British Royal Family.
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Bom... Peço desculpa por ainda não ter respondido os reviews....
Mas irei responde-los ainda hoje!
Esse capitulo é bem grandinho... Prestem atenção porque esse capitulo é cheio de detalhes e coisas que serão importantes para o decorrer da historia!
Bom... Nos falamos la em baixo.
Boa leitura..
Até ja...
As horas rapidamente passaram-se, e logo o almoço veio. Só Kate, Thalita e Charles que iriam almoçar no Castelo. Quando a jovem sentou-se a mesa, e notou que só seriam os três a almoçarem, imédiatamente, decidiu aproveitar a situação de pela primeira vez poder ter uma conversa longa com seu pai, sem a presença de sua querida madrasta.
– Pai... — Chamou a jovem, fazendo o mais velho, levantar os olhos e olha-la. — Será que podemos conversar sobre algo que anda me incomodando bastante? — Perguntou, pegando a taça de suco de maracujá, e bebendo um pouco do suco.
– Claro, filha. — Respondeu Charles, fazendo-a sorrir. — O que anda te incomodando tanto? — Perguntou, antes de levar o pão a boca.
– Primeiro... — Numerou a garota, fazendo Charles olhar surpreso para Kate, que sorriu. — Bom, primeiramente eu gostaria de deixar bem claro o meu desagrado com aquela baba que vocês contrataram para numerar os meus passos! — Falou, olhando-o atentamente. — Pai, vamos combinar! Ninguém merece aquela mulher! Ela passa a vida a querer saber cada detalhe do que eu faço.
– Thalita. — Falou Charles, fazendo-a suspirar. Ela odiava quando ele fazia essa voz, de general. — Ela é a melhor secretaria que encontramos no momento para você. O contrato dela é até o próximo ano. Portanto, até lá. Ela séra a sua secretaria quer você goste quer você não goste. — Explicou, fazendo-a bufar. — E não adianta bufar. Revirar os olhos. Gritar nem espernear. — Avisou, já conhecendo a filha.
– Mais que saco! — Resmungou, pegando o garfo e a faca, cortando o pedaço de carne como sê cortasse a cabeça de alguém. — Não podia ao menos ter pedido a minha opinião? — Perguntou, levando o pedaço a boca, e mastigando-o.
– Filha. Não iremos discutir este assunto. No próximo ano, você poderá ajudar a decidir quem será a sua secretaria. — Falou, fazendo-a olha-lo emburrada.
– Porque com vocês é sempre assim? — Perguntou, incrédula e chateada. — Vocês, acham que so vocês podem decidir o passo da vida de todo mundo... — Resmungou.
– Bom o que mais você quer conversar? — Perguntou, ignorando-a e mudando de assunto.
A Princesa ficou olhando-o breves instantes, sentindo-se totalmente horrivél, por ter que ser parte de uma família assim. Que pensava que qualquer coisa podiam controlar, e decidir pelos outros.
– Hmn... È, o meu aniversário esta chegando. — Falou a menina, interrompendo o silencio, fazendo-o levantar o olhar, encarando-a. — Bom... Eu gostaria de fazer algo... — Comentou, olhando para ele e Kate.
– E o que você tem em mente? — Perguntou seu pai, fazendo-a sorrir.
– Ah, ainda não sei, mas podíamos viajar, durante uns três, quatro dias... — Propôs, vendo Kate sorrir. — Eu gostaria de ir para um lugar quente, já que aqui esta esse frio de rachar. — Comentou.
– A sua agenda, esta boa para você tirar três a quatro dias próximos ao teu aniversário? — Perguntou Charles, sem transmitir emoção nenhuma.
– Até agora não há nenhum compromisso para a semana do meu aniversário. Eu não quis aceitar nada, antes de propor isso para vocês. — Respondeu, fazendo-o assentir.
– Quem você quer que vá? — Perguntou novamente Charles.
– Bom, eu queria que fossemos todos. — Respondeu, e ele olhou-a questionando quantos. — Hmn... Os avós, o Will e a Kate, o Harry, a Eugênia e a Beatriz, você... Hmn... E a Camila já, que não tenho opção. E bom... os outros depois eu vejo. — Falou, fazendo-o assentir.
– Muito bem... Vou pedir para checarem nas nossas agendas, sê é possivél irmos viajar na semana do seu aniversário. — Falou Charles, fazendo a menina arregalar os olhos, sem acreditar que seu pai havia realmente aceito os seus planos sem impor problemas e regras.
A garota não pode conter-se e levantou-se da cadeira em um pulo, deu a volta na enorme mesa, e literalmente jogou-se sobre o pai, abraçando-o, sorrindo feliz da vida.
Apesar de Charles não ser muito bom com abraços e demonstrações de afecto, ele abraçou a menina com a mesma intensidade que ela abraçava-o, e sorriu. Ao ver que a menina apesar de estar crescida, e meia rebelde, com momentos de loucura bem constantes, e explodindo com uma personalidade bem difícil, ela continuava sendo a mesma menina doce, que Diana tanto bajulava e mimava. A garotinha que mal o via na porta, corria para recebe-lo com abraços, brincadeiras, beijos, e sorrisos.
– Prometo que até la, vou tentar não andar muito rebelde e reclamona... — Falou a garota, fazendo-o sorrir. — Ouve bem! Eu vou tentar, não estou prometendo que irei conseguir! — Explicou, fazendo-o balançar a cabeça negativamente.
– Espero bem hein... — Falou, olhando-a com os olhos estreitos. — Espero que você faça um grande esforço! — Exclamou, recebendo um olhar divertido da filha.
– Pode deixar, que vou fazer um esforço médio. — Falou, sorrindo. — Pai, agora vou sair de cima de você, porque sabe... — Completou, soltando-se do pai, e levantando do colo dele. — Você já esta bem velhinho e fraquinho.. — Finalizou gargalhando ao ver a cara seria de seu pai, sem acreditar que ela havia acabado de chama-lo de velho e fraco.
– Você deve estar de hora com a minha cara, minha menina! — Exclamou ele, ainda serio. — Ainda estou bem enxuto, e nem aparento ser pai de três! — Completou, passando a mão no cabelo. A princesa gargalhou, sendo acompanhado por Kate.
– Charles, não sei sê você já sabe mas a Thaly vai me acompanhar até ao café de hoje mais tarde. — Comentou Kate, após os risos serem finalizados.
– Ah, bom? — Perguntou surpreso, olhando da nora, para a filha. — Que bom, que você vai acompanha-la, é bom que você pode conhecer algumas das personalidades femininas mais fortes daqui.. — Comentou, fazendo a mais nova franzir a sobrancelha.
– Concerteza essa experiência vai ser optima! — Falou, a garota, sem acreditar na sua própria frase.
– Vamos la, minha filha. — Falou Charles, fazendo-a olha-lo. — Seja optimista! Pode ser uma experiência muito boa. — Comentou, vendo-a comer.
– Aham, aham... — Concordou, sem dar grande atenção, enquanto comia. — Agora vamos acabar de almoçar, porque a comida vai esfriar! — Falou, ignorando-os, e continuando a comer.
O final do almoço sê passou em um ambiente bastante divertido, visto que Charles estava de bom humor, e até entrava nas loucuras da filha e da nora. Os empregados, ficaram até surpresos, pois eram raras as vezes que viam Charles tão bem humorado, e tão fora das formalidades, e da carapaça de durão. Talvez além de dor de cabeça a Princesa havia conseguido também levar um pouco de diversão e alegria para dentro da família real. Quebrando qualquer regra de seriedade da família, fazendo as coisas no seio familiar acontecerem mais naturalmente.
Agora talvez a monarquia britânica, e família tão amada pelo povo finalmente estivessem a sê tornar mais alegres e menos preto e branco. Talvez a Princesa conseguisse avivar aquilo que estava morto desde a morte de sua mãe. Os britânicos sem duvidas teriam chance de conhecer uma nova Princesa, pronta para quebrar todos os tabus e regras, que talvez seria a sucessora de Diana como Princesa do povo.
Porque o futuro era brilhante e promissor diante de uma criatura tão pronta para mudanças e cheia de vida como a mais nova Princesa da Inglaterra.
Kate e Thalita chegaram no restaurante onde o café ocorreria, e avistaram de longe, cerca de dez a quinze mulheres, bem vestidas e elegantes. Thalita olhou brevemente para a cunhada e deu um sorriso divertido.
– Hmn.. Parece que vai ser um café bem longo... — Comentou Thalita, baixinho, enquanto as duas sê aproximavam da mesa, guiadas pelo dono do local. Kate limitou-se a assentir, e a sorrir.
– As Altezas Reais, a Princesa Thalita De Gales e a Duquesa Catherine, fazem-se presentes. — Anunciou o maître de recepção fazendo todas as mulheres levantarem-se e observarem as duas, sorrindo.
– Boa tarde, Senhoras. — Cumprimentaram as duas, graciosamente. Elas cumprimentaram cada uma delas, com graciosidade e simpatia, e instalaram-se em seus lugares.
Logo a conversa foi desenrolada, e conversaram desde assuntos estatais, e novas leis, até o ultimo desfile de moda que houve na capital britânica. As horas por incrivél que pareça haviam sê passado rapidamente e Thalita só deu-se conta quando já estava na hora dela e Kate voltarem para o Castelo de Windsor.
A Princesa tinha que admitir que afinal de contar aquele café com todas aquelas mulheres, havia sido até agradavél. Não havia sido nada de massante e chato, como ela havia previsto... Mas é claro que a Princesa não era boba nem nada, e ja havia notado quem so engoliam a ela e a Kate por obrigação e por elas serem quem eram. Sê havia algo que a Princesa não suportava eram pessoas falsas, que so sê preocupavam com o estatuto social dos outros, e so sê emportavam com o que eles tinham dentro da carteira e não pela personalidade.
– Thaly... Muito obrigado por ter me acompanhado hoje. — Agradeceu Kate, quando elas entraram no carro.
– Que nada... — Falou a jovem, olhando pela janela.
Seu pensamento começou a sê afastar e a voar, voando até Tom. E lembrando-se do primeiro encontro dos dois, e do ultimo. E pela milesima vez a Princesa perguntava-se porque William havia dito aquilo, e tentava compreender a razão pela qual ele ainda continuava em sua mente, perseguindo-a. A Princesa, balançou a cabeça negativamente na intenção de desembarassar-se daqueles pensamentos e énumeras questões, desviou o olhar da janela, e olhou a cunhada durante alguns instantes.
– Kate... — Chamou a menina, quebrando o silencio, e fazendo a cunhada olha-la. — Quem é Tom Kaulitz? — Perguntou, sem pensar duas vezes, e viu a cara da cunhada tornar-se totalmente curiosa e confusa.
– Tom Kaulitz? — Perguntou Kate, analisando-a. A garota assentiu. — O Tom... Hmn... Ele é aquele, não sei sê você lembra, mais que dançou com você no Baile... — Explicou, fazendo Thalita revirar os olhos.
– Isso eu já sei, né! — Exclamou a jovem. — Mas o que eu quero saber é.... Porque Will falou que ele não é tipo de homem certo? — Questionou, fazendo os olhos de Kate arregalarem-se.
– Espera ai... — Pediu Kate, olhando-a com os olhos brilhantes. — O Will, disse isso? — Perguntou. Thalita assentiu, e ela colocou a mão diante da boca, sem acreditar. — Hmn... Então você andou já perguntando sobre ele para o Will, isso mesmo? — Questionou, fazendo Thalita assentir novamente. — Devo deduzir que ele te interessa então, certo?
– Kate, não desconcentra! — Exclamou Thalita, sem responder a cunhada. — Apenas me diga, as razões de William para ele falar isso do Kaulitz. Porque pelo que me parecem os dois são até bons amigos! — Pediu, fazendo a Duquesa, sorrir divertida.
– Ai ai hein, Thalita! — Balançou a cabeça negativamente ainda sorrindo divertida. — Depois você vai me explicar isso direitinho! — Avisou, fazendo a Princesa revirar os olhos. — Bom... O Tom é alemão, isso ja deves ter percebido...
– Claro que já! — Exclamou Thalita, sorrindo enormemente, interrompendo a cunhada. — Com aquele sotaque até a mais feia mentira soa bem! — Completou, sem evitar de suspirar, Kate gargalhou.
– È, é você não é a única! — Falou Kate, fazendo-a olha-la curiosa. — Ele é conquistador demais! Você pode ter certeza que todas as mulheres presentes naquela mesa de café, todas elas já passaram ou sonharam em passar pela cama e pelas mãos dele... — Comentou, fazendo Thalita corar e sentir-se super incomodada por ela também já ter sê imaginado em tais situações. — Ele e o irmão são o melhores partidos depois de Harry! — Exclamou, fazendo Thalita, morder o lábio inferior nervosamente. — Portanto já da para você imaginar, como eles são! Mas o irmão é um amor, e creio que é apaixonado por Eugênia, mas... Tom, este é o tipo de homem que destroi qualquer coração que passar em sua frente.
– Nossa hein... — Falou Thalita, com a voz mais suave mas sem deixar transparecer o desapontamento que sentia, por saber que o homem que andava assombrando o seu espírito era um verdadeiro idiota-conquistador-barato! — Sê esse Tom é tão quebra corações assim, porque todas elas caem na dele? — Perguntou, sentindo-se frustrada consigo própria, por ter sequer imaginado-se nos braços de Tom, e descobrindo mais sobre o mesmo.
– Ah, não sei. — Respondeu Kate, dando de ombros. — Parece que ele é mesmo bom na conquista. Envolve-as com as palavras, atitudes e com aquela beleza avassaladora dele. — Comentou, sem ter muita certeza, mas supondo. — Parece que ele tinha uma noiva na Alemanha e a mulher morre de amores por ele. Mas eles terminaram e voltaram inúmeras vezes. — Falou, fazendo a Princesa, dar um risadinha seca.
– Ele tinha uma noiva? — Perguntou. Kate assentiu. — Hmn... Você e Will conheceram-a? — Voltou a perguntar, desta vez sentindo-se hiper incomodada.
– Não, eu nunca cheguei a conhece-la. Pensei que em meu casamento com Will, como os dois estavam juntos, eu iria conhece-la, mas não cheguei a conhece-la, e bom... Não sei sê Will chegou a conhece-la mais acho que não. — Respondeu, fazendo a mais nova, olhar para a estrada intrigada e chateada. — Mas agora eles nem sequer estão mais juntos, e já tem bastante tempo. — Completou, olhando para a cunhada. — Agora como o pessoal da sua idade fala, ele esta na pista! — Finalizou, dando uma risadinha pela frase.
– Eu hein... — Resmungou Thalita, cruzando os braços. — Com um homem deste na pista eu iria concerteza querer distancia da tal da pista! — Comentou, batalhando interiormente com os seus pensamentos que insistiam em fazê-la ligar tudo aquilo que Kate havia dito, com o cartão e a forma que Tom agiu no baile, e no dia em que ela foi atrás de William e encontrou-o. Por mais que aquilo não devesse fazer nenhum efeito nela, ela não conseguia deixar de sentir-se mal, por ter-se deixado envolver pelas atitudes e pelas palavras de Tom naquele cartão. Por mais que ela nem sequer tivesse a intenção, aquele homem havia jogado sobre ela sedução, da qual ela antes nunca havia provado. Sedução letal.
– Thaly, mas porque esse interesse em saber sobre o Kaulitz? — Perguntou Kate, após alguns minutos de silêncio entre as duas.
– Ah, não é nada não, Kate. — Respondeu Thalita, olhando-a brevemente. — Não tenho interesse nenhum no Kaulitz... Sê é isso que você quer saber. — Falou, tentando convencer-se a si própria. — Eu apenas queria saber quem ele era, e a razão pela qual Will havia me dito isso. — Finalizou, dando de ombros, e sorrindo para a cunhada.
– Sei.. — Comentou Kate, desconfiada.
O restante do caminho de volta ao Castelo de Windsor, foi feito em silencio. A Princesa não conseguia deixar de pensar e repensar em tudo o que tinha ouvido. Ela não compreendia e nem sequer queria compreender a razão pela qual sentia-se tão desinludida com tudo aquilo, com o facto de ter descoberto que Tom é um verdadeiro Casanova. Conquistador pronto para atacar qualquer uma que ainda não tenha tido o coração quebrado por si. E infelizmente, tudo o que ela conseguia pensar, é que provavelmente ela era o alvo actual do alemão. E por mais que ela soubesse que o que ela mais odiava era homens como ele, ela sabia que a carne era fraca, e que aquele ser exalava sexualidade e havia algo nele que atraia-lhe enormemente... Mais ela tinha auto-controle e era capaz de resisti-lo nem que fosse preciso abdicar da vontade que corroía o seu corpo desde a noite do baile.
Notas finais
Espero que sim!
- Peço desculpas pelo erros --' Mas ja corriji enuméras vezes, mais não sei o que ta acontecendo com o Nyah! Não esta ficando como eu quero... -
Quais foram as vossas imprensões sobre o capitulo e toda a historia que a Kate contou para a Princesa?
Acham que o alemão é tão conquistador-barato assim, ou são somente as màs linguas que o dizem?
Sê surpreenderam com Charles? Hahha x)
E o que esperam do aniversario da Thalita?
E ja agora... O proximo capitulo serà postado daqui a três ou quatro dias!
E é um capitulo bem diferente de todos os outros... Vocês vão gostar MUITO!
Até là...
Xoxo;* ♥
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