Brincando com o Destino
1 Capítulo 1 Único: Quem Brinca vira Brinquedo
Notas iniciais
Sakura era uma jovem alta de cabelos rosas e com olhos verdes ciano. Uma garota linda a primeira vista, simpática e dona de uma beleza invejável mais como diz aquela frase bem conhecida “QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO”. O porquê de tal frase? Você já descobrirá; nossa querida amiga é daqueles tipos de garotas cara de santa e alma de demônio. Brincando com todos os homens disponíveis e até os compromissados, eles também tem sua parcela de culpa mais isso não vem ao caso. O que ela não esperava era se apaixonar pelo galinha admitido da Universidade.
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Era apenas uma balada, enquanto se olhava no espelho, verificando maquiagem e se o vestido preto estava justo o suficiente, enquanto a amiga de noitada discutia com algum peguete no celular.
— Vamos porquinha- Disse a rosada, dando os últimos retoques no batom vermelho sangue.
— Já estou indo, testuda, pega a minha bolsa pra mim- Responde Ino
— Folgada!- Gritou Sakura de volta.
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Em uma parte mais agitada da boate, estava Sasuke, quase despindo uma loura peituda e gostosa, qual não lembrava o nome, já era a quarta desde que chegará na boate. Até que uma garota alta e com cabelos rosa do outro lado da pista de dança, se remexia de um jeito sensual e hipnotizante o chamou atenção.
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Ela sabia que era o centro das atenções, que ali não tinha uma pessoa viva ou morta que resistiria ao seu corpo, ao seu olhar e ao seu toque minuncioso. Sentiu as mãos fortes a abraçarem por trás, não ligou, era assim todas as vezes.
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O corpo dela era como imã, os olhos verdes e a cara de santa, eram apenas uma mascara da pervertida que era. Tinha sido fácil arrastá-la para um canto e fazer a festa. Já amanhecia quando saiu do quarto dela. Ela seria esquecida assim como o seu nome já havia sido.
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Depois daquela noite, se encontraram mais uma cinco vezes. Ela se sentia completa, estava apaixonada mais no final ele apenas à usou como brinquedo assim como ela fez com tantos. Agora ela sabia o que era estar apaixonada e com o coração no pó.
Afinal quem brinca acaba virando brinquedo da sua própria história.
Ela era como uma mariposa hipnotizada pela chama mortal.
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