinho para eu ver, juntamente com o saco.
Olhando para longe, abri a porta. — Estou bem —"
—Eu sei que você não está. — Comecei a me sentir irritado novamente. —Eu sei que você não está bem, porque eu não estou bem. Falamos isso porque nós realmente não sabemos como nos sentimos num dado momento, e isso é muito difícil de explicar aos outros.
Olhei para ele. Mais uma vez, ele levantou a garrafa.
—Você não é médico? Não deveria estar trabalhando ou algo assim ao invés de beber no meio do dia?
—Eu deveria estar, mas já fiquei mais horas do que o permitido no nosso hospital. Eu estava trabalhando sem parar por um mês enquanto eu deveria estar na minha lua de mel — respondeu com sinceridade.
Os olhos dele... os olhos dele eram como os meus: quebrados. A coisa assustadora sobre a realidade é que todos os nossos monstros são seres humanos... os seres humanos que têm a capacidade de fazer você beber com pessoas que você nem conhece.
Abrindo a porta, eu a mantive aberta para ele entrar, colocando minha bicicleta na porta. —Você ainda não tem móveis — disse ele, olhando para o espaço aberto.
Ele estava certo, meu apartamento estava nu. Minha sala não tinha nada, só uma televisão montada na parede e minha grande janela com vista para a cidade, com um travesseiro ao lado onde eu me sentava regularmente.
—Menos móveis, mais espaço para trabalhar — respondi, tirando meus sapatos e indo para a cozinha. —Mas, eu tenho taças de vinho.
—Você não tem um estúdio ou algo assim? — Seus olhos ainda vagavam.
Não sabia o que ele estava procurando. —Eu tenho, mas várias vezes minha inspiração aparece quando eu estou em casa. É muito mais fácil pegar uma tela aqui do que correr para meu estúdio. Guardo isso para projetos maiores, planejados. Porquê? — Dei-lhe a taça e o abridor.
Ele encolheu os ombros. —Eu ainda estou tentando descobrir como você ganha a vida dessa maneira.
—Isso é meu trabalho...
—Não estou tentando ser um idiota, só estou perguntando. — Ele retirou o saco de petiscos e abriu o vinho e, em seguida, derramou uma taça para cada um de nós.
Então, ser um burro é a sua configuração padrão. Levando o copo, caminhei para a sala de estar e tomei um lugar na parede onde a janela estava.
Ele seguiu, passando Gureum que estava perto da porta, chutando a pata enquanto sonhava. Park se sentou no chão na minha frente, mas nenhum de nós falou.
Gureum decidiu então peidar, e o olhar no rosto de Jimin me fez rir.
—Isso é uma maneira de quebrar a tensão — ele murmurou, balançando a cabeça para o meu cão. —Honestamente não achei que ia passar da parte do 'Sinto muito'. Na verdade, eu pensei que você iria fechar a porta na minha cara.
—Eu estava tentado — disse e bebi. — Oh, merda, isso é delicioso.
—Bom, não é? — Ele sorriu.
Franzindo a testa, dei de ombros. —É bom.
—Então por que ainda está lambendo seus lábios?
Maldito seja.
—Eu deveria ter apenas fechado a porta para você. — Bebi um pouco mais. Ele se inclinou contra minha janela antes de beber novamente.
—Por que não o fez?
—Honestamente" Ele assentiu. —Eu não podia, depois que você me disse que trabalhava quando era suposto estar na sua lua de mel.
—Então, pena de novo — Fez uma careta, acabando o copo e servindo-se de outro.
—Não tenho pena de você, com o poderia? Você e eu estamos no mesmo barco. É mais como compreensão. Igual quando você sabia que eu não estava bem.
Mais uma vez, estávamos em silêncio por um momento.
—Você sabe — disse baixinho, terminei minha taça antes de falar novamente. —Quero dizer que nenhum de nós na verdade fomos apresentados ainda. Não sei nada sobre você.
Ele encheu meu copo: —Meu nome é Park Jimin, tenho 1.75 de altura, 70kg, 31 anos, nascido em 13 de outubro. Eu também sou um neurocirurgião no hospital nacional de Seul. Tenho um irmão mais novo que apresentou minha noiva ao amante e ela fugiu com ele no dia do nosso casamento. Prazer em conhecê-lo."
Eu ri, sentando reto a fim de apresentar-me: —Jeon Jeongguk, 1.78 de altura exatamente, meu peso não é problema seu, idade 26 anos desde o dia 01 de setembro. Eu também sou um artista plastico e fotógrafo. Meu noivo me levou a um casamento só para fugir com a noiva, me deixando sem nenhuma maneira de voltar para casa. Prazer em conhecê-lo, Jimin.
—Saúde — Ele segurou a taça dele e depois de brindar, nós bebemos.
—Ok, isso é muito bom — peguei a garrafa para ler o nome. —Sol de Savannah vermelho? Eu nunca ouvi falar disso.
—Isso é porque ele foi feito por meu pai e não é vendido nas lojas. — Ele pegou a garrafa de volta, mais uma vez derramando. —A propósito, você é muito mais jovem do que eu pensava.
Notei que ele mudou de assunto rapidamente, mas eu não ia falar sobre isso.
—Quantos anos achou que eu tinha?
Ele me olhou mais. —28 ou 29 —
—29!
—Um decente 29? — Ele tentou salvar a si mesmo. —Em minha defesa, você estava dando conselhos de vida a estudantes universitários como se você fosse tão mais sábio. Provavelmente formou-se a o que, um ano atrás?
—Tente três — Digo arrogante, e bebo. —Que idade tem ela? — Eu sabia que estava andando na corda bamba, mas por alguma razão, realmente eu queria saber mais sobre ela.
—31.
Resmunguei, encarando a parede.
—O quê?
—Gyeom tem 27. Os caras geralmente não querem as mulheres mais jovens? Ela devia ter algo.
Ele ficou tenso com o nome do Kim em um momento antes de pegar seu celular.
Eu vi a foto de Jieun e ele como seu plano de fundo. Eles estavam se abraçando, rindo. Não parecia nada mal com aquele sorriso no rosto. Ele o segurou baixo o suficiente para que eu visse quando ele tentou abrir o menu de configurações, tentando mudar a foto, mas parando na última etapa.
—Aish, eu sou lamentável — ele zombou,largando o celular.
—Ambos somos. — Levantei meu celular para mostrar a ele a foto que era meu plano de fundo.
— Isso é —
—A foto que me mandou... depois que você bateu nele? Sim, é. — Eu sorri para a imagem franzindo a testa. —Eu tenho uma pequena satisfação toda vez que eu olho para ela, mas isso não significa que estou amarrado? Eu mudei, cortei todos os contatos, consegui deixar para trás alguns dos presentes que me deu, ainda assim estou aguentando.
Ele me tirou o telefone e entregou o seu. —Mude a imagem e tenha a satisfação no fato de que eles não vão ficar juntos por muito tempo.
—E como você sabe disso?
—Porque eu pensei sobre isso um milhão de vezes desde que fugiram. Quando estavam juntos? Jieun é um tanto workaholic como eu. Entre nós e o hospital, ela não tinha muito tempo livre, então como ela poderia ter tido outro relacionamento? Percebi que provavelmente não era um relacionamento, só sexo. Deve ter sido realmente emocionante, às escondidas, se preocupando com qualquer um de nós descobrindo. Mas um relacionamento baseado em nada além de sexo e excitação não pode durar. Quaisquer duas pessoas com grandes trabalhos podem se juntar, mas acredite, isso não muda o quão vazio e sem sentido será realmente. Eles não podem ver isso agora, mas um dia isso vai abate-los. Ele me olhou, me mostrando o papel de parede de um bebê panda. Ou pelo menos, é o que digo a mim mesmo.
—Então eu vou dizer a mim também — respondi, mudando a foto para ele.
—Descaradamente promovendo seu próprio trabalho, eu vejo — ele disse quando eu entreguei o telefone de volta. Eu tinha mudado para uma das minhas pinturas a óleo de uma criança em pé na chuva.
—Um garoto tem que comer — brinquei, aceitando meu telefone.
Não importa o quão mal Yugyeom e eu tínhamos terminado, pelo menos eu nunca poderia dizer que nossa relação tinha sido vazia ou sem sentido.
JIMIN
Gemendo, me virei para alcançar meu celular que tocava e vibrava no chão. Senti, como se minha cabeça fosse quebrar.
Urgh bebi demais.
— Dr. Park —bocejei no telefone.
—Jimin, cadê você? Está tudo bem? — Minha mãe parecia mais preocupada do que devia, sendo que eu era um homem crescido.
—Estou bem, mãe —
—Então você apenas esqueceu nosso brunch?
—Não, nosso brunch, não é até... — Eu inclinei meu pulso para ver a hora, já era 11:45. — Merda —
—Por que está falando tão alto? — disse ninguém menos que Jeongguk, enrolado como uma bola ao meu lado na sua sala de estar. Cabelo negro cobrindo a testa e baba vazando do canto da sua boca. Isso é definitivamente atraente, sarcasticamente pensei comigo quando me sentei, minhas costas doloridas por ter dormindo no chão.
—Quem era? — Minha mãe ainda estava na linha.
—Mãe, onde você está neste momento? Vou encontrá-la em vinte minutos.
—Estou no seu apartamento —
—O quê? — Eu gritei enquanto corria em direção à porta. Eu esperava encontrá-la no meio do caminho, mas quando abri a porta, lá estava ela, vestida de terno pêssego suave, o cabelo dela escondido atrás das orelhas. Com o telefone ainda numa mão e um prato de bolos recém-feitos na outra, ela virou, me olhando em confusão.
—Por que você —
—Porque estão gritando tão cedo de manhã?
Jeongguk tropeçou fora da sala de estar, bem ao meu lado na porta. Ele esfregou os olhos e bocejou, voltando para descansar ao lado do seu cachorro. Eu olhei para ele, sem palavras, antes de olhar para minha mãe, cujos olhos se arregalaram em realização; eu não gostei do que ela estava pensando naquele momento.
—Mãe, este é Jeon Jeongguk.
Quando eu disse 'Mãe', eu vi a cabeça de Jeon levantar em direção à minha mãe.
—Uau, isso parece bem ruim. Nós estávamos bebendo ontem à noite — não, quero dizer — merda, nada aconteceu."
Ele divagava, rapidamente me fazendo querer bater minha cabeça contra o canto da porta e implorar-lhe para se calar. Minha mãe deu um passo em frente, um sorriso crescendo no rosto dela. — Espere, você disse Jeon Jeongguk? Como o artista?"
—Sim — respondi. —E tenho certeza de que ele tem um monte de trabalho para voltar.
—Sim, muito trabalho — Ele repetiu.
Eu saí do apartamento dele. —Temos que ir...
—Espera — Minha mãe saiu de perto de mim, quando eu tentei levá-la para minha casa. —Só vamos almoçar no Coffeeshop em 5 minutos. Por favor, junte-se a nós. Eu tenho tentado entrar em contato com seu estúdio por semanas, mas maldição é quase impossível.
—Eu realmente não estou apresentável — Eu o ouvi dizer. Minha mãe riu.
—Apresentável? A quem você estará se apresentando? Você está lindo — Tossi para aquilo.
Jeongguk olhou para mim antes de voltar sua atenção para a minha mãe.
—Não ligue para ele, ele está preocupado que eu vou envergonhá-lo. Mas, fiz bolinhos. — Ela disse focada em Jeon, cujo olhar estava grudado em mim como se gritasse por ajuda.
Eu abri minha boca para dizer alguma coisa..., mas nada veio até mim.
Apertando a minha mão sobre a minha boca, eu balancei minha cabeça, não sabendo bem o que fazer com a situação.
Por que nós dormimos? Tínhamos bebido e conversado a noite toda sobre nossas vidas ruins... Eu lembrava vagamente de ir pegar mais vinho, e depois, tudo tornou-se um borrão.
—Ok, que tal nos encontrarmos lá em meia hora, sim? — Ele tinha cedido... fracote.
Conversaram um pouco mais antes de minha mãe deixá-lo ir, e eu abri a porta do meu apartamento. Quando ela veio para dentro, e me bateu no ombro.
—Mãe!
—Como pode você ser vizinho de Jeon Jeongguk, sabendo muito bem que sou apaixonada por seu trabalho e não me dizer uma palavra?
Revirando os olhos, entrei na minha cozinha, agarrando uma aspirina e água.
—Porque para mim ele não é Jeon Jeongguk. Ele é o noivo do homem que fugiu com a Jieun.
—O que? É ele? — ela sussurrou lentamente, sentando-se no meu sofá, provavelmente com a cena toda, repetindo em sua mente.
—Quer dizer a segunda pessoa mais humilhada no dia do meu casamento? Sim, é ele. Kim Yugyeom era o noivo dele.
—Esta cidade é realmente muito pequena.
Era mesmo
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