Broken Hearts And Twisted Minds
10 Capítulo 10 - This Means War
Notas iniciais
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Mas tipo, teve o feriado, e eu fui trabalhar de jornaleira kkk Brincadeira, tava trabalhando pra folha de Sao Paulo, e a Beeh também foi trabalhar e zica total isso né.
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But whatever, here I am! =D
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E esse capitulo é muito legal lá lá lá e o nome é inspirado num filme da mulher da Avon e no lindo do Chris Pine *--* :9 (pira no cara gato)
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Musiquinha muito louca e legal do capitulo
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Segundas chances, elas nunca importam,
pessoas nunca mudam
Uma vez vagabunda, você não é mais nada,
Desculpe-me, isso nunca vai mudar
E sobre perdão,
supostamente ambos teríamos que trocar
Desculpa, querida, mas estou passando por cima, agora olhe para cá
Bem, há um milhão de outras garotas,
que fazem o mesmo que você
Parecendo o mais inocente possível
para pegar quem elas querem e o que elas gostam
É fácil se você faz isso direito
Bem, eu me recuso, eu me recuso, eu me recuso!
(Misery Business - Paramore (again))
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As mina pira nessa musica
ONCE A WHORE, YOU'RE NOTHING MORE (8'
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ENJOY ;)
- Bom dia Anne, bom dia Arthur – ela nos cumprimentou.
- Olha aqui sua sem classe. Isso não vai ficar assim – eu disse.
- Do que você esta falando querida? – ela fez sua melhor cara de cínica.
- Disso aqui sua cretina. Mas você me paga garota – eu disse com raiva.
- Anne, era ela que sabia do seu segredo? – Arthur me perguntou. A vadia aproveitou o meu momento de distração e foi saindo.
- Sim, era ela. E essa vadia me ameaçou. Ela disse que se eu não saísse de perto de você ela espalharia para a escola inteira, e foi o que ela fez. Mas comigo esse tipo de coisa não tem vez – eu expliquei – Arthur, faz um favor, leva minhas coisas pro meu armário. Eu vou dar um tempo aqui fora.
- Tudo bem Anne, fica bem sem mim.
Esperei o tempo de Arthur sair do meu campo de visão e fui atrás de Kelly. Mas um ponto novo na minha nova personalidade. Não levar desaforos para casa.
- Ei sua patricinha de quinta. Eu disse que não ia ficar por isso mesmo, mas você não ouviu. Você deveria ter um pouco mais de medo de mim. Não me chamou de assassina na minha cara e fez questão de espalhar para o colégio inteiro? Agora você vai pagar sua vagabunda – eu disse e imediatamente voei no cabelo dela. Se era confusão que ela queria, ela tinha conseguido.
Ela conseguiu me dar um soco na barriga o que me fez ficar sem ar e cair no chão, e imediatamente ela subiu por cima de minha, tentando me dar um tapa. Vê se pode? É claro que eu segurei o braço dela e girei nossos corpos, ficando por cima dela. Eu nunca tinha brigado daquela forma, então não sabia dar um soco descente, mas consegui bater tanto no rosto dela, que a boca e o supercílio se cortaram, fazendo com minha mão ficasse suja com o sangue de barata dela. Ela conseguiu de alguma forma me empurrar, mas eu me recuperei mais rápido do que eu imaginava conseguir e apertei o pescoço dela com toda a minha força.
Eu novamente fiquei por cima dela coloquei meus joelhos no braço dela a imobilizando e comecei a dar murros nela.
- Você não vai conseguir o que quer. Não comigo. Não vai me separar dele, não mesmo. Sua vadia,
Todos gritavam “briga”, “briga”, “briga”. Olhei para o lado e vi Arthur tentando se livrar de dois garotos que o seguravam impedindo ele de me separar daquela briga acabando assim com a diversão.
- Eu vou repetir mais uma vez caso você não tenha entendido. Ninguém vai conseguir tirar o Arthur de mim. Ninguém vai conseguir me separar dele. Muito menos você sua vaca. Esta me ouvindo? – eu disse e ela só conseguiu soltar um som, que parecia com um sim.
Eu ia bater mais um pouco nela, mas senti os mesmos braços fortes que me seguraram de manhã, contornarem minha cintura me tirando de perto dela.
- Se houver uma próxima. Eu te mato vadia, e eu não estou brincando – gritei enquanto era arrastada de perto.
Logo a Sra. Evans, a diretora, chegou e algumas garotas a ajudaram Kelly a se levantar. É eu estava encrencada. Notei que minha boca estava meio inchada e com um cortezinho.
- Srta Smith e Srta Campbell pra enfermaria e depois pra minha sala.
Kelly já havia sido levada pra enfermaria pelos seus amiguinhos do time então Arthur conseguiu falar comigo. Ele me olhava preocupado.
- Você esta bem Anne? Esta machucada?
- Estou bem, só a minha boca que esta um pouco dolorida. Só isso.
- Nossa Anne aquilo foi...
- Horrível, eu sei – eu disse de cabeça baixa.
- Demais. Nossa onde aprendeu a brigar daquele jeito?
- Arthur não vai me xingar e tudo mais?
- Não. Você simplesmente deu a Kelly o que ela merecia só isso. Uuuaaau você briga melhor do que eu.
Arthur parecia aqueles caras bobos comentando programas de luta livre na TV e eu apenas ria das caras e bocas e de seus comentários. Eu estava é com medo do que a vovó e papai falariam. Não consegui mais prestar atenção no que Arthur dizia. Estava preocupada com as conseqüências daquela briga.
- Anne?
- Sim
- Aquilo que você disse sobre “não vou deixar você me separar dele”, bem, era sobre mim que você estava falando?
- Era... Meu maior medo era você me deixar agora que todo esse circo estava armado... Eu só não queria ter que perdê-lo e Kelly meio que queria isso.
- Anne você sabe que eu nunca vou te deixar.
- Mas eu tive medo. Vou sempre foi a única pessoa que se importou comigo, desde que eu cheguei. Às vezes eu me pergunto por que você se importa tanto comigo, se eu nunca te ofereço nada em troca.
- Anne, eu te amo ok? Você é uma pessoa incrível.
- Eu também te amo meu melhor amigo – sorri e o abracei – não quero te perder nunca.
- Você não vai me perder – ele sorriu e nós fomos caminhando até a enfermaria.
Há essa hora nós já havíamos perdido a primeira aula então Arthur ficou comigo enquanto a enfermeira fazia os curativos em mim. Minha boca tinha um corte razoavelmente grande e isso me incomodava. Sorte não ter um namorado.
- Olha isso – Arthur me mostrou o celular.
Estava mostrando um SMS que ele havia recebido de um dos seus amigos.
“Hey dude, amiguinha brava essa que você fui arranjar. Sério esse negocio dela ter matado o namorado? A Kelly foi levada pro hospital, parece que ele esta com o braço quebrado. Boa sorte com a... Como é mesmo o nome dela? Bom, era só pra avisar. Até”.
- Nossa, isso é bom ou ruim?
- É bom se você me proteger se eu entrar em uma confusão algum dia.
- Arthur, você é forte, não vai precisar de mim. Olha esses braços – e devo anotar mentalmente: que braços!
- Anne eu sou atleta. Atletas não brigam, ou estão fora do time.
- Ninguém me contou isso. Você faz parte do que?
- Do time de futebol.
- E por que nunca me contou e nunca ficou com eles?
- Os caras são legais, mas não são as melhores companhias.
- Tenho orgulho de você Thuthu – eu disse sorrindo.
- Péssimo apelido. Nunca mais me chama assim.
- Ok senhor atleta. Agora esta na hora de ir para a diretoria. Boa sorte pra mim. Te vejo mais tarde – me levantei da maca, fiquei na ponta dos pés para dar um beijo no rosto dele e sai.
Eu. Estou. Ferrada.
É claro que meu pai já estava lá. Aquela diretora infeliz não ia deixar por menos. Tomei a maior bronca da minha vida e ganhei uma bela suspensão e um castigo do meu pai. Mas a diretora também teve a lição dela, já que meu pai ameaçou processar o colégio por me expor ao constrangimento. Deixando que o tipo de coisa que a Kelly fez acontecesse. A diretora garantiu que não aconteceria mais esse tipo de coisa e também garantiu que quem tinha causado o constrangimento a mim também seria punido.
Três dias de suspensão. Yup!
- Quer falar alguma coisa? – meu pai perguntou enquanto íamos para casa.
- Bom, acho que não. Não me arrependo do que eu fiz. Aquela cretina teve o que mereceu. Ela me ameaçou. Foi por causa dela que eu descobri sobre o acidente na internet.
- Eu não tenho muito o que fazer com você. Eu já te dei uma bronca, não tenho como te deixar de castigo já que você não tem amigos, não tem celular e não tem cartão de crédito.
- Bom, meu descanso chegou então. Três dias sem fazer nada.
- Não vai ser tão fácil assim mocinha.
- O senhor mesmo disse que não tem o que fazer comigo.
- Quer viajar comigo? Eu saio hoje a tarde em uma viagem de negócios. Vou a Berlin.
- Não tem como eu ficar?
- Não. Esse vai ser seu castigo.
- Nossa belo castigo, e você perguntou se eu QUERIA ir – eu ironizei.
- Não é mais uma opção.
Eu estava incomunicável por não ter um celular. Meu pai estava me obrigando a viajar com ele e eu estava presa num aeroporto com o vôo atrasado em uma hora por más condições de tempo. Tudo isso se resumia em duas coisas: não poderia ver ou falar com Arthur.
- Anne, acho melhor nós voltarmos para casa. O tempo não vai ficar melhor tão cedo. Vou tentar arrumar um jatinho para amanhã cedo. Mas você não escapou de viajar comigo – papai disse interrompendo meus pensamentos.
- Nós podemos passar na casa da vovó?
- Podemos – ele concordou e eu sorri.
Vou poder ver o Arthur! Feliz, Feliz!
Ao chegar à casa de minha avó, a chuva parecia mais terrível do que nunca. Eu não conseguiria ir a casa de Arthur tão cedo. Droga!
- Fiquei sabendo o que aconteceu no colégio Anne. Arthur veio procurar por você e me contou – vovó comentou.
- Sua neta anda muito estressada mamãe – papai disse.
- Boa garota. Na sua idade eu também não deixava as lideres de torcida me fazerem de boba – vovó cochichou comigo.
- Vovó tem algum guarda-chuva que eu possa usar? – perguntei.
- Tem um bem grande, mas não sei onde esta guardado. Quer ir à casa de Arthur?
- Sim, não o vejo desde cedo, quando ele me deixou na enfermaria.
Deixei os dois lá e fui procurar pela governanta que eu nunca lembro o nome. Ela pegou o guarda-chuva para mim e eu sai mesmo com a tempestade que caia.
Cheguei na porta dos Cooper toda ensopada e toquei a campainha desesperada.
- Olá, posso ajudá-la? – uma senhora atendeu a porta.
- Oi, eu sou Anne Campbell, o Arthur esta?
- Sim. Entre que eu vou chamá-lo. Você pode esperar na sala de estar – ela me indicou o caminho e eu fui esperar por Arthur. Eu estava pingando. Sujei todo o chão da sala.
- Obrigado Vilma, não vou precisar de mais nada – ouvi a voz de Arthur. – Anne? – ele disse meio assustado ao entrar na sala.
- Eu – respondi.
- Você não ia para Berlin com seu pai? Eu fui procurar por você e sua avó me disse que você iria viajar. Fiquei um medo de seu pai te mandar de volta para nova York – ele disse se aproximando.
- Não dê essa idéia ao meu pai. Ele ainda esta procurando um castigo para mim.
- Você esta toda molhada. Vem que eu vou te arranjar uma roupa seca.
Segui Arthur até o seu quarto e ele entrou no closet a procura de algo para eu vestir.
- Seu quarto é sempre bem arrumado assim? – perguntei enquanto olhava melhor a decoração.
- Sempre que a Vilma passa por aqui sim – ele respondeu ainda dentro do closet.
- Sabia que você não era tão perfeito assim senhor Cooper – eu disse rindo parando em frente a um painel de fotos.
Havia fotos de Arthur com sua mãe em diferentes lugares. Eles em Dubai, em Paris, em Roma, e outras fotos de Arthur com seus amigos e amigas. Na estante onde ficava sua televisão e seu aparelho de som super moderno tinha fotos de um bebe muito fofo.
- Todos os campeonatos que eu já venci – ele disse se aproximando de mim.
- E esse é quem? – perguntei apontando para a foto do bebe que era segurado por um homem que tinha no máximo uns vinte e cinco anos.
- Eu e meu pai, quando eu tinha um ano e meio – ele respondeu.
- Onde esta seu pai? – perguntei.
- Ele morreu quando eu tinha onze anos – ele respondeu calmo.
- Ah, me desculpa eu não...
- Tudo bem Anne, não se preocupe. Agora troque de roupa. Essas são as menores que eu encontrei. Pelo menos molhada você não fica. O banheiro fica naquela porta – ele disse, me entregou as roupas e eu fui me trocar.
Ao vestir a calça, a camiseta e o imenso blusão de moletom que Arthur havia me dado, eu senti o maravilhoso perfume que saia dele. Meu melhor amigo tinha o melhor perfume do mundo! Eu amo esse garoto!
- Não estou nem um pouco atraente com essas roupas – eu disse saindo do banheiro.
- Pelo menos você esta seca – Arthur disse rindo.
- Não é engraçado seu bobo – eu também ri.
- Vem cá, senta aqui. Como você esta? Sua boca ainda dói?
- Meu maxilar ainda dói e minha boca esta inchada. Estou parecendo um cantor de rap. O Jay-Z tem uma boca menor que a minha – eu disse.
- Você esta linda Anne. Não se preocupa – ele sorriu – você se molhou toda só para vir me ver?
- Não queria viajar sem falar com você antes e saber o que aconteceu no colégio depois que eu sai.
- Todas as folhas foram recolhidas, Kelly foi suspensa por cinco dias e suspensa da animação de cinco jogos da temporada. Normal.
- Claro, como se isso acontecesse todos os dias.
- Não é todo dia que os alunos têm o entretenimento que você proporcionou a eles.
- Não é todo dia que você descobre que estuda com uma assassina.
- Você ainda insiste nessa historia?
- Não vamos discutir de novo. Eu ainda acredito que sou uma assassina e vai ser sempre assim. Não tente mudar.
- Ok senhorita geniosa. Quer comer alguma coisa?
- Você ainda pergunta.
- Bom, eu ainda acredito que um dia vou fazer você comer sem culpa.
- Cada um com suas crendices não é mesmo? – eu disse e o acompanhei até a cozinha.
Fomos para a cozinha e Arthur disse que iria cozinhar. Esse menino era mais doido do que eu imaginava.
- Você tem certeza que vai recusar essa macarronada Feita pelas minhas mãos?
- Nada pessoal mais eu quero ficar bem viva. Vou viajar amanhã.
- É porque você só ficou aí olhando de longe eu fazer. Vem ver isso. — ele me puxou e me levou até a sua macarronada.
- Arthur...
- Fala, eu sei que você já está com água na boca.
- Sou um pouquinho. Eu te mato quando eu puder Arthur
- Vem então. Eu não tenho medo de você — ele me desafiou.
- Você tem certeza disso? Hoje eu quebrei o braço de uma garota...
- Ainda assim eu não tenho medo. Você só teve sorte. Não tem nada a ver com força.
- Eu te pego garoto — eu disse e sai correndo trás dele pela casa.
Ele corria demais, mas eu faria de tudo para alcançá-lo. Eu sei que nunca iria ser forte o suficiente, mas faria o meu melhor.
Consegui alcançá-lo e pulei nas costas dele fazendo com que ele caísse no chão da sala íntima.
- Há te peguei.
- Não, eu te peguei — ele disse me virando, ficando por cima de mim e segurando meus pulsos.
- Arthur!
- Que Foi? Você não era a boa? Cadê aquela menina que bateu em outra por minha causa?
- Não foi por sua causa.
- Não?
- Não! Você se acha demais garoto. Agora me solta.
- Pede água então.
- Não vou fazer isso.
- Então eu não te solto.
- Por favor.
- Pede água, diz que me ama e que vai comer a macarronada que eu fiz.
- Nem morta!
- Eu não tenho problema em ficar aqui.
- Você está em cima de mim!
- E daí?
- Arthur!
- É fácil Anne. É só dizer.
- Água. Eu te amo e vou comer a macarronada que você fez. Satisfeito?
- Muito gatinha — ele disse, me deu um beijo no rosto e saiu de cima de mim.
- Você me paga garoto!
- Adoro você assim toda irritadinha.
- Como você é bobo.
- Mais você me ama, e não adianta negar porque você acabou de confessar.
- Vai se ferrar!
- Nada que você diga pode estragar meu dia.
- Anda logo. Eu preciso voltar para casa.
- Está chovendo demais Anne.
- Eu vou viajar amanhã.
- Liga para o seu pai e diz que você vai dormir aqui.
- O que? Você está louco?
- Não quero que você fique resfriada.
- Meu pai nunca vai deixar isso acontecer.
- Daqui a pouco minha mãe está aqui Anne. Não se preocupa.
- Vamos comer aquela macarronada primeiro, depois a gente pensa nisso.
Havia mais coisas sobre Arthur do que eu podia imaginar. Confesso que a macarronada estava ótima e eu já estava me arrependendo por ter comido um prato tão grande.
- Arthur, agora é sério. Você me paga. Olha o que eu acabei de fazer.
- Comeu bem? Isso é algum pecado por acaso?
- Arthur eu vou me tornar uma gorda obesa por sua causa.
- Credo que menina exagerada.
- Não é exagero.
- É sim Anne. Você está ótima. Se emagrecer mais é capaz de voar com o vento.
- Depois sou eu a exagerada.
- Ola crianças — Dona Fernanda disse entrando na cozinha.
- Oi dona Fernanda.
- Oi mãe.
- Vocês não imaginam a tempestade que está caindo lá fora. Eu estou toda molhada. Vou subir tomar um banho depois tenho falar com vocês — Ela disse e há saindo até que Arthur a chamou.
- Mãe será que a Anne pode dormir aqui? É que está chovendo demais como a senhora sabe e ela já tomou muita chuva vindo para cá.
- Arthur, claro que não. Eu preciso ir para casa.
- Anne tudo bem. Daqui a pouco eu ligo para a Clarice e aviso. Nunca iria deixar você sair assim. Nós temos o quarto de Hóspede que você pode passar a noite.
- Dona Fernanda...
- Está decidido querida. Agora eu vou subir porque estou morrendo de frio. Até daqui a pouco crianças — ela disse e saiu da cozinha.
- Vai ter que passar a noite aqui — Arthur disse rindo.
- Como você é bobo garoto.
- Nem vai ser um sacrifício vai. Eu sei que você vai gostar.
- Ok então. O que nós vamos fazer agora?
- Quer assistir filme?
- Quero.
- Então vem comigo. Eu tenho ótimos filmes guardados.
Subimos para o quarto dele escolher o filme. Logo dona Fernanda apareceu por lá, disse que já havia ligado para minha avó e ficou conversando comigo até Arthur nos mandar ficar quietas. Ela saiu antes do filme acabar.
- Vai sentir minha falta durante esses três dias? — Perguntei. Arthur me abraçava de lado e eu estava com a cabeça repousada em seu peito enquanto ele mexia no meu cabelo.
- Claro que vou Anne.
- Não quero ter que ir viajar.
- E eu não quero que você vá.
- Posso te ligar todos os dias?
- Claro. Vou aguardar seus telefonemas.
- Hoje foi um dia cheio.
- Você foi incrível.
- Eu fui é maluca. Como vão me aceitar em Cambrige assim?
- Eles vão ficar felizes por ter você lá.
- Só você mesmo para acreditar nisso.
- Obrigado por defender nossa amizade hoje.
- Você é muito importante para mim.
Ficamos mais um tempo conversando até que eu peguei no sono. Eu nunca conseguia ficar acordada. Sempre dormia.
Que droga!
Notas finais
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E ai? Curtiu? Da um review, façam essas autoras malucas felizes e o proximo post sera mais breve do que o esperado. Hããã.... acho que falei tudo.
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Ah, lembrei, quanto ao negocio de pegação e tals... falta review, e a mentasafada das autoras só funcionam com pessoas que comentam
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Beijinhos Sweetheart ;*
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