Notas iniciais
Oi amores da minha vida!!!! Muito obrigada mesmo pelos comentários atenciosos de vocês! Obrigada mesmo! Quero agradecer a Gabi Moura e a Ana Oliveira por favoritarem a FIC e dar as boas vindas a Jéssica! Muito obrigada meninas! Quanto a questão do nome dos personagens, ou o travessão, acho que empatou! Então, quem ainda não disse o que prefere, diga agora, neste capitulo, pra eu poder decidir conforme a vontade de vocês! Vamos ao capitulo? LiTor aprontando, pode ter certeza! Espero que gostem!

Eu tinha que pegar aquela chave de um jeito mais fácil, mais quando se trata do idiota do Vitor Machado, nada fica mais fácil pra você. Eu poderia dar-lhe um chute, mais isso não iria fazer com que ele me devolvesse a chave, ou poderia gritar, mais nenhum dos idiotas lá de baixo iria me ajudar.

–Vitor, vou fazer você voar por essa janela se não me devolver essa chave agora! –ameacei. Juro que essa era a minha maior vontade.

–Duvido muito que você tenha coragem de me jogar pela janela, Lia Martins! –disse ele. Agora ele duvida da minha capacidade, é? –Mais se quiser fazer isso, tudo bem, anjos tem asas, não é mesmo?

–Vai se ferrar Vitor! Você e aquela garota que recebe o nome de Luana! Desde que cheguei aqui meus dias vem sendo idiotas, por causa daquela cachorra sem rabo, e de você se achando! –disse eu, irônica, com cara de vitima. Quem sabe, se ele tiver pena de mim, não me solta?

–Lia, suas táticas para sair daqui ainda não me convenceram! –disse Vitor rindo. –E acho que você já aprontou demais. E outra: Só quero conversar com você. Retribuir a isso, não é tão ruim. –disse ele se aproximando. Poderia me aproveitar disso para pegar a chave, mais não queria que ele tocasse em mim.

–E outra. –disse imitando a voz que ele tinha feito. –Sei que você não está nem ai pra Luana, e o seu conversar tem outro sentido.

–Vou começar a falar. –disse ele.

–Pois comece. Juro que no final não vou ter ouvido uma palavra do que você disse, e nada vai ter mudado. Vou continuar odiando, você, a Luana, e aprontando. –falei me jogando na cama.

Sei que ele começou a falar, mais eu coloquei meus fones de ouvido, e meu celular com uma musica no ultimo volume, que tenho certeza que até ele conseguia escutar. Já estava ficando tedioso, ficar ali naquele quarto com o idiota. Mais de três horas se passaram e a minha cabeça já estava doendo por causa do som alto. Por que aquele Vitor não poderia simplesmente facilitar as coisas, e me devolver essa bendita chave?

–Lia, não sabia que você ainda tinha ursinhos de pelúcias! –disse ele aparecendo no quarto, provavelmente tinha fuçado no meu guarda-roupa.

–Vitor, me devolve esse urso! –disse realmente séria. Poxa, o Ted foi presente da minha avó, quando eu era pequena. Ah, não, com o Ted ele não mexe.

–O que vai fazer se eu não te devolver? –perguntou ele sorrindo.

–Eu vou te matar depois de sair desse quarto! –ameacei, enquanto tentava pegar meu ursinho.

–Esqueceu que só sai desse quarto quando eu deixar? –fim trágico me lembrar disso, droga!

Comecei a correr atrás dele, e acho que corremos por uma meia hora. Claro que ele fazia a questão de fazer a maior bagunça, e IA TER QUE LIMPAR ELA DEPOIS! Enfim, eu não consegui pegar o Ted, mais a chave que estava com ele caiu, e ele não teve tempo de guardar, pois eu estava próxima demais. Ele foi andando cada vez mais em direção para a janela. Esse garoto ai, é burro ou o que?

–Devolve essa chave, e o meu ursinho de pelúcia Vitor Machado! –ordenei, enquanto ele sorria sedutor, com cara de quem duvidava de que eu pudesse fazer alguma coisa. –Eu ainda não desiste de te jogar pela janela Vitor.

Vitor riu, e eu entendi que aquilo deveria ser mais um de seus desafios.

–Duvido que me atire da janela Lia. –ele disse olhando pela mesma, pelos ombros. A, agora ele duvida?

Vocês podem não acreditar nisso, mais eu joguei ele pela janela, e ele não saiu voando! Eu o empurrei, e confesso que comecei a rir. Mais depois a situação ficou séria. Pelo menos ele deixou cair o Ted e a chave. VITOR MACHADO CAIU DA JANELA??? Não acredito que fim isso!

–VITOR, VOCÊ TÁ BEM? –gritei perguntando, e o idiota não me respondeu. Peguei a chave do chão, e fui abrir a porta! Puta que pariu, ela nem estava trancada direito. Eu, com um chute divo, provavelmente teria a abrido.

Desci as escadas, depois de sair do quarto, e a Juliana e a Fatinha estavam sentadas, conversando com os meninos no sofá. A Luana não estava lá.

–Olha Lia, você deu mesmo um jeito na Luana! –disse Fatinha, rindo.

–Alguém viu o Vitor por ai? –perguntei ignorando o comentário de Fatinha, que foi provavelmente feito para me provocar. Alias, para mim, ela fazia alguma coisa além disso?

–Não. –respondeu Juliana. –Achei que ele estava lá em cima.

–Deve estar com a Luana... –disse Nicholas.

–Nossa Lia, lá de cima, você não ouviu um barulho? Ficamos até assustadas com ele. –disse Fatinha. –Foi tão alto! Parecia, sei lá...

–Barulho? É? Barulho? –falei. –Não ouvi nada não...

Segui para a cozinha. Cadê aquele merda daquele Vitor? Não foi cair pra machucar, mais até que foi divertido, pensar na cara de espanto que ele fez. Estava rindo sozinha, com um copo de agua na mão, encostada no balcão, só de lembrar.

–Lia, você aprontou alguma, né? –perguntou Dinho, quando eu passei pela sala.

–Não, por que? –perguntei. Agora deram de desconfiar?

–Fala ai Lia, agente te conhece, você tem alguma haver com o Vitor não estar aqui, e veio perguntar dele? –falou o Gil desconfiado, mais com um sorriso no rosto.

–Eu joguei o Vitor pela janela. –confessei, e comecei a rir novamente. Com certeza seria estranho contar aos pais dele, que ele havia sido jogado da janela, por uma garota. Marcela e meu pai ficariam bravos.

Todos começaram a rir, e provavelmente, sem acreditar no que eu acabava de falar. Bando de idiotas! Primeiro eu jogo o garoto da janela, e depois ainda fico preocupada com ele? Não Lia Martins! Você jogou Vitor Machado da janela, e não esta preocupada! NÃO! VOCÊ JOGOU VITOR MACHADO DA JANELA E ESTÁ SIM PREOCUPADA!

–Desculpa Lia, mais você não quer mesmo que agente acredite que você jogou o Vitor da janela, né? –disse Fatinha entre risos.

–Gente, eu to falando muito sério, eu joguei o Vitor da janela do meu quarto! –pude perceber a preocupação em minha voz, e eles se levantaram.

Não tive coragem de ir lá fora ver o que tinha acontecido, mesmo por que sabia que eu iria rir de qualquer jeito, mesmo se ele estiver machucado. A Fatinha e a Juliana tiveram que ver a situação, e dava para perceber que ele estava bem, pois as duas começaram a rir incansavelmente.

De um jeito ou de outro, a Luana acabou ouvindo alguma coisa e desceu as escadas, com cara de preocupada. Olhou para mim com raiva e depois se dirigiu a parte da casa em que estavam os outros. Eu já não tinha nada para fazer ali, então decidi ir para o quarto, antes que o idiota inventasse de ter outra conversa comigo, e dessa vez eu é que caísse da janela. Claro, que antes tive que ouvir o discurso melancólico da Luana para cima dele.

–Vitor, meu amor, ouvi um barulho lá de cima, e agora, você tá ai? –disse ele indo até ele, com aquela voz que irritava até a minha mãe. –O que aconteceu?

–Seu namorado não foi páreo o suficiente para a Lia e ela acabou empurrando ele da janela. –disse Dinho rindo. Provavelmente essa era uma diversão e tanto para ele.

–Essa maluca empurrou o Vitor da janela? –disse ela olhando pra mim.

Eu revirei os olhos e subi as escadas direto para o meu quarto. Teria noticias do Vitor amanhã, não tinha mais com que me preocupar. A não ser com as provocações que faria com ele amanhã, e o cuidado que teria que tomar, é claro!

Acordei na manhã seguinte e vi que eram três horas da tarde. Havia conversa na sala, então em um pulo sai da minha cama, lavei meu rosto, coloquei um vestido básico, e sai correndo, quase tropeçando pela escada. Não que eu estivesse correndo por algo importante, mais já havia perdido metade do meu dia, e estava morrendo de fome. Hoje meus planos eram piscina, piscina e piscina. ERAM. O clima não está muito a meu favor nesses últimos dias.

–Bom dia pessoas! –disse sorrindo assim que cheguei na sala.

–Bom dia só se for para você né Lia? –disse Luana com aquela voz de trapo que só ela sabe fazer. Olhei irônica para ela, procurando alguma forma de afeta-la.

–Não sabia que animais falavam Luana, mais se seu dia está ruim, não tenho culpa! –falei, enquanto ela fazia a pior cara do mundo e se virava de volta para a televisão.

–Bom dia Lia! –disseram Dinho, Nicholas e Gil, num mesmo tom. –Daqui a pouco vamos buscar o Vitor no hospital, se você querer ir junto, toma café logo! –desta vez o único que falou foi Gil.

–Hospital? –perguntei para mim mesma, mais Dinho respondeu.

–Sim. Achamos melhor leva-lo, não que ele estivesse precisando. –falou.

–MENTIRA! –protestou Nicholas. –Gil quis levar ele, com medo de que ele tentasse fazer algo para você. –recebeu uma almofadada de Gil.

–Não que se você morresse eu iria me importar, mais sim que daria muito prejuízo se essa casa tivesse que ser fechada por causa de um assassinato! –falou Gil rindo.

–Sei que me amam! –falei convencida. Sou diva mesmo. –Mais eu vou com vocês! Já volto! –falei e sai correndo rumo a cozinha.

Acho que comi uns cinco sanduiches e bebi uns cinco copos de suco de abacaxi. Depois coloquei uma roupa melhor. O que eu queria era que Vitor ficasse mais tempo esperando. Saímos de quase era praticamente quatro da tarde.

Como chegamos ao hospital, o Vitor estava sentado na sala de espera. Olhou para nós com uma péssima cara. Seria muito que ele não me matasse. Mais não perderia a oportunidade de provoca-lo.

–Resistiu a queda da janela Vitor? –perguntei rindo da sua cara.

–Vocês se atrasaram muito! –disse Vitor ignorando completamente o que eu tinha dito, o que tinha me irritado. Esperava que ele respondesse com uma provocação em troca, mais pelo jeito hoje ele não estava para briga.

–Desculpa Vitor! –disse Gil. –Mais sabíamos que a Lia iria querer vim, e esperamos até que ela acordasse.

Um médico apareceu sorrindo atrás do Vitor, e ele se virou imediatamente.

–Achei que tinham se esquecido do rapaz! –disse ele bem humorado.

–Não tínhamos! –disse Dinho rindo.

–Bom, tudo que peço é que evitem que Vitor caia da janela de novo, mais ele está bem. Tudo de bom tamanho! –ri enquanto ele mandava Vitor não cair da janela, ele provavelmente estava constrangido. –Bom, preciso ir, e rapaz, evite se meter em confusões se for possível! –alertou ele saindo.

–Gatos caem em pé! –disse Vitor, olhando para mim. Não vi aquilo como provocação, mais queria que fosse.

Fomos para casa, e Vitor pegou um taxi, recusando-se a ir no mesmo carro que eu iria. Aproveitei para dizer a ele, que ele não teria como cair pela janela do carro, assim como caiu pela do quarto, mais ele apenas revirou os olhos e saiu andando. A Luana por incrível que pareça não pronunciou nenhuma palavra, apenas o seguiu.

A tarde se passou, e estava chegando na hora de preparar o jantar. Eu já estava com fome, e todos pareciam estar também. Luana estava sentada com Vitor no sofá, e os outros estavam no chão, vendo um tedioso programa de perguntas e respostas.

–Gente, eu estou com fome! –disse me sentando.

–Eu também! –disse Luana. –Esperei que você fosse fazer o jantar Lia.

–Não, eu não vou! –sorri. –Seu namorado duvidou que eu não fizesse o jantar, agora, com essa aposta, vocês é que terão que fazer! –me deitei, e ela olhou para Vitor.

–Que foi? –perguntou Vitor. –Vou pedir uma pizza. –disse ele, se levantou e saiu. Demorou um pouco para voltar.

–Achei que tinha sido abduzido pelo telefone Vitor! –brinquei.

–Olha Lia, eu tenho outras prioridades a não ser fazer o que você quer que eu faça. –disse ele grosso deitando-se novamente ao lado da Luana. Não podia dizer que eles eram namorados, por que estaria mentindo, no mínimo.

A pizza demorava demais para chegar, e eu decidi fazer meus lanches por conta própria. Peguei catchup, pão, e algumas outras coisas, além de alguns hamburgers. Não que eu fosse dividir.

–Disse que não ia cozinhar Lia. –disse Vitor, enquanto bebia agua, encostado ao lado da pia.

–Disse que não cozinharia para vocês. Para mim faço o que eu quero. –disse grossa.

–Você me empurra da janela, e eu é que tenho que aguentar seu mau humor? Poxa, você tem TPM todo dia garota! –disse ele rindo.

–Olha Vitor, se não tivesse me prendido naquele quarto, não teria jogado você da janela, então a culpa não é inteiramente minha. Você quis me provocar e eu também quis te provocar. Estamos kits. Não tenho culpa se acabou pior pra você do que para mim. –disse desta vez olhando para ele.

–Tudo bem! –disse ele se aproximando de mim. –Ainda não exige o que eu queria daquela noite. –falou. Ainda quer exigir algo? Garoto filho da mãe. Cair da janela já não bastou.

–Olha Vitor, você pode não ter exigido, mais sua idiotice falou pelo seu tempo! –falei me afastando dele, que foi atrás de mim, me segurando pelo braço. –Garoto, me solta.

–Não! –disse ele.

Ah, ele não ia me soltar? Fui andando para trás, até chegar no vidro de catchup, o peguei na mão e apartei, direto no olho dele. Ele saiu de perto de mim rapidinho, com as mãos no rosto. Até parecia que ele tinha tomado um tiro e estava cheio de sangue.

–Então é assim que você faz? –perguntou ele tacando catchup em mim também, que revidei e taquei nele também.

Em questão de segundos estávamos em uma guerra de catchup. Meu cabelo loiro, estava todo vermelho, e eu juro que se isso não saísse da minha roupa, ia fazer ele comprar uma nova. Quanto mais eu jogava catchup nele, mais ele revidava tacando em mim. Sinceramente, catchup, fica melhor no pão do que na sua pele, pode ter certeza!

–Lia, você fica ainda mais linda de vermelho! –disse ele enquanto tentava fazer com que mais catchup saísse do frasco. Impossível!

–Seu idiota! Como vou fazer meus lanches agora? –disse fingindo estar inconformada.

–Não faça! Coma pizza na companhia de todos! –disse ele. Filho da mãe!

–Vou tomar um banho! –falei.

–Também vou! –disse ele. –Mais junto com você.

Minha única saída foi sair correndo, para que ele não viesse atrás de mim, devo ter quebrado alguma coisa, e o pessoas deve ter pensado que estávamos loucos, mais subimos as escadas. Ele quase me alcançava. Idiota! Entrei correndo no meu quarto, e tranquei a porta. Ele tomaria mais cuidado comigo agora, com certeza! Pensando nessa ultima loucura, vi que teria que limpar meu quarto, ele estava cheirando a cachorro quente!

A melhor parte dessa noite, além da guerra de catchup, foi a cara da Luana. Não sei porque, mais foi ótimo vê-la me olhando com inveja.

Notas finais
O.o Lia jogou Vitor pela janelaa??? É isso mesmo pessoas! Alguém ai duvida da LiaDiva depois dessa? Acho que nem nosso lindo preferido não duvida! LiTor aprontando de novo! Desta vez foi guerra de catchup!! Luana com inveja da Lia? Lia gostando dessa inveja dela? O que será em ? Comentem, não se esqueçam disso, por favor!! Até logo, e espero vocês no comentários! Beijos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.