Breaking Dawn-Nova Vesão Reneslec
1 Capítulo 1: Confronto iminente
Notas iniciais
P.O.V. Bella.
Aro está lendo os pensamentos do Edward agora mesmo.
Então, finalmente parou.
—Gostaria de conhecê-la.
Tivemos que ir até lá. E Renesmee confirmou a história.
—Eu ouço o seu estranho coração.
Ela deixou pra lá. Aro estendeu a mão pra ela, mas ela ignorou, se esticou para tocar o rosto dele.
—Olá Aro.
Ela começou a mostrar pra ele.
—Magnífico. Metade mortal, metade imortal, concebida e carregada por essa recém criada enquanto ainda era humana.
—Impossível!
—Acha que me enganaram irmão?
Já estávamos longe deles quando a discussão começou.
—Tragam a informante pra cá. Aquela é a criança que você viu?
—Eu não sei.
—Jane.
—E...Essa criança está maior. Os Cullens são inocentes e eu assumo total responsabilidade pelo meu engano.
Ouço Edward gritar.
—Caius não!
O fogo acendeu, mas então.
—Não!
O fogo apagou.
—Vocês prometeram ajudar. Mas, não estão ajudando, estão nos machucando e eu não vou deixar!
Ela fez um movimento de mão e começou a ventar, então Caius caiu no chão gritando, apertando a cabeça. Eu conhecia aquela reação. Vi a minha mãe fazendo.
—Ai Meu Deus!
Ela correu e abraçou Irina.
—Eu perdoo você. Mas, não faça de novo.
Ela trouxe Irina para o nosso lado.
—Ai Meu Deus! Ela tem magia.
—Magia?
Perguntou Aro.
—É. Magia. Magia de bruxa. Feitiço, talismã, âncoras, grimórios essas coisas todas. O que ela fez no Caius foi um feitiço. Ela o incapacitou, de propósito.
—Isso é verdade?
—Se a minha mãe diz que é.
—O que mais pode fazer?
Ela olhou pra mim como se pedisse desculpas.
—Nós protegemos a nossa família, sempre e pra sempre.
Disse olhando pra mim, então ela soltou um assovio e começou a sair gente de todos os lugares da floresta.
—O que é isso? De onde saiu toda essa gente? Como não detectamos eles?
—Eu. Um feitiço de ocultação foi o suficiente.
—Quem são esses pessoas?
—Eles são... híbridos. Mamãe.
—Híbridos? Híbridos de que? De onde eles vieram?
—Eu fiz eles serem vampiros, mas eles nasceram lobisomens.
—Minha Nossa Senhora!
—Perdão?
—Não era assim que essa palavra deveria soar saindo dos seus lábios. Meu avô, pode não ter um reunido um exército contra vocês, mas eu sim. Só por precaução.
—Não é possível alguém ser vampiro e lobisomem ao mesmo tempo! E os filhos da lua estão extintos!
—Você acha é? Mostrem pra ele. Mostrem a sua face real.
P.O.V. Caius.
Eu não poderia estar mais apavorado. Íris de lobo, mas escleras de vampiro.
—Abominações!
—Não. Híbridos. Só os híbridos podem controlar quando se transformam. Híbridos podem sair no sol, sua mordida é absolutamente letal para vampiros não importa a raça, eles são mais fortes e mais letais. Eles são a arma suprema.
Então, Edward diz:
—Alice.
Aro exclama:
—Alice! Minha tão adorada Alice. Estamos tão felizes em vê-la.
—Eu tenho evidências de que a criança não será uma ameaça para nossa espécie.
—A criança cria abominações!
—Vamos ouvir, todas as partes da verdade.
P.O.V. Aro.
Eu assisti a mim mesmo e ao meu Clã, sermos massacrados. Eu vi o efeito de uma mordida desses novos híbridos.
—Agora você sabe. Esse é seu destino, á não ser que escolha outro caminho.
—Que tal um acordo?
—Acordo?
—Você não vai levá-la.
—Tem mais uma coisa.
—O que?
—Mãe, tira o seu escudo de mim.
—O que?
—Tira. Agora, você. Loira. Jane. Me ataca.
—O que?!
—Relaxa mãe. Me ataca!
—Jane.
—Dor.
A menina nem se mexeu. E Isabella olhou para ela chocada.
—Como você fez isso?
—As vozes. Elas me ensinaram sobre o meu poder novo.
—As vozes?
Perguntou Edward e foi sua parceira que respondeu:
—A conexão com as ancestrais. Toda bruxa tem. É através da conexão que é possível a canalização.
—O que é canalização mamãe?
—É tirar poder de outras coisas.
—Como das velas?
—Você sabe canalizar?! Como você aprendeu a canalizar?!
—As vozes.
—Meu Deus! Eu vou levar você pra conversar com a Bonnie.
—Quem é Bonnie?
—Ela é minha amiga. Ela vai te ajudar.
—Aqui tia Rose, eu fiz pra você.
Ela tirou uma caixinha de dentro da mochila e na caixa havia um envólucro com um líquido vermelho.
—Uau! É lindo.
—É a cura. É pra você beber.
—A cura? Cura para que?
—Para a imortalidade!
—Não existe essa coisa de cura.
—Você quer apostar?
Disse a menininha com raiva para mim.
—É um caminho sem volta. Depois que você beber, nunca mais vai poder ser vampira de novo.
—Se você for uma humana que sabe demais...
—Ela não vai contar. Mas, eu não espero que alguém como você entenda esse tipo de lealdade. O que você saberia do amor? Ou de lealdade? Ou de família?
Ela me afrontou. E na cara. Diante de muitas testemunhas.
—Menina, eu tenho quinhentos mil anos.
—E ainda assim, você não sabe nada. Nada. Sobre as coisas mais importantes da vida, amizade, lealdade, amor. Quinhentos mil anos e você não aprendeu... Nada! Nada!
—E você aprendeu?
—Eu amo a minha tia. Por isso fiz a cura pra ela. E estou dando a ela, porque eu não ligo se ela é humana ou se ela é vampira. Eu quero que ela seja feliz. Se ser humana vai fazer ela feliz, então... deixa. Não vou amar ela menos por causa disso. Você no entanto...
—Eu o que?
—O que você faria se Alec e Jane, decidissem partir? Começar seu próprio Clã? Você deixaria eles irem?
Aquela pergunta me pegou de surpresa.
P.O.V. Jane.
Sim. A resposta é sim. Porque ele não responde?
—Porque a resposta não seria essa, Jane.
Disse o Cullen respondendo ao meu pensamento.

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