Broken Hearts

82 Novas alianças, mesmos amores


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"A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família".

(Leon Tolstói)

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♣ Gotham City || Mansão Wayne ♣

>— Suíte do casal

A cara zangada de Bruce denunciava que ele estava furioso.

— Há quanto tempo isso vem acontecendo, Sarah? – Diana questionou de forma suave, com a filha no colo.

— Desde sempre, mãe. No começo, eu via apenas vultos. Depois, sombras passando. Depois... ouvia alguns cochichos, mas só depois que Poppoús veio me ver, comecei a ver as formas das pessoas e ouvir o que me diziam.

— Poppoús? – Bruce interrompeu

— Isso é avô em grego, Bruce... Que avô, querida? O pai de seu pai?

— Não... Meu avô grego. Seu pai, mamãe.

(...)

– Hades, Diana. Hades... O que ele quer com nossa filha? Como ele teve acesso à ela? Deus sabe que mal ele está fazendo à nossa Sarah. Temos que acabar com isso antes que seja tarde.

— Bruce, calma. Ele não fez nenhum mal a nossa menina. Eu usei o laço de Héstia e não havia nada que indicasse que ele a está corrompendo ou a manipulando para vilania.

— É Hades, Diana. Ele só pode estar preparando algo... Algo que não sabemos. Ele quer algo com Sarah. Você e eu sabemos disso.

— Querido, acredite. Eu estava tão ou mais apreensiva que você com esse súbito interesse de Hades em nós e na nossa filha. Eu estava disposta a afastá-lo dela... Até esta tarde, quando você me pediu pra conversar com ela sobre o que aconteceu na biblioteca.

— Ela tem parte da herança de Hades, Bruce. E eu chorei, me amaldiçoando por dar a ela essa ‘penitência’. Mas ela acha que é seu presente. Ela diz que gosta de conversar com os sábios e boas pessoas que partiram... Por algum motivo, Sarah fica confortável com a escuridão, como você, bruce. E acho que Hades esperava isso de um filho meu com você... Mas para quê, eu não sei.

— Temos que mantê-la longe dele...

— Eu não sei se é uma boa idéia...

— Por quê?

— Eu não sei explicar, mas sinto que eles têm uma ligação forte. Essa separação pode prejudicar nossa filha. Não sabemos a extensão dos dons que ele deu a ela. Ou se, como Apolo e Thomas, ela tem parte dele, compartilhando seu poder.

— Estamos falando de Hades, Diana. Ele jamais dividiria seu poder com alguém.

— Eu sei... Eu nunca consideraria essa possibilidade até pouco tempo atrás, Bruce. E acho que o próprio Hades pensava como nós. Acho que isso também não estava nos planos dele.

— Então, o que o fez dar a Sarah uma parte dele? Por que dividir seu poder com ela, ao invés de uma pequena fração dele, que você chama de presente?

— Pelo mesmo motivo que Lorde Apolo. Ele disse que nosso menino o amava. E ele ao nosso filho...

— Diana, Hades não sabe o que é amor. Nem seus deuses. Apolo pode apreciar nosso filho com devoção e isso só é bom para protegê-lo. Mas não se aplica a Hades. Nem qualquer sentimento que não seja derivado do egocentrismo e da ganância.

— Sarah o ama, Bruce. Eu vi nos olhos dela... E ele, tramando algo ou não, deve sentir algo de bom por ela, pra fazer o que fez. Ele deu uma parte de si a ela, Bruce. Eu sinto... porque parece que é algo que está dentro de mim.

— Espero que você esteja certa... Mas eu vou ficar de olho.

— O que você vai fazer?

— Vou falar com Destino. Ele saberá o que fazer!

♣ Itália || Roma ♣

>— Ruínas do Coliseu Romano

— Sua nostalgia parece tão romântica e lúdica, Marte. Seria uma cena comovente, vê-lo vagar pelo Coliseu com o olhar saudosista de quem já experimentou o êxtase do poder nos tempos áureos do império Romano. Se eu fosse um tolo sentimental... – A figura do homem vestindo uma túnica egípcia se fez visível.

— Tolice é deixares teus domínios para vires até aqui para avaliar meu comportamento e julgar a frugalidade das minhas ações, Set. A perda de tempo com outrem ao invés de si mesmo é algo tão primitivo, selvagem... Algo tão medíocre que apenas a ralé, os mortais, se prestam a tais baixezas. Somos deuses... Não nos preocupamos com as vidas de outrem, se não as nossas.

— Na verdade, Marte... Estamos aqui a negócios.

— Estamos? Que tipo de companhia deselegante tu trazes à minha casa? Mostra-te, bárbaro. Não sabeis que não se entra na casa de um deus como um ladrão furtivo?

— Tu és como teus generais, Marte. Tão apegado às etiquetas. Valorizam demais à ética. Isso os levou ao declínio, assim como os samurais japoneses, os exércitos chineses... Honra... Na guerra, a única regra é sobreviver... E quanto mais o coração dos mortais é endurecido por ela, e o ódio e violência o dominam, mais forte eu fico. – Ares mostrou-se em sua forma mais impactante. Um gigante vestindo sua armadura principal, forjada por Hefesto, com o desenho da cabeça de um leão, em relevo, sobre o peitoral.

Quando, aos poucos, seu tamanho se reduzira à média dos demais, Marte desdenhou:

— Que adianta ser o deus responsável por tantas guerras se em nenhuma és reconhecido? Teus líderes não te louvam; teus soldados não oram para ti. Tua existência não faz qualquer diferença para ninguém.

— Eu dispenso louvores, Marte. Eu quero poder. De que me servem orações tolas de mortais? De que te servem agora? Tu foste o deus da guerra mais poderoso dentre todos os demais e agora, estás abaixo de Set. – Ares rebateu.

— Chega... Digam o que querem e sigam seu caminho – Marte retrucou.

— Junte-se a nós, como aliado em nossos planos para governar mundos, como deuses que somos. – Set propôs.

— Se minha resposta for sim, o que eu ganho com essa aliança? Qual a minha parte nos lucros?

— Você terá seu poder de volta, Marte. O poder dos seus exércitos romanos.

♣ Gotham City || Mansão Wayne ♣

>— Cozinha

— Definitivamente, vermelho é A minha cor!! – Ele mordeu a maçã sem tirar os olhos da ruiva, escorada à parede em frente ao balcão onde ele se apoiara.

Ela não respondeu, mas levantou o olhar para vê-lo e logo desviou, como se ele não valesse sua atenção. Um desdém que fez Damian achar graça silenciosamente, sentado à mesa da cozinha, fazendo um lanche antes da patrulha.

— Eu andei pensando...

“Quem diria que seria possível?”, A ruiva falou baixo para Alfred, que colocava a louça na lavadora.

Damian riu sem vergonha de parecer grosseiro com Jason, por causa do comentário.

— Quatro amazonas, quatro caras da equipe Morcego...

— Quatro? E eu? – Damian perguntou.

— Você é um pirralho... continuando: O Bat e a Maravilha dele, Dick podia ficar com a irmã gêmea baixinha da Mulher Maravilha, a Troy. O Tim pega a loirinha com cara de cheerleader, a tal Wonder girl e você, ruiva, pode ficar com o melhor: EU! Que tal?

— Que tal eu afiar a lâmina da minha arma na sua cara ou em algum orifício? – Damian cuspiu o suco de laranja que estava bebendo e desatou a rir coma resposta de Artemis.

— Ruiva... Você é meu tipo... Selvagem... Seria um desafio domar você!

— Você acha que eu sou um animal, homenzinho? – ela estava pronta para socá-lo, quando Diana entrou com Sarah no colo.

— Artemis, por mais que não apreciemos esse tipo de comentário misógino de Jason... Eu aconselho a aprender a ignorá-los. Quando eu cheguei aqui, ouvi coisas infinitamente piores, irmã. Você vai ouvir coisas assim não apenas dele! – Diana orientou Ártemis.

— E Jason... Artemis pode não saber, mas eu sei que você gosta de provocá-la... Cuidado... Um dia eu não vou poder te ajudar! – Diana riu e Jason piscou pra ela.

— Mestre Jason gosta de cortejar a morte, senhora Wayne. – Disse Alfred.

— Você está certo, Alfred... Damian, eu ia levar o Thomas pro meu quarto. Ele anda tendo pesadelos. Mas ele disse que estava esperando você. Que o irmão Dami ia ficar com ele. – Diana ergueu a sobrancelha achando estranho.

— Sim... eu... é... bom... De vez em quando eu vou até lá e fico com o pirralho! – Damian respondeu meio sem graça, como se fosse um pecado mortal que tivesse sido descoberto.

(...)

— Por que você está aqui e não com seu pai, Jason? Brigaram de novo? – Diana perguntou

— O de sempre... O Morcego dá a ordem e eu acabo saindo da linha em algum ponto. Ele quer um garoto obediente e eu não sou, nunca fui e nunca serei um bom garoto... Acho que ele deve estar arrependido com a minha volta.

— Nunca diga isso... Acredite. Eu sei como o trabalho em equipe com Bruce é desgastante. Mas eu também sei que ele faz o que é melhor pra nós, especialmente pra nos manter a salvo.

— Mas eu não sou mais um garoto prodígio... Queria poder mostrar isso a ele. Queria que ele se orgulhasse de mim, mas é impossível.

— Bom, se não está funcionando com o Batman, por que você não trabalha com outra equipe?

— Ô princesa, olha pra mim... Sabe aquele cara que as garotas desejam, mas os pais querem longe das filhas? O bad boy? Persona non grata?... Eu não sou o tipo que trabalha em equipe... Eu trabalho sozinho. Não sigo ordens. E se algo der errado, ninguém além de mim se machuca.

— Bom, talvez você só precise das pessoas certas... Pelo que vi na TV ontem, você trabalhou muito bem com outras duas pessoas. A Trindade não-Trindade. Você, Artemis e Bizarro fizeram um ótimo trabalho socorrendo as pessoas naquele incêndio.

— Não somos uma equipe... Só fizemos nossa parte.

— Mas poderiam ser... Ninguém nunca conseguiu lidar com Bizarro e ele parece adorar, ou melhor, odiar você, Jason!

Ele olhou para Artemis, que sorria e isso deu-lhe esperança.

— Vou pensar...Parece uma boa ideia, princesa.

(...)

“A não-Trindade: o Não-batman, a não-Mulher Maravilha e o não-Superman”, eu gostei disso.

Jason sorriu maliciosamente, enquanto encarava os olhos de fogo de Ártemis, que sorria em igual intensidade!

♣ Gotham City || Mansão Wayne ♣

>— Suíte dos gêmeos || 3h45 da madrugada

Quando entrou no quarto, viu a luz do pequeno abajur no criado mudo da cama do menino aceso, como tem sido nos últimos 6 meses. O menino deitado sob as cobertas, com o rosto descoberto e os olhos arregalados, lutando contra o sono, com medo de dormir e ser assombrado pelo pesadelo que o tem perseguido durante esse tempo.

— Ainda acordado, Thomas? – Damian perguntou, sabendo a resposta.

— Esperando você, Dami... Você pode ficar comigo hoje, de novo?

— Outro pesadelo?

— Não... Outro não... aquele mesmo pesadelo ruim... Não quero dormir... Não quero ver

— Eu vou ficar com você e você pode dormir. Eu não vou deixar nada de mal acontecer... Tá bem?

— Tá bem... Pedi ao vovô mais travesseiros, pra você deitar comigo.

— Ok, mas só até o sol nascer... Não quero que me vejam aqui.

— Por que? Você é meu irmão...

— Vamos dormir... Tá? Vamos dormir!!

(...)

— Acorde, Tommy... Acorde – Damian balançou o irmão devagar, para acordá-lo. Ele parecia tenso e angustiado, sonhando com algo ruim. Por baixo das pálpebras, Damian viu os olhos se movendo ligeiro, como um rebuliço.

— Não... Por favor... Não vá...

— Estou aqui, irmão... Estou aqui. Nada de ruim vai acontecer. Nosso pai não vai deixar. Eu não vou deixar que machuquem você! – Damian o abraçou à maneira que conhecia. – Por que não me conta... Vai se sentir melhor.

— Não posso...

— Por que, não?

— Meu senhor Sol disse que eu não podia nunca falar sobre essas coisas. As coisas que vejo nos sonhos. Que não são meus sonhos.

— Você sabe a diferença?

— Sim... Quando é meu sonho, eu fico dentro dele. Não do lado de fora. Eu faço coisas dentro do meu sonho... Mas se não é meu, o senhor Apolo disse que só podemos ver. Fora do sonho. Que não podemos entrar e mudar as coisas.

— Ele disse por que você não pode contar esses sonhos dos outros?

— Eu não entendi, mas eu prometi que nunca vou desobedecê-lo.

“Os mortais não entendem a revelação como os sábios, criança... Eles acham que ela é uma sentença, que não muda... Mas o destino é fluido e as escolhas levam a muitos caminhos... Se o homem conhece UM de seus possíveis destinos, ele viverá para ele, como se fosse o único”. Foram as palavras de Apolo que ele não soube explicar além de que o homem não deve saber o futuro.

— E esses sonhos são sobre o futuro das pessoas, Tommy?

— Sim.

— E o pesadelo? É algo muito ruim que vai acontecer?

— Sim... Dói no meu coração, Dami... Muito.

— Não vamos deixar te machucarem, irmão... Agora durma... Vou ficar aqui!

— Eu queria sonhar meu sonho preferido...

— Qual é? Você pode contar os seus sonhos, certo?

— Bom... ele não falou nada sobre os meus...

— Então... Qual o seu sonho preferido?

— O sonho que eu sou seu Robin...

— Meu Robin? Eu tenho um Robin no seu sonho? Como um novo Robin, como Red Robin?

— Não... Eu sou O SEU Robin...

— Meu? Meu Robin?

— O Robin do Batman...

— Eu vou ser o Batman?

Aquela foi a primeira vez que ele dormiu abraçado ao irmão, até serem chamados às 8h, por Alfred, que sorriu satisfeito quando viu a dupla.

♣ Gotham City || Telhado da Catedral ♣

>— Perspectiva do Batman

Eu sento e espero

Um anjo contempla meu destino?

E eles sabem os lugares onde nós vamos

Quando estamos grisalhos e velhos?

Pois me foi dito que a salvação deixa as asas deles estendidas!

Mulher Maravilha pousa ao meu lado, devagar. Posso ouvir seu cabelo balançar com o vento e o laço bater suavemente contra o quadril. Mulher Maravilha, Princesa das Amazonas, Diana, minha amiga, minha esposa. Ao contrário do Superman, ela entende minha natureza e me dá espaço para fazer o que eu faço, sem julgamentos.

Superman acha que eu devo ser um homem mais gentil, como se servir a torta de pêssego de sua mãe e pedir desculpas a quem eu ofendi adiantasse para eu me sentir melhor. Ele fala demais. Diana e eu tivemos aventuras inteiras e quase não dissemos uma palavra. Ela me conhece e nunca desviou o olhar. Nem Nightwing ou Alfred podem dizer isso, além dela e dos meus filhos, agora.

Estou agachado em uma das minhas gárgulas favoritas. É onde eu venho quando quero que ninguém me encontre. Mas ela sempre me encontra.

Ela senta-se empoleirada ao meu lado, posso sentir o quão perto ela está com a temperatura de sua respiração no meu pescoço, e calor do seu corpo irradiando através da minha capa. O tempo passa, acho que foram 42 minutos, se eu não me enganei com a passagem das estrelas.

"Sabe, eu fiquei bêbada quando saí com Dinah e Zee há duas semanas”, um pequeno suspiro exala de sua boca. Ela sorri de boca fechada... Tão linda. E eu me deixo arquear os lábios, só um pouco, pra sorrir pra ela. Somente para ela.

"Fazia tempo que eu não tinha uma noite de meninas, Batman. Quem poderia me recriminar?”. Ela sorri.

Eu amo essa mulher. Eu não sou romântico, nunca fui. Mas como não poderia amá-la? Eu faria qualquer coisa por ela. Ela me deu meus filhos. Ela me fez conhecer o que é felicidade. Ela sabe disso. Ela tem poder sobre mim e, maldita, ela sabe. A razão pela qual ela sabe é porque o sentimento é mútuo.

A chuva cai e está frio. Sinto meus nervos se acalmarem.

Instintivamente, eu drapeio minha capa para abrigar Diana. Deus sabe que Alfred me ensinou boas maneiras e eu jamais deixaria uma dama se molhar em minha presença. Meu pai substituto me ensinou a ter respeito com uma dama. E bem, ela é a senhora Wayne. Eu jamais deixaria minhas maneiras de lado com ela.

Sem ele, meu amigo, meu pai, meu esteio, “meu grande amor, minha alma gêmea”, como Diana diz, eu estaria morto. Lágrimas quentes estão inundando meu rosto, a chuva as esconde, mas Diana me conhece. Ela sabe que eu sou apenas um pequeno homem quebrado.

“Meu Odisseu voltando pra casa”, ela diz.

Sinto o braço dela em volta da minha cintura. Logo ela notará o sangue caído ao longo da ferida profunda do meu lado, uma lembrança da luta desta noite. Pelo menos Duas-caras obteve um ingresso expresso para mais três anos em Arkham.

Eu finalmente abri meus olhos para o cheiro de seus cabelos: jasmim e ervas, inundando meu nariz quando ela inclina a cabeça perto do meu rosto. Sua expressão é de preocupação e paciência. É sua rotina comigo.

Ela acena com a cabeça, me embalando contra seu corpo amazônico delgado e lindo, que eu amo me perder. Ela voa para a para a noite, escondida, devagar, tentando não ser vista, para chegar a mansão.

Eu deixei que ela me carregasse. Pedi a Alfred para tirar Sarah da caverna. Meu braço está deslocado e eu estou sangrando.

Alfred já distribuiu os suprimentos médicos que eu precisaria, cortesia da leitura eletrônica de minhas feridas que o traje faz. Desta vez, Duas-caras quase atingiu meu fígado.

Eu não uso drogas e evito medicamentos, mas esta noite eu a deixei injetar algo no meu sangue. Ela vai colocar o pé quebrado de volta no lugar e eu agradeço a um deus em que eu não acredito por minha filha não ver isso.

Ela continua a costurar meu lado ferido, outra cicatriz, outra noite. Outra dor nos olhos dela. Bruce Wayne não muda, ninguém vê as cicatrizes exceto Diana, Alfred e às vezes Nightwing. Selina as vira anos atrás, não havia tantas.

E através disso tudo, ela me oferece proteção

Muito amor e afeição

Esteja eu certo ou errado

E debaixo da cachoeira

Onde quer que isso possa me levar

Eu sei que a vida não me arruinará

Quando eu vier chamar

Ela não me abandonará

Estou amando anjos em vez disso

Eu ouço o suspiro pesado da minha princesa. Ela não tinha que estar comigo. Mas ela quer. Não entendo por que ela faz isso e eu juro, que me fascina, embora eu não admita. Eu sou o som do quebrantar enquanto ela usa sua força colossal para colocar meu pé de volta no lugar. Seus dedos estão gentilmente envolvendo meu pé exatamente da maneira que eu gosto. Ela faz carinho e eu estou entorpecido demais para não sorrir como um bobo apaixonado por ela.

"Diana" a suavidade na minha voz a surpreende, é a morfina... “Eu te amo... Não me deixe...”

Eu deveria empurrá-la para longe, eu deveria ficar frio, desapegado, mas eu perdi a força para ela quando ela continuava voltando pra mim, por mim. Ela não parece entender que só vou acabar com ela no final.

"Bruce... Como eu poderia? Se meu coração é seu? Você é meu lar!”

Eu a beijei com toda força que eu tinha.

Teria machucado outra mulher. Mas Diana, por mais que eu tente machucá-la, ela sempre sobrevive a mim. Eu tentei assustá-la, protegê-la com tudo o que posso. Eu fiz tanto para ela me odiar e ir embora, como todas. Mas ela não me abandona. Ela só me ama.

Agora, tudo o que resta é envenená-la com meu amor.

E eu a amo com toda força que há em mim.

Quando estou me sentindo fraco

E minha dor caminha por uma rua de mão única

Eu olho para cima

E sei que serei sempre abençoado com amor

E conforme o sentimento cresce

Ela sopra carne aos meus ossos

Corrigir

E quando o amor estiver morto

Estou amando anjos em vez disso

Salvar

Salvar

Salvar

Notas finais
Trilha sonora: Essa coisa linda de ROBBIE WILLIAMS - ANGELS https://youtu.be/mzYE8U5SrTw • Atores: Ártemis >> Alyssa Sutherland Acho essa ruiva muito "Artemis", gente. Ela tem um carão maravilhoso. Claro, filha do "Jack Bauer", só pode!! Jason >> Taylor Kitsch •
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.