Bring Me To Life
2 Capítulo 2
Olhou para o homem caído ao chão. Era um homem grande, não conseguiria de forma alguma carregá-lo até sua casa. Não tinha outra escolha, teria que deixá-lo ali enquanto ia até sua casa e pegava o carro.
Correu até sua casa, por sorte não estava longe e pegou o carro, voltou para onde o estranho estava e com muita dificuldade o colocou dentro do carro, dirigiu até sua casa e novamente com dificuldade o arrastou para dentro e o colocou num futon que estava no chão da sala. Com a luz da sala finalmente pode olhar para homem e nossa, como ele era lindo. Haviam alguns machucados em seu rosto e peito então Sakura se levantou e pegou algumas ervas que tinha na cozinha e tratou de cuidar dele. Quem será que fez isso a ele? Será que foi assaltado? Espancado? Não saberia dizer, teria que esperar ele acordar para perguntar. Pensou em chamar a policia. Era o certo a fazer. pegou o telefone paga discar o numero mas não funcionou. Tentou denovo e denovo e nada de funcionar. O telefone estava mudo. Estranhou o fato mas por hora não podia fazer nada tudo que podia fazer era cuidar dos ferimentos daquele estranho.
Sakura pegou tudo que iria precisar para cuidar. Observou a roupa que ele estava e era muito estranha, ninguém andava por ai vestido dessa forma. Mas agora não era hora para olhar roupas. Abriu a blusa dele e a retirou por completo, reparou então nos músculos bem trabalhados. Primeiro começou limpando seus machucados com água oxigenada, depois colocou as ervas que iria cicatrizar os cortes em seu peito e amenizar os hematomas. Terminou de fazer os curativos, viu que havia esquecido um em seu lábio então quando levou sua mão para limpá-lo o homem em um rápido movimento a segura com força.
- Hey calma. Só quero ajudar. Não vou machucar você. – ela disse nervosa. Sem que ela esperasse ele pegou sua mão a levando até seu nariz e cheirou. Aquilo foi estranho pra ela, mas logo após ter feito isso ele a solta. – O que aconteceu com você? Não se preocupe, assim que o telefone voltar a funcionar eu vou chamar a policia assim você pode denunciar quem Fez isso. – ele apenas a olhava. – Qual seu nome? – ele não respondeu. – Hey, fala alguma coisa. Qual seu nome? De onde você é? O que aconteceu com você? – ele continuava mudo. Sakura balançou as mão em frente ao rosto dele. – hey, você pode me ouvir? – Novamente ele segurou sua mão e a levou até o nariz a cheirando. – Você não é normal. Ai meu deus eu trouxe eu maluco pra casa. Será que está em choque pelo que aconteceu? Deve ser isso. – ele a soltou. – Hey você pode me ouvir? – lentamente ele balançou a cabeça afirmando que sim. – Ótimo, não é surdo. Pode me dizer seu nome? – mais uma vez ele não disse nada. – Diga-me alguma coisa. – Mudo novamente. – Você tem onde passar a noite? – Fez que não com a cabeça. – Certo, você pode ficar aqui hoje. Amanhã levo você a cidade e você vai a policia. – ele não disse nada. – Deve ser mudo, só pode. – se aproximou novamente para limpar o ferida dele, mas o mesmo se afastou. – Calma, só vou limpar seu machucado, como fiz com os outros.
Só então ele pareceu perceber que estava com curativos em varias partes do corpo.
- Viu só? Cuidei de você. – ele novamente não disse nada. sakura se conformou e teve certeza que ele era mudo pois ninguém numa situação dessa agiria dessa forma. – Bom eu já cuidei de você agora você só precisa descansar. Deite-se um pouco. – e ele assim o fez.
Sakura se levantou e foi para a cozinha preparar alguma coisa para beber. Virou-se para pegar um copo e La estava ele o estranho.
- Haaaaaa. – gritou pelo susto. – Você me assustou. Não cheguei assim sorrateiramente. – Sem resposta. – Está com fome? – Ele fez que sim com a cabeça. – Sente-se eu vou preparar algo para você comer. – e ele sem dizer nada assim o fez. Sakura fez um sanduíche para ele que o comeu rapidamente. – bom já é tarde acho melhor dormirmos. Minhas coisas estão todas na casa da minha vó, só deixei aqui o necessário. Então você pode dormir no futon que eu durmo no sofá. – ele não disse nada apenas se deitou.
Sakura estava com medo de dormir e o estranho a matar. Nos dias de hoje não de pode confiar em ninguém. Mas pensou que um homem do tamanho e porte dele se quisesse fazer algo com ela, não teria forças para impedir então acabou fechando os olhos rezando para que ele não fosse um lunático que a matasse no meio da noite. Teve sonhos conturbados. Sonhos estranhos com a sacerdotisa do templo e um demônio. Depois sonhou com uma criança, era filho do tal demônio. A mulher segurava um lindo menino em seu colo e segurava a mão de outro. Eram lindas crianças...
...
Acordou sentindo muito calor. Abriu os olhos sentindo uma forte dor em seu pulso, levantou o braço e pode constatar uma mordida no local. Aquilo era estranho, não se lembrava de algum animal tê-la mordido ainda mais dessa forma. Levantou cambaleante e foi até a cozinha. Olhou pela janela e viu que chovia muito forte.
- estranho, está fazendo muito calor aqui mesmo com essa chuva. – lavou o pulso na pia sentindo ele arder, o limpou e fez um curativo. – Porque não me lembro de ter sido mordida? Merda. Haaaaaaaaaaaa. – O estranho apareceu na frente da garota. Ainda estava sem camisa exibindo o forte peitoral desnudo. – Você tem que parar de me assustar assim. – ele não respondeu. – Onde você mora? – nada. – Você é algum mendigo? Vive nas ruas? – achou pouco provável, ele tinha as roupas limpas e bem cuidadas mas tinha que perguntar. – ele balançou a cabeça negativamente. – Merda. Hooo meu Kami, o que eu faço? Sente-se, farei algo para comermos, depois vou dá uma olhada em seus machucados. – sakura fez torradas com ovos e os dois comeram em silencio. – Você tem onde ficar? – ele negou. Sakura provavelmente se arrependeria disso, mas não podia deixar que ele ficasse na rua. Iria falar com sua avó, no templo tinha espaço de sobra e alem do, mas ele podia ajudar. – se quiser pode ficar aqui um tempo. – ele não disse nada. – venha. Vou olhar seus ferimentos.
Foram para a sala e sakura pediu que ele se deitasse no futon enquanto ela tirava seus curativos para passar mais remédio. Sakura se assustou ao tirar um por um e não encontrar mais nem um arranhão.
- Mais que merda é essa? – ele estava completamente curado. – Quem é você? Ou melhor, o que é você? – ele não disse nada. – Como você se curou? – nada. – Por Kami. Se não vai me dizer nada saia daqui. Saia da minha casa agora. – Sakura ia se levantar, mas ele segurou sua mão e ela pode sentir o calor que vinha dele. – Por kami você está queimando. – ela tocou-lhe a testa. – você está com muita febre. Fique onde está, vou pegar algo para baixar sua febre.
Rapidamente sakura se levantou e foi até o banheiro em busca de algum antitérmico. Voltou para a sala e ele não estava mais lá. Será que foi um sonho? Correu por todos os cômodos da casa mais nada. Não havia nem sinal dele. Estava ficando louca? Levou a mão a testa e ela estava quente. Foi alucinação? Teria sonhado com esse homem? Não. Aquilo foi muito real. Talvez ele tenha ido embora.
- Droga, agora vou ficar preocupada pensando nele.
...
O jovem anda por um lugar escuro, andou por alguns minutos até chegar a uma grande mansão. Haviam guardas mas ele nem os olhou e estes o deixaram passar. Andou pela casa até chegar numa grande porta guardada por um cão de três cabeças que ao vê-lo se afastou dando passagem para que ele entrasse na sala. A sala era sombria e ao fundo havia um trono negro.
- Onde esteve irmãozinho? – disse um homem que estava sentado no trono.
- Onde está o nosso pai? – pergunta o jovem.
- Está por ai torturando algumas almas.
- Onde esteve Sasuke? – pergunta o outro mais uma vez.
- Estive no mundo dos mortais.
- E o que foi fazer La? Sabe que demônios não devem passar para o mundo dos mortais sem permissão do nosso pai.
- sim eu sei, por isso acabei que machucando ao passar pelo portal, alguma coisa me puxava de volta mais forcei minha entrada e consegui.
- E o que você foi fazer no mundo dos humanos?
- Fui porque queria saber mais sobre nossa mãe. – ao ouvir isso o outro se interessou.
- E o que descobriu? – disse se aproximando.
- Nada. acabei ficando ferido.
- É nisso que dá entrar no mundo dos humanos sem permissão do nosso pai.
- Não entendo porque ele não nos quer lá. Há milhares de demônios no mundo dos humanos.
- Sim, mas eles estão La para caçar almas, destruir, corromper... Nosso pai nos quer aqui ele acha que estamos acima disso, e na verdade estamos. Não tenho saco nem paciência para me envolver com humanos.
- É mas adora torturá-los quando os mesmos chegam aqui.
- O que eu posso fazer? é divertido. E eles vêm pra Ca porque querem. È lhes dado uma escolha. Apesar de sermos demônios não podemos interferir nas escolhas. E se estão aqui é porque merecem, não devemos ter pena deles. E não venha me dar lição, você também adora fazer isso.
- Sim. Como disse, é divertido.
- Humanos são ruins por natureza, adoram fazer mal e nos culpar por isso. Mas no fundo não passam de porcos imundos com sua falsa moral. – o irmão se aproximou mais.
- Chega pra lá Itachi.
- Que cheiro é esse impregnado em você? É delicioso.
- Conheci uma humana.
- O que? Você?
- Ela me encontrou justo quando atravessei o portal. – Itachi pareceu interessado na história. – Ela me levou para casa dela e cuidou de mim. Pensou que eu fosse algum humano ferido.
- E o que você fez com ela pra ter esse cheiro em você? – perguntou itachi com malicia.
- Nada. Como disse ela cuidou de mim. Mas ela tinha uma alma deliciosa. Nunca senti isso antes. Tem um cheiro muito bom. Não resisti e a mordi. Bebi um pouco de sua essência.
- E o que pretende fazer agora?
- Quero vê-la denovo. E a alma mais deliciosa que já provei.
- Então corre, porque se os outros demônios descobrirem uma alma tão saborosa assim você será passado pra trás. – sasuke ia saindo. – hey, onde está indo?
- Para o meu quarto. Onde esta o Naruto?
- Da ultima vez que eu soube ele estava no mundo dos humanos com o Neji e o Gaara. São demônios ceifadores devem estar fazendo o que fazem de melhor...
- Esses caras adoram se divertir com os humanos.
- E quem não gosta? Hey Sasuke, onde você encontrou essa garota?
- Perto do templo onde nossa mãe viveu.
- Interessante. – disse O mais velho.
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