Bring Me To Life

36 Capítulo 36


Notas iniciais
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– Você é minha entendeu? Minha... Não ouse deixar outro homem tocar em você ou juro que arranco seus membros.

...

Sakura arregalou os olhos, estava com medo dele. Sasuke era um monstro. Sakura foi se afastando dele até encostar na cama.

– Não me mexa. – Disse Sasuke se aproximando dela. Ainda em sua forma demoníaca Sasuke cortou seu pulso fazendo o sangue escorrer e pingar no chão. – Beba. – Sakura o olhou horrorizada. Sasuke aproximou seu pulso do rosto dela.

– Eu não vou bebe isso. Você é louco.

– Faremos um pacto. Apesar de sua alma já ser minha...

– Então não precisa disso. – Disse tentando disfarçar...

– Mas eu quero. Assim poderei te encontrar em qualquer lugar e porque eu quero... Agora beba logo, não quero ter que forçar você. Eu prometi a mim mesmo que nunca mais te forçaria a nada. – Encostou seu pulso nos lábios dela a sujando. Sakura timidamente começou a sugar o sangue dele. No começo tinha um gosto horrível, mas depois se tornou doce. Então esse era o sabor de um demônio. Era saboroso, o sabor do pecado. – Basta! – Sasuke estava ofegante. – Vista-se decentemente a partir de agora. Te espero na sala. Você tem cinco minutos. – E desapareceu antes que ela pudesse dizer alguma coisa. Sakura olhou sua blusa e viu que estava suja se sangue. Teria que se trocar denovo.

...

– Linda como sempre. – Disse Sasuke assim que Sakura apareceu na sala. Dessa vez ela optou por um vestido rosa claro justo no busto e solto na saia que ia até os joelhos. – Vamos. – Sakura não respondeu nada apenas o seguiu...

– Você tem uma carro? – Disse Sakura surpresa assim que chegaram ao estacionamento do templo.

– Um demônio não pode ter um carro? – Disse Sasuke sorrindo.

– Não.

– Irritante. Entre. — E ela assim o fez.

...

Andavam pela faculdade chamando atenção de todos. Sasuke era muito bonito e por onde passava as garotas viravam o rosto pêra olhá-lo, estando elas a sós ou acompanhadas.

– Você chama muita atenção. – Disse Sakura.

– Não se preocupe com elas, são todas humanas idiotas que olham apenas para o exterior... Eu sou só seu. – Sakura corou violentamente fazendo Sasuke da um pequeno sorriso.

– Não diga besteiras.

– Digo a verdade. – Sakura não respondeu, estava no colegiado onde ela faria a matrícula.

– Bom dia, vim aqui para me matricular no curso de Medicina.

– Seu nome por favor. – Disse a atendente que não tirava os olhos de Sasuke.

– Sakura Smith. – A atendente olhou no computador e constou que Sakura estava entre os aprovados.

– Preencha essa ficha senhorita.

– Obrigada...

– E você? – Perguntou para Sasuke.

– Sasuke Uchiha.

– Desculpe Senhor Uchiha, seu nome não consta na lista.

– Olhe denovo. – E a moça assim o fez.

– Haaa aqui está Uchiha Sasuke. Preencha o formulário e Seja bem vindo. – Sasuke não respondeu apenas pegou a ficha e se afastou com Sakura.

Os dois preencheram os formulários e entregaram a atendente...

...

– O que você está fazendo?? Como fez isso? Seu nome não estava na lista. – Disse Sakura.

– Porro mudar algumas coisas como eu bem entender. Essas são as vantagens de ser o filho do Senhor do Inferno. – Disse Sasuke com um sorriso orgulhoso.

– E porque fez isso?

– Não é obvil?

– Não , não é!

– Vou ficar de olho em você. Além do mas, será divertido... Humanos são deplorável, universitários então...

– Imbecil.

– Olha a boca.

– Me deixa em paz. – Sakura apressou o passo, mas Sasuke a alcançou sem esforço. Sakura se aprossou mais, mas acabou esbarrando em alguém. O encontro foi tão forte que as duas pessoas foram parar no chão. – Me desculpe. – Disse Sakura sem jeito.

– Tudo bem. – Disse a outra pessoa. Ela como todas, olhou para Sasuke, mas imediatamente desviou o olhar. – Sasuke pegou Sakura pelo braço e a levantou. A outra garota se levantou sozinha. Sakura imediatamente começou a ajudá-la a recolher os papeis que haviam se espalhados pelo chão. – Obrigada...

– Sakura. Sakura Smith. E você?

– Hinata Hyuga. Você é caloura de que curso?

– Como sabe que sou caloura?

– Nunca te vi por aqui.

– Entendo, sou caloura me medicina.

– ótimo. Serei sua professora de anatomia.

– Nossa... Professora, você é tão jovem que pensei que fosse uma aluna. – Hinata sorriu.

– Tenho mais idade do que aparento... Nos vemos por ai. – Disse e foi andando pelo corredor.

– Que estranho, ela olhou para você como se o conhecesse. – Disse Sakura para Sasuke.

– E conhece. – Ele disse.

– Vocês ... – Não conseguiu terminar a frase. Ficou deprimida ao imaginar Sasuke com aquela garota. Se espancou mentalmente, porque estava pensando nisso. Tudo que ela queria era se livrar dele.

– Não, a Hinata e eu nunca ficamos juntos. – Ele respondeu uma pergunta não feita. Como ele sabia que ela estava pensando nisso. Pensou Sakura. – Como disse, sou apenas seu.

– Não diga idiotices. De onde vocês se conhecem?

– A família Hyuga é uma faz famílias de Ceifadores.

– Quer dizer que ela é um...

– Não. A Hinata é mestiça. Por isso vive no mundo dos humanos. Ela foi sua amiga, amiga da sua outra encarnação...

– La vem você... Estou com fome... Vamos comer alguma coisa. – Disse para mudar de assunto.

...

Sakura estava na mesa da lanchonete da faculdade, Sasuke tinha ido pegar outro refrigerante.

– Oi. – Disse um rapaz de cabelos laranja.

– Oi.

– Qual seu nome?

– Sakura e o seu?

– Yahiko mas todos me chamam de Pain.

– Credo, que apelido estranho. – O garoto sorriu. – Me chamo Sakura.

– Aluna nova?

– Sim. Primeiro ano de medicina e você?

– já estou no quarto ano. Faço medicina também. Posso me sentar com você.

– Não! – Respondeu Sasuke. – Não se aproxime dela Pain.

– Que isso Sasuke. – Disse Sakura.

– Pain é um demônio que como o nome diz gosta de causar dor nos seres humanos. – Pain sorriu sem graça ao escutar a descrição de Sasuke.

– Desculpe Uchiha eu não sabia que a humana era sua.

– Pois agora sabe. Procure outro humano para brincar.

– É que p cheiro dela é tão bom...

– Não quero saber... – Pain se retirou deixando sasuke e Sakura a sós. – Não fale com ninguém enquanto estiver sozinha.

– Você é louco.

– Louco?? Quer que eu te mostre o que o Pain gosta de fazer com as pessoas? – Disse Sasuke já com os olhos vermelhos.

– Não. Sasuke! Olhe onde você está. Comporte-se.

– Eu não me importo com esses humanos malditos. Posso matar todos eles em questão de segundos... Não vão nem saber o que aconteceu...

– Faça isso e nunca mais falo com você.

– Eu estava brincando... Não gosto de carnificina... Não sou um demônio de destruição.

– Há demônios assim?

– Muitos. O que você acha que causa as grandes tragédias?

– Credo. Agora fiquei com medo.

– Não precisa. Você não precisa ter medo de nada. Nenhum ser vai encostar em você... Não vou deixar você morrer denovo nem que isso custe minha vida. – Sakura ficou balançada com a declaração dele. Sasuke pode sentir isso e deu um meio sorriso.

– Pensei que você fosse imortal.

– E sou.

– Então não diga besteiras do tipo. ‘’Mesmo que custe minha vida...’’

– Só há um jeito de matar um demônio como eu.

– E qual seria?

– Pra que quer saber? Vai tentar me matar?

– Talvez...

– É uma pena princesa, mas você não pode. Só a morte pode matar demônios como eu.

– A morte?

– Sim. Ele é o Chefe dos ceifadores. Só ele pode matar demônios do meu nível. Com exceção de meu pai é claro. Só Deus pode matar ele. Assim como só Deus pode matar a morte.

– E se essa morte resolver te matar?

– Não vai. A morte trabalha para manter o equilíbrio. Mas eu não quero falar disso com você, é muito chato...

– Ok Seu rebugento.

– Você ainda tem mais alguma coisa para fazer aqui?

– Não.

– Então vamos embora. Não gosto dessas pessoas te olhando.

– Credo. Você é muito bizarro. – Sasuke não respondeu apenas sorriu.

...

Estavam no carro voltando para o templo quando Sasuke de repente para o carro no meio da estrada.

– O que houve? Ficamos sem gasolina? – Disse sakura.

– Não. É que quero muito fazer uma coisa. – Disse Sasuke

– O que?

– Promete que não vai pirar.

– Clar... – antes que ela terminasse de falar Sasuke colou seus lábios. Sakura pensou em empurrá-lo mas para sua surpresa ela não o fez, ela não se entendia o porque, mas estava gostando do beijo.

Sasuke vendo que não foi rejeitado aprofundou o beijo introduzindo sua língua na boca dela que o recebeu. Isso é tão bom. Pensou Sakura. Porque estou gostando disso? Sasuke a apertou mais contra si e Sakura sentiu a mão dele entrando por baixo do seu vestido alisando suas coxas. Ela queria empurrá-lo mas não conseguiu, o toque dele era muito bom. O que estava acontecendo com ela? Ela nunca gostou desse demônio convencido. Porque estava aceitando suas caricias agora? Se separaram porque Sakura estava com falta de ar. Sasuke alisava os cabelos dela e ainda a mantinha perto de si.

– O que foi isso? – Perguntou Sakura. – O que você fez comigo?

– Nada.

– Eu não ia aceitar uma coisa dessas assim.

– Pois aceitou e gostou.

– Eu não gostei. Mentiroso.

– Não. – Sasuke levantou uma sobrancelha. – Então o que é isso? – Ela foi muito rápido. Sakura não teve tempo de protestar ou reagir. Sasuke levou seus dedos até a intimidade dela que estava molhada. Forçou um pouco a entrada, mas parou ao sentir a barreira do corpo da garota... Tirou seus dedos dela e levantou sua mão para que ambos a vissem. – Isso prova que suas palavras não são verdadeiras. – dizendo isso levou os dedos a boca e os chupou. – Você tem um gosto incrível. Mal posso esperar para prová-la.

– Seu... – Sakura estava envergonhada. O que tinha acontecido com ela. Porque tinha ficado excitada com ele?

– Shiiii, não diz nada. Não minta para si mesma. – Sorrindo ele deu alguns selinhos nela e voltou a posição normal e ligou o carro... Seguiram em silencio para o templo... Sakura não queria, mas teve que admitir. Tinha adorado os toques dele...