Brass
16 Capítulo - XV
Notas iniciais
Graus acima
Brass e Juiz Owen engataram uma conversa sobre a causa e efeito das leis ONE. July se surpreendeu com Brass parecia assimilar tudo o que seu pai falava e como usava isto a favor de seu ponto de vista.
O Efeito ‘Brass’ ainda permanecia sobre o seu corpo. Ainda tinha a sensação gostosa que a massagem da manhã havia deixado no seu corpo. Ele havia a ajudado com as roupas e as talas. Se surpreendeu com Brass dizendo que a amava na noite anterior. Mas perguntava-se se teria sido real. Quando Brass a tocou naquele dia ele parecia estar absorvido, foi tudo tão intenso. Um ‘Eu te amo’ na cama em meio ao prazer era tão simples.
Isto a apertou o coração porque percebeu que havia se apaixonado por ele assim que o viu. Claro que o corpo de Brass era uma visão e tanto, mas ele era o seu anjo resgatador. Ela havia se ligado a ele como jamais fez ou sentiu por qualquer outro homem. Brass era um grande pedaço de metal e ela apenas um ima. Atraída pela sua eletricidade.
__Julys. – Chamou Brass.
__Hã... – Respondeu.
__Bonequinha está distante? – Falou seu pai parecendo preocupado.
__Nada... só ... divagando. Então rapazes Eu estou com fome. O Café sai ou não. – Falou a introduzir um novo assunto.
A manhã passou como uma leveza inexplicável. Brass tinha criado uma amizade com o Juiz. Ele havia lido alguns livros de direito que um dos homens da força tarefa. E o Juiz Owen tinha grandes divertidas história de tribunal.
July estia acolhida entre dois. Segura. Mas a lembrança da voz de John ainda ecoava em sua memória. Estava assustada. Cada som a colocava em alerta. O medo estava dominando a sua mente e minando a sua confiança. Sentia em risco mesmo estando o meio da zona selvagem. Cheira de novas espécies.
Imaginou-se em completo desespero. O que a mantinha em certa clama era a presença de Brass. Brass havia a resgatado uma vez. E a salvaria de novamente. Não deixaria nada lhe acontecer.
__Brass está quase na hora. – informou. Era próximo as 3 da tarde e logo Erick estaria aqui. E ela tinha que se se troca. E Brass Iria tirar a suas talas.
__Ele vai voltar hoje? – Perguntou Brass.
__Sim. – Respondeu.
__Espero que ele não fique olhando para a minha bunda. – Falou Brass em tom divertido.
__Não ele não vai. Mas não é como se você pudesse evitar se ele o fizer. Ele não tem culpa se a sua bunda é atraente. – Respondeu divertida.
__Eu sei que é. – Brincou Brass com July. Ela a retirou do sofá e a pegou no colo.
Subindo as escadas Owen Gritou.
__Sua bunda não é grande coisa! – Jorge entrou na brincadeira. Ele achava que os Homens espécies eram muito grande e sua musculatura era muito desenvolvida. Quando Conrad voltou do Afeganistão ele achou que ele estava grande, mas perto do seu genro Jorge tinha a impressão que Conrad apareceria fichinha.
Brass riu junto com a sua filha. Jorge tinha uma boa impressão do macho. E era grato a ONE por permitir sua filha aqui. Era uma boa coisa July estar com eles. Jorge não quis alarmar a sua filha, mas as coisas estavam ficando cada vez piores. John estava agitado.
Os negócios estavam em crise. Muito mais que a crise financeira que estava ao redor do mundo. Um escândalo envolvendo a linha de cosméticos anti-Idade e maquiagens estava a fio da publicação e não demoraria muito para explodir.
Mulheres tendo sua pele descascada ficando em quase carne viva. Sobrancelhas e cílios caindo até que não houvesse mais nado no rosto. Haveria um grande e espinhoso processo de damos, Ainda não tinha ido a julgamento, mais quando viesse a imprensa estaria em cima. O erro do técnico. Um lote ruim. A impressa estava processando o técnico.
Jorge Owen não gostava de John agitado. Era ruim o suficiente. Ele indo atrás de Conrad para saber da investigação sobre o suposto paradeiro de July. Entretendo contava que este escanda-lo o interesse por um tempo. Ele ficaria um bom tempo reocupado nome do Grupo. Mas ele também era capaz de ver o lado ruim. Isto o poderia o pôr em caçada por July. E usa-la como publicidade. E ainda tinha a suposta campanha de John. Isto colocava Jorge em Alerta.
Contava com Conrad. Sua visita a July não era apenas para vê-la. Tinha o propósito de Conrad poder ter contado com ela. Eles tinham que ter a história pronta. Algo convincente que protegeria July. E ainda conseguia um monte de publicidade boa de graça pro-espécie.
Jorge odiava pensar assim, mas a sua filha era como 1 minuto de propaganda no SuperBol. Ao logo de sua vida e sua obstinação de dar continuidade ao que sua mãe amava ela havia criado um nome na mídia. Um apelo publicitário tão grande que um perfume com o nome dela havia voado das prateleiras. A venda tinha uma parte do lucro para a caridade. A realidade era que justamente por isto ela tinha o Canalha do ex-marido em suas costas.
O som de batidas na porta fez Jorge se levantar da poltrona e caminha até a porta. Ao abrir se deparou com uma figura que eu acho no mínimo divertida.
__Olá. Sou Fisioterapeuta Erick. – Jorge Owen encarrou o Jovem a sua frente.
__Entre. – Disse ao abrir a porta dando espaço para ele entrar.
Erick entrou na cabana e caminhou até o sofá e se sentou. Jorge Owen fechou a porta e Voltou a poltrona onde estava sentado. Erick encarrou o juiz. Ele se sentou como se estivesse em exercício da função e o olhou como se ele estive no banco dos réus.
Erick cruzou as pernas e colou as mãos sobre a coxa. O juiz manteve o olhar avaliativo. Erick se remexeu.
__Senhor ... – Chamou Erick.
__Sim. – Respondeu Jorge.
__Eu confesso, Ok . – Falou com uma voz falha e esganiçada. – Foi eu que quebrei o carro do meu ex. Mas EU paguei pelo carro. Aquele canalha estava me traindo com aquela coisinha loira turbinada. – A voz de Erick saiu fina e quase chorosa.
Jorge segurou para não rir . Erick parecia realmente magoado com a assustado.
__Intendo. Seu ex-namorado te trocou por uma Loira bonitona. – Falou solenemente o juiz.
__Antes focê o caso. – Respondeu com um tom de raiva. – Era o NOOSSSO personal ! Aquele coisinha. Sr. Músculos, Sou Hetero. Não passava de uma inrrustida. E deveria ter desconfiado daquele cabelinho loiro luzes e aquela pela bronzeada artificial. – A voz de Erick saiu tom várias notas fortes e raivosas.
__Lamento. Isto acontece. – Ri o Juiz.
__Ele era um aspirante a ator. Foi melhor assim. – Rindo junto ao juiz.
__E july. O caso dela é ruim? – Perguntou serio novamente.
__Não diria que é totalmente péssimo, mas não será fácil. Ele tem um caminho a percorrer. – A voz de Erick antes preenchida de raiva e indignação, agora era convertida em um tom firme e muito profissional.
__Mas ficara bem? – Falou Jorge a Erick.
__Sim ficará. – Respondeu Erick.
Neste momento um silencio se instalou na sala e permaneceu até o momento que Julys desceu as escadas acomodada no peito de Brass em seus braços.
__Sortuda! – Murmurou baixinho Erick.
__Erick! Querido, Como esta? – Perguntou.
__Bem. E você? – Perguntou a July.
__Bem. – Disse July a dar um olhar significativo para Brass.
__Hum.. Vamos começar. – Disse Erick sorrindo muito malicioso.
__Claro. Eu vou arrumar tudo em minuto. Jorge pode me ajudar a pegar as coisas lá em cima? – Falou para Owen. Colocou July no Sofá ao Lado de Erick.
Jorge Owen concordou com os ombros e ele e Brass caminharam em sentido as escadas e subiram para chegar aos quarto.
__Sou sortuda! – Sussurrou Erick. – Eu quero Detalhes! Todos ele. Ai... Só de pensar. Mulher sortuda!
Erick sussurrou para July. Parecia irritado.
__Não vou contar. – Disse ainda baixinho. E ri perversa. – Só... perfeito.
__Merda Julys ! Ele tem a Magya. – Julis não se aquentou e riu.
Trocaram olhares e ambos cairão na gargalhada. Depois em silencio com as melhores expreções faciais de ‘os gatos que comeram os canários’.
Minutos depois desceu Brass e seu pai com os equipamentos da Fisioterapia nos braços. E Erick sorriu para Brass.
Ele e Jorge rapidamente arrumaram a sala. E Erick sorriu para Brass.
__Magya é outro nível. – Falou malicioso Erick Brass. No entanto Brass ergueu uma sobrancelha e olhou perplexo.
__Magia ? – Perguntou o espécie. – Eu não sou o lobisomem. Sou um macho espécie. Talvez tenha que leva-lo ao centro médico. Ele está confuso Mentalmente – Falando isto os três na sala caíram na risada. E Brass bufou ainda confuso.
__Esquece, Brass. É melhor você não intender. – Falou Owen ainda entre risos.
__Valiente e Leo me chamaram para uma caçada. – Brass comunicou a todos. Se aproximou até July e beijou sua testa. – Volto logo.
July sorriu de volta. E Brass saiu. E Erick suspirou olhando para Brass.
__Não deveria deixar você assedia o meu marido assim. – Disse July forçando uma voz brava brincando com Erick.
__Eu não sei o que dá em mim. Não me controlo. – Dito isto todos os três presentes na sala começaram gargalhas.
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Ao Final da tarde a casa estava vazia. Seu pai havia voltado para casa e Erick ido embora. Estava mais uma vez ela e Brass em casa. Brass havia feito alguns bife e salsichas a churrascaria.
Agora os dois estava na sala. Assistindo a Tv. Quando July sentia as mãos de Brass sobre sua coxa a massageando. Apenas um toque de Brass e tudo em sua mente se apagava. Suas mãos subiram um pouco mais chegando a relar levemente em seu centro. Não ajudava muito o fato que suas pernas estavam levemente separadas colocadas pousadas com seus pés para cima na mesa de centro.
__Hora de Dormir, Minha pequena. – Sua voz tão rouca e Julia simplesmente tremeu com isto.
__C-Claro. – A Mão de Brass foi rapidamente para o centro de July. O que rapidamente umedeceu.
A boca de Brass veio a encontra da sua feroz e avidamente contra a sua. Sua língua entrou em sua boca e eles deram vida a uma dança harmoniosa e feroz. Tinham fome um do outro. As mãos de brass passavam pelo corpo de Julia. E ela sentia-se quase ansiosa. Esperava por mais que vai recebido na última noite.
Brass a pegou nos braços e a levou para cima. Onde consumaria seu desejo por completo.
__Eu quero você. – Disse Julia a recostar a cabeça no peito forte e musculo de Brass.
__E você terá. – Respondeu a afirmação de July.
Brass abriu a porta de seu quarto com o pé. Fechou a porta atrás de si com o pé novamente. Caminhou até a cama onde colocou July deitada.
Brass abriu sua calça jeans e seu grande pênis saltou a frente. Retirou a calça e a camisa. Segurou sua masculinidade e a acariciou do eixo a cabeça pulsante.
__Hoje você terá tudo, querida. – Disse acompanhado de um longo rosnado. Julia arfou.
Julia sabia que neste momento estava pronta para recebê-lo se assim ele quiser. Mirou faminta a grande masculinidade de Brass.
__Mulher gananciosa. – Rosnou Brass. – Deixe-me primeiro decidir o que vou fazer com você, São tantas possibilidades, quero a melhor.
Julia Riu.
__Para mim todas elas parecem perfeitas. – Disse quase gemendo de tanto desejo. Olhar o corpo de Brass a incendiava. E a forma com que ele a olhava também não colaborava.
__Sim todas são. – Disse Brass se abaixando. Segurou sua blusa com as duas mãos. E a regou no meio.
O som do tecido resgando faz July querer ainda mais. Aquilo havia a excitado mais que poderia imaginar. Brass abriu o feixe frontal de seu sutiã e sua boca foi direto ao seu seio esquerdo. A noite seria longa para July. Longa e extremamente prazerosa.
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