Bring Me the Mermaids
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MIL PERDÕES, MAS MINHAS NOTAS INICIAIS NÃO SAÍRAM!!!!
MINHAS PROVAS ACABARAM GATOS! ♥ ♥ AI.MINHA.DEUSA! CINQUENTA E DOIS! C-I-N-Q-U-E-N-T-A-E-D-O-I-S FAVORITOS! CENTO E SETENTA E NOVE ACOMPANHAMENTOS E CENTO E QUARENTA E UM COMENTÁRIOS!!!! KYAAAAAAAAAAAAAAAAAA! VOCÊS SÃO LINDOS DEMAIS GENTE! ♥ ♥ ♥ ♥ Agradeço de coração a todos vocês ♥ Bem, o capítulo tá ai, com um final beeem legal. :D É isso, LEIAM AS NOTAS FINAIS! Ok? ♥ Boa leitura.
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A frota de navios pirata Fairy Tail tem uma história antiga. Quando a primeira lenda surgiu entre os homens, a frota nasceu e até os dias atuais perdura tão forte como começou. Teve inúmeros capitães, sendo que apenas dois viraram lenda entre os piratas, com suas histórias contadas entre eles com aventuras humanamente impossíveis.
Todas as aventuras vividas pelos capitães foram escritas em um livro, o que é considerado sagrado dentro da frota. Ali constava informações que podiam acabar ou ajudar a frota a continuar invencível, eles podiam perder o ouro deles e até mesmo o navio, mas se tivessem o livro, não seria muito difícil de conseguir o que antes foi roubado ou destruído.
E na cabine do capitão do principal navio da frota Fairy Tail, Natsu Dragneel, consulta o livro tirando suas dúvidas sobre a sereia e sua vida. Houve outro capitão além dele que conseguiu ter contato com os sereianos, e fizeram além de simplesmente conversar, esse capitão conseguiu ter contato com o pai e mãe de todos. Mas não soube do final desse encontro, já que o capitão, mesmo vivo, não consegue falar coerentemente.
Porém, Natsu não conseguia retirar muitas informações, muitas delas eram superficiais demais para conseguir montar uma teoria e complicadas demais para conseguir entender o que o capitão anterior escreveu. Desistindo de tentar entender, fechou o livro e se encostou na poltrona. Estava cansado.
Fazia dias que navegavam a oeste sem saber para onde estavam indo. A noite tentava ouvir alguma informação da Heartfilia, mas não conseguia além de ter suas poucas perguntas respondidas. Nem conseguir manter uma conversa amigável conseguia, não tinham assuntos a tratar e pelo jeito, ela desistiu de tentar ser gentil com ele.
A Heartfilia, no entanto, olhava para o horizonte com um sorriso no rosto. Estava feliz de certa forma, sabia que depois de fizerem o que será pedido poderá encontrar um antigo amigo, mas que dependerá das respostas da escolhida.
[...]
Fazia pelo menos uma semana que a embarcação Fairy Tail saiu de Singapura, e durante esse tempo, a Heartfilia se aproximou dos poucos tripulantes no navio. Poucos para eles e ainda muitos para ela. Antes pensava que existia dentro do navio mais de cem humanos, o número caiu consideravelmente para, talvez, quarenta, mas continua um grande número, e permaneceram dentro do navio os mais barulhentos. A Heartfilia achava que ficaria surda antes do anoitecer de tanta gritaria.
É “Gray maldito, coloque sua roupa” de um lado, “vou te quebrar” na frente dela seguida de uma briga inútil, “pare de ser tão baixinha” ao seu lado, com uma montanha gigante batendo na cabeça de uma pequena azulada, que de tão pequena, parecia uma criança. E apaixonada pela coloração do cabelo da pequena, nadou até a borda colocando seus braços cruzados nele e apoiou sua cabeça observando a briga.
— Como é que você consegue pegar os livros no seu quarto sendo tão baixinha? — O moreno alto abaixou com suas mãos na cintura e um pouco curvado enquanto media a altura dela pelo olhar. — Sua estatura é do tamanho de uma prima minha. — E voltou a bater na cabeça dela.
— MAS QUE SACO EM! — Gritou a azulada assustando a Heartfilia. — Eu sei que eu sou baixinha, quer parar com isso? E não venha me falar qual é a sua prima, juro que faço você se arrepender de falar. — A azulada lançou um olhar mortal para o moreno. — Sabe disso.
Antes que o moreno pudesse responder, Kana interrompeu a conversa puxando Gray para próximo do tanque. A morena andava animadamente para perto da loira, fazia uma semana que não tinha um contato direto com ela, apenas algumas trocas de palavras e olhares, o que não era nada satisfatório para ambas. Quando pisou no navio, foi chamada junto a Gray para a cabine de Natsu e foram avisados que se qualquer um descobrisse o que eles sabem, Gildarts e Silver não ficariam felizes de saber o que aconteceu com o corpo deles.
— Loirinha, ei loirinha! — Chamou Kana. — Para de olhar para esses dois, todo dia eles brigam, isso é normal. Quero te apresentar uma pessoa. — A Heartfilia se aproximou dela sorrindo. — Esse aqui, que já está incrivelmente nu, é Gray Fullbuster.
— É um prazer conhecê-lo Gray Fullbuster. — Curvou se apresentando.
— Ela realmente se curva. Ei loirinha, porque se curvou pra esse nudista aqui? — O moreno maior perguntou apontando para Gray.
— É uma questão de educação, não acha? — Os três em volta dela começaram a rir, fazendo com que ela levantasse a sobrancelha curiosa.
— Gajeel não sabe o que é educação Heartfilia. — Respondeu Levy. — Viu antes, é impossível ele saber alguma coisa desse tipo. EI! — Gritou ao sentir um tapa na sua cabeça. — Não precisava bater também né! Vai ser bruto assim…
— Aonde? Na sua rede? Adoraria.
— Mas que merda em. Querem parar com isso? Olha a loirinha como tá! — Kana gritou com eles apontando para a Heartfilia, que tinha o rosto tão vermelho quanto os cabelos de Erza. A morena passou a mão no cabelo. — Ela é inocente! — Suspirou. — Por que olhava eles loira?
— Ela me lembra dois amigos meus. — Sorriu docemente. — Os cabelos azuis me lembram eles, embora os cabelos de uma seja um pouco mais escuros.
— Esses seus amigos são sereias também? — Perguntou Gray.
— Uma é, o outro não. — Virou para a azulada. — Seu cabelo é muito bonito.
A azulada agradeceu e os quatro ficaram conversando com a sereia. Curiosa por saber o motivo tão de repente pela briga, perguntou para o casal o motivo, o que fez Gray e Kana suspirarem nervosos, todos os dias eles brigavam pelo mesmo maldito motivo, e a noite eles tinham que lidar com a reconciliação. Não era nada legal para eles. E vergonhoso para a Heartfilia. Seja lá do que eles falaram, parecia ser uma coisa muito nojenta.
Ficaram conversando durante horas, perguntas eram feitas para a loira, que respondia algumas perguntas, outras tinha muita vergonha de responder, e rapidamente ficava rubra, o que virou motivo de piada entre os quatro integrantes. Ora, ela é inocente.
Com a noite caindo, Gray, Gajeel e Levy desceram para o deck inferior para que pudessem comer enquanto Kana escolheu ficar conversando mais com a sereia. Fazia tempo que não conseguia ter qualquer contato direito. Por isso, não se surpreendeu quando a loira puxou ela próxima de si e encostou suas testas, símbolo de afeição para a sereia.
Alguns tripulantes acham que a Heartfilia quer dominar a mente das duas mulheres com quem fazia isso, mas o que eles não imaginam que para os sereianos, essa é uma forma encantadora e íntima de carinho. Tão íntima que apenas companheiros e aqueles que tem laços afetivos e fortes com os sereianos recebem esse afago.
O que não é ignorado nem pela Alberona e pela Strauss. Elas sabiam que era algo muito reservado, porque ninguém além delas recebia esse tipo de calor provindo da sereia, então se sentiam especiais. Os laços entre as três começaram a crescer de uma forma tão intensa, que aos poucos, se consideravam irmãs.
[...]
Durante a noite, a Heartfilia olhava as constelações e murmurava canções antigas até a chegada de Natsu. O que não é absolutamente nada agradável. Piorava quando sabia que ele apenas conversava com ela para obter informações, e informações que ele pode obter com o tempo ao longo da viagem. Ele é tão teimoso e apressado, que ela ficava com raiva só de pensar nas coisas em que ele fala.
Quando ouviu a porta da cabina abrir, dirigiu seu olhar para a direção, vendo o capitão fechar a porta e andar até ela, porém dessa vez, ele carregava consigo uma cadeira e um livro. Colocou a cadeira em frente ao tanque, sentou despreocupadamente e abriu o livro, que já se mostrava na metade.
A Heartfilia, intrigada, olhava para o homem rosado à sua frente com certo receio. Natsu Dragneel não mudaria de comportamento do nada. Ou mudaria? O que aconteceu para que ele de repente não falasse nada com ela e começasse a ler um livro? Ele não tem esse costume! Então por quê?
— É muito chato ter que vir aqui, tentar conversar com você e ficar no tédio. — Respondeu percebendo o olhar descrente da loira sobre si.
— E a sua solução foi trazer um livro? — Ele assentiu. — Nada mal. Qual o nome do livro?
— L'ingénu, de Voltaire. Sabe quem é? — A loira negou. — Foi um dos homens que influenciou na revolução francesa, mas acho que você não sabe o que revolução francesa, e sinceramente, não estou querendo ensinar agora.
— Achei que iria me encher de perguntas como todas as noites.
— Eu sei desistir, eu falei com você antes. Existem coisas que eu quero saber, mas você não vai falar, então… — Deu de ombros.
— Mas tem coisas que pode saber. — O rosado fechou o livro e olhou para a loira. — Falei que pode não que vai. Faça as perguntas corretas e receberá suas respostas.
— Agora você está estranha. — Confirmou. — Resolveu falar isso por quê? Quer ser gentil?
— Pare de se iludir Dragneel, um dia cairá por se manter em sonhos muitos altos. — Sorriu para ele. — Quero que leia para mim o livro. — Ele levantou uma sobrancelha. — Faremos assim, por noite, você terá direito a fazer uma pergunta, e a cada noite, lerá um pedaço da história.
E estendeu sua mão para ele, em um sinal de que fechariam um contrato e que ela honraria com o que prometeu. O capitão olhava para a mão estendida a sua frente, não entendendo em como a sereia poderia pensar de forma tão ingênua. Jurou que ela ia propor algo impossível de conseguir e não algo tão simples como ler o livro. Não sabia se ela era realmente ingênua ou muito burra, porque ele poderia perguntar qualquer coisa a partir daquele momento.
Com esse pensamento em mente, levantou da cadeira e apertou a mão da Heartfilia. Não pôde deixar de notar que a mão da sereia era tão macia quanto algodão, imaginava que seria coberta de escamas. Olhou para a sereia, viu seu sorriso sereno enquanto em seus olhos demonstravam expectativas para saber da história. Se pudesse, riria.
— Certo, posso fazer minha primeira pergunta? — Ela assentiu. — Qual era a criatura que fez você fazer uma bolha gigante e colocar a gente para dentro do mar? Hum, como foi que você chamou? Vogel.
— Oh, achei que sabia. Vogel é um grifo Dragneel, criaturas incrivelmente lindas e inteligentes. O que é uma pena, porque o vogel com que nós conversamos, não agiu de forma inteligente. — Olhou para o céu. — Sabe Dragneel, todas as criaturas existentes têm aqueles que mantêm a ordem entre eles, geralmente é uma criatura lendária que comanda. O grifo que veio conversar conosco fez uma coisa muito ruim e saiu de seu senso de justiça e inteligência. — Suspirou e voltou seu olhar para o rosado, surpreso por ter recebido mais informações do que achava que receberia. — Respondi sua pergunta, agora leia para mim.
Ainda chocado, voltou a se sentar e começou a leitura. Aparentemente eles enfrentariam todo tipo de criatura, e acreditando no conceito aprendido sobre grifos, não queria arranjar confusões com eles, ainda mais sabendo que um lendário reside entre eles.
Natsu Dragneel
Fechei a porta atrás de mim me encostando nela em seguida. Li para a Heartfilia três capítulos do livro, ela queria que eu lesse mais, mas falei que estava muito cansando e que pretendia dormir. Ela assentiu tristemente e disse que esperava que eu fosse ler amanhã novamente. Em troca de respostas, lerei quantos livros ela quiser.
Andando pela cabine, fui tirando minha roupa jogando pelo quarto até chegar em minha cama. As coisas vão ficar interessantes agora que eu vou poder tirar minhas dúvidas, qualquer dúvida, isso que é mais interessante. Só que eu terei que ir bem devagar, criando um laço com ela, porque eu sei que Kana sabe de muita coisa sobre a Heartfilia que ninguém mais sabe. Mesmo que Mira, que convive com ela também não sabe o que Kana sabe.
Acordei ouvindo gritos animados dos tripulantes, pelo menos não era gritos de ódio, porque esses eu já estava cansado de escutar. Veja bem, eu adoro minha tripulação, são amigáveis, tem uma convivência bastante engraçada, nossa relação vai para além de amizade, eu considero eles minha família, considero aqui meu lugar, porém essa relação de ódio com a sereia e a tripulação já estava me deixando nos nervos.
Quando eu vivia com a sociedade nobre, próximo da família real, com pessoas extremamente falsas e bem mais gananciosas que eu, achava que não pertencia àquele lugar. Simplesmente não pertencia. É certo de que eu vivo dentro de um ambiente sujo, nós matamos e roubamos, fazemos coisas horríveis aos outros fora da Fairy Tail, mas aqui nunca tivemos um ar nojento em volta de nós.
A empatia que temos pelo outro de nossa frota faz com que o ar em nossa volta se torna familiar, e é justamente assim que eu me sinto em relação à eles. Sinto como se estivesse em uma relação familiar, e não se engane, eu não sou o pai, jamais. Consideramos outra pessoa pai, eu sou apenas o homem que manda neles, apenas.
Peguei outras roupas, vesti elas e me retirei para o deck. Hoje ficaria com Erza. Andei até o deck superior recebendo olhares descrentes, e até sei o motivo. É tão difícil me ver saindo da cabine quanto ver Erza sem espada, e olha que ela até dorme com, pelo menos, duas armas junto com ela.
— Sua cama pegou fogo por acaso? — Neguei com a cabeça enquanto observava os marujos conversando com a Heartfilia. — O que está fazendo aqui então? Nunca apareceu aqui na luz do dia.
Pedi para Erza calar a boca e contei o que a Heartfilia me contou, e como eu, a ruiva ficou chocada. Seus olhos arregalados por chegar na conclusão de que existem outras criaturas tão assustadoras quanto o Gilin. Falei também do trato que fiz com a Heartfilia, isso fez a Erza rir e me perguntou o motivo de eu ter feito isso.
— Quero respostas, e se esse é o meio mais rápido então eu vou fazer.
Erza concordou comigo e voltou seu olhar para a tripulação. Séria como sempre. Durante anos que tenho Erza como companheira, são raras as vezes que eu a vi sorrir, não sei se ela prefere ser séria do meu lado ou só mostra esse lado para mim, porque em algumas comemorações ela fica até feliz.
E bem… Com uma tripulação dessas, como não ser rígido? Olhava para cada marujo que trabalhava, alguns paravam e conversavam com a Heartfilia, mas acho que por medo de acontecer alguma coisa ela, trocava algumas palavras e eles voltavam a trabalhar.
Ficar olhando eles trabalhando de um lado, brigando do outro e sendo legais com a Heartfilia em alguns momentos, como posso dizer… É muito chato! Muito mesmo. O que eu faço na minha sala todos os dias é bem melhor do que ficar em pé olhando esses marujos andando de um ladro para o outro. Desci do deck superior indo direto para minha sala, dali a poucos minutos os marujos sairiam e tudo ficaria em silêncio. Aproveitaria para fazer mais perguntas à Heartfilia.
Narradora
Já era de madrugada quando a Heartfilia acordou ouvindo vozes próximas de si. Especificamente duas. Uma voz pertencia a uma mulher, um pouco delicada e austera. A segunda voz pertencia a um homem, severa e calma. Abriu os olhos para ver quem estava falando a essa hora da noite. Não podia ser Kana porque viu a amiga descer para dormir, ou beber, ela não sabia o que ela faria, mas ficaria com seus amigos.
Em frente ao tanque, duas pessoas vestidas formalmente encaravam a sereia em um misto de dúvida e curiosidade. Assustada por perceber que eles não pertenciam a frota, emergiu rapidamente querendo saber quem teria entrado no navio. Se fosse de uma frota inimiga, ela teria problema. Não só ela como o navio inteiro. Olhou cuidadosamente para as duas pessoas e se surpreendeu.
Não eram pessoas fisicamente que estava a sua frente, e sim as almas que iriam ser libertadas. Tanto a mulher quanto o homem encaravam a sereia com olhares decididos e tão vívidos que a Heartfilia teve a certeza de que os dois tiveram uma vida bastante agitada. Mas ela não entendia o motivo das almas aparecerem para eles ali, naquele momento. O navio sequer chegou perto da ilha.
— Será que ela consegue entender o que falamos Anne? — Perguntou o homem.
— Claro que sim John, não viu que ela falou normalmente com as pessoas do navio?
A Heartfilia não conseguia acreditar que os dois estavam ali, querendo, aparentemente, conversar com ela. Mas não deveria sequer ser possível ela conseguir ver eles. Tinha o conhecimento de que poderia sentir suas presenças, mas ver, fora de sua capacidade.
— Como… Por que…
— Oh! Que menina curiosa. — Comentou Anne. — Se eu tivesse uma filha, será que seria como você?
— Ou se tivesse um filho, será que seria parecido com o homem desse navio? — Os dois se olharam e completaram juntos: — Não. Com certeza não.
— Acho que seria mais gentil John, esse capitão é estranho. Eu particularmente não gosto dele.
— De quem você não gosta Anne? — Retrucou o homem. Não deixando com a mulher desse a resposta, virou para a sereia. — Sabe, vocês não estão muito longe de chegarem perto de nós, e estamos aliviados por saber que logo irão nos libertar. — Disse enquanto abraçava a mulher ao seu lado.
— Sim, mas existem marujos específicos dentro desse maravilhoso navio que poderá nos salvar. — Anne fechou os olhos e pousou suas mãos em sua barriga. A Heartfilia acompanhou as mãos pousando, e quando entendeu, colocou suas mãos em sua boca. — Há um casal que ficou tão feliz quanto nós quando descobriu. Uma mulher que sentiu a mesma dor que eu senti ao descobrir que não se pode fazer muita coisa quando já nasceu com seu fim.
— E… — A sereia engoliu em seco. — Vocês podem me dizer quem são as pessoas?
— Mas isso facilitaria para vocês sereia. — Respondeu John. — Viemos aqui para aconselhar vocês. Bem, foi um prazer conversar com você sereia. — Virou-se para Anne. — Achei que iria embora sem ver uma criatura como ela. Adeus.
— Seus nomes! — Exclamou a sereia antes deles desaparecem. — Qual o nome de vocês? Em troca darei o meu.
O casal olhou para ela e sorriram.
— Não é necessário sereia, não nos veremos novamente. Meu nome é Anne Bonny e este homem – Apontou para o homem ao seu lado. — se chama John Rackham. Pergunte a seu capitão quem somos nós. — Piscou um olho para ela. E assim como apareceram, os dois sumiram em meio a madrugada.
[…]
A sereia tinha as duas mãos na cabeça, desde o momento em que foi acordada até a tarde. Os marujos passavam por ela curiosos pela mudança de comportamento, normalmente ela ficaria com a cabeça apoiada no tanque olhando eles trabalhando e até as vezes cochilava. Se não dormia, conversava com os que paravam para conversar.
Kana e Mirajane, que estranharam o comportamento estranho da amiga, bateram no vidro, chamando a atenção da Heartfilia. A morena apontou para cima pedindo para que ela emergisse, demorou um tempo mas a sereia emergiu. As duas olhavam para a loira com um pedido mudo de uma explicação sobre a mudança drástica.
— Eu preciso saber, quem nesse navio tem uma relação amorosa?
— Um monte loira.
— E quais desses casais tiveram filhos? — As duas se olharam apreensivas, eram um assunto que não gostavam de tocar.
— Só um… — Respondeu Mirajane. A Heartfilia puxou o ar surpresa. — Por quê?
— Eles… Eles por acaso perderam esse filho? — As duas assentiram novamente. — Tão jovens. — Murmurou olhando para baixo. — Mirajane, preciso que chame Natsu e o casal. Eles são os escolhidos para irem falar com as almas.
— Eles? Heartfilia, os dois são marujos tão normais como Kana, eles não podem ir falar com as almas.
— Não Mirajane, eles devem ir. — Falou decidida. — Temo que viverão novamente pesadelos antigos.
— E por que eles foram escolhidos loirinha?
— Porque pais que perderam filhos entendem um dos piores tipos de sentimento existente.
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MIL DESCULPAS, MAS MINHAS NOTAS FINAIS NÃO SAÍRAM!!!!!
Grifo: Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão. Simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de libra, a chamada balança. (fonte: wikipedia.com)
GRIFO TÁ GENTE! NÃO TROCA POR HIPOGRIFO NÃO!! Hipogrifo é outra coisa! E se você é de libra, sinta-se HONRADX!!! (:
L'ingénu: relata a historia de um jovem criado na américa do século XVII que passa a conviver com a sociedade inglesa e apaixona-se por uma moça, tendo de se adaptar a cultura. (fonte: wikipedia.com) CACEI POR UM LIVRO ANTIGO E ACHEI ESSE AI! E é romântico, então é perfeito para a loira, que sabemos que adora romance ♥
Anne Bonny: Era filha de um advogado nascido na Irlanda e da sua empregada. Um pirata com o nome de James Bonny desposou Anne numa tentativa de se apossar da plantação, mas o pai de Anne deserdou-a. Bonny levou então a esposa para as Bahamas, onde ele se tornou informante do governador Woodes Rogers. Anne repugnava a covardia do marido e depressa se envolveu com Jack Morim Rackham, um pirata de algum renome. Anne lutou vestindo-se como homem. Era exímia no uso da pistola e da espada, e considerada tão perigosa quanto qualquer pirata masculino. Jack Morim ofereceu um valor para comprar Anne ao seu marido James Bonny, mas Bonny levou o assunto ao Governador Rogers, que determinou que Anne seria açoitada e teria que voltar ao marido
John Rackham: foi um capitão pirata inglês durante o século XVIII. Seu apelido surgiu graças às roupas coloridas feitas de “calicô” que ele sempre vestia. Rackham conheceu e se apaixonou por uma mulher casada chamada Anne Bonny. Ao invés de deixar Anne para trás para ser castigada, o casal resolveu reunir uma tripulação e roubar um veleiro. (fonte: wikipedia.com) Em um lugar tá Jack, outro tá John, eu decidi adotar o nome John.
POISÉ GENTE, ESSES DOIS REALMENTE EXISTIRAM!!!!!! Coloquei na fic porque ficaria tão mais legais com piratas de verdade *-*
Gajeel e Levy apareceram, e brigando ainda. KKKKKKKKKKKKKKKKKK Sempre brigam por motivos tão imbecis. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Vocês por acaso sacaram quem são os amiguinhos da Heartfilia? Se sim, fico MUITO FELIZ! :D
Ai gente, o carinho delas >< Não sei se vocês lembram do episódio, mas em FT tem um epi que mostra Juvia e Lucy com as testas juntas, na saga do Etherion, acho linda essa demonstração de afeto, e bem.... eu copiei. Eu confesso. KKKKKKKKKKKKKKKK Achei isso lindo, mas resolvi fazer um carinho específico dos sereianos (; Por isso que a amizade das três é tão linda ♥
E o que acharam do acordo?? Legal né? Mas agora Dragneel vai ABUSAR do poder que tem. COITADA DA HEARTFILIA!
Hmmmm, AH! Gente, já falei sobre mas, eu criei um grupo no whatsup sobre a fic, se caso quiserem participar para me perguntar diretamente alguma coisa ou debaterem sobre as mil teorias que podem ter, podem me passar seus números por mensagem privada, JURO que não passo trote de madrugada. u.u KKKKKKKKKKKKKKKKK É ISSO LINDOS! Muito obrigada por favoritarem, agradeço por terem lido TUDO isso aqui, e peço para comentarem sobre o que acharam do capítulo. Amo vocês ♥ Até o próximo ♥
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