Boy Problem
15 Capítulo 15 \"A primeira vez\"
No outro dia eu acordei com uma preguiça não queria viajar, não queria ficar longe dele, levantei tomei meu banho e peguei minha mala, meu irmão já estava pronto e todo animado, logico ele sempre se deu mais bem com meu pai, estava lá em baixo esperando minha mãe quando a companhia toca.
-Deixa que eu atendo-disse o meu irmão indo correndo.
-Ótimo não estou afim de levantar mesmo-disse me sentando.
-Natasha é para você-disse e eu me levantei e fui na porta, e vi ele e sorri.
-Darius-disse sorrindo.
-Oi-disse ele com um buque de flores na mão- é para você-disse ele sorrindo e eu sorri.
-Hum a mostrenga tá de namorado novo-disse o Matheus e eu o olhei.
-Dá o fora daqui demônio-disse ele mostrou língua e saiu- me desculpa pelo meu irmão ele é um idiota-disse sorrindo.
-Não foi nada-disse ele- fiquei com medo de chegar aqui e você já ter ido-disse ele.
-Daqui a pouco eu vou-disse para ele.
-A gente podia... sei lá dar uns beijos antes né -disse ele ficando vermelho e eu ri.
-Não vejo problemas-disse e coloquei o boque em cima da mesa e coloquei meus braços em volta do pescoço de dele e ele sorriu- vai sentir minha falta?-perguntei encostando nossos narizes.
-Vou mais do que você imagina-disse ele e me deu um beijo demorado, lento calmo, como se estivéssemos aproveitando cada segundo do beijo , ele me ergueu um pouco do chão e eu sorri entre o beijo.
-Natasha já deu a hora-disse minha mãe aparecendo e sorriu- Oi Darius-disse ela sorrindo, eu nem me desgrudei dele, afinal mesmo só conversando minha mãe ia ficar falando que ele era meu namorado.
-Oi dona Josy como vai?-perguntou ele.
-Vou bem-disse ela sorrindo- bem eu vou deixar vocês ai mais alguns minutinhos ok-disse ela sorrindo e saiu.
-Ué nem desgrudou de mim para falar com ela-disse ele sorrindo.
-Dom mesmo jeito se a gente tivesse só conversando ela ia te chamar de meu namorado-disse e ele sorriu.
-Gosto da sua mãe- selinho- ela- selinho- é- selinho- legal-selinho e eu ri.
-Vou sentir falta do seu bom humor-disse o olhando.
-E eu dos seus cavalos-disse ele.
-Vou levar como um elogio-disse e ele riu- vem me leva até o carro-disse e ele pegou minha mão, eu peguei um cravo e levei comigo. Estava minha mãe me esperando junto com meu irmão no carro- vou sentir sua falta-disse o olhando.
-E eu a sua -disse ele acariciando minha bochecha e deu um selinho- volta logo tá-disse ele.
-A gente tá parecendo um casal de namorados-disse e ele riu.
-Estamos mais tá bonitinho então não estraga-disse ele e eu ri.
-Tchau até o mês que vem-disse saindo.
-Até-disse ele e eu entrei ao lado da minha mãe e fiquei o olhando da janela e o carro saiu, me deitei no banco e fiquei cheirando o cravo.
-Acho que tem alguém apaixonada aqui-disse minha mãe.
-Eu to tão feliz que vou ignorar-disse e ela riu
-Filha você estão namorando?-perguntou.
-Não mãe a gente, é uma caso enrolado-disse rindo.
-Deixa o pai saber-disse o Matheus.
-Me erra garoto-disse para ele, entramos no aeroporto e ficamos no portão de embarque, chamaram nosso voo a minha mãe se despediu da gente.
-Mãe cuida das minhas flores serio-disse para ela e ela sorriu.
-Claro vou cuida pode deixar-disse e entramos no avião, o voo foi longo mais ou menos 1 hora, chegamos e o meu pai estava lá com um primo nosso.
-Pai-disse o Matheus correndo e foi abraçar ele.
-E ai filhão-disse ele o abraçando.
-Oi pai-disse e ele me abraçou.
-Como vai Natasha-disse ele
-Vou bem-disse sorrindo.
-E esse flor ai?-perguntou ele
-O namorado novo dela deu pai-disse o Matheus e eu dei um chute na canela dele.
-Cala boca pirralho-disse e ele gemeu de dor.
-Se ferrou Carlos-disse o meu primo batendo no ombro dele.
-N-NAMORADO?-perguntou meu pai.
-Pai não é isso é...-disse e meu irmão me interrompeu.
-É sim pai ele veio com um buque de flores e ainda beijou a Natasha na boca-disse e o meu pai olhou para mim.
-É verdade?-perguntou
-Pai vamos conversar quando chegarmos tá eu estou cansada-disse e entramos no carro dele e fomos para nova casa do meu pai.
-E então pirralha quanto tempo em-disse o meu primo, nos dois éramos unha e carne quando eu era pequena, ele sempre foi maior que eu e eu sempre apanhava- ainda continua baixinha-disse ele.
-Falou ai o garibaldo-disse e ele riu.
-Namorado em, quem é o doido que te aguenta?-perguntou e eu ri.
-Não é namoro é um ficante- ai meu deus meu pai vai me matar.
-Ficante? A meu deus, piorou-disse meu pai.
-Pai eu tenho 17 anos, eu ia me envolver com alguém cedo ou tarde-disse para ele.
-Verdade vei, deixa a mina, eu também passe por essa fase-disse ele.
-A é e quem é a doida que te aguenta?-perguntei e ele riu.
-To solteiro, livre e solto, gatinhas dessa cidade morrem por mim-disse e eu revirei os olhos.
-Pai está morando com esse maluco?-perguntei e ele riu.
-Ele é bom faz comida e limpa a casa-disse e nos rimos, chegamos em casa, meu pai ainda insistia no assunto do namorado, mais eu sempre dava jeito de sair desse assunto, arrumei minhas coisas e subi, a gente ficou a tarde inteira conversando eles eram loucos, nunca vi meu pai tão espontâneo, a noite eu subi para dormir e peguei o celular e liguei para o Darius no terceiro toque ele atendeu.
-Alo-disse e eu sorri.
-Oie-disse e ouvi sua risada.
-Natasha-disse ele
-Em carne e osso-disse para ele.
-Pensei que não ia ligar-disse ele.
-Claro que eu ia ligar-disse para ele- sentindo muito minha falta?-perguntei sorrindo.
-Nossa se acredita que eu ia pular a grade agora mesmo para ver você mais ai eu lembrei que você não tava-disse e eu ri.
-Ai que dó de você-disse para ele.
-E ai se divertindo muito ai?-perguntou.
-Tá legal, pelo menos eu vou ter um primo para me divertir nesse um mês-disse rindo.
-Quantos anos ele tem?-perguntou
-19-disse para ele.
-Hum-disse e eu ri.
-Tá com ciúmes?-perguntei
-Se eu falar que não estou vou estar mentindo e então estou, você sabe que é minha propriedade-disse e eu ri.
-Vai sonhando-disse para ele- tenho que deligar e antes de mais nada, ele é praticamente meu irão, fiquei tranquilo-disse e ele riu.
-Bom mesmo-disse ele e eu ri, desligue o celular e dormir.
1 mês depois
Um mês tinha se passado, eu conheci vários lugares, quase fiquei com um vizinho daqui, mais descobri que tinha sido uma aposta dele e do meu primo, por sorte eu finge que fiquei com ele e nos dividimos o dinheiro, meu primo é burro de mais tadinho, conheci o cristo, fui na praia, eu e meu pai ficamos mais próximos, eu coloquei um pircing de argola no nariz pequena, é eu estava bem mudada, eu cortei um pouco o cabelo, e fiz umas luzes, sei lá eu queria dar uma repaginada no visu, hoje a gente voltava, estávamos no aeroporto, e meu pai se despediu de mim, aos choros o que foi estranho, a gente chegou e minha mãe quase esguelou eu e meu irmão, chegamos e eu já subi, meu quarto estava escuro, liguei a luz e vi que as flores estavam intactas ainda e sorri, olhei pera fresta da porta e vi que o Darius estava na saca mexendo no note, a gente não se falava fazia umas duas semanas, eu fiquei sem credito e eu acho que ele também, resolvi provocar, abri com tudo a porta e fingir que não tinha visto ele, senti ele me olhar.
-Natasha desce aqui e vamos conversar sobre esse troço no seu nariz-disse ela e eu revirei os olhos.
-É pircing mãe pircing-disse voltando e desci, ela ficou falando mil horas na minha orelha, até que eu convencia que isso não me afetaria em nada. Voltei para o meu quarto quase me arrastando e quando eu vejo ele estava deitado na minha cama e sorriu, ele estava mais morenos, mais musculoso e tinha uma tatuagem do símbolo das relíquias da morte, o meu deus ele era potterhad.
-Nunca perde essa mania né ?-perguntei fechando a porta.
-Nunca-disse ele se levantando- e ai cade meu abraço?-perguntou e eu fui correndo e pulei no seu colo e caímos na cama juntos e rimos.
-Senti sua falta bocó-disse ainda abraçada a ele.
-Eu também tonhona-disse ele alisando minhas cintura- gostei do estilo rock-disse e eu ri.
-Gostei da Tatuagem, não sabia que gostava de Harry Potter-disse para ele.
-Qual é, quem não gosta-disse fazendo carinho no meu rosto.
-E ai vai me beijar ou vai ficar enrolando-disse ficando vermelha e ele riu, me virou para baixo e me beijou, nossa como eu sentia falta daquele beijo, nossas línguas se encachavam perfeitamente, o beijo era quente, e gostoso.
-Nossa que saliência-disse e eu ri.
-Volta aqui a noite, quero fazer uma coisa-disse e ele me olhou.
-Volto sim-disse vi que ele estava deixando a barba crescer, rala mais estava lindo.
-Deixa a barba desse jeito, está lindo-disse e ele sorriu.
-To vendo que o seu priminho conseguiu te acalmar-disse ele e eu revirei os olhos.
-Não ele nem me tocou-disse e ele sorriu.
-Bom mesmo-disse ele e me deu um selinho demorado- até mais tarde-disse e saiu sorrindo e eu fiquei ali sorrindo, é hoje a noite era grande noite. Era umas 21:00 e pouca a noite, eu falei para minhas mãe que ia dormir e ela falou que tudo bem, tranquei minha porta e arrumei o quarto, vesti uma langeri branca com detalhes roxos, fiquei com ela e mesmo e coloquei um robe preto por cima, alguém bateu na porta da varanda e eu abri, era ele e estava só de shorts, e sorriu.
-Ual qual é o evento de hoje a noite? Festa do pijama?-disse e eu sorri.
-É uma festa do pijama-disse sorrindo e o puxei para dentro e fechei a porta.
-E escuro, climinha, eu to ficando empolgado-disse ele e eu sorri, o puxei para mim e comecei a beijar ele , ele retribuiu , ele abriu meu robe e me deitou na cama e ficou beijando meu corpo e eu gemia baixo, virei ele para baixo e tirei o seu shorts- a gente vai brincar?-perguntou ele sorrindo.
-Não-disse e ele se sentou me olhando- Darius eu quero ter minha primeira vez com você-disse e ele sorriu e ficou serio ao mesmo tempo.
-Não isso eu não posso fazer, cara é sua primeira vez, tem que ser com alguém especial-disse ele.
-Você é especial, para mim-disse acariciando seu rosto e ele sorriu.
-Não quero que se arrependa depois-disse ele pegando minha mão.
-Não vou me arrepender juro-disse o beijando e no meio dos beijos e ele sorriu, nossa que beijo delicioso ele me deitou e tirou meu sutiã, começou a sugar meus seios, eu gemia baixo de prazer, aso poucos ele foi abaixando minha calcinha até tira-lá por completo, com minha ajuda ele tirou a cueca, vi que ele já estava excitado, me ergui um pouco e peguei a camisinha que tinha em cima da cabeceira, eu tinha comprado no rio já pensando nesse momento, dei para ele, e ele sorriu, abriu e colocou no seu membro, olhou para mim e sorriu.
-está pronta?-perguntou e eu assenti nervosa, senti ele penetrar e gemi de dor ao sentir o hímen se romper- quer que eu pare?-perguntou ele preocupado.
-Só vai devagar-disse mordendo os lábios, aquilo doía muito, ele foi indo devagar, nas primeiras vezes estava doente, estava quase pedindo para ele parar, mais do nada começou a ficar bom, comecei a gemer, nossa como aquilo era bom, estava indo para o céu e voltando, comecei a arranhar as costas dele, entrelacei as pernas em volta da cintura dele, ele começou a falava coisas picantes no meu ouvido e eu estava indo ao deliro, nos beijávamos feito loucos, a tesão era muita, estava querendo gemer alto, mais minha mãe desconfiaria, até que chegamos ao orgasmo, ele caiu do meu lado e respirou fundo.
-Isso foi muito bom-disse ele me olhando- eu amei-disse ele fechando os olhos.
-Nossa, não tem como explicar o tesão que senti-disse o olhando e rindo- você é bom mesmo de cama-disse o olhando e ele riu.
-Gostou? Queria que fosse especial-disse ele me abraçando e eu sorri.
-E foi-disse o abraçando de volta- você me fez mulher se orgulhe disso-disse o olhando.
-Você já é mulher, em todos os sentidos-disse sorrindo e eu sorri.
-Vai dormir aqui?-perguntei e ele sorriu.
-Vou sim tem problema?-perguntou.
-Não eu gostei-disse o abraçando, ele começou a fazer carinho nos meus cabelos e acabei dormindo, feliz.
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