Notas iniciais
Aqui estou eu.
Acrescentei a categoria Eu sou o numero quatro, porque é aqui que esses dois mundos se cruzam.
Espero que gostem.

–Primeiro. O que Stefan esta fazendo aqui?Segundo. O buraco esta bem mais irregular e agora esta realmente perto de engulir o anfiteatro.

–Eu não vejo problema. — Dei de ombros — Não conheço e o nome é bem entediante.

–É serio.

–É, muito sério.

Stefan falou claramente ainda com muito sono para processar qualquer informação.

–Eu quero dormir. Preciso de meu sono de beleza.

Falei brincando. Damon entendeu e retrucou.

–Ih! Então é melhor hibernar.

Dei um tapa na cabeça dele.

–Não faça piadinhas com minha aparencia.Pelo menos não agora.

–Ah!

–Era so isso?

–Não. Eu vim buscar a menina.

–Hã? Dizzi?

–É. Quer dizer, ela não é exatamente uma garota; Esta mais para deusa do que pra uma simples garota....

–Como? Ela é cega.

–Sério? Então é mesmo a garota.

–Porque?

–Profecia Blá,blá,blá.

–Ah! Para onde você vai leva-la?

–Para o acampamento.

–Você conhece Dinnie Ray?

–Sim, quer dizer — Ele viu meu olhar raivoso — ouvi falar.

–Ela é mãe da Dizzi. Ela é uma deusa, um monstro...?

–Ela é uma deusa menor. Filha de Zeus e Éris.

–Como não percebi?

–O que?

–Esquece.

Ficamos em silencio nos encarando até ouvir uma voz vindo do tunel.

–Damon?

Era Matt.

–Matt? O que você esta fazendo aqui?


–Eu...... vim.......porque........Damon me trouxe.

Quando ele chegou até nós seu rosto estava vermelho.

–Ele ia me levar de volta.

–Você é maligno.

Peguei a mochila e me levantei. Dei agua e um pouco de ambrosia para Matt que respirava regularmente.

–Obrigada.

–Eu posso levar a garota?

–Sim. Mantenha ela segura e-

–É só teletransportar.

–Não me interrompa.

–Que medda.

Ficamos nos encarando de novo.

–Damon, eu acho melhor você achar outro jeito de voltar.

Falou Matt com um sorriso travesso.

–Porque?

Ele perguntou meio confuso.

–Por que eu não vou te levar.

Ele tocou o ombro de Dizzi e desapareceu.

–Filho de uma *%$*(¨%$%¨&(*&%¨!@!#%.

–Para! Eu vou dormir. De seu jeito de voltar..... eu não me responsabilizo por isso.

Voltei a dormir e Damon bufou frustrado.



Percy me acordou e quase que fiquei meio vegetativa enquanto olhava pra ele.

–Bom....acordar.

–Cade o povo?

Olhei em volta não vi ninguem.

–Eu não sei. Por isso te acordei. Damon apareceu aqui ontem?

–Sim. E parece que ele vai passar a missão todinha nos atazanando.

–Tirou as palavras da minha boca.

Eu ri e me levantei.

–Sério. Cade eles?

–Sério? Eu não tenho idéia.

–O que vamos fazer então?

–Seguir caminho. Quando cheharmos a superficie, mandamos uma mensagem de Íris.

–Tudo bem.

–De onde viemos?Esquerda ou direita?

–Eu acho que esquerda.

–Então vamos para a direita.

Coloquei minha mochila e peguei uma lanterna. Andamos em silencio por mais ou menos 3 KM.

–Well you done done me and you bet I felt it

I tried to be chill but you're so hot that I melted
I fell right through the cracks, now I'm trying to get back

Entrei na brincadeira e cantei.

–Before the cool done run out, I'll be giving it my bestest
And nothing's going to stop me but divine intervention
I reckon it's again my turn to win some or learn some

É meio estranho ouvir semideuses falando sobre intervenção divina.

–But I won't hesitate no more, no more
It cannot wait, I'm yours


Well open up your mind and see like me
Open up your plans and then you're free
Look into your heart and you'll find love love love

Continuaria a cantar, se umaluz no fim do tunel não tivesse me feito parar. Com um gesto apaguei minha lanterna e a de Percy.

–Shh!

Meu coração começou a bater mais forte. Primeiro de expectativa, poderiam ser os outros!.

Depois de medo.

Assim como poseriam ser eles, poderiam tambem ser os guardas de Dinnie Ray.

Paramos subitamente e a lanterna foi arrancada da minha mão por uma força invisivel.

–Socorro!
Gritei. Percy percebeu o que estava acontecendo e se preparou para lutar. Tarde demais. A força invisivel me empurrou para o lado e o atacou, ele caiu no chão atordoado demais para falar alguma coisa. A luz no fim do tunel se apagou e um — suponho ser — adolescente gritou.

–Seis! Pare! Eles não são uma ameaça.

A luz se ascendeu e tinha uma garota de cabelos loiros parada a minha frente.

–Você tem razão John, eu não acho que existam mogadorianos.... femininos.

Percy se pos de pé e eu tambem.

–Quem são vocês?

Perguntei. Mesmo sendo mais alta que a garota, me encolhi. Sua presença era forte demais.

–Eu sou John Smith, essa é a numero 6 e esse é Sam Goode.

Olhei para a fonte da luz e com certo espanto percebi que vinha da mão do adolescente. Outro garoto mais baixo e menos musculoso sai de trás dele.

–Quem são voces?

Perguntei mais convicta.

–Eu que pergunto.

Seis falou rispidamente.

–Se acalme Seis. Nós somos-

–Você vai mesmo falar John? Primeiro precisamos saber o que/quem eles são.

–Tudo bem. — Falei me rendendo — Vocês provavelmente vão me achar maluca mais — Seis e John se entreolharam mais depois voltaram a atenção pra mim — Eu sou uma semideusa, filha de Zeus.

John sorriu e não tentei resistir ao impulso de sorrir tambem.

–Nós somos membros da Garde de Lorien.

Balancei a cabeça sem ter idéia do que falar.

–Humm.

–Ela é só uma humana obcecada. Vamos embora, precisamos achar meu.... Você sabe.

Seis parecia tão ranzinza.

–Ela não me parece uma doida obcecada com isso.

Respondeu John.

–Eu sei indentificar quando alguem é obcecado por alguma coisa, ela não é.

Falou Sam Goode se manifestando pela primeira vez.

–Como vocês chegaram aqui?

–Caimos, estavamos em West Virginia na caverna dos Mogadorianos, e caimos aqui.

Falou John mais calmo e paciente do que todos nós.

–Muito bem, foi um prazer conhece-los mais precisamos ir embora.

Falou Percy segurando minha mão e começando a andar. Me desvencilhei rapidamente dele.

–Vocês sabem como chegar a superficie?

–Não, e se soubessemos não diriamos.

Falou Seis mal humorada.

–Não liga pra ela, se você quiser podemos te ajudar a achar a superficie.

Falou John com uma voz convidativa.

–Tô dentro.

Recomeçamos a andar e Seis ficava bufando e resmungando coisas, Percy seguiu seu exemplo.

–O que é um Garde? E o que é Lorien?

–Garde é como se fosse... A swat de Lorien. Que é um planeta um pouco longe da terra.

–E porque você estão aqui?

–Lorien foi destruida.

–Por quem?

–Pelos Mogadorianos.

A cada pergunta que John respondia, ficava mais curiosa.

–Quem?

–Uma raçazinha imunda de Mogadore.

–Ah! Eles estão na terra?

–Sim, nós caçando.

–Quem? Você,Seis e Sam?

–Não. Os membros sobreviventes da Garde.

–Como sabe da mitologia?

–Você pode achar esquisito mais os Lorics visitam a terra de vez em quando. Quer dizer, costumavam.

–Hã?

–Alguns deuses são filhos de Lorics com humanos.

–Não. Alguns deuses são filhos de titãs e essas coisas.

–É o que as pessoas da terra acreditam.

Sorrio pra mim mesma e continuo andando e fazendo perguntas.

(Para os curiosos, aqui esta a foto do Jonh:

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Da seis:\"\"



E do Sam:

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–Como é ser um membro da Garde?

–É meio cansativo. Estamos procurando os outros desde que saimos de Paradise.

–Os outro membros? Quanto são?

–Originalmente eu não sei. Mais os que conseguiram escapar foram 9 e os que ainda estão vivos são 6.

–Ah! Seis é sua namorada?

Começo a corar assim que ele ri.

–Não. Ela ficou em Paradise.

–Nome?Idade?

Ele parou de rir, mais ainda tinha um leve sorriso.

–Sarah Hart.

Ele pegou um Iphone de dentro do casaco e me mostrou uma série de fotos dela.\"\"


(Sorte pra quem quiser ver ela)

–Sarah Hart.... É um nome bonito.

–Eu sei.

Falou ele meio sonhador.

–Do que seis estava falando lá atras?

Antes que John abra a boca, Seis o empurra pra frente e anda ao meu lado.

–Eu estava falando do meu Bau Loric.

–Um bau? Não é só comprar outro em uma loja de antiguidades?

Ela sorriu com certo deboche.

–Não. Ele é unico e cada um de nós ganhou um pouco antes de sair de Lorien.

–Ah! O que tem dentro dele?

–Eu não -

Antes que Seis possa responder John a empurra pra trás, ela não demora pra revidar e eles ficão nessa de se empurrar até Sam perder a pasciencia e gritar para eles pararem.

John voltou a andar ao meu lado ainda respondendo pacientemente minhas perguntas. Pelo menos até eu perguntar como era Lorien. Seu rosto se torna meio sombrio e ele responde fazendo pausas.

–Eu me lembro apenas das visões que tive enquanto treinava com meu Cêpan,Henri.

Ele abaixa a cabeça e sei que o assunto esta encerrado.

–Quantos anos você tem?

–Pra ser sincero...eu não sei. Mais em minha ultima carteira de indentidade era 15.

–Sério? E alguem acreditou? Porque você parece no minimo ter uns 17 anos.

–Eu sei. E quantos anos você tem?

–24.

–Sério? E alguem acredita? Porque você parece ter no minimo uns 17 anos.

O empurro com o ombro e ele retriubui. Logo estamos em uma brincadeira infantil de se empurrar.

Dessa vez não é Sam que nos faz parar. É Seis.

–Vocês dois querem parar com isso?

Ela me empurrou para o lado e fez o mesmo com John, logo em seguida passou entre nós dois e começou a andar na frente sozinha, apenas com a mão de John como lanterna.

–Ela é sempre assim?

–Não, as vezes. Quer dizer, — ele limpa a garganta e com um sorriso brincalhão aumenta a voz — Só quando esta com muitos ciumes.

Ela para e se vira para ele.

–O que você disse?

–Você ouviu.

Com movimentos rapidos ela o derruba e lhe aplica uma bela chave de braço.

–R.E.P.I.T.A.

–Você vai quebrar o braço dele.

–E isso te importa?

Ela pergunta levantando a cabeça. Foi a deixa que John precisava para se desvencilhar dela.

–Isso!

Grita Sam e faz todos olharmos pra ele.

–Nunca mais faça isso.

Falou John se levantando e alongando o braço.

–O que? O que você vai fazer se eu fizer de novo? Ligar para sua namoradinha e contar tudinho?

O rosto de John fica vermelho, mais não sei dizer se é de raiva ou de vergonha.

–Ei Pessoas! Vamos continuar com nossa missão, pra que tanta violencia?

Falo tentando apaziguar as coisas.

–Você tem razão.

Seis encara John por meio segundo, cospe no chão e volta a andar.

–Bipolar doida.

Fala John e eu rio involuntariamente.

–O que foi?

Ele pergunta olhando pra mim com curiosidade.

–É que você me lembra com eu era com Percy. Estavamos sempre brigando feito cão e gato.

Ele sorri.

–E isso quer dizer o que?

–Que de algum jeito, possivelmente o mais cruel, vocês vão ser separados.

Paro de rir e ele fica pensativo.

–Espero que não.

–Eu tambem, vocês ficam engraçados brigando.

Ele sorri de leve e continuamos a andar. Ando até parar e colocar a mão no ombro de John para conseguir algum apoio.

–O que foi?

Ele pergunta atordoado, Seis para de andar e coloca a mão na minha testa para checar minha temperatura.

–É só.... uma tontura.

Com a mão livre aponto para minha barriga e Seis entende rapidamente o que quero dizer.

–Ah! Pode sair John.

Largo seu ombro e seis me apoia até chegarmos em um ponto em que o tunel fica mais estreito. Ai temos que andar um atrás do outro e ainda por cima meio agachados. O corredor era umido e estava a ponto de desmoronar, era todo escuro e a unica luz que nós guiava era a da mão de John. Que como o proprio me explicou, era um de seus legados.

–Quanto tempo vai durar isso?

Perguntou Sam, sua voz ecoou atras dele.

–Eu não sei.

Respondi e minha voz tambem fez eco.

–Tomara que logo, minhas costas estão começando a doer.

A voz de Percy fez mais eco do que a minha e a de Sam juntas.

–Hey pessoal — John falou na minha frente — olhem o que eu encontrei.


Notas finais
Eu sei que me empolguei na hora das fotos, mais é que ele é tão lindo que eu comecei a colocar um monte e não consegui mais parar.E quem quiser ver mais, o nome é Alex Pettyfer.