Broken.
5 Capítulo 5
Mutano sentiu quando Estelar se sentou ao lado dele. Ela segurou a mão de e ficou em silêncio. Mutano prestava atenção aos sons à sua volta. Ele queria abrir os olhos, mas não conseguia.
– Oi, amigo. – Estelar disse mexendo no cabelo dele. – Eu conversei com a amiga Ravena. Ela me contou como vocês começaram a namorar. Ela ficou com os olhos brilhando. Ela está tão preocupada com você, nunca pensei que fosse ver um dia Ravena ficar daquele jeito por amor. Ela também me mostrou algumas fotos suas e os presentes que ela ganhou de você. Por que vocês não falaram nada? Sei que Robin e eu terminamos e que ele disse que não devia ter relacionamentos na equipe, mas ele está errado. E vocês são a maior prova disso. Porque se você e a Amiga Ravena conseguem namorar esse tempo todo sem a gente saber e se manter únicos como equipe, qualquer um consegui. Eu queria que você estivesse acordado para pode dá os parabéns para você. A amiga Ravena disse que posso ser a madrinha dela. Eu ainda não sei o que é isso, mas ela disse que depois me explicar, por que ela precisa meditar agora. Volte para ela amigo, ela precisa de você.
Estelar começou a chorar e apoiou a cabeça na cama. Doía tanto nela ver o amigo assim. Ele a ajudou tanto desde que Robin e ela terminaram.
– Quando Robin terminou comigo, você estava ao meu lado. – ela disse passando a mão no rosto secando as lágrimas. – Você me contou piadas, me levou para jogar aqueles jogos de dança. Me levou para cantar. Me explicou sobre costumes que eu não conhecia. Me levou para assisti filmes e para andar pela cidade quando queria chorar. Apesar de ser irritante, ás vezes, suas brincadeiras é o que mantem a gente para cima, é o que nos ajuda a seguir. Você tem que ficar bem. Eu sei que vai ficar.
Enquanto Estelar abria o coração para o amigo, Robin e Cyborg estavam do outro lado da cidade, parados em frente a uma casa luxuosa. Eles tocaram a campainha e estavam esperando alguém abri. Dois guardas estavam ao lado deles. Eles prefeririam ter ido sozinhos, mas acharam que seria melhor não. O acusado poderia falar que eles tinham feito alguma coisa contra ele.
– Olá, em que posso ajudar? – perguntou uma melhor ao abri a porta.
– Queremos falar com James Cater. – Robin disse sério.
– O que seria? Sou a mãe dele.
– É um assunto que só podemos trata com ele.
– Entram. – ela disse abrindo caminho para eles. – Será que ele ganhou alguma promoção para conhecer vocês? Ele é muito fã dos titãs.
– Não é o que parece. – Cyborg disse baixinho.
– Por aqui, por favor. – a mulher os levou até uma sala. – Vou chama-lo, já volto.
Robin olhou envolta. Ele estava tenso, queria logo acabar com aquilo. Queria colocar aquele criminoso atrás das grades. Ele andou um pouco pela sala vendo as fotos. Ele sabia que James era filho de um político importante, mas nem isso vai fazer com que ele escape. Nem se ele tivesse que usar a comunidade. Fazer com que o povo obrigasse que ele cumprisse sua pena. Ele iria paga por isso.
– Olá, Robin, Cyborg, que bom vê-los. – vice-prefeito de Jump City falou vindo para perto deles. – O que os traz aqui?
– Olá, senhor. – Robin disse educadamente. – Assuntos de trabalho.
– Como assim?
– Oi. – James disse entrando na sala.
Ele estava com um machucado na cabeça e um olho roxo. Cyborg fechou as mãos em punho, ela queriam muito beijar a cara de James. Robin não estava muito diferente. Mas se conteve.
– James Cater? – Robin perguntou dando um passo à frente.
– Sim.
– Está preso por atropelar dez pessoa e fugir do local. Tem o direito de permanecer calado, tudo o que falar, poderá e será usado contra você. – disse pegando algemas.
– O que? – os pais dele perguntaram.
– Vocês não podem estar falando sério. Eu não fiz nada.
– Fez. E sabe disso. Como se não bastasse fugiu do local. – Cyborg disse e tirou uma foto de um dos seus compartimentos. – Esse não é você? Essa foto foi tirada assim que o acidente aconteceu. Você passou pelo farou correndo e dá para ver o amaçado em seu carro.
– Ninguém morreu, não ficarei muito tempo na prisão. Provavelmente pegarei algum trabalho comunitário.
– James, cale a boca.
– Por que? Se alguém tivesse morrido eles teriam me acusado de homicídio.
Cyborg o pegou pelo colarinho da camisa e o levantou. Ela ignorou o grito dos outros.
– Quer saber por que ninguém morreu? Quer? – perguntou furioso. – Ninguém morreu porque Mutano estava lá. Ninguém morreu porque meu irmãozinho entrou na frente de seu carro. Ninguém morreu porque meu irmãozinho sofreu tudo com a batida. Agora ele está lá na torre, lutando contra a vida e a morte. Lutando para continuar nesse mundo e correndo o risco de quando acorda não ter mais os movimentos das pernas. Trabalho comunitário, você disse? Reze para que isso não aconteça por que sei que várias pessoa nessa cidade iriam adorar te encontra na rua e se vingar por ele, ou pelas pessoas que estão no hospital nesse momento. Então, tire sua cavalinho da chuva, porque assim que me certificar que você está atrás das grades, vou para uma coletiva de impressa, e a sua foto vai para todos os jornais do país. Sabe que nem seu pai vai poder te ajudar, porque o povo vai pedir seu pescoço e eu posso te dizer com certeza, estou louco para dá.
– Cyborg, solte ele. – o policial disse. – Vamos fingi que não virmos isso.
– Como assim? Ele quase me matou. – James disse do chão, já que quando Cyborg o soltou ele caiu.
– E graças a você um dos nosso heróis está em uma cama de hospital lutando pela vida. – o policial disse pegando ele. – Você tem sorte, nosso chefe disse que eles podiam te bater e a gente alegaria que você resistiu à prisão.
Eles foram para os carros e de lá para a delegacia. A impressa estava lá na frente. Robin saiu com James do carro de policial. Ele fez questão que o rosto de James fosse filmado, para todos ver quem foi o causador pelo o acidente de Mutano. Os reportes faziam perguntas, mas Robin não falava nada. Ainda não estava na hora para isso. Assim que eles entram o delegado foi falar com eles. O que normalmente levaria uma hora ou duas para se fazer, eles cumpriram o procedimentos em vinte minutos.
Robin e Cyborg faram para a coletiva.
– Como vocês descobriram que foi o senhor Cater o causador do acidente?
– Pelas câmeras de transito. – Cyborg respondeu. – Temos fotos para comprovar e o delegado já mandou peritos para checar o carro. Temos certeza que foi ele. E ele mesmo disse que como ninguém morreu, o máximo que ele pegaria seria trabalho comunitário.
– E como vocês vão seguir agora?
– Não podemos nos envolver. Temos muitos motivos para quer vê-lo atrás das grades. Um de nossos amigos íntimos está nesse exato momento lutando contra a morte. – Robin disse. – Mutano salvou várias vidas que Cater poderia ter tirado.
– Como Mutano está nesse momento?
– Ele está em estado grave. Teve várias faturas e lesões. Achei que seria melhor ele ficar em coma induzido. – Cyborg disse. – Temos que esperar ele acorda para ver se terá algum dano permanente, então não podemos falar mais nada sobre isso no momento.
– E como a equipe está nesse momento?
– Estamos seguindo. Não vamos deixar a luta contra o crime, mas teremos dois a menos, não vamos deixar Mutano sozinho na torre, sem poder se defender.
– E agora como...
– Amigo Cyborg, venha rápido para a torre. – a pergunta foi cortada pelo comunicado de Cyborg. – Alguma coisa está errada com o amigo Mutano.
– Estalar, saia da minha frente. – eles escutaram a voz de Ravena. – Ele não está conseguindo respirar, Cyborg venha para cá agora.
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