Brincadeira De Crianças

2 Brincadeiras do dia-a-dia


Notas iniciais
Bem... agora eu re-postar todos os meus capitulo, e uma hora haveras os novos capitulo. Vale avisar que eu tenho escrito até o capitulo 10º dessa fic e que ela acaba no 14º!!!
Boa leitura

“Levanta vagabundo, que ta na hora de trabalhar!!Levanta logo dessa ...”

Acordei desnorteada com o maldito barulho, percebendo logo que vinha do meu amado celularzinho. Peguei o aparelho na mão e sem muita cerimonia o taquei longe.

-Mas quem foi o infeliz, filho da mãe, que mexeu no meu celular? – Resmunguei enquanto tentava ficar de pé.

Ainda de olhos entre abertos, fui ao banheiro fazer minha higiene matinal: Tomei uma rapida ducha, passei um pouco de maquiagem(sabe um quilo de corretivo para ver se consiguo fazer milagre e sumir com os enormes buracos sob meu olhinhos) e após muitas tentativas de ficar apresentavel, vesti meu ‘uniforme’, que consistia em uma saia vermelha xadrez e uma blusa branca, e eu como uma adoradora da modo dei uma estilizada nas peças e acessorios.

Quase pronta para sair, escutei uma musica tocar em meu quarto, alguem devia ter me enviado uma mensagem, fui como um raio pegar meu celular.

“Bom dia amor,

Espero q vc tenha gostado da sua musica nova(eu q troquei)...

E só pra avisar: atrasei uns minutos o alarme(uns 10 ou 20)

Espero te ver na escola hj”

03 Out. 2011 07:05

De:Viado, desgraçado e filho da #$@%^(irmão da Utau)

Olhei desolada para o relogio na parede... eu devia ter saido a quinze minutos. Respirei fundo, guardei meu celular na bolsa e sai em disparata para a rua, parando apenas para pegar uma maça. Corri com nunca antes em minha vida, derrubando algumas poucas pessoas no caminho e as chingando por estarem no caminho(minha educação sempre foi de primeira... ), após correr feito uma louca por oito minutos, finalmente cheguei ao meu destino: O inferno que chamamos de escola.

Quase botando os pulmões para fora, encostei-me no portão de entrada. É logico que fiquei em uma pose descolada, não deixario os outros me verem assim, seria humilhante e eu não daria o gostinho da vitória para ele...

- Oi Amu-koi! – Senti meu coração disparar, mas continuei com a carranca no rosto – Ta linda como sempre, mas é impressão minha ou você veio correndo para a escola. Se atrasou hoje?

Segurando a lingua para não falar uns bons palavrões, olhei fundo nos seus olhos, que eu tanto amava e lhe lançei um sorriso inocente.

-Bom dia, Ikuto, meu celular deu problema, tive que tacar-lo na parede para ver se voltava a pegar – Falei isso enquanto pegava o aparelho e lhe mostrava os “pequenos”arranhões em sua laterais – Mas olha que maravilha ele ainda pega.

Procurei uma foto em particular no meu cel. e mostrei para ele, vendo-o arregalar os olhos em seguida, e sem querer apertei o botão de enviar. Logo todos da escola haviam recebido um arquivo de imagem.

Passei a lingua nos labios, sentindo o doce gosto da vingança...

-Ops! Eu enviei sem querer – Coloquei a mão na boca e fiz minha melhor cara de arrependida.

Ikuto continuava parado, mais parecia uma estatua, com os olhos arregalados e a boca aberta(que meda...). Toquei levemente em seu braço, ele virou a cabeça em minha direção.

-Não fique assim, querido, logo todos vão se esquecer – Era mentira; dificilmente uma pessoa esquece uma imagem daquelas, ela era meio que traumatizante, tipo um cara vestido roupas estranhas e fazendo coisas mais estranhas ainda(eu lhes pouparei da dor de ver essa foto), e eu tenho certeza de que o Ikuto também nunca a esqueceu, já que o cara na imagem era ele – E não se preocupe eu tenho muitas outras imagens suas assim.

Não esperei para ver sua reação, apenas entrei correndo na escola. Ao entrar na sala, percebi que todos encaravam abismados os seus respectivos celulares, dei um sorriso maudoso,encaminhando-me para meu lugarzinho.

-Mas que diabos é isso, Amu? – Utau, uma de minhas melhores amigas e que sentava-se ao meu lago, perguntou, já sabendo a resposta.

-Voce esta falando do que, Utau? – É claro que eu sabia do que ela estava falando, mas eu ainda precisava escutar isso de outra pessoa.

-Eu to falando dessa... foto – Ela indicou o resto da sala, que continuavam olhando feito idiotas o celular – Foi você que enviou para toda a escola?

-Eu? – Novamente usei minha carinha de anjo, mas não colou – Voce me conheçe bem; fui eu, sim.

-O que ele fez desta vez? – Ela foi direta. Só a Utau mesmo para saber de nossas bincadeirinhas.

-Além de ter me humilhado ontem, mexeu no meu celular e me atrasou hoje.

— O que ele fez ontem? – Ela perguntou como uma mãe cansada – Falou que você era um travesti para seu atual ficante?

Olhei incredula para ela.

-Não! Isso ele fez, faz quase dois meses – O garoto desde então corre sempre que me vê; como eu pude pensar em sair com um retardado desse? – Ele fez algo muito pior. Não vou falar o que foi, pois ainda estou tentando superar, mas só para voce ter uma ideia: resultou em mim correndo semi-nua por cinco quarteirões...

Eu continuei séria enquanto ela se matava de rir no chão, chamando a atenção dos outros alunos( aqueles que não estavam em estado alienação, devido a foto).

Sem muita paciencia, lancei um ultimo olhar fuzilante para Utau, que ainda esta rindo, e colocando minha blusa de forma estrategica na mesa, preparei-me para dormir pelas próximas horas. Entretanto antes que eu encostasse a cabeça no meu travesseiro improvisado, uma aluna qualquer me deu uma papel. Olhei confusa para ela.

-O Ikuto-sama te mandou – Ela disse com inveja.

Não prestando atenção ao que ela dizia, abri a folha amassada. Tinha uma imagem de uma menina correndo, olhei com mais atenção, era impressão minha ou a garota tinha cabelos rosados iguais aos meus?

-OH Merda!!! – Gritei, aquela garota era eu: ontem; correndo; semi-nua;

Próximo capitulo: O castigo dos inuteis

Notas finais
Ja nee!