Breaking Dawn
3 Terceiro Capítulo
Notas iniciais
Espero que gostem do capítulo, mais notinhas lá em baixo. Enjoy!
Terceiro Capítulo
Parecia que os dias estavam passando mais rápido. A cada dia eu estava mais nervosa, é claro. Afinal de contas, eu iria me casar com Edward.
Alice estava impossível. Ela tagarelava todos os dias, quase que para si mesma, já que eu sequer dava ouvidos ao que ela falava. E para complicar, sua linguagem não era das mais simples.
A única coisa que eu estava realmente consciente era do vestido.
Alice estava fazendo alguns ajustes nele ‘para que ficasse perfeito em mim’, como ela mesma disse. Eu não entendia a necessidade de ter tantas provas do vestido. Alice era uma vampira, ela poderia terminar os ajustes em apenas um dia.
Aliás, não devia ser só o noivo a não ver o vestido até que chegasse o dia do casamento.
Depois de tantas provas, eu já havia decorado cada costura da peça. Qual era a graça de usar no meu casamento um vestido que eu já havia colocado milhares e milhares de vezes?
Talvez eu só estivesse sendo insensível.
Mas hoje eu teria que ir até a casa dos Cullen fazer a mesma coisa de sempre, ou seja, nada. Queria passar mais tempo com Edward, mas Alice nunca deixava.
Se ela estava planejando o casamento praticamente sozinha, qual a necessidade que me ter ao lado? Eu e minha insensibilidade novamente. É seu casamento, poxa vida! Repreendi-me mentalmente.
Hoje era sábado, meu pai estava em casa. Achei isso estranho e perguntei se ele não iria pescar. Instantaneamente me lembrei de La Push, e isso me fez lembrar Jacob. Uma onda de tristeza passou por mim. Estava agradecida que Edward não estivesse presente.
Meu pai me respondeu que não iria hoje. Ao perguntar o motivo, meu pai fez uma careta.
“Billy não está animado para pescar...” Informou-me. Como se precisássemos de ânimo para pescar.
No fundo eu sabia o porquê de Billy não estar animado e compreendi a apreensão de Charlie em me falar. Era tudo por minha culpa.
Billy devia estar preocupado com Jacob que devia estar mal. Não fisicamente, pois já haviam se passado algumas semanas desde a luta e ele já devia estar curado, mas emocionalmente.
Eu continuava fazendo mal a ele.
“O senhor teve notícias de Jacob?” Perguntei apreensiva.
Meu pai suspirou. “Eu soube que ele já está quase curado dos ferimentos, o que me pareceu ser bem rápido...” Se meu pai soubesse que ele já devia estar completamente curado ele acharia isso ainda mais estranho.
“Os garotos de La Push estão fazendo companhia a ele. Não se preocupe Bella, ele vai ficar bem.” Meu pai me garantiu. Quem dera que fosse realmente assim.
“Tudo bem pai. Eu vou até a casa dos Cullen antes que Alice venha me arrastar pelos cabelos.” Mudei de assunto, não me permitindo ficar triste.
“Ela é realmente muito hiperativa” Charlie divagou.
Hiperativa? Que eufemismo. Pensei comigo mesma.
Informei que não ia demorar e tratei logo de sair. Dirigi-me até minha picape, que eu tinha certeza que era o lugar mais seguro para se estar em um momento como esse.
Virei a chave na ignição e o motor reclamou mais do que de costume. Estranho.
O caminho até a casa dos Cullen foi mais lento do que o normal. Parecia que meu velho Chevy não estava funcionando como sempre. Eu estava com tanto medo disso.
Um dos receios de adquirir uma caminhonete velha era o fato de que levá-la até o mecânico não sairia nada barato.
A menos que eu tivesse um amigo que... Parei esse pensamento. Não queria pensar no meu mecânico favorito. Não agora. Um nó já se formava em minha garganta.
Já podia avistar a mansão dos Cullen quando minha picape morreu. Paralisei. Aquilo não podia estar acontecendo.
Tentei reanimá-la. E consegui. Mas só por um segundo. A caminhonete não chegou a se mover nem três centímetros e morreu novamente. Dessa vez, por mais que eu tentasse fazer com que ela voltasse à vida, não conseguia.
Fiquei ali sentada no banco do motorista, sem ao menos dar-me ao trabalho de caminhar em direção à casa que estava próxima.
Nunca pensei que iria me sentir tão mal quando minha velha picape morresse. Mas era como se eu tivesse perdido um ente querido.
Senti a presença de mais alguém na cabine. Não precisava nem me virar para ver quem era. Eu já sabia.
Ele estava esperando uma atitude minha, provavelmente. Quem sabe que eu dissesse ‘oi’. Mas não era fácil. Edward sabia que eu estava estranha e podia sentir seus olhos queimando em mim.
Foi quando senti uma lágrima escorrer por meu rosto. E depois outra e outra.
“Bella, você está chorando?!” Sua voz continha uma pontada de desespero.
Quando ele viu que eu não iria responder, ele me abraçou apertado. Eu soluçava em seu peito.
Sabia que estava exagerando um pouco, talvez bastante, mas era inevitável.
De certa forma, eu sentia como se, aos poucos, eu já estivesse me despedindo da minha vida. Primeiro minha picape e depois o resto.
Os minutos foram se passando e eu sentia que o pânico crescia nele. Passou a me balançar, como se eu fosse um bebê e ele quisesse me fazer dormir. De certa forma funcionou.
Era bom para o meu ego saber que eu estava me comportando como um bebê.
Meu choro foi cessando, aos pouquinhos, até que se tornou apenas soluços.
“Você está melhor meu amor?” Ele perguntou com os lábios próximos ao meu ouvido. Vampiro desgraçado. A essa altura eu já nem estava mais pensando em minha picape.
“Estou bem” Afirmei sem certeza alguma em minha voz.
“Você tem certeza amor?” Ele sussurrou enquanto beijava meu pescoço. Sua mão estava em minha cintura.
Nem conseguia pensar nos motivos que poderiam me fazer chorar. Se um dia pudéssemos fazer com que colocassem Edward em cápsulas, teríamos o antídoto para toda e qualquer doença.
“Vamos fugir?” Propôs. Como se eu não fosse aceitar.
“Para Vegas?” Ele riu aquela risada maravilhosa que ele tinha.
“Por hora só para a nossa clareira. Os preparativos do casamento podem muito bem esperar”
“Concordo plenamente” Falei com um sorriso radiante.
Alice ficaria morta de raiva, mas eu estava pouco me lixando. Precisava passar umas horas produtivas ao lado de Edward, afinal de contas, isso faria com que eu ficasse um humor muito mais agradável para suportar toda a ladainha de casamento.
Edward sumiu do meu lado e em uma fração de segundo já tinha aberto a porta para mim. Provavelmente essa seria a última vez que ele abriria a porta de minha picape para mim. Mas eu nem estava mais triste. Também, com um deus do meu lado isso se tornava impossível.
Ele me pegou no colo e me olhou nos olhos. Seu rosto foi se aproximando do meu e eu agradeci mentalmente por não estar de pé, do contrário cairia. Mas ao invés de ganhar um beijo daqueles, ele apenas beijou o cantinho de minha boca. Abri os olhos e o encarei indignada.
Ele sorriu torto, com uma expressão completamente safada.
Tá aí, esse Edward eu não conhecia. Depois dessa eu estava ainda mais ansiosa para o casamento.
Quando eu menos esperava, já estava correndo floresta adentro. Rapidamente estávamos em nossa campina.
Edward me colocou de pé, eu estava de costas para ele. Até ele segurar meus braços com força e me virar de frente para ele, colando nossos corpos. Eu sussurrei um ‘ai’ mas ele nem ligou. Aquilo era muito excitante.
Com fúria, e sem prévio aviso, ele tomou meus lábios em um beijo avassalador. Minhas pernas ficaram bambas, eu me sentia desfalecer, mas logo ele me colocou deitada na grama macia ficando por cima de mim.
Quando notou que eu precisava de ar, passou a beijar meu pescoço sem pudor algum.
“Eu estava com tanta saudade de você meu amor” Dizia durante os beijos. Eu sabia que aquilo deixaria marcas.
“Edward espere um pouco. Pare” Pedi em um segundo de consciência.
“Não se preocupe meu amor” Enlaçou minhas pernas em sua cintura. Ah, se nós não estivéssemos vestidos...
Seus beijos deixavam rastros de fogo em minha pele, desde minha boca até a minha clavícula, que agora estava descoberta, já que ele havia feito o favor de descer o zíper de meu casaco.
Aos poucos – depois de um bom tempo – ele foi cessando seus beijos e se acalmando.
Quando ele finalmente parou, ergueu seu corpo para me encarar, com uma cara de safado que nunca tinha visto.
“Resolveu parar de me torturar é?” Consegui botar as palavras para fora com muito custo.
Ele apenas deu uma risada gostosa e se soltou de mim, caindo de costas na grama assim como eu.
“Eu estava te torturando?” Perguntou com os olhos cerrados. Eu apenas bufei.
“Você ainda não viu nada” O ouvi sussurrando. Não pude deixar de estremecer com aquela afirmação.
“Afinal de contas Edward, o que está acontecendo com você?” Perguntei incrédula com sua atitude.
“Sobre...?”
Bufei novamente. “Cadê aquele Edward santinho que eu conheci que fazia tudo conforme as regras e tinha um pensamento arcaico?”
Ele gargalhou novamente, radiante. “Preferia antes?” Indagou descarado. Eu apenas corei violentamente, sem conseguir respondê-lo.
“É, pelo visto não” Concluiu me puxando para si. “Bem, não sei se isso responde a sua pergunta, mas nós vamos nos casar certo?” Informou-me.
Isso respondia minha pergunta, mas eu não podia acreditar que tinha ouvido aquilo.
“Então quer dizer que bastava eu ter dito que aceitava me casar com você?” Perguntei incrédula.
“Se você tivesse aceitado antes...” Gargalhou novamente. Que vontade de dar um soco na cara desse vampiro pretensioso.
“Você é um descarado!”
“Ei, vamos deixar as brigas para depois do casamento?”
“Você anda passando muito tempo com o Emmett” Afirmei, notando a semelhança nos dois.
“Isso não tem nada a ver Bella. Só porque eu estou sentindo muita saudade da minha noiva e decidi beijá-la com maior fervor você conclui que eu sou uma pessoa influenciável?” Falsa incredulidade era presente em sua voz.
“Eu dou esse assunto por encerrado!” Exclamei sem querer discutir mais com ele. Também porque sabia que iria perder uma discussão com Edward.
“Eu concordo plenamente com isso, até porque, você não ganharia uma discussão comigo”
“Há! O que faz com que você afirme isso hein Sr. Cullen?”
Limpou a garanta antes de falar. “Bem, se eu visse que você iria defender sua opinião até o fim, eu iria fazer com que você mudasse de idéia e esquecesse a discussão”
“E posso saber como?”
“Vejamos... Eu posso te distrair com algo mais interessante...” Fez uma pausa dolorosa enquanto retirava meu casaco e passava uma de suas mãos pelo meu quadril, por debaixo da blusa. Estremeci. “Além do que... Você tem ensaiado bastante para a cerimônia do casamento, mas eu realmente acho que está esquecendo-se de uma parte importante. Afinal de contas, o casamento não é apenas a cerimônia e a recepção... existem outras coisas, como por exemplo... a lua de mel” Sussurrou essa ultima parte em meu ouvido.
“Já chega!” Exclamei entrando em pânico. “Vamos logo para casa, por favor.” Pus-me de pé.
“Ah Bella, volta aqui. Eu estou com saudades de você, eu prometo que vou me comportar” Jurou como uma criança jura que não vai mais fazer travessuras. Eu estava ficando com muito medo desse Edward esquisito.
Não que não fosse maravilhoso vê-lo assim tão solto, mas quando foi que os papéis se inverteram?
“É sério Edward, é melhor nós irmos para casa. Alice pode ficar muito brava...”
“Que desculpa mais esfarrapada! Está com medo de mim Bella? Eu já disse que vou me comportar” Ele afirmou convicto, tentando me passar confiança.
“Não é isso, você sabe Edward”
“Bella...” Fez uma pausa, tocando um fio do meu cabelo “Nós vamos nos casar, você sabe. Está arrependida?”
“É claro que não, não seja absurdo!” Exclamei.
“Então porque eu não posso te beijar ou te tocar? Eu sou seu noivo”
Que coisa mais estranha. Quem disse que Edward não podia me tocar? Muito pelo contrário, eu queria que ele fizesse isso.
“Quando foi que os papéis se inverteram, hein?” Sussurrei, sabendo que ele ouviria.
“Em que sentido?”
“Ah Edward... Até antes da luta” Estremeci, lembrando daquele fatídico dia. “Era eu que insistia para que nós... nós... fossemos mais íntimos” Gaguejei, pateticamente.
Edward gargalhou, me deixando ainda mais envergonhada de ter essa conversa com ele.
“É diferente Bella. Você queria ir até o fim” Eu abaixei a cabeça, decepcionada.
“E você não quer?” Tristeza presente em minha voz. Mais uma vez eu tinha levado um fora.
Ele tocou meu queixo e me fez erguer a cabeça para encará-lo. “Eu já disse que quero. Pare de achar que tem algum problema, eu não estou te rejeitando”
“Eu não compreendo você. Nós já tivemos essa discussão milhares e milhares de vezes...”
“Exatamente. Nós já tivemos essa discussão antes e você continua achando que eu vou te rejeitar a qualquer momento. Confie mais em si mesma, e confie em mim quando digo que te quero.” Seus olhos brilhavam nos meus.
“Não é disso que eu estava falando...” levei um minuto para me recompor “pensei que já tivesse uma opinião formada. Aquele dia da clareira eu até compreendo, pois você pensou que fazer... que fazer aquilo fosse o melhor para mim, mas agora não há motivo...”
“Bella, tente ser mais clara, eu não estou entendendo nada do que você quer dizer” É eu já devia saber que ele não estava entendendo nada mesmo.
Respirei fundo e comecei a formular uma explicação coerente em minha cabeça. Tentei externá-la. “Bem, o que eu quero dizer é que você sempre deixou claras as suas intenções comigo e também o seu pensamento de que nós só devíamos fazer... aquilo depois de casados e blá, blá, blá. O caso é que agora, ainda que você diga que não irá até o fim, eu não vejo motivos para você me ‘atacar’ a forma como está fazendo, levando em consideração a forma como você pensa”
“Oh... agora eu entendi” Ele informou-me. Na verdade eu não sabia se havia sido clara o bastante, mas saber que ele entendeu foi um grande alívio para mim.
“Que bom que você entendeu...” Disse aliviada
“Eu entendi tudo agora. Você está com medo” Ele afirmou.
“Medo? Eu não estou com medo. Do que eu estaria com medo, de você? Há!”
“É claro que você está com medo. Ah Bella, me desculpe por ter sido tão insensível” Ele pediu, me trazendo para seus braços. Eu estava fazendo uma careta de confusão.
“Do que você está falando?”
“Eu estou indo muito rápido não é? Isso é diferente para você, mas também é para mim. É só que eu estou tão ansioso e tão animado que está ficando cada a minuto mais difícil de me controlar.”
Ora, ele havia chegado à conclusão de que eu estava com medo de fazer sexo com ele. Que coisa mais absurda. Tudo bem que quando ele me beijava eu sentia borboletas em meu estomago, mas até então... Afinal de contas, era Edward que eu estava beijando.
“Eu não estou com medo” Afirmei com um fio de voz.
Ele riu e passou a fazer carinho em minhas costas.
“Tudo bem, tudo bem. Mas, mudando de assunto, você quer mesmo ir para casa. Eu pensei que talvez nós pudéssemos ficar aqui mais um pouco” Dessa vez seu tom não continha nem um pouco de malícia. Era como se o antigo Edward tivesse renascido.
“Edward, você não está acreditando em mim não é? Eu disse que não estou com medo!” Afirmei novamente, porém dessa vez com a voz firme.
“Tudo bem Bella. Eu não vou forçar nada” Ele falou compreensivo.
“Droga Edward! Você não está acreditando em mim?” eu estava me exaltando. “Eu não estou...” Ele me calou com um beijo. Não quente como o de agora a pouco, mas de tirar o fôlego. Calmo e perfeito, que fez meu coração disparar.
Quando o beijo terminou – contra a minha vontade – ele olhou em meus olhos.
“Vamos esquecer isso, tudo bem?” Propôs. Eu não tive reação alguma naquele momento, ainda entorpecida pelo beijo, então apenas continuei em silêncio, tentando acalmar minha respiração.
Encostei minha cabeça em seu peito e fechei os olhos. Minha cabeça estava leve.
“E então Bella...” ele começou meio apreensivo “Será que eu posso saber por que você estava chorando hoje mais cedo?”
“Hum...” Como iria dizer isso para ele sem que me achasse uma maluca? “Bem, é que a minha picape, ela... ela morreu” Eu falei, sem conseguir disfarçar a tristeza. Ele me abraçou mais forte.
“Ah Bella, você sabia que algum dia isso aconteceria não sabia? Sua picape – que Deus a tenha – havia tido uma vida longa e muito agitada. Estava na hora dela” Ele falou tentando me consolar.
“É eu acho que sim...”
“Não fique assim meu amor. Quer saber... eu tive uma idéia. Lembra que disse que eu poderia te comprar um carro novo? Pois então, que tal nós irmos escolher um carro para você hein? Um que seja a sua cara” Ele propôs animado demais para o meu gosto. Aliás, é muito conveniente que o meu carro tenha partido tão cedo. Olhei para ele desconfiada.
“Esquece, o meu carro é insubstituível” Afirmei, caindo novamente na grama.
“Ei, eu sei que carro nenhum vai tomar o lugar da sua amada caminhonete. Mas você precisa se locomover de alguma forma não? Vai sei divertido Bella. Agradeça que eu estou te dando a oportunidade de escolher seu carro novo.”
“Ah, então você não pretendia me dar essa oportunidade?” Perguntei incrédula.
“É claro que eu ia te dar a chance, mas você provavelmente não iria querer, então saiba que eu vou te dar um carro de presente de uma forma ou de outra” Deu de ombros. Como se dar carros fosse como dar um cartão de aniversário.
Bufei novamente irritada.
“Tudo bem, mas eu vou escolher o carro!” Concordei. Meu plano era escolher o mais barato e o menos pomposo.
O rosto de Edward se iluminou e ele deu um sorriso de orelha a orelha.
“Quando você quer ir?” Indagou animado. Dei de ombros, não me importando com a data.
“Então venha... Nós vamos agora mesmo!”
“O que?”
Notas finais
O capítulo não ficou tão extenso, mas foi o que deu para fazer rsrs' Desculpem qualquer erro de português gente. Comente, comentem muito.
Mais uma vez obrigada pelo carinho e até a próxima!
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