Notas iniciais
olá pessoas :D vamos ler? sobre esse cap no cap passado vcs viram a atração que finchel sente... mas nesse vamos ver um pouco mais sobre como os dois são companheiros... :D

Rachel

Eu estava com Sam e Puck na sala vendo TV, quando Finn entra triste e nos encara.

–Meu pai morreu. — Ele fala e nós o encaramos surpresos, nos levantamos e nos aproximamos dele. — Parece que ele teve um infarto. Tenho que ir para Vancouver para o funeral e todas aquelas coisas. Vão falar alguma coisa ou...

–Lamento, Finn. — Puck fala.

–Lamentamos. — Eu falo sem graça.

–Se tem algo que possamos fazer, diga. — Sam fala.

–Venha aqui. — Eu falo me aproximando dele. — Me dê um abraço.

Nós abraçamos Finn que sorria agradecido.

Finn

Eu tiro as malas do táxi e me viro olhando a casa da minha mãe.

–Então foi aqui que Finn Hudson cresceu. — Rachel comenta.

–Exceto pelo outono de 1988 até a primavera de 1989. — Eu falo. — Foi o ano que moramos em uma van.

–Só quero que saiba que estou aqui por você. — Rachel fala.

–Certo. — Eu falo sorrindo para ela.

–Serei forte por você, cara. — Sam fala. — Eu amava muito o Christopher.

–Ele era o meu pai, Sam. — Eu falo.

–Era, mas ele me amou mais que amou você. — Sam fala. — Ele me disse.

–Ele também me disse. — Eu falo irritado.

–Desculpe. — Sam fala e Puck suspira.

–Tudo bem, Puck? — Eu pergunto.

–Não queria que se preocupassem, mas perderam a minha mala. — Puck fala. — Queria estar fantástico para o funeral. Agora só tenho panos para vestir.

–Tudo bem. — Finn fala dando um tapa na própria cara. — Vamos lá.

–Rachel, devemos avisá-la. — Sam fala para Rachel. — A família do Finn é meio doida.

Vamos até a entrada e eu abro a porta colocando as malas no chão, eu vejo meus sobrinhos descerem a escada correndo brigando e os cumprimento e eles me cumprimentam de volta. Eu entro na sala com todos atrás de mim e vejo minha família.

Rachel

–Finny! — Uma mulher grita ao ver Finn e o abraça.

–Oi, mãe. — Ele fala a cumprimentando.

–Sinto falta dele, Finny. — Ela fala.

–Eu sei, mãe. — Ele fala se separando dela.

–Aquele sacana era um santo. — Ela começa a falar. — Um santo. O sacana.

–Eu sei. — Finn fala.

–Está ficando muito pessoal. — Puck fala para mim e Sam. — Talvez seja melhor não irmos. Nós sabemos que será uma chatice.

–O que precisamos fazer? — Finn pergunta pra sua mãe.

–Comprar comida, preparar o funeral, ir ao cartório... — A mãe dele começa a falar.

–Você disse "preparar o funeral"? — Finn pergunta.

–É por isso que está aqui, Finny. — Ela fala. — Cuide de tudo.

–O Finn vai cuidar dos outros? — Eu pergunto confusa para Puck e Sam.

–Com o Pai indo e vindo, Finn tinha que ser o homem da família. — Sam explica. — Ele basicamente toma conta deles.

–Não ria quando o chamarem de responsável. — Puck fala. — Eles não sabem por que é hilário.

Eu me aproximo da mãe de Finn e sorrio.

–Oi, Sra. Hudson. — Eu falo sem graça. — Meus pêsames. Se eu puder ajudar em algo...

–Quem é você? — Ela pergunta me encarando.

–Desculpe-me. — Eu falo. — Sou a Rachel.

–É a Rachel, minha colega. — Finn fala.

–Prazer em conhecê-la. — Eu falo.

–Já falei sobre ela. — Finn fala.

–Sam e o Puck eu conheço. — A mãe dele fala cumprimentando eles atrás de mim. — Olá.

–Só queria dizer que estou aqui e feliz em ajudar. — Eu falo.

–Ela é Espanhola? — A mãe dele pergunta para Finn e eu franzo a testa.

–Eu sou de Lima em Ohio. — Eu falo e mãe de Finn me encara e pareceu não gostar de mim, eu olho para Finn que sorri para mim.

–Vocês já transaram? — Um dos tios de Finn pergunta e eu arregalo os olhos corando.

–Jamie, por favor, cala a boca! — Finn fala.

–Seu pai queria um funeral com alguma moça cantando algo após as orações ok? — A mãe dele explica.

–Papai terá o funeral que ele queria, certo? — Finn fala. — Diga o que é preciso fazer, e eu farei.

–O discurso fúnebre. — A mãe dele falou. — Você o fará, certo?

–Não acho que eu deveria. — Finn fala nervoso.

–Só diga várias coisas boas. — Um dos parentes de Finn na sala fala.

–Faça, sabichão. — Jamie grita.

–Finn, precisa fazer. — Mais uma tia fala e Finn me encara parecendo confuso.

–Faça. — Eu sussurro sorrindo para ele e ele sorrio.

–Tudo bem. Eu... — Finn começa a falar.

–Esse é o meu garoto. — Ela fala o abraçando. — Toma conta de tudo.

Quando ela se separa dele ela me olha brava e eu me encolho sem graça.

Finn

Eu estou no escritório do meu pai, calculando alguns preços relacionados ao funeral.

–Oi. — Rachel fala se aproximando de pijama

–Oi, Rachel. — Eu sorrio para ela.

–É como uma vida secreta para você. — Ela fala rindo. — Tem tempo para processar isto?

–Sim, estou tentando descobrir quem podemos pagar para cantar no funeral. — Eu falo.

–Tem algo em que eu possa ajudar? — Ela pergunta.

–O discurso. — Eu falo.

–Como? — Eu pergunto confusa.

–Seria muito útil, porque isso tem me atrapalhado. — Eu explico.

–Eu nem conhecia seu pai. — Ela fala.

–Não há muito o que saber. — Eu falo.

–Acho que isso é um dever que talvez fosse melhor se você... — Ela começa a falar.

–Tenho que pensar na cantora, com flores, comida e música, tudo num dia. — Eu começo a falar. — Você perguntou se havia algo que pudesse fazer, e há.

–Certo. — Ela concorda.

–Obrigado! — Eu agradeço.

–Eu faço. — Ela sorri.

–Você é a melhor. — Eu falo.

Rachel

Eu estou descendo as escadas e dois primos da idade de Finn me param.

–E você e o Finn? Estão... — Ele erguem as sobrancelhas e eu coro.

–Eles estão transando. — O outro fala.

–Não. — Eu falo.

–Se negou, aconteceu. — Eles riem.

Eu vou até a sala e vejo Carole e Finn, Finn estava no telefone enquanto Carole falava com ele, ele parecia pressionado.

–Falem para eles que precisamos da comida deles! — A mãe dele falava e Finn parecia confuso falando no telefone.

–A comida não pode ser de outro lugar? — Eu pergunto tentando ajudar e a mãe dele me encara furiosa.

–Você tem algum problema com a comida do Rancho? — Ela me pergunta irritada.

–Ela não disse isso. — Finn fala desligando o telefone.

–Eu estava só sugerindo que talvez a comida desse lugar não importe... — Eu começo a falar sem graça.

–Você não acha o Rancho é importante? — Carole me pergunta brava.

–Ela sabe que é! — Finn fala.

–Rancho é tudo! — A mãe dele grita.

–Eu sei, ele é o melhor. — Eu falo sem graça. — Desculpe, Carole. Ele é o melhor.

Ela se afasta irritada e eu olho para Finn.

–Rachel... — Ele fala se aproximando.

–Finn... — Eu começo a falar. — Vim para ajudar mas não posso escrever o discurso.

–O quê? — Ele pergunta confuso. — Preciso que escreva.

–Eu não conhecia o Christopher. — Eu falo.

–Ninguém quer ouvir o que tenho a dizer do meu pai. — Ele fala.

–Não importa o que diga. — Eu falo. — Você... tem de dizer adeus a ele.

–Não estou te pedindo muito. — Ele fala irritado e se afastando. — Só escreva o discurso para o meu pai! Não posso com isso!

–Finn. — Eu vou atrás dele. — Onde você está indo?

Ele pega o casaco e sai da casa e eu suspiro.

–X-

Eu estava no funeral e encontro Sam.

–Você sabe onde está o Finn? — Eu pergunto para ele.

–Ele não veio? — Ele pergunta assustado.

–Falei ontem com o Finn. — Eu falo culpada. — Acho que é minha culpa.

–Olá, pessoal! — Finn fala entrando com uma mulher. — Trouxe a cantora! Funeral salvo.

–O quê? — Eu pergunto confusa.

–Feliz funeral, Rachel. — Finn fala sorrindo ao me ver.

–O que houve? — Eu pergunto confusa.

–Encontrei esse garota no bar e ela sabe cantar. — Finn fala. — Por 20 pratas, ela irá cantar.

–Quanto você bebeu? — Eu pergunto para ele.

–Uma dúzia de cervejas. — Ele fala. — Fiz o que você pediu, Berry.

–Escreveu o discurso. — Eu falo orgulhosa.

–Está aqui. — Ele fala me entregando um papel.

–"Christopher Hudson. Estou certo?" — Sam lê o papel confuso.

–Estou certo? Estou certo? — Finn fala.

–Está horrível. — Puck fala se aproximando.

–Certo, faremos o seguinte: ajudarei Finn e a cantoria a ficarem sóbrios. — Eu começo a falar e aponto para Sam. — Você, nos arranje tempo.

Finn

Eu estava no banheiro com Rachel que arrumava minha gravata.

–Sei que disse para escrever, mas não pude. — Eu falo para ela. — Não tinha nada para dizer. Está zangada comigo. Está com a cara de zangada.

–Não estou zangada com você, Finn. — Ela fala. — Não estou zangada. Estou com você. Não importa o quão idiota fique... E ambos sabemos que pode ficar muito idiota.

–Sou o menino mais idiota de todos. — Eu falo rindo.

–Estarei lá e segurarei sua mão. — Ela fala e eu fico sério a encarando. — Queria ter dito isso ontem à noite, mas você fugiu.

Rachel

–O que está acontecendo aqui? — A mãe de Finn pergunta entrando no banheiro feminino enquanto eu esperava a cantora terminar de vomitar. — Essa é a cantora? Esse funeral está indo pelo ralo. Eu prometi ao Christopher que seria lindo e cheio de vida. Eu prometi. Vou mandar todos embora.

–Espere, Carole. — Eu falo enquanto ela se afasta e vou atrás dela a cutucando no ombro.

–Está me cutucando no ombro, menina? — Carole me pergunta e eu me encolho. — Deixe-me ser bem clara. Não quero você aqui. Não conheço você. Não conheço sua gente. — Ela se vira para se afastar mas eu a cutuco novamente. — Me cutucou duas vezes?

–Por favor, espere pelo Finn. — Eu peço. — É importante.

–Então por que ele não está aqui? — Ela pergunta. — Sem discurso? Sem a cantora? Eu preferiria não ter um funeral se ele não honrar meu marido.

Ela se afasta e eu suspiro encarando a cantora que desmaiou com a cara na patente.

Finn

Eu observava o funeral escondido e vejo minha mãe subindo ao palco.

–Gostaria de agradecê-los por virem, mas acabou, então... — Minha mãe começa a falar.

Todos se levantam mas Rachel entra correndo e sobe ao palco deixando minha mãe confusa. Rachel pega o microfone.

–Todos se sentem por favor. — Rachel pede.

–Mas o que é isso? — Minha mãe grita encarando Rachel.

Rachel suspira nervosa e começa a cantar.

Rachel canta essa musica

Todos os dias eu fico um pouco mais perto

Da resolução de que eu ainda não sou à prova de balas

Oh, a batalha interior continua

O bairro parece tão pequeno

A igreja na esquina

Tem bons degraus para esperar

Eu deveria entrar, mas estou cansada de rezar

E de qualquer maneira

Eu não posso parar os sinos

Estão tocando desde que você se foi

Eu achava que estava seguindo em frente

Mas não penso em outra coisa

Eu não posso quebrar o feitiço

Eu ainda o escuto em todos os lugares

Não posso esquecer o que vi em seu rosto

Eu conheço cada centímetro dele tão bem

Eu não posso parar os sinos,

Não posso parar os sinos

Não posso parar os sinos

Eu não posso parar os sinos

Não posso parar os sinos

E não importa mesmo o que está acontecendo

O som na minha cabeça é constante

E eu não posso desligá-lo

Oh, e paciência é difícil

Quando você simplesmente não sabe

Aonde toda a espera está te levando

A igreja na esquina

Lá, em dezembro

Aquele beijo na porta

Eu ainda não vou me render

E de qualquer maneira

Eu não posso parar os sinos

Estão tocando desde que você se foi

Eu achava que estava seguindo em frente

Mas não penso em outra coisa

Eu não posso quebrar o feitiço

Eu ainda o escuto em todos os lugares

Você não sabe o que deixou em seu rastro

Acho que não estou tão bem

Eu espero que você sinta o que eu sinto

Por um momento, apenas veja o que eu vejo

Então você saberia que não vou encontrar a paz

Até que você volte para mim

Eu achava que estava seguindo em frente

Mas não penso em outra coisa

Eu não posso parar os sinos

Eu ainda o escuto em todos os lugares

Não posso esquecer o que vi em seu rosto

Eu conheço cada centímetro dele tão bem

Eu não posso parar os sinos

Não posso parar os sinos

Não posso parar os sinos

Eu não posso parar os sinos

Não posso parar os sinos

Um silêncio se instala na sala e minha mãe a encara surpresa. Todos aplaudem Rachel que sorri corando, eu entro no salão sorrindo e a aplaudindo. Ela sorri sem graça para mim eu vou até ela.

–Vou bater nela. — Minha mãe fala para Rachel.

–Mãe, por favor. — Eu falo me aproximando. — Papai teria gostado disso. Ele teria fingido escorregar e cair para processar a funerária. Mas ele teria gostado disso. Obrigado, Rachel. — Ela sorri a fica atrás de mim, eu olho a foto do meu pai e suspiro. — Eu falava para o meu pai que eu odiava cantar só para encher o saco. E ele ficava bravo de um jeito que só o Christopher ficava. Ele aumentava o volume só para me irritar e cantava as músicas. Ele era um ótimo apostador. Tinha um bigode enorme. — Sam começa a chorar. — Ele era tão mau com taxistas de um jeito divertido. E ele nunca tinha medo. Como ele fazia isso? Não sei se o Christopher era... Um cara legal ou não, contando tudo, sabe. Mas ele era meu pai e sentirei falta dele.

Eu abaixo a cabeça tentando esconder as lágrimas e Rachel se aproxima de mim.

–Você está bem? — Ela me pergunta colocando a mão em cima da minha e eu a acaricio com um dedo. Eu ergo o olhar encarando e ela e ela sorri de lado para mim e sussurra. — Eu estou com você.

–Eu ficarei bem. — Eu falo sorrindo para ela.

Ela se aproxima do microfone começa a cantar.

A vida é um mistério

Todos devem estar sozinhos

Eu ouço você chamar meu nome

E me sinto em

Ela me olha e eu sorrio para ela me aproximando do microfone e canto.

Casa

A minha mãe se levanta e começa a cantar.

Quando você chamar meu nome

É como uma pequena oração

Eu estou de joelhos

Eu quero te levar lá

Todos começam a cantar com a minha mãe.

Na hora da meia-noite

Eu posso sentir seu poder

Assim como uma oração

Você sabe que eu te levarei até lá

–X-

Estávamos prontos para ir embora. Sam estava com um chapéu estranho na cabeça.

–Aonde pensa que vai com esse chapéu? — Minha mãe pergunta pergunta.

–Carol, quero algo para me lembrar dele. — Sam fala.

–Fique. — Minha mãe fala revirando os olhos e o abraça.

–Carole. — Rachel fala sorrindo para ela. — Desculpe. Você me assusta.

–Preparei um lanche para a viagem. — Minha mãe fala entregando para Rachel que sorri surpresa.

–Salgadinho de queijo. — Rachel fala sorrindo. — Obrigada.

–Vem aqui. — Minha mãe puxa Rachel para um abraço e Rachel sorri feliz a abraçando de volta.

Eu observo a cena sorrindo e feliz por elas terem se dado bem.

–Eu não achei o gato. -Eu falo me aproximando da minha mãe que já havia se separado de Rachel. — Olhei por tudo, então decidi limpar a caixinha.

–Te devo desculpas. — Minha mãe me fala.

–Sobre o que está falando? — Eu pergunto confuso.

–Nós dependíamos muito de você e você era uma criança. — Ela fala.

–Para, mãe. — Eu falo.

–Só disse... — Ela começa a falar.

–Você está passando por muita coisa. — Eu começo a falar.

–Fico feliz que alguém tome conta de você. — Minha mãe fala olhando para Rachel que colocava as malas no carro e eu a encaro, ela se vira para nós e sorri.

Ela estava linda, ela era linda. Eu sorrio de volta e volto a olhar minha mãe.

–Eu te amo, mãe. — Eu falo e ela me abraça.

–Visite mais. — Ela fala. — Assim não preciso falar com seu irmão o tempo todo.

Eu sorrio e me afasto indo em direção ao carro.

Notas finais
agora... eu preciso de algo tipo sério e vcs sabem o que é... Não esqueçam de favoritar, acompanhar e deixar seu review :D