Boy Problem

11 Capítulo 11 \"Amizade Colorida\"


Enquanto ele fazia o Miojo ficava realmente ali vegetando e olhando para ele, ele conseguia ser incrivelmente lindo, seus cabelos sempre me deixavam naquela incrível duvida se eram preto, ou cor de cobre, ele devia fazer luzes por hora era muito preto suas sobrancelhas eram em uma linha retas e elegantemente caída no fim, nariz afilado, seguido por uma barba rala que dava aquele ar de homem mais velho, olhos com um azul opaco incrível, que conforme o tempo mudava seus olhos acompanhavam, é eu sei é louco isso cara – tipo muito louco mesmo – Quando era noite ou quando o tempo fechava mesmo seus olhos ficavam com um cinza estranho e excitante, os lábios eram de um formato de coração, e super rosados, e então fui pega, ele olhou para mim e soltou aquele sorriso sínico que eu odiava – e amava ao mesmo tempo – que fazem seus lábios se contraírem de canto e seus dois riscos aparecerem em cada lado da boca.

-Me olhando Ortega?-perguntou ele e voltou a prestar atenção ao que fazia.

-Não tenho nada melhor para fazer-disse olhando para suas costas- e para de me chamar pelo meu sobrenome eu odeio isso-disse e ele sorriu

-Sabia que Nos Estado Unidos eles se chamam assim, pelo sobrenome?-perguntou despejando uma quantidade de miojo no prato a minha frente.

-Sei mais não estamos no Estados Unidos então me chame pelo meu primeiro nome mesmo-disse entrelaçando os dedos e apoie meu queixo sobre o mesmo e soltei um sorriso Irônico.

-Você devia receber aulas para te domarem-disse ele se sentando ao meu lado e começou a comer seu miojo que esfriava.

-E você para um centro de reabilitação para doentes mentais-retruquei com uma voz de contentamento.

-Todo esse seu mau humor é falta de uma boa pica-disse ele me olhando e eu corei e ele riu.

-Nossa como você é elegante-disse comendo e ele sorriu.

-Se quiser eu ofereço a minha é boa-disse ele e eu revirei os olhos.

-Estamos em uma mesa e você vem falando do seu... Darius Junior-disse e ele começou a rir e eu olhei sem entender qual era a graça?

-Darius Junior é boa-disse ele e eu balancei a cabeça, tadinho tão jovem e tão doente.

-A questão é, que quem vem de família boa aqui é você e é você que está agindo como um favelado-disse e ele me olhou- desculpa... ofendi os favelados-disse rindo com minha própria piada e ele revirou os olhos.

-Desculpa ai o senhorita educada-disse ele- e por acaso sabe se comporta a mesa?-perguntou ele e eu ri

-Sei algum problema?-perguntei

-Tá vamos lá, me ensine-disse ele colocando de volta a colher no prato e me olhou.

-Para começo de historia, tire esses cotovelos da mesa-disse empurrando seus cotovelos para fora- isso é uma falta de respeito-disse e ele me olhou.

-Como eu vou comer sem apoiar então idiota-disse ele e eu olhei pensando – esse menino só deve ser um doente mesmo.

-Apoie apenas os braços-disse mostrando para ele como se fazia, apoiando o braço e ele me olhou.

-Como sabe essas formalidades?-perguntou ele colocando o cotovelo de volta a mesa e eu ri comigo mesma, ele não tinha jeito.

-Minha mãe -disse comendo e dei uma pausa- as vezes ela exigia isso muito do meu irmão e de mim- colocando o garfo de volta ao prato- ela pensa que eu me casarei com um homem rico e boa pinta e por isso tenho que agir como uma dama-disse e ele riu.

-A que isso não se preocupe, eu e meu pai quase nunca ficamos juntos e eu não ligo para essas coisa-disse ele batendo no meu ombro e voltou a comer.

-O que isso tem a ver?-perguntei

-Bem você já achou um cara rico e boa pinta-disse e ele apontou para ele e eu ri- e eu não lifo para etiquetas, então meu amor, cai de boa-disse fazendo bico e eu revirei os olhos.

-Idiota-disse e sorri de canto.

-Você tem covinhas-disse ele apertando com o dedo minha bochecha.

-Ai-disse rindo e tirando o dedo dele- é tenho e pode parando-disse tirando o dedo persistente dele.

-Sabe o que diz a lenda né?-perguntou ele com um sorriso brincalhão.

-Que lenda?-pergunte o olhando, como ele mudava de assunto rápido.

-Que quem tem covinhas é bom de cama-disse ele sorrindo e eu corei.

-É covinhas nas costas mula-disse olhando para meu prato e ele tirou cachos que cobriam o meu rosto e colocou para trás da minhas orelha e me olhou.

-Você tem lá também-disse ele e eu o olhei

-Como sabe?-perguntei e ele sorriu.

-Tudo bem que nas vezes que estávamos nos pegando forte-disse ele sorrindo e eu corei mais ainda- não olhei muito para suas costas, mais então quando você foi tomar banho hoje eu vi dois furinhos no final das suas costas-disse ele com a maior cara de paisagem.

-Você me viu tomar banho?-perguntei o olhando e ficando mais vermelha.

-A não tem nada demais, eu quase transei com você-disse ele e eu revirei os olhos.

-Delicado-disse voltando a comer.

-Sua mãe não bate bem né?-disse ele

-Por que?-perguntei

-Sei lá, ela acredita nessas historias bizarras e mau contadas?-perguntou e eu ri.

-Ela só quer que eu curta minha juventude... coisa que ela não fez e se arrependeu, e ela confia em mim, e eu odeio mentir para ela-disse o olhando e ele sorriu.

-Me desculpa te fazer mentir para sua mãe -disse ele

-Não tudo bem... devo admitir que nunca me divertir tanto como estou me divertindo ultimamente-disse e ele sorriu.

-Gosta de ficar comigo?-perguntou se aproximando- zona de perigo outra vez droga Darius.

-Darius, que pergunta é essa?-perguntei o olhando

-Só uma pergunta ué-disse se aproximando mais e eu travei.

-A eu gosto, você é idiota, estranho, doente e perturbado, mais é legalzinho-disse e ele apoiou as duas mãos uma da cada lado.

-Só isso?-perguntou e nossos lábios ficaram muito próximos.

-O que mais quer que eu fale?-perguntei o olhando, isso Natasha seja forte.

-Bem não gosta quando eu te beijo?-disse e sua mão alisou o canto do meu rosto e senti uma onda de eletricidade correr pelo meu corpo.

-É... é bom-disse o olhando.

-Só isso?-perguntou deslizando os lábios pelo meu pescoço e eu agarrei a cadeira tentando controlar o desejo instantâneo que sempre vinha.

-A é.... muito gostoso-disse gaguejando e ele sorriu.

-Gostoso é-disse ele me puxando pelas mãos e me levando para onde era o suposto quarto.

-Darius...isso é errado-disse e ele me prensou na parede e me olhou curioso.

-O que é errado?-perguntou ele alisando com a ponta dos dedos minha coxa e eu arfei.

-É vamos raciocinar eu te odeio, você não me suporta, a gente passa 24 horas brigando e trocando ofensas, e por que a gente vive se pegando?-perguntei e ele sorriu.

-Pelo desejo, por que você é gostosa e tal-disse ele e eu o olhei.

-Mais isso não é errado?-perguntei e ele negou com a cabeça.

-Errado, isso não seria uma boa palavra para definir nosso relacionamento, digamos que sejamos um... liberais-disse ele e eu balancei a cabeça.

-A é liberais?-perguntei rindo

-É cada um na sua, nos odiamos mais... nos pegamos, isso sim é uma relação legal-disse ele erguendo minhas perna até sua cintura- e ai vai ficar de papo ou vai querer dar uns pegas?-perguntou e eu sorri tímida.

-Gosto da segunda opção-disse e ele sorriu e me beijou, nossa senhora que beijo gostoso, ele apertava minhas coxa e mordia meu lábio, desviou seus lábios para o meu pescoço. Mordi o lábio e acariciei sua nuca, ele tinha uma pegada potente ele sabia o que fazia e isso dava inveja, entrelacei minhas pernas em volta da sua cintura e ele me pegou e sentou na cama fazendo eu fica sentada no seu colo, o telefone dele começou a tocar.

-Não atende-disse tirando a blusa dele.

-Tá-disse voltando a me beijar, mais aquele celular irritante estava tocando toda hora- vou atender-disse ele separando nossos lábios e eu bufei.

-Alô?-disse ele- a Fala Rebeca-disse e eu cruzei os braço ainda estava sentada no colo dele- não ,não estou ocupado-disse ele, e eu o olhei com cara de –serio?- ele ia ver, ele sabe me provocar então que o provocaria também, ele falava no telefone e eu puxei o cabelo da nuca dele e ele me olhou- então Rebeca é que...-disse e eu comecei a beijar o pescoço dele, lentamente ele foi fechando os olhos- e... eu esqueci o que ia dizer-disse com uma voz lenta, fui subindo para sua orelha e comecei a chupar seu lóbulo- Há meu deus -disse ele mordendo o lábio- não eu não to falando com você Rebeca desculpa o que estava falando?-perguntou e eu comecei a subir meus lábios até seu queixo, ele ficava me olhando com os olhos entre aberto e eu sorri, enquanto ele não falava dava selinhos e passava a ponta da minha língua nos seus lábios- eu to ouvido-disse ele ofegante, empurrei ele na cama e comecei a morder seu abdômen e ele sorriu- an? Que disse?-disse ele e eu estava adorando ele estava se distraindo fácil, fácil, fui subindo em cima dele e tirei minha blusa revelando meu sutiã vermelho que fazia par com a calcinha, ele mordeu os lábios- Rebeca pode ligar depois, eu to em uma situação difícil agora e exige minha completa atenção-disse e eu sorri e me abaixei até seu ouvido.

-Darius, larga esse telefone e vem brincar comigo-disse no seu ouvido livre com a voz sexy e ele suspirou.

-Rebeca é serio-disse e ela continuou a tagarelar e ele assentia e revirava os olhos, a menina chata mano ainda com meus lábios perto do ouvido dele sussurrei.

-Darius, vem lindinho, você não quer brincar comigo?-perguntei fazendo bico e ele me olhou.

-Rebeca eu entendi depois a gente conversa-disse me olhando e eu bufei e levantei da cama e ele segurou minha mão- espera eu quero brincar com você-disse ele baixo e eu soltei, estava adorando deixar ele louco, fiquei sentada no criado mudo que ficava de frente para a cama- Rebeca como você fala mulher-disse ele e eu sorri comece ia balançar minhas pernas e fiz um coque com os cabelo, fiquei andando para lá e para cá e ele me acompanhava com os olhar- Hum aham-disse ele me olhando e eu sorri, tive uma ideia muito louca, pare de frente para a cama e comecei a cantarolar Titanium do David Guetta e a dançar, no compasso do meu cantarolar me virei de costas para ele e abri o fecho do meu sutiã, e me virei para ele e fiz cara de Ops, e sorri, ele me olhou com a boca aberta, tá ate eu estava meio que me surpreendendo com a minha audácia , me virei e tampei seus seios com os braços e ele me olhou com cara de tirar esses braços dai- Rebeca agora não dá, sérios depois a gente conversa eu não entendi nada da conversa inteira e tem uma coisa muito importante para mim fazer- ele me olhou com malicia e eu correspondi- Tá Rebeca fala vai-disse ele e eu olhei com cara de “cara desliga isso”, então eu tirei meus braços da frente dos meus seios e coloquei as mãos na cintura e bati os pés, ele abriu a boca, agora eu estava só de calcinha esperando ele- Tchau-disse ele desligando o celular e pulou da cama e me segurou pela cintura e me jogou na cama outra vez- você é um perigo garota-disse ele vindo me beijar e eu sorri entre os beijos.

-Você não viu nada gato-disse e o virei deixando por baixo- hora dos pegas forte?-perguntei e ele sorriu.

-Hora dos pegas forte-ele confirmou e eu sorri, e voltamos a nos beijar, seja o que deus quiser.

Notas finais
E ai gente o que estão achando ?? espero que estejam gostando, a se de recomendem por favor ^^