Breaking Dawn
6 Sexto Capítulo
Notas iniciais
Eu sei que faz tempo que eu não apareço por aqui, mas finalmente eu trouxe o capítulo pra vcs. Já aviso q ficou grandinho.
Doem meus dedinhos, pois acabei de concluir. Logo, se tiver algum erro de pt, não me matem.
O capítulo está cheio de hyperlinks, e como eu odeio eles, vou colocar os links diretos no final. Seria legal se vc visualizassem todos, principalmente as músicas.
Qualquer coisa q eu tenha esquecido de falar eu coloco lá em baixo, ok?
Enjoy!
Sexto Capítulo
“Anda logo Bella, já está na hora!” Alice gritou comigo puxando minhas cobertas pela milésima vez esta manhã. Eu teria uma conversa séria com Charlie por permitir que ela entrasse em meu quarto dessa forma. Mas poxa vida, era a ultima vez que eu acordava em meu quarto.
“Por favor, Alice, eu preciso dormir para estar apresentável, não foi o que você mesma disse?”
“O Edward nem estava aqui Bella, você teve a noite inteira para dormir.” Ela rebateu impaciente.
“Foi justamente por isso que eu não consegui dormir. Não consigo dormir sem ele por perto” Suspirei pesadamente enquanto me rendia e aos poucos saia de baixo das cobertas.
“Logo menos você vai sair em lua de mel, vai poder ficar a sós com o Edward para fazer o que quiser, mas agora você tem que começar a se arrumar.” Eu corei. “A propósito... Eu já fiz suas malas. Na mala vermelha você vai encontrar o que deve usar primeiro, estará por cima das outras peças”
“Eu gostaria de poder arrumar minhas malas sozinha, sabe...” Refleti. “Isso daria muitas pistas, não é?”
“Vamos logo Bella, não fique aí tagarelando, já é dia!” Desconversou. E eu que estava tão curiosa para saber aonde Edward me levaria na nossa lua de mel. Lua de mel, que coisa mais incrível.
“Mas Alice, ainda não são nem nove horas da manhã, o casamento é apenas no meio da tarde”
“Você vai passar o dia todo em um tratamento intensivo até à hora do casamento. Acredite, ainda vai me agradecer, eu sei o que estou fazendo.” Me puxou pelas pernas e eu escorreguei por entre os lençóis parando na beirada da cama.
“Pelo amor de Deus” Bati o pé e rumei para o banheiro.
“Será que eu posso ao menos tomar o meu café da manhã?” Já estava irritada com essa pigmeu.
“Bella, depois você come.” Ela continuou insistindo em me fazer sair de casa a todo custo.
“Alice, você não dorme nunca?” Charlie apareceu na sala. Ele parecia estranho.
Ela bufou.
“A culpa de tudo isso é do senhor papai, que permitiu que ela passasse pela porta” Ralhei com ele.
“Como se você e eu não soubéssemos que ela o faria com ou sem o meu consentimento.” Ele murmurou desgostoso.
“Chega... Você sabe o que tem que fazer, não é Charlie? Esteja pronto no começo da tarde e vá direto para minha casa, Jasper irá buscar Renné e Phil. Se arrume direitinho, nada de fazer birra”
“Respeite-me garota, eu sou mais velho” Ele repreendeu-a fazendo com que aquilo soasse muito engraçado para mim. Eu não sei como não ria da situação.
“Tudo bem senhor Swan. Agora chega de falar. Bella, você vem por bem ou por mal”
Ela praticamente me arrastou até o Porche e voou pelas ruas de Forks e adiante.
Em alguns minutos estávamos em frente a um estabelecimento – que eu não conhecia – que parecia realmente um salão de beleza. Ela me puxou para dentro.
O local não era grande, mas tinha tudo que iríamos precisar, como ela mesma disse.
A primeira coisa que me obrigaram a fazer foi entrar em uma tina, ou ofurô, ou banheira de hidromassagem, ou seja lá o que aquilo for. Cozinhei em água quente por um bom tempo. Não posso negar que aquilo foi muito relaxante, no entanto.
Com o decorrer do tempo me fizeram passar por um tratamento completo: Depilação, hidratação de pele, massagem (para que massagem?) – concordo que minha pele estava linda -, manicure, pedicure, cabelo, até que finalmente decidiram fazer minha maquiagem e o penteado.
Eu me vi nos espelho e levei um choque.
Meu cabelo estava muito mais brilhante do que antes, fazendo com que o tom de vermelho se evidenciasse. Minha pele, antes tão sem graça, agora estava muito bonita e muito viva, meus olhos marrons tão sem graça, pareciam mais convidativos do que antes. Eu estava muito bonita.
No entanto, isso tudo serviu para compreender a pressa de Alice. Apesar de grande parte ser exagero dela, aquele processo todo era realmente muito lento.
As horas se passavam e eu ficava cada vez mais nervosa. Não conseguia tirar meu futuro marido da cabeça. Ele estaria me esperando na mansão dos Cullen, no altar, para finalmente firmarmos nosso compromisso eterno.
E como isso era esquisito para mim. Casando-me em plena flor da idade, e abobalhada por isso. Não conseguia encontrar arrependimento em mim. E como o pobre deve estar nervoso, talvez pensando que eu pudesse desistir na última hora e deixá-lo plantado no altar. Mas jamais faria algo parecido com isso.
Eu me sentia até muito feliz em estar para sempre com o amor da minha existência e mostrar isso para todos.
Toda Forks estaria no quintal dos Cullen e eu esperava que os Quileutes também. Esse poderia até ser o fim do início, mas de forma alguma seria o início do fim. Nosso “felizes para sempre” nos aguardava.
A viagem de volta à Forks demorou menos do que eu queria, Jasper veio nos buscar, elogiando minha figura.
Claro que nem de perto eu estava tão bonita quanto qualquer um deles. Alice trajava um belo vestido prateado e Jasper, extremamente elegante em um belo terno.
A cada segundo eu tremia mais, minhas mãos suavam e eu temia que todo esse meu suor estragasse o trabalho interminável que diversos profissionais fizeram em mim hoje.
Viramos a curva que dava acesso à mansão dos Cullen e eu tremi ainda mais, se é que isso é possível.
“Se acalme Bella, por favor.” Jasper pediu provavelmente se sentindo mal em captar minhas emoções.
“Sinto muito” Desculpei-me corando.
“Chega. Bella acalme-se! Já está tudo pronto. Eu, que sou a madrinha, vou à frente e Jasper vem comigo. Avisarei Charlie para que venha te buscar, vai ser só um minutinho. Acha que pode se agüentar até lá?”
“Eu vou tentar” Suspirei.
“Ótimo, vamos Jasper. Ah, boa sorte Bella” Alice desejou me abraçando. “Vai dar tudo certo” Informou-me com ar de vidente.
Eu estava tentando não pensar no que aconteceria a seguir, mas não conseguia. Parece que uns dois minutos se passaram até que eu ouvisse alguém bater no vidro do carro, mas me pareceu uma eternidade.
Era Charlie que anunciava sua chegada, logo abrindo a porta. Tinha que admitir que meu pai estivesse incrível, muito elegante. E como não era de costume vê-lo arrumado, aquilo me impressionou.
“Você está linda filha!” ele exclamou com a voz carregada de emoção. Eu corei como era de costume.
“E o senhor está incrivelmente elegante papai” eu revidei, deixando-o corado também. “Eu não posso me esquecer de agradecê-lo pelo presente papai. Realmente não precisava, o senhor e a mamãe foram muito gentis”
“Não nos agradeça filha. Isso era da minha mãe, a vovó Swan, ela queria que eu desse a minha filha em seu casamento e eu quero que você dê a sua filha quando ela se casar.” Um nó se formou em minha garganta. Eu desci do carro, tomando cuidado para não tropeçar no vestido, e abracei Charlie com toda a força. Eu sentiria muita falta de meu pai. Mas eu estava feliz, porque sabia que ele estava feliz por mim. Era um elo, um feliz pelo outro.
“Vamos filha, seu noivo está te esperando” E pela primeira vez ele sorriu ao dizer que eu tinha um noivo.
Enlaçamos nossos braços e era me guiou até os fundos da casa. Eu não costumava andar por esses lados, mas ali havia um belo caminho até o jardim da mansão. Um tapete branco havia sido estendido por cima da grama e havia pétalas coloridas por entre a grama, o que me fazia lembrar nossa clareira.
Caminhei mais um pouco, de braço dado com meu pai, e pude ouvir a marcha nupcial ter início. Ao longe, vi todos se levantarem e olharem em minha direção, mas meus olhos buscavam outra pessoa. Olhava sempre para frente procurando-o, mas ainda era cedo para vê-lo. Só quando fiz uma pequena curva foi que pude avistar sua figura. Lindo como sempre e com um brilho intenso em seus olhos. Silenciosamente, ele me convidava a chegar mais perto, a caminhar em sua direção e ser dele para sempre.
Meus olhos se encheram de lágrimas cedo de mais, mas era a felicidade que escorria pelos meus olhos.
Queria que meu pai apertasse o passo, mas sabia que não podia, o único jeito era aguardar aqueles intermináveis segundos. E, passo a passo, no ritmo da marcha, nos aproximamos cada vez mais do altar montado no jardim até que o alcançamos.
Em um gesto antigo, meu pai tomou uma de minhas mãos entre a sua e colocou-a envolta na mão fria de Edward. Não pude deixar de ficar emocionada quando Charlie ordenou que Edward tomasse conta de mim. Isso poderia soar como uma ameaça aos ouvidos dos outros, mas para mim era como se meu pai tivesse dito “eu te amo”.
Nunca havia visto os olhos de Edward tão claros e tão profundos, e ao mesmo tempo cheios de emoção. Era como se ele estivesse com os olhos cobertos de lágrimas invisíveis.
Viramo-nos em direção ao padre, para que ele começasse o sermão.
Edward enlaçou uma de nossas mãos e apertou-a levemente.
Nossos votos foram simples, mas muito emocionantes. Cada vez ficava mais claro que o meu destino estava traçado com o de Edward e as palavras do padre, de certa forma me confirmavam isso. Acreditava que uma força maior havia nos unido.
“Isabella Marie Swan, é de livre e espontânea vontade que aceita Edward Anthony Masen Cullen como seu legítimo esposo?”
“Sim” Eu quase não consegui falar com as lágrimas que banhavam minha face.
“Edward Anthony Masen Cullen, é de livre e espontânea vontade que aceita Isabella Marie Swan como sua legitima esposa?” eu pensei que Edward fosse rolar os olhos com essa pergunta, mas ele apenas proferiu um glorioso ‘sim’.
“... Edward Cullen, eu prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, enquanto nós dois vivermos.”
“... Isabella Swan, eu prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.”
“Confirme o Senhor, benignamente, o consentimento que manifestastes perante a sua Igreja, e Se digne enriquecer-vos com a sua bênção. Não separe o homem o que Deus uniu.”
Então eu tomei a aliança maior entre meus dedos, colocando-a no dedo anular de sua mão esquerda. “... recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade.”
“... recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade.” Ele fez o mesmo colocando a pequena aliança de ouro branco em minha mão esquerda.
“Eu vos declaro marido e mulher.” Ele anunciou.
Eu tentei compreender, apesar da quantidade de lágrimas me cegando, o fato surreal de que essa pessoa incrível era minha. Meu então marido se aproximou de mim, enlaçando minha cintura em seus braços e tomando meus lábios nos seus. Ele me beijou ternamente, me adorando, e eu esqueci a multidão, o lugar, o tempo, a razão...
Lembrando apenas que ele me amava, que me queria e que eu era dele. Minhas lágrimas molhavam agora, não só o meu rosto, mas também o de Edward e seus olhos dourados estavam como se pudessem estar cheios de lágrimas também, se isso não fosse uma coisa tão impossível. Infelizmente, tivemos que nos separar rápido demais ao som de assovios e aplausos.
Assinamos o livro, eu com, minha letra mais tremida do que nunca, assim como nossas testemunhas e por fim estávamos oficialmente casados.
“E te amo” Ouvi um sussurrar no pé do meu ouvido. Queria mais do que tudo retribuir o gesto, dar-lhe um beijo, quem sabe, mas o próprio me impediu, levando-me de encontro aos convidados para que nos cumprimentassem.
Os primeiros braços que senti ao meu redor, e também os primeiros soluços que ouvi, foram os de minha mãe. Ela chorava incontrolavelmente e falava o quanto estava feliz por mim, que tudo estava perfeito, que a cerimônia havia sido emocionante, dentre outras coisas. Eu não queria chorar naquele momento, a não ser de felicidade.
Fui abraçada por toda Forks, pessoas que eu sequer sabia o nome, claro que também havia inúmeros rostos familiares, jovens da escola. Todos me parabenizaram.
Senti-me ainda mais feliz quando senti o abraço quente de Seth e sua mãe, Sue. Apesar de ter feito pressão para que eles vissem, não sabia que eles teriam coragem de entrar no ‘campo do inimigo’ só para estar ao meu lado nesse momento tão importante.
“Muito obrigada por terem vindo, isso é muito importante pra mim” Agradeci novamente aos dois.
“E eu, não sou importante também?” Ouvi uma familiar voz rouca, que eu tanto gostava.
“Jacob?! Você veio!” Cantarolei explodindo de felicidade.
“É claro que eu vim Bells”
Olhei para Edward, pedindo uma permissão silenciosa. Permissão concedida.
Abracei meu amigo com força, feliz por ele ter deixado de lado qualquer desavença, qualquer mal entendido em qualquer ato egoísta meu a ainda sim estar me fazendo feliz nesse momento.
“Parabéns Bella, você merece ser feliz” desejou-me sinceramente. Desvencilhei-me de seus braços para olhar em seu rosto. Não pude deixar de notar uma presença ao seu lado. Leah estava aqui também. Sorri com isso, em saber que eles estavam se dando bem.
“Parabéns Bella” Ela felicitou-me ao perceber que eu tinha notado sua presença. Apenas respondi com um simples “obrigado”.
“Com licença” Edward aproximou-se, um pouco desconfortável. “Bella, eu quero que conheça os Denalis” Acompanhei-o sem mais perguntas. Eu me lembrava bem quem eram os Denalis e principalmente, de quem era uma das integrantes do clã.
Eles eram quatro. Ambos com a pele pálida e os olhos dourados. Um casal com os cabelos escuros e duas mulheres loiras. A que tinha os cabelos loiro morango era Tânia, eu presumi. Tinha que admitir que ela fosse linda.
“Oh, Edward! A tanto não nos vemos!” Ela exclamou abraçando meu marido. Ele retribuiu o abraço meu sem jeito. Limpou a garganta quando se separaram.
“Deixem-me apresentá-los minha esposa” Parecia que ele ia explodir de satisfação dizendo isso. Eu sorri. Pobre Tânia, eu teria ficado sem jeito com essa cortada.
“Tânia, Kate, Eleazar e Carmem, essa é minha Bella” Falou apontando para cada um deles e enlaçando minha cintura por fim. Um por um, vieram me abraçar. Todos pareceram muito gentis comigo, apesar de qualquer coisa. Tânia não me parecia ser uma má pessoa, e, sinceramente, eu não a julgava por querer Edward. Quem não queria?
A festa estendeu-se por muito tempo. Flashes surgiam de todos os lugares. Tivemos nossa primeira dança e Edward ficou mais do que espantado quando eu não tropecei nos meus próprios pés ou precisei subir nos seus para dançar.
“Está gostando da festa Sra. Cullen?” Ele perguntou no pé do meu ouvido. Eu tremi.
“Está tudo incrível Edward.” respondi sinceramente.
“Eu já disse que você está linda?” Perguntou pela milésima vez.
“Hoje? Bem, acho que só um milhão de vezes” Riu, ele me deu um beijo rápido. Uma música lenta começou, eu não a conhecia.
“Eu ouvi essa música há alguns dias e achei que seria perfeita para esse momento. A partir de hoje será a nossa música” Começamos a dançar lentamente, ele me guiando pelo salão. Eu estava tão emocionada com tudo, com aquele momento. E aquela musica que descrevia tudo o que eu sentia. Edward me conhecia melhor do que ninguém.
“... Eu não quero partir, eu apenas preciso que você saiba: eu não vou fugir você é a única que eu preciso... Eu quero apenas morrer nos seus braços.” Eu ouvia a letra da música. “... Eu não quero fugir, quero ficar para sempre. Através dos tempos... Eu não quero fugir, eu não quero ser sozinho... preciso te abraçar, agora e para sempre, meu amor...” Estava chorando, e não havia percebido. Edward me olhava em um misto de admiração e espanto.
Ele me rodou repetidas vezes, enquanto a música chegava ao fim, fazendo-me parar em sua frente novamente. Sem permissão ele tomou meus lábios nos seus e eu sabia que todos estavam olhando, sentia os flashes em mim, mas não ligava. Eu estava tendo o meu momento.
Ouvi alguém limpar a garganta atrás de nós e fingimos que não tínhamos ouvido, mas, seja quem for, insistiu. Edward respirou pesadamente, desistindo de ignorar. Eu não queria que ele desistisse tão facilmente.
Viramo-nos e demos de cara com Jake.
“Será que eu posso...?” Ele perguntou um pouco sem jeito pela forma como Edward, e eu própria, olhamos para ele.
“Querido, eu tenho certeza que Esme está louca para dançar com você.” Meus olhos estavam pedintes. Obviamente, ele não me negou isso.
“Eu já volto. Se cuide.” Sussurrou a ultima parte para mim e saiu em direção à sua mãe.
Jacob tomou uma de minhas mãos entre a sua e se aproximou para que pudéssemos dançar. Nem de longe dançar com Jake era tão fácil quanto dançar com Edward.
Balançamo-nos em um ritmo estranho.
“Está feliz?” Ele perguntou, me espantando.
“Muito. Obrigada mais uma vez, Jake. Minha alegria só aumentou em te ver aqui, eu jurava que você não viria.”
Ele rolou os olhos. “O que você me pede sorrindo que eu não faço chorando?”
“Bem, é que eu não pedi sorrindo. Não exatamente.” Ele riu baixinho. “Onde está Leah?” Indaguei sem jeito.
“Preocupada em saber onde está sua amiguinha é?” Debochou. Eu rolei os olhos em resposta.
“Fiquei contente por você tê-la trazido. Você precisa de uma amiga Jake.”
“Eu já tenho uma amiga Bella. Ninguém poderá ocupar seu lugar.” Um buraco se abriu em meu peito.
“Jacob, eu não estarei presente, não quero que você seja sozinho. Você precisa sim de uma companhia, alguém que te compreenda e que possa te acompanhar em qualquer aventura. Ela é como você Jake, quem poderá te entender melhor do que ela?”
“Por que está defendendo-a tanto, Bella? Sabe que ela não poderá ocupar o seu posto. Não me diga que alguém ocupará o meu?”
“É claro que não, seu bobo. Mas... sabe que as coisas vão mudar, sabe que eu não vou mais estar presente. Eu quero que todos vocês fiquem felizes, mesmo depois da minha partida. Você, ela, vocês precisam um do outro e todos precisam de vocês.” Lágrimas escorriam dos meus olhos.
“Fique feliz Bella, e nós cuidaremos da nossa parte. Só me prometa que dará notícias, não se finja de morta, isso faria muito mal ao Charlie, e a sua mãe.”
“Eu prometo.” Era o mínimo que eu podia prometer: um telefonema, uma notícia. Uma notícia boa. Era isso o que todos em Forks iriam ficar sabendo, que eu estava casada, que estava feliz e fim.
“Agora eu acho que nós temos que nos desgrudar. Se não me engano, tem alguém te chamando ali.” Ele apontou para uma direção e eu segui com o olhar. Alice estava olhando fixamente para mim, como se me chamasse. Parecia aflita.
Problemas não... Pensei comigo mesma.
“Só um minuto Jacob” Afastei-me dele, mesmo sem querer.
Caminhei em direção à Alice, percebi que os outros Cullen também vinham em nossa direção.
“Aconteceu alguma coisa Alice?” Perguntei nervosa.
Jasper parou ao seu lado, abraçando-a pelos ombros. Ela falou alguma coisa em uma velocidade assustadora, eu não entendi nada, mas no fim ela olhou para minha mãe por uma fração de segundo. Minha mãe nos olhava curiosa.
Rapidamente os Cullen se dispersaram, cada um voltando para seus respectivos lugares na pista de dança. Edward saiu sem me dar nenhuma explicação, somente me lançando um olhar preocupado.
“Venha, vamos dançar” Emmett me puxou pela mão.
Na pista, tocava uma música um pouco mais agitada. Ele era o único que não parecia estranho, continuava descontraído.
“Vamos ver se Rose fez mesmo um bom trabalho em você” Dito isso, ele me rodopiou sem dó nem piedade.
“Emmett, vai me deixar tonta!” Esbravejei, ele apenas gargalhou da minha cara de assustada, mas de deveu respeito ao ver que eu não caí ou tropecei.
“Não adianta fingir Bellinha, eu sei que está frustrado por ninguém ter te explicado o que foi aquilo de agora pouco.” Eu apenas suspirei. “Mas hoje é o dia do seu casamento, não é justo que você se sinta mal. Eu vou te explicar...”
“Não Emmett, não quero que você se meta em problemas, os outros podem ficar zangados...” Refleti. Ele gargalhou por algum motivo.
“E você acha que algum deles pode fazer alguma coisa contra mim?” Falou contraindo os músculos, para enfatizar o que dizia. Como se ele pudesse revidar a um puxão de orelha dado por Esme ou Carlisle, quanto mais por Rosalie.
“Veja só, nós vamos receber uma visita daqui a alguns minutos.”
“É só isso?! Que mal há nisso?” Confusa, indaguei.
“É que não é uma visita qualquer Bella. Aro Vulturi está vindo te visitar.” Sussurrou como se estivesse dizendo que eu iria para a forca dentro de alguns minutos. Eu estremeci com essa possibilidade.
“E para que esse tom de voz? Ele não poderá fazer nada contra ninguém aqui, quanto mais a mim. Ele já demonstrou que me quer viva.”
“Esse é o problema Bella. Eu não sei por que todos ainda agem dessa forma. Nada vai acontecer, Alice devia saber disso melhor do que ninguém” Rodopiou-me mais algumas vezes.
Emmett mudou de postura de repente.
“Vamos Bella, ele chegou e quer te ver. Vamos sair de fininho, sem que ninguém note a nossa presença.” Dançamos até a beirada da pista de dança, por fim, nós saímos sem que ninguém notasse.
Na sala, também decorada com muitas flores, estava um senhor de cabelos longos, cabelos do qual eu já conhecia, porém, dessa vez, trajando um terno preto. Ao virar-se, dei de cara com Aro Vulturi. Ele estava acompanhado um de seus guardas, eu presumi.
“Isabella! Como é bom vê-la novamente, como está linda!” Aproximou-se, fazendo questão de pegar em minhas mãos. Olhou em meus olhos, percebi que os seus estavam negros e tremi com isso, e em seguida, abraçou-me. Senti um pouco de repulsa com este toque.
Notei Edward, em um canto do cômodo, desconfortável, assim como todos os outros.
“Eu vim felicitá-los pelo casamento. Está sendo uma bela celebração, pena que não poderei ficar.” Graças aos Céus não poderá ficar. Pensei. “Mas fiz questão de vir pessoalmente dar os parabéns. É bom saber que tudo está dando certo para vocês dois.” Continuou segurando minhas mãos. “Creio que não ficarão aqui por muito tempo não, nessa cidade?” Após essa pergunta, não pude continuar cedendo minha mão para que aquele senhor tocasse. Abruptamente, tirei-as das suas.
Ele me olhou esquisito pelo meu gesto, mas nada comentou. Virou-se então para Carlisle, para que o mesmo respondesse à sua pergunta. “Não, nós não pretendemos ficar em Forks por muito tempo. Logo todos nós teremos de partir.” Carlisle enfatizou o ‘todos nós’. Um alívio desnecessário se instalou em meu peito. De certa forma, aquela era mais uma certeza de que eles jamais me abandonariam novamente. A palavra de Carlisle.
Eu sabia o que Aro quis dizer com aquela pergunta. Ele queria saber se eu pretendia permanecer humana por mais tempo. Eu esperava que ele, assim como eu, confiasse inteiramente na palavra de Carlisle.
“Pois então, eu creio que, infelizmente, não voltará a visitar Forks – uma cidadezinha tão hospitaleira. Se vocês não estarão mais aqui, não há porquê de eu voltar” Respirou pesadamente no fim, como se realmente sentisse aquilo que falava.
“E não nos visitará em outro lugar, onde quer que moremos?” Faltava pouco para a pergunta de Esme soar como uma afirmativa, mas de qualquer forma, eu não gostei de ela ter feito essa pergunta. Ele poderia se sentir convidado a ir nos visitar.
“Sinto muito minha cara, mas não tenho previsão de uma próxima visita. Como podem ter percebido, não é sempre que deixo Volterra, se o fiz hoje é porque tenho muito apreço por esses dois jovens. Mas espero que toda a família faça uma visita a mim e aos meus na Itália. Saibam que serão muito bem vindos.” Isso era uma intimação.
Nesse momento, percebi que o ancião estava confiando na nossa palavra, e isso era importante, mas ela não confiava de todo. Apesar de nos dar crédito, ele queria a confirmação de que eu iria ser transformada.
Por qual motivo ele fazia isso, eu não sabia. Talvez ele quisesse apenas passar a imagem de bonzinho, queria fazer com que eu confiasse nele, ou talvez nós devêssemos isso mesmo a ele. O que eu sabia é que ele não teria problemas quanto a isso.
Eu seria transformada e faria questão de visitá-lo para que ele veja que a lei não foi quebrada, ou melhor, que o “crime” foi remediado.
Estava parecendo tão fácil, não ter mais problemas com os Vulturi. O que me tirou o sono durante noites e noites, de repente desapareceria.
“Bem, agora eu sinto mais terei que partir. Mas antes disse, eu tenho um presente de casamento para você Isabella...” Eu nada disse. “Use sempre isso. É um presente, não só casamento, mas também de boas vindas à sua nova vida.” Ele retirou uma caixa muito bonita de um de seus bolsos. Ela era retangular e não aparentava conter um volume muito grande. Continha desenhos complexos entalhados no metal. Mesmo sem entender muito de metais valiosos, percebi que a caixa era de prata, com as bordas de ouro. Só o preço da caixa devia ser exorbitante.
Fiquei relutante em pegar o objeto estendido em minha direção. Busquei o olhar de meu marido, na esperança de que ele me desse um sinal. Sua face de anjo estava livre de qualquer expressão. De certa forma isso era bom. Se houvesse perigo ele estaria desesperado, provavelmente já teria se jogado na minha frente.
Tomando isso como um incentivo, peguei a preciosa caixa das mãos do ancião Vulturi e abri.
Fiquei bestificada com o conteúdo da caixa. Era mais do que eu imaginava.
Nuca gostei de ganhar presentes, e agora não seria diferente, mas convenhamos que um presente desse gênero nunca havia ganhado em toda a minha vida. E vindo de quem vinha, não podia sequer ser recusado.
Dentro da caixa, havia um colar, com uma pedra que – pela cor – identifiquei como sendo uma safira. Teria que me certificar com Edward. Essa pedra tinha o formato de um coração, tão grande, e, como se não fosse o bastante, inúmeras pedrinhas, que seriam diamantes, ou brilhantes, circundavam o coração azul.
“Deixe-me colocar em você, querida” Permaneci parada por alguns segundos, um minuto talvez, sem saber o que fazer.
Ao perceber que eu não iria me mexer, ele mesmo foi para trás de mim, jogando meus cabelos para o lado e fechando o colar em volta de meu pescoço. Não tenho dúvidas de que tenha ficado incrível, mas não sabia como reagir.
“Não vai dizer nada querida?” Ele indagou escondendo bem sua provável irritação.
“É... é lindo, claro.” Limpei a garganta para poder prosseguir. “Muito obrigada, eu vou usar” Concluí já recomposta.
Ele deu uma risada estridente — e muito estranha. “Que ótimo então. Sendo assim, eu creio que já é hora de partir. Até mais, meus queridos.” Despediu-se de cada um, começando por mim. Tive nojo quando senti seus lábios em minha mão direita.
“Nos os acompanhamos” Emmett e Jasper seguiram Aro e seu guarda até não sei onde. Mas não sem antes receberem olhares preocupados de suas respectivas esposas e de Esme.
“Bem, creio que tudo já passou.” O chefe da família falou, afagando os ombros de Esme.
“Bella e Edward, vocês tem que voltar a festa antes que alguém perceba. Bella jogue o buquê e em seguida cortaremos o bolo. Trate de se divertir, pois a festa está acabando” Alice falou, novamente dando ordens. Sinal de que já havia se acalmado.
“Vamos” Edward pegou em minha mão e me arrastou para fora de casa.
Se eu pensei que todos estavam olhando para mim antes, não esperava tanto olhares curiosos sobre mim, ou melhor, sobre o meu colo. Parecia que aquele colar tinha o mesmo efeito que uma placa escrita em Neon.
“Tenho que admitir que seja uma bela jóia.” Edward puxou-me para junto de seu corpo, me fazendo perder a noção do espaço.
“É realmente linda” Disse meio sem saber ao certo o que falava.
“Está estranha Bella, o que aconteceu?”
“Estranha? Co-como?” Consegui gaguejar, enquanto ele plantava beijos no meu pescoço.
“Está tão... aérea. Te fiz alguma coisa?”
“Aqui não Edward, por favor.” Implorei, sabendo que iria ceder.
“Tem razão, não seria adequado. Ainda mais porque seu pai está vindo aí...” Dito isso, Charlie apareceu atrás de mim, perguntando se eu podia conversar com ele por um instante. Edward deu a mesma desculpa de sempre, tinha que dançar com algum familiar.
Sentamo-nos em um banquinho um tanto afastado dos convidados.
“A festa está muito bonita. Alice quase matou a todos nós, mas valeu à pena.”
“Pois é papai. A festa está tão linda, eu estou tão feliz.”
“Está feliz... Eu vejo a felicidade nos seus olhos Bella. Acho que é isso que importa a final de contas, não? Eu nunca te vi tão feliz, nem quando você começou a namorar com Edward, nem quando ele voltou depois de seis meses. Você está radiante minha filha.” Fez uma pausa. “Eu vou sentir tanto a sua falta minha filha, tanto. Você nem sabe. Mas eu sei que você vai estar feliz, ao lado de quem você ama, e isso pra mim já basta.”
“Oh, papai!” Lágrimas voltaram a escorrer por minha face. “Sabe papai, eu nunca quis vir para Forks, para mim isso seria como um castigo. Quando eu decidi vir para cá, não foi por mim ou pelo senhor, foi pela mamãe e pelo Phil. Eu não sabia quem o senhor era, eu não via o pai maravilhoso que existia aí. Eu sinto muito por ter perdido tanto tempo longe do senhor papai. Se eu pudesse, ficaria para sempre ao seu lado”
“Não diga isso filha. O tempo tem que passar, as coisas têm que mudar. Um dia você iria crescer e teria que sair de casa. Mais saiba que esses anos que você ficou comigo, foram os melhores da minha vida.”
“Foram os melhores da minha vida também papai. Eu vou me lembrar disso para sempre.”
Apenas nos abraçamos e eu permaneci, com a cabeça deitada em seu peito, até que minha mãe se aproximou. Sabia que iria chorar muito mais ainda.
“Será que tem espaço pra mais um?”
Eu abri os braços e Charlie fez o mesmo. De uma forma estranha, conseguimos nos ajeitar no banco.
“Estou tão feliz por você, querida. Edward é o homem da sua vida, vocês vão ser muito felizes juntos.”
“Eu sei mamãe, sempre estive certa disso.” Respirei fundo.
“Querida, é bom que nós estejamos todos juntos aqui. Eu quero te falar uma coisa... Sabe querida, quando eu decidi sair de Forks foi porque eu na sentia que era completa aqui, sabia que a minha felicidade nunca iria chegar, então eu parti, sem eira e nem beira. Sei que fiz mal de tê-la separado de seu pai, mas eu sei que seria menos forte do que ele, não conseguiria ficar sem você. Hoje eu sou uma pessoa feliz, e grande parte dessa felicidade é por você, que se tornou uma mulher tão brilhante. Que já sabe fazer suas escolhas...” Parou para chorar. “... Que já é casada, que vai constituir sua família, diferente de mim que sempre fui uma destrambelhada!”
“Eu concordo com sua mãe”
“Hey!” Ela achou ruim com Charlie. Eu não pude deixar de rir desses dois.
“Não estou falando da parte do ‘destrambelhada’ Renné, apesar de que não deixa de ser verdade. Eu concordo com o que você disse antes, Bella já é grande, ela tem de viver a vida dela. Nossa filha já perdeu tempo demais com as nossas maluquices, é hora de ela ser feliz.” Meu pai concluiu.
“Vocês vão se cuidar?” Perguntei preocupada. O que seria desses dois malucos sem mim? E o que seria de mim sem eles?
“Nós vamos dar nosso jeito” Minha mãe falou rindo da minha preocupação ‘boba’.
“Vou sentir a falta de vocês”
“E nós a sua” Disseram ao mesmo tempo, fazendo-me rir.
Alguns minutos se passaram até que eu me dei conta do que Alice havia dito: eu tinha que cortar o bolo. Provavelmente ela não queria estragar o nosso momento, mas devia estar soltando fogo pela ventas. Levantei-me em um sobressalto.
“O que foi minha filha?” Minha mãe perguntou-me alarmada.
“Eu tenho que cortar o bolo!” Puxei os dois pela mão, um com cada mão e saí apressada.
Quando encontrei Alice, ela estava com uma careta carrancuda.
“Onde você estava? Já é hora!” Ralhou comigo. Eu abaixei a cabeça. Ela bufou.
“Tudo bem, vamos logo.”
Em um átimo, todos os convidados estavam no salão, onde se encontrava o bolo. Edward me esperava para que fossemos juntos para trás do enorme doce. Flashes disparavam incessantemente. Ainda bem, cortamos o bolo sem mais delongas. Espantosamente, Edward comeu o pedaço que lhe cabia, com coragem.
Logo era a hora do buquê.
Engraçado que as mulheres de Forks não fizeram com que esse momento valesse tanto a pena. Nem sequer foi tão engraçado como nos programas de TV. Elas não brigaram ou se estapearam, eu apenas joguei, após ter contado até três.
E, para meu total espanto, as flores caíram justo na mão de Tânia Denali, que se juntou à multidão, quase que arrastada por Carmem. Eu ri desse fato, mas fiquei aliviada. A menos que Edward quisesse ser bígamo, ela se casaria com outro homem que não o meu.
A festa se aproximava do fim a cada minuto e eu sabia que logo seria hora de partir.
“Venha Bella, vamos trocar de roupa” Dito isso, a baixinha arrastou-me pala mão até seu quarto. Em cima da grande cama, havia um embrulho. Ela o desfez com cuidado, e muita rapidez, e entregou um vestido em minhas mãos.
Vesti-me sem reclamar após analisar bem a peça. Tal como fiz com os sapatos.
“Fique com o colar e o penteado. Tivemos sorte que o mesmo combinou com as presilhas que você ganhou. Aro sempre será Aro, mas... Uau! Um diamante azul, essa se superou. E esses brilhantes... Foi incrível!”
Então eu estava errada quanto à pedra principal – era um diamante e não uma safira – mas quanto ao palpite dos brilhantes eu acertei.
“Alice espere!” Ela olhou para mim. “Alice, essa foi a melhor festa que já aconteceu algum dia, ou que vai acontecer. Você é a melhor irmã do mundo!” Exclamei abraçando-a. não diria que ela quase pulou de felicidade, porque ela pulou mesmo. Era bom tê-la por perto.
Prometi que quando voltasse de viagem iria fazer tudo que ela queria em pagamento pela linda festa – como se eu já não fizesse. Claro, ela me perguntou novamente se eu ainda lembrava do que ela havia me dito naquela mesma manhã e eu disse que sim: Mala vermelha, roupa de cima. Ela me desejou boa sorte e nós descemos.
No pé da escada, Edward estava parado me esperando.
“Você está deslumbrante!” Disse quando alcancei o último degrau da escada. Ele tomou minha mão e pousou um beijo nela. Eu agradeci já corada.
“Podemos partir?” Perguntou. Eu não estava completamente pronta para isso, mas sabia que tinha que fazer aquilo.
Despedimo-nos de nossa família dentro de casa, sabendo que do lado de fora não seria possível. Meus pais estavam presentes também. Foi uma despedida emocionante, ou pelo menos da parte de meus pais, afinal de contas, eu logo voltaria a ver os Cullen. Eles eram minha família agora.
Quando saímos pela porta da frente, uma chuva de arroz assolou local. Eu não entendia essas tradições, para mim, joga arroz era desperdício. No entanto isso não deixou de ser divertido.
Conseguimos entrar no carro – por fim.
http://www.youtube.com/watch?v=Lx9rIOcSAXc
Por aquela janela eu vi todos que foram tão importante para mim, aqueles que contribuíram para que eu me tornasse o que sou hoje.
Meus amigos humanos, minha família, aquela que me criou e Phil, aqueles que me fizeram amadurecer. Mas também havia a minha nova família: Os Cullen e os outros vampiros, do qual eu seria igual em pouco tempo. Havia aqueles que pertenciam a um mundo que eu nunca iria pertencer, aqueles que iriam me repudiar por natureza, mas que eu amava tanto quanto qualquer outra pessoa.
Jacob, meu amigo, me deu tchau em um aceno. Um gesto tão simples, mas que me doeu tanto. Eu retribuí o aceno e, um por um dos presentes fiz, o mesmo. Dei tchau à Angela e a seu namorado Ben, a Phil, para Seth e Sue, para os colegas de Carlisle, para os professores da escola, para os amigos e colegas de Charlie, às pessoas que eu nem conhecia.
Lágrimas escorriam constantemente pelo meu rosto, eu me sentia muito triste em ter que dizer adeus a todos.
Então, olhei para aquele que estava ao meu lado, e toda a tristeza se esvaiu. Vir-me-ei novamente para os convidados e acenei uma última vez, mas dessa vez sorrindo, porque não havia motivos para chorar.
Eu estava indo ser feliz.
Meu marido deu partida e eu deixei para trás o passado, pensando apenas em quem era o meu presente e seria meu futuro.
“Edward?” Chamei-o. Ele olhou de pronto. “Eu te amo mais do que tudo”
Meu marido sorriu. “Eu sei disso, meu amor. Sei disso”
E aqui começa a minha história...
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*maquiagem:http://atrevida.uol.com.br/upload/imagens_upload/kristen_stewart_dica_make.jpg
*penteado:http://www.fotosdepenteados.com.br/wp-content/uploads/2012/01/penteado-semi-preso-noiva-131.jpg
*presilhas:http://www.google.com.br/imgres?q=presilhas+de+strass+azul&hl=pt-BR&gbv=2&noj=1&tbm=isch&tbnid=bwgAs7TH_JAm7M:&imgrefurl=http://www.elo7.com.br/presilha-flor-strass-azul/dp/576B3&docid=ACJFm1mc9_3q2M&imgurl=http://img.elo7.com.br/product/main/8EF32/presilh
*vestido de noiva:http://img690.imageshack.us/img690/5882/breakingdawnnoiva1.jpg
*aliança:http://www.vestidosnoiva.org/wp-content/uploads/2011/10/alianas-em-ouro-branco.jpg
*musica dos dois:http://www.youtube.com/watch?v=HLphrgQFHUQ&ob=av2e
*colar:http://img862.imageshack.us/img862/2272/stillcolar.jpg
*vestido:http://2.bp.blogspot.com/_xDtyGMk66TE/THGWTBvOEqI/AAAAAAAAAJE/H1Tq-GBlk6c/s1600/vestido+preta+renda+victoria+secrets.bmp
*sapato:http://www.sapatos.net/wp-content/uploads/2012/01/summer-boots-vero.jpg
Notas finais
Mas eu gostei de como ficou.
Gente, agora eu tenhom q dormir já é meia noite e amanhã/hoje/daquiapouco eu acordo de madrugada.
Beijão, me mandem reviews tá?
Amo voces... Nara.
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