Boy Problem
53 Capitulo 29 " Meu verdadeiro Boy Problem"
Acordei e fui para a cozinha, não era como se do nada eu tivesse tomado forças do além para fazer tudo isso, porém eu fazia por que eu sabia que era melhor para mim, eu teria que continuar, erguer a cabeça, estava na cozinha arrumando as coisas quando senti alguém beijar minha nuca e eu sorri.
–Bom dia-disse ele me abraçando por trás.–Bom dia-disse me virando e eu o olhei, quase sempre ficava impressionada com a beleza fria dele, o loiro conseguiu dar uma iluminação no rosto dele, porém seus olhos continuavam sombrio e tristes, isso me atraia tanto, os lábios deles eram rosados e com um formato irresistível, mordi o lábio e o beijei, meu deus os lábios dele eram viciantes, eu entendi quando as mulheres o olhavam, ele era perfeito, lindo magnifico, minhas mãos desceram para as suas costas e passaram pela sua bunda apertando e ele riu.–Gosta da minha bunda?-perguntou me prendendo contra o balcão. –Uhum ela é deliciosa, da vontade de morder-disse e ele sorriu.–Ela é toda sua, morda a vontade-disse e eu sorri.–Hum isso foi um convite sexual?-perguntei e ele sorriu beijando meu pescoço. –Sim-sussurrou ele no meu ouvido e meu corpo se arrepiou. –Hum isso é gostoso-disse e ele colocou as mãos entre minhas pernas e eu gemi.–Você é gostosa-disse e eu abri a perna para dar mais acesso ah ele. –Ah-gemi alto- Fred... me ame-sussurrei no ouvido dele enquanto ele movia os dedos na minha parte intima por cima da calcinha. –Hum...-disse ele gemendo no meu ouvido- você disse o que?-sussurrou.–Me ame-sussurrei de volta e ele mordeu de leve meu pescoço.–É claro meu amor-disse ele puxando minha cintura e a campainha tocou- puta merda parece que é marcado so para isso acontecer quando estamos quase indo para cama-disse ele e eu ri. –Coloque uma bermuda garotão, só eu posso te ver nesse estado-disse e ele sorriu.–Você adora quando eu fico nesse estado-disse ele–Aham .... você fica muito gostoso-disse e ele me olhou de um jeito muito sexy.–Va dispensar quem quer que seja, eu estarei te esperando na minha cama -se inclinou sobre mim e sussurrou na minha orelha- pelado te esperando-mordeu meu lóbulos e saiu com aquele traseiro sexy e volumoso que eu tanto gostava, eu sorri empolgada e corri para porta para dispensar quem quer que fosse, abri a porta já despejando que não teria tempo e paralisei, o Darius estava ali, e então tudo voltou a tona, meu filho, ele, a culpa toda dele. –Eu não acredito que Você teve a cara de pau de vir aqui-disse e sabia que minha aparência era as da mais horríveis. –Natasha, me perdoa-disse.–O que você fez não tem perdão -disse chorando outra vez. –Juro que não foi minha intenção-disse ele começando a chorar mais aquilo não me comovia. –Sai daqui-gritei–Natasha pelo amor deus deu, me bata, faça qualquer coisa, me perdoa eu errei-disse e meu corpo se encheu de furia. –Sai Você acabou com a minha vida, eu nunca mais quero te ver na minha vida, eu te odeio, eu nunca odiei alguém como eu te odeio-gritei batendo nele.–por favor, eu não sabia que ia causa isso, me perdoa por favor, eu te amo-disse ele se ajoelhando. –Sai logo daqui-gritei o empurrando.–Natasha para-disse o Fred aparecendo me segurando.–Eu odeio ele Fred, eu odeio ele-disse afundando o meu rosto no peito dele. –Nah por favor me ouve-disse o Darius.–Sai-gritei quase estourando as cordas vocais.–Nah vai para o quarto-disse o Fred.–Deixa eu falar com ela-disse o Darius.–Serio sinto muito, mais ela não pode se estressar ela ... Você sabe Darius, não estou te proibindo de falar com ela serio, mais eu prometi que ia cuidar dela, e é isso que eu estou fazendo por favor não piora as coisas-disse ele olhando para o Darius, com a relutância repugnante dele ouvi ele se afastar e o Fred fechou a porta- eu disse para Você não sair da cama-disse o Fred.–Doi tanto Fred-disse caindo de joelhos, e ele me segurou e pegou no colo, me levou para o quarto, e me deitou na cama e me abraçou- é uma dor terrível Fred, está voltando de novo, eu vejo, eu sinto perdendo ele, eu sinto dentro de mim fred, eu quero ele de volta, quer escutar o coração dele batendo de novo-berrei e ele começou a chorar.–Por favor para-disse ele chorando.–Faz para Fred-gritei e ele me abraçou forte como nunca tinha abraçado antes.–Shiu eu to aqui, dorme por favor-disse e vi ele soluçar, parecia que doía mais nele do que em mim. Com o silencio, a presença do Fred meu corpo foi se acalmando, e então eu dormi outra vez. Narração do FredAssim que percebi que ela tinha caído no sono eu me levantei e passei uma agua no meu rosto, olhei para o espelho, eu estava com vontade de matar o Darius, sim eu estava, coloquei uma blusa de frio e desci correndo as escadas e vi ele na praça em frente ao meu apartamento, bufei e fui até ele, ele me viu se aproximar e se levantou.–Vamos conversar de homem para homem ok?-perguntei–Ok-disse ele colocando as mãos dentro do bolso do agasalho dele.–Não ira chegar perto dela, olhar para ela respirar o mesmo ar que o dela, longe dela, faça o caralho a quatro eu quiser, porém nada perto dela-disse e ele alisou o nariz e sorriu de lado sem humor.
–Está me proibindo de ver minha namorada? Isso que eu estou entendendo-disse e eu ri.–Ela é minha namorada-disse e ele me olhou- sim estamos falando da mesma Natasha ontem ela me pediu em namoro, é foi estranho mais eu aceitei e portanto ela é minha namorada, e sua ex-isse e ele me olhou com raiva.–Ela está te usando para tentar esquecer de mim-disse ele e eu ri.–Acredite nessa tese, porém eu sei que o amor que ela sente por mim é mais verdadeiro do que foi por você, eu consegui ter o amor dela e não vou jamais, em hipótese alguma , deixar que você acabe com a minha felicidade e muito menos com a dela, você teve sua oportunidade e a desperdiçou, agora ela é minha, perdeu, agora eu nunca mais quero ver você na minha frente e muito menos na frente dela, por que se não eu te arrebento de porrada, estamos entendidos?-disse e ele respirou fundo.–Estamos, porém eu ainda não desisti dela, e não vai se você a me impedir de voltar com ela disse ele se virando eu revirei os olhos, ele não era uma ameaça para mim, voltei para o apartamento e fui para o quarto dela, ela ainda dormia eu abracei ela por trás e alisei meu nariz no pescoço dela e ela arfou. –Fred?-chamou–Shiu sou eu-disse a abraçando e ela virou e ficou me olhando. –Onde foi?-perguntou–Fui dar um recado para aquele idiota nunca mais vim aqui-disse e ela fechou os olhos.–Eu te amo-disse ela enterrando seu rosto no meu pescoço e eu a abracei forte.–Eu te amo muito amor-disse e senti ela respirar fundo, e então eu percebi, que se antes já estava difícil agora só ia complicar. 1 mês depoisUm mês, 31 dias, ela não sabia, só comia e se trancava no quarto, não sai dali, só quando precisava pegar algo na cozinha, eu ia para a escola a noite e ela já estava dormindo, eu me preocupava, a psicóloga dela, disse que eu devia esperar o momento dela, mais isso estava indo longe demais, eu odiava ver ela assim, nem beijar mais eu a beijei, sinto falta dela, eu a queria mais que tudo, então eu precisaria mostra o meu lado que ela não conhecia, fui na loja de dvd e compre tudo que eu sabia que ela gostava. Fui e bati na porta.–Sim?-perguntou ela.–Sou eu o Fred-disse olhando para o dvd na minha mão-Nah... faz um mês que você não sai, por favor vamos tomar um ar-disse batendo na porta. –Vai embora Fred-disse ela baixo.–Comprei aquele filme tosco que você gosta... é Frozin alguma coisa assim-disse para ela.–Frozen-disse ela–Tanto faz... vem assistir comigo-disse para ela–Vai Fred-disse ela e eu suspirei, eu não acredito que ia fazer isso. –Você quer brincar na neve? um boneco quer fazer?Você podia e ouvir, e a porta abrir, eu quero só te ver-cantei parecendo um gato sendo morto a facada e eu ouvi a risada baixa dela e a porta se abriu.–Isso foi tosco-disse ela me olhando.–Eu sei, mais pelo menos eu consegui tirar você dai-disse e ela sorriu de canto, por mais que fosse um sorriso triste, era um sorriso. –Só saio se você falar aquela parte que eu gosto-disse ela–Ah não-disse para ela–Então não saio-disse e eu bufei.–Oi eu sou o Olaf e gosto de abraços quentinhos-disse e ela riu. –Agora eu vou-disse ela.–Compre outros dvds da Disney eu sei que você gosta-disse ela sorriu de canto.–É eu gosto sim-disse sorrindo de canto e eu sorri.–Vamos-disse e peguei na mão dela, meu deus como sentia falta da textura macia da mão dela, ela sorriu corando um pouco e eu sorri e a puxando, coloquei o dvd, ela se sentou no sofá se abraçando por causa da temperatura baixa, eu podia ate ligar o aquecer em um nível mais quente, porém eu queria que ela ficasse mais próxima de mim, sentei do lado dela e coloquei suas pernas em cima da minha coxa, ela sorriu de lado e voltou a olhar para a tv, e eu fazia carinho nas suas pernas, ela me olhou e eu sorri, ela continuou a assistir e eu a olhava. –o que foi?-perguntou ela–O que?-perguntei–Fica ai me olhando-disse ela e eu sorri–Faz tempo que não te vejo, sinto saudades-disse ela me olhou e suspirou forte.–Sinto sua falta também-disse ela olhando para baixo, me aproximei e com o polegar, eu levantei de leve seu rosto, ela molhou e ficamos assim por um tempo, ela abaixou o olhar para os meus lábios, e segurou meu rosto, com delicadeza ela começou a alisar meu rosto e eu fechei os olhos, eu amava sentir o toque dela, e sentia falta daquilo, ela alisou os lábios no meu e eu gemi, logo abri os lábios para receber mais, ela encachou perfeitamente seus lábios no meu e senti o mesmo gosto de mel que eu sempre sentia, era incrível como era bom o beijo dela o quanto me enfeitiçava, coloquei ela no meu colo e ele passou os braços em volta do meu pescoço, alisei o braço dela por inteiro, paramos para recuperar o ar e ela me olhou sorrindo.–Adoro o gosto do seu beijo-disse ela sorrindo e eu alisei meu nariz no dela. –Senti falta disso-disse puxando o lábio inferior dela e ela sorriu de canto.–Sabe do que mais eu senti falta?-sussurrou ela–Do que?-perguntei enfeitiçado por ela.–Dos seus toques-disse ela baixo no meu ouvido e eu gemi. –De que tipo de toques?-perguntei–Dos íntimos-disse ela sorrido e eu sorri. –Desses?-perguntei descendo minha mão pelo seu pescoço e pela clavícula parando por cima do seu seio e dei um apertão e ela abriu os lábios em um pequeno gemido atraente que me deixou louco. –Sim-sussurrou ela, colocando a mão por cima da minha e apertou mais uma vez- ah-gemeu ela fechando os olhos.–Está sensível amor?-perguntei no ouvido dela e ela se arrepiou. –Sim-sussurrou e eu dei mais um leve apertão e ela fechou os olhos suspirando- pensei em você a noite toda, acho que isso me deixou molhada-disse ela e aquilo me deixou louco, eu sorri e a deitei no sofa.–Por que não foi no meu quarto ?-perguntei beijando a barriga dela por cima da blusa e ela gemeu.–Não sei-disse ela fechando os olhos- só sei que passei a noite inteira imaginando como seria você me amando-disse e eu gemi mordendo a barriga dela de leve- imagine como seria se...ah-gemeu ela.–Como seria o que amor?-perguntei indo a beijar, ela retribui com tal entusiasmo que o que já estava duro lá em baixo ficou ainda mais, puxei o cabelo da nuca dela e ela gemeu deliciosamente na minha boca. –Imaginei como seria fazer sexo oral-disse e eu sorri.–Não penso em algo grosseiramente horrível como meu pênis nessa boca linda-disse lambendo o pescoço dela e ela gemeu.–Eu chamaria de grosseiramente gostoso-sussurrou ela no meu ouvido e minha pele inteira se arrepiou. –Cassete agora você me deixou mais excitado-disse e ela sorriu, ela começou a morder meu pescoço e a subir minha blusa, eu tirei a poupando do esforço, então ela se inclinou um pouco e ela tirou sua blusa, ela estava sem sutiã, e eu completamente louco, nem esperei ela falar e comecei a beijar um dos seios dele, e com a outra mão eu acariciava o outro seios dela, era macio, delicioso, era coisa mais gostosa do mundo, e ouvir o gemido dela não tinha preço. –Fred-gemeu ela puxando o cabelo da minha nuca. –Vou realizar seu sonho meu amor-sussurrei entre os seios dela. –Ah-gemeu ela me olhando , eu sorri e comecei a abaixar o shorts dela, ela soltou um sorriso de canto, o que eu achei que ela já tinha deduzido o que eu iria fazer, assim que eu tirei o shorts não demorei tanto para tirar a calcinha, ambos estavam empolgados com o próximo e importante passo da nossa relação como um casal. Mordi o pé da sua barriga e fui descendo, a respiração dela estava descontrolada e rápida, ela mordia o lábio de forma bruta, enlouquecida, e aquilo só me deixava mais louco, mordi a lateral da coxa dela e deixei um chupão na pele branca dela, ela gemeu sorrindo, comecei a dar mordidas leves na virilha dela e ela sorriu ofegante, com a minha mãe eu coloquei a perna direita dela sobre meu ombro, e então sem aviso prévio, comece a enfiar minha língua por todo o sexo dela, ela se retraiu toda e gemeu alto- Oh deus Fred-gemeu ela puxando meu cabelo, eu só gemi, o gosto dela era doce, meu deus, ela era um pecado e não tinha noção do próprio poder que tinha, minha língua não perdia nenhum pedaço, sugava seu grandes lábios e puxava de forma delicada para não machucar, ela começou a rebolar, o que já era bem provável e eu sorri segurando sua cintura- Ah... preciso rebolar na sua boca-gemeu ela, e aquilo saiu de um jeito sexy, eu quase deixei ela se aproveitar, mais eu era mau, e amava ser mau. –Não querida, terá outras oportunidades, mais agora sou eu que controlo aqui-disse sorrindo e minha língua começou a brincar com seu clitóris, ela gemeu alto, eu amava isso, sinal que eu estava superando suas expectativas, minha língua desceu e começou a penetra-la, ela tentava rebolar mas não conseguia e eu sorri, senti ela se apertar contra minha língua, ia iria gozar, ela abriu a boca relaxou o corpo, logo sentir o liquido doce cair sobre a minha boca e eu sorri chupando tudo, com beijos fui subindo até sua boca e ele ainda ofegava muito e estava soada ,adorei ver ela assim.
–Meu deus-disse ela fechando os olhos- isso foi melhor do que qualquer transa da minha vida-disse e aquilo foi o êxtase para mim, deus isso foi só um sexo oral, imagine quando eu a levar para cama mesmo, pareceu que ela leu minha mente e sorriu-Quer comprovar a tese?-perguntou–Que tese?-perguntei sorrindo.–Que fazendo amor, você é mais maravilhoso ainda-disse e eu sorri.–Acabou de ter um orgasmo e já quer ter outro?-perguntei no seu ouvido.–Fiquei um mês sem você, preciso sentir você dentro de mim-disse ela de um jeito meio manhoso e eu sorri.–Vai ser perfeito-disse beijando o pescoço dela- mais não vai em um sofá-disse para ela.–Vamos para o quarto então-disse ela e eu sorri.–Não amor, vai ser em um lugar melhor que minha casa-disse e ela me olhou.–Por que tanta coisa? Nem sou mais virgem... infelizmente-disse ela me olhando e eu fiquei confuso. –Por que infelizmente?-perguntei –Queria que fosse com você... se eu tivesse me segurado um pouco mais-disse ela e eu sorri.–Não me importa se já não é mais, o que me importa é que você seja minha, e me ame, passado é passado vamos nos importa com o presente-disse e ela sorriu.–Você é perfeito sabia-disse e eu sorri.–Faço o possível para ser-disse e ela sorriu.–Preciso de um banho-disse e ela me olhou sorrindo- quer vim junto?-perguntou mordendo o lábio e eu sorri.–Claro-disse rindo e ela riu, pela primeira vez em um mês eu ouvi o riso dela, eu sorri, fomos para o banheiro, tomamos nosso banho, e ficamos a tarde inteira juntos, em muito tempo eu não era tão feliz como sou hoje com ela. Narração da NatashaAmava o Fred, e a cada dia desse um mês eu só confirmei minha teoria, ele não desistiu de mim, ao contrario, apenas me esperou pacientemente, e eu o amava por isso, quando estávamos indo dormir eu resolvi voltar para o quarto, ele ficou magoado eu vi, mais não falou nada, quando acordei no outro dia, eu me senti renovada e então sai do quarto e fui para a cozinha, ele estava olhando para o nada com caneca na mesa para o lado e vi a surpresa em me ver tão cedo, eu só sorri e sentei no colo dele. –Nah.... está bem?-perguntou –Sim, por que?-perguntei–Você não fala comigo direito faz um mês, sempre que tento você fica quieta-disse ele me olhando com aquele olhar de carência e me odiei por isso.–Depois que o Darius veio aqui...-disse e ele colocou os dedos nos meus lábios.–Não fale nele-disse e eu sorri.–Eu me senti mais culpada e com mais raiva, mais percebi que não podia viver assim para para sempre-disse e ele sorriu.–Senti falta dessa minha garota forte-disse e eu sorri.–Quero sair, ir na livraria, fazer alguma coisa eu não vejo o mundo lá fora faz tanto tempo-disse e ele sorriu lindamente.–Vem, vamos nos trocar, a noite vamos jantar, preciso de contar sobre a minha vida-disse e eu sorri, ele finalmente ia se abrir para mim. –Serio?-perguntei–Sim serio-disse e eu sorri o abraçando- agora vá e coloque uma roupa quente, la fora esta nevando-disse e eu sorri, entrei no quarto e coloquei minhas roupas de inverno, sai e ele estava colocando a touca e eu sorri, alguns fios loiros ficavam para fora deixando ele lindo, ele sorri eu saímos juntos do apartamento, chegando na rua o vento sobrou trazendo flocos de neve, eu sorri e fechei os olhos, começamos a andar e então eu peguei na mão do Fred e ele apertou sorrindo.–Vou pegar o carro-disse ele–Ah vamos sair a pé mo-disse e ele sorriu.–Você fica gripada rápida, vou pegar o carro é mais quente-disse eu fiz bico- se fica lindo com messe biquinho vermelho e as bochechas rosadas-disse e eu sorri- cassete você é irresistível-disse ele me abraçando e dando um beijo, os lábios dele estava quente, eu arfei e ele sorriu. –Vai pegar o caro garotão-disse e ele sorriu, foi para a garagem e minutos depois voltou com o carro esportivo dele, entrei e senti ar quente dentro do carro e arfei- que delicia-disse e ele ligou no máximo e eu sorri agradecida.–Quer ir aonde?-perguntou –Na livraria tomar um belo de um café, e ficar beijando você a tarde inteira em um lugar lindo-disse e ele sorriu.–Adorei nossa programação-disse ele e eu sorri, logo ele foi para a livraria que ele sempre ia e na onde nos trombamos quando ele veio para Londres, ficava vendo os livros enquanto ele falava no celular sorrindo para mim e eu sorri meia curiosa, quando estava pegando os livros senti ele me abraçar por trás-Belo Desastre? Seria nossa historia escrita?-perguntou e eu ri.–Bobo-disse dando um selinho nele- com quem falava no telefone. –Só a noite vai saber é uma surpresa-disse e eu gemi.–Vou ficar curiosa o resto do dia-disse e ele riu.–Só lamento-disse e eu ri, tomamos café e ficamos em um shopping que tinha visão panorâmica para a praça que eu gostava, ele foi em um loja e voltou com duas sacola o que me atiçou mais a curiosidade, quando chegamos em casa, ele sorriu e deu um sacola para mim, eu olhei desconfiada e ele riu, quando tirei um vestido lindo de dentro dele eu quase cai para trás, ele era lindo, com a manga toda de renda.–Ho Deus Fred-disse olhando boba.–Gostou?-perguntou ele–Amei-disse sorrindo- como sabe meu numero?-perguntei e ele sorriu–Seu corpo é todo magrinho e esbelto-disse e eu olhei desconfiada e ele riu- ok a vendedora me ajudou eu mostrei você na praça para ela-disse e eu ri. –obrigada amor-disse e ele sorriu lindamente, parecia que ele amava ouvir essa palavra. –É para usar no nosso jantar-disse ele.–E aonde vai ser?-perguntei e ele sorriu.–Você vai descobrir na hora-disse e eu fiz cara feia e ele riu. –Temos-disse olhando para o relógio- 2 horas para estar no lugar, vai se arrumar se não do jeito que vocês mulheres são para ser arrumar amanhã a gente vai-disse e eu bati nele de brincadeira e ele riu, fui me arrumar e ouvi o barulho do chuveiro do quarto dele e eu sorri, tomei banho, me depilei, fiz chapinha no cabelo, passei make forte, e coloquei meu salto meia pata, com a sala prata, estava linda, eu sabia que essa noite seria perfeita, e queria estar perfeita- Nah está pronta?-chamou o Fred na sala e eu sorri, abria porta e fui até a sala, ele estava lindo com o cabelo meio bagunçado, o blazer preto com grava e blusa branca, e a jeans preta, santo deus perdi o ar-Ual.... eu não sei o que falar-disse ele me olhando boquiaberto –Você fica perfeito a cada minuto que passa... como consegue?-perguntei e ele sorriu–Eu ia fazer a mesma pergunta-disse e eu sorri, ele veio para me beijar e eu parei. –Batom vermelho querido-disse e ele sorriu.–Vou borrar tudo mais tarde mesmo-disse ele e eu sorri para ele- vou te vendar-disse e eu olhei desconfiada.–por que?-perguntei–Vai deixar ou não?-perguntou e eu revirei os olhos e ele riu, ele tapou meu olhos com a venda, e logo me pegou no colo e foi saindo. –Já estou adorando a noite-disse e ele riu–Folgada-disse e me colocou no carro, não demorou muito e logo estávamos parando, ele pegou eu no colo do mesmo jeito e falou com uma atendente, eu estranhei que o lugar era calmo e tinha um cheiro delicioso de perfume de rosas, ele me carregou por uns minutos e me colocou no chão , abriu a porta e me guiou para dentro, logo senti ele desamarrar a venda e eu abri a boca surpresa, o quarto era lindo, todo sofisticado, a cama com uma garrafa de champanhe e duas taças de cristais, e duas caixas vermelhas do lado, estava coberta por um lençol de seda preta a coisa mais linda, na varanda tinha um mesa já com o jantar para dois, atrás da cama dava para ver a hidromassagem e eu sorri com malicia e ele riu- primeiro jantar depois a sobremesa-disse e eu ri.–Onde estamos?-perguntei–Quando você estava na livraria eu liguei para o meu amigo que é dono desse motel e ele conseguiu um quarto legal para mim-disse e eu sorri.–Eu ouvi bem? Motel?-perguntei sorrindo e ele sorriu.–Sim Motel-disse e eu sorri.–Gosto de como a palavra soa é sexy-disse e ele riu–Vem vamos jantar-disse e eu o segui, ele puxou a cadeira para mim e eu sorri agradecida, logo começamos a jantar ele acertou em cheio meu prato favorito, conversamos sobre a escola dele, e que logo ele se formaria e ingressaria a faculdade, e eu fiquei muito orgulhosa dele- agora chega de enrolar, prometi algo para você hoje de manhã, e vou cumprir pretendo contar tudo do meu passado, é a nossa última barreira-disse ele meio nervoso e eu sorri segurando a mão dele. –Pode confiar em mim querido-disse e ele apertou minha mão.–Vou contar tudo, se você depois disso não me quiser eu vou entender, mais se ficar eu te farei a mulher mais feliz do mundo-disse e eu sorri.–Huum acho que segunda opção é a melhor em-disse e ele sorriu.–Vou falar, não fale nada até eu terminar ok?-perguntou–Tudo bem-disse e ele respirou fundo e tomou coragem. – Bem... tudo começou eu tinha apenas 4 anos, quando minha mãe um dia brigou com meu pai e do nada ela me pegou e falou "Ele vai comigo" era a unica coisa que eu me lembro dela, essa frase... meu pai ficou com meu irmão mais novo, nem lembro muito dele, e muito menos do meu pai...Logo depois ela me enfiou no carro e disse que iriamos para um lugar diferente. e fomos, logo paramos em frente a um orfanato e foi lá que ela me deixou, como eu era criança não entendia o que estava acontecendo e não queria ir sem ela... eu era criança, eu tinha medo do escuro, tinha medo de ficar longe dela e então comecei a chorar, um homem veio e me pegou no colo e me levou... eu gritei por ela, lembro até hoje que minha garganta doeu por dia de tanto que eu gritei...Fiquei dia esperando por ela, e ela nunca vinha me buscar... então comecei a não comer, ficar isolado no quarto onde tinham me colocado, varios garotos ficavam me olhando, talvez com pena, tinha os mais velhos que tentavam me ajudar mais eu não queria ajuda de ninguém, eu só queria minha mãe Com 7 anos eu comecei a ficar revoltado, eu era motivo de chacota para os meus amigos, era o garoto que chorava toda a noite, eu ainda esperava pela minha mãe, eu sofria muito no orfanato Natasha, você não tem ideia pelo que eu passei, passei por provocações, infelicidades e como você viu em meu próprio corpo, eu ganhei cicatrizes... tanto no coração como na pele...Com 14 anos eles me colocaram no quarto dos adolescente onde eu fui espancado, e onde eu comecei a ficar frio, sem sentimentos, e ganhando mais cicatrizes no coração... depois de tres dias a Madre que cuidava das crianças me prendeu no sotã e deu 15 chibatadas nas costas, foi onde eu ganhei minhas cicatrizes, tudo isso por que eu queria um pedaço de pão, pois os adolescentes eram os que comiam menos lá...Perdi as esperanças de ser a criança amorosa que eu era quando morava com meus pais, percebi que sentia raiva de tudo e de todos, queria ver só sofrimento, desgraça, e fui ai que eu aprendi a ser frio, rejeitar sentimentos....Eu comecei a me tornar um monstro sem coração...Com 16 eu já era praticamente um adulto, nunca falei com ninguém, era sozinho, vago, fazia o possivel para passar despercebido por ali Eu estava Louco Com 18 anos eu já podia sair de lá então eu sai, mesmo sem completar nada de estudos, só até a 8 serie eu sai, não queria viver em um lugar onde era humilhado e rejeitado, queria ser dono do meu propio nariz, então eu sai, fui embora, e foi ai que o perigo me abraçou como se fosse uma velha amiga. Eu morei na rua por 2 anos, eu não tinha emprego, mais eu sempre ficava no fim da feira para comer o que podia, eu tomava banho quando podia também o que era raro, geralmente um grupo de garotos passavam e ficavam falando comigo, até hoje eu não entendo o motivo, mais eu Sei que por causa deles eu passei 3 anos infernais na cadeia por um crime que eu não cometi...O mesmo que acontecia no orfanato aconteceu na cadeia, batiam em mim, eu era o brinquedinho deles... por sorte de deus não fui estuprado, mais a raiva estava se acumulando e a sede de vingança também, jurei a mim mesmo que quando saísse acabaria com a raça da minha mãe por me deixar sozinho, dos moleques que me colocaram na cadeia e principalmente do meu pai, por ter deixado minha mãe me levar e nem se quer quis saber de mim. Eu tinha odio no coração Natasha, como nunca tive, eu iria me vingar eu prometi a mim mesmo por três anos...com 23 eu sai da cadeia, arrumei um emprego , vendendo drogas, parece errado, mais para alguém sem estudo, com raiva, sede de vingança era tudo o que eu precisava. Consegui me tornar alguém, rico, com respeito, tinham medo de mim, e eu gostava de causar isso. A frieza e arrogância são predominantes em mim, mais eu quero que entenda, não sou culpado da pessoa que Eu sou frio, não demonstro carinho muito menos afeto me tornei Não tenho o sorriso bonito e sincero, nunca na vida me ensinaram a fazer isso Mais você despertou em mim algo que eu nunca senti... amor e por isso Natasha eu nunca desisti de você, você foi a unica que conseguiu arrancar a frieza de dentro de mim, conseguiu meu sorriso, meu brilho no olhar, conseguiu trazer a criança adormecida em mim de Hoje estou te contando tudo, por que eu sei que merece saber com que pessoa esta convivendo, se quiser ir embora eu te entendo, nem mesmo eu me aguento de vez enquanto, só queria que essa ultima barreira fosse destruída e que me amasse realmente do jeito que eu sou, aceitando minhas cicatrizes e meus ressentimentos, e quero que saiba, que a cada dia da minha vida eu vou te amar mais, não importa se você não ficar comigo, ou simplesmente não me amar, eu te amo! e tenho orgulho desse sentimento por que foi o única coisa na vida que eu senti, e espero sentir mais... eu te amo ok? só... me aceite- disse le finalizando e meu rosto já estava encharcado de lagrimas, como alguém poderia ter feito aquilo, eu odiava todos, a mãe dele, esses meninos, a madre que bateu nele, e o pai que nem se quer procurou o filho, agora eu entendi a tristeza nos olhos dele, a solidão e o por que ele era assim, um cadeado se destrancou em mim e agora eu era 100% dele, levantei sem dizer nada e fui até a porta, senti ele gemer baixo, e eu sorri, apaguei a luz só deixando o brilho da noite linda que fazia e me virei para ele.
(Recomendo que escutem a musicahttps://www.youtube.com/watch?v=nQY4dIxY1H4 e procurem a tradução :’) ) –Tem musica?-perguntou e ele sorriu aliviado e secou as lagrimas que estavam no seu rosto e ligou o som, eu amava aquela musica, eu sorri e fui até ele, ele sorriu e juntou nossos corpos, e começamos a dançar, sua barba ralava meu rosto de um forma gostosa.–Pensei que iria embora-disse ele no meu ouvido. –Jamais iria embora-disse beijando delicadamente o pescoço dele- quero que saiba de uma coisa-disse e ele suspirou.–De que?-perguntou–A partir de hoje eu sou sua família, quero que se esqueça de tudo e de todos, a partir de hoje somos eu e você, eu sou sua família e você é minha família combinados?-perguntei e lagrimas caíram sobre o rosto dele e eu limpei. –Meu deus como eu te amo-disse ele me abraçando e eu sorri o abraçando mais forte ainda- seremos uma família de dois?-perguntou ele rindo e eu ri.–Depende... isso pode mudar, a nossa família pode crescer-disse e ele sorriu e eu sorri. –Quer ter filhos comigo?-perguntou–Você quer?-perguntei–Desde do primeiro minuto que te vi-disse e eu sorri e o beijei, o beijo foi calmo e tranquilo, senti ele abrir o zíper do meu vestido e eu sorri, e comecei a desabotoar o blazer, depois foi a blusa, a gravata. Meu vestido acaba de ir para o chão, ops a calça dele estava lá também. Droga de sapatos que não saiam logo, ele quase caiu tentando tirar o tênis e eu ri, como ele demorou demais eu tirei meu sutiã e ele veio ferozmente para cima de mim e acabamos caindo na cama e eu ri.–Amor o champanhe e as coisas-disse rindo e ele riu tirando as coisas da cama e colocando no chão, puxei ele para cima de mim e fiquei por cima e ele riu. –Sua calcinha é de bolinha?-perguntou ele rindo e eu dei um tapa de leve no rosto dele.–Vai ficar prestando atenção na minha calcinha ou em tira-la?-perguntei rindo e ele riu me virando para baixo. –Isso era para ser mais romântico-disse ele e eu sorri.–Foi a coisa mais romântica que alguém fez por mim a vida inteira-disse e ele sorriu e voltou a me beijar. Senti ele abaixar minha calcinha e logo depois a tirar sai cueca, eu estava ansiosa, queria senti-lo, amava nossas preliminares mais eu queria senti-lo me amando, ele olhou para os lados e fechou os olhos parecia frustrado- o que foi?-gemi –Camisinha eu esqueci-disse e eu apertei os lábios.–Podemos fazer sem-disse e ele me olhou.–Nunca fiz sem camisinha-disse ele me olhando–Por isso que eu deixo você fazer sem camisinha, eu confio em você-disse e ele sorriu tocando meu rosto.–Dizem que é mil vezes melhor sem camisinha-disse ele e eu do nada senti ele me penetrar, pelos deuses eu cheguei a ver estrelas de tanto prazer.–Ah-gemi alto o puxando para mim. –Ah-gemeu ele mordendo de leve meu ombro- meu deus isso que é fazer amor?-perguntou no meu ouvido indo lento do jeitinho que eu amava.–Sim.... você faz tão bem-gemi com os olhos entre abertos, meus deus eu nunca senti isso na minha vida.–Ah... sempre foi uma coisa tão rápido, só agora eu sei o que é prazer-disse ele me olhando e eu sorri.–Ah Fred, amo do jeito que você faz-disse e ele apertava os lençóis em torno de mim. –Meu deus você é quentinha-disse trincando o maxilar- e apertada-disse e mordeu meu pescoço e eu fechei os olhos. –Te amo tanto-sussurrei e senti orgasmo vim.–Sinto você se apertar contra mim-sussurrou ele- posso ir mais rápido?-perguntou–Sim... oh deve-disse mordendo os lábios e ele foi um pouco mais rápido mais de um jeito perfeito, tirei o cabelo da frente do seu rosto o beijei profundamente, lagrimas começaram a cair do rosto dele e eu comecei a chorar também, mais foi de felicidade, eu nunca tinha sentido prazer igual a esse na minha vida, logo cheguei ao êxtase de mim e senti ele chegar também, ele desabou sobre mim e me virou me deixando por cima, a luz da noite clareou tudo, os olhos deles estavam cristalinos, limpei o rosto dele e ele ofegava lindamente. – Duvida da luz dos astros, De que o sol tenha calor, Duvida até da verdade,Mas confia em meu amor.-citou ele e eu sorri, beijei o rosto dele por inteiro e o abracei e dentei meu rosto no peito dele, senti ele beijar minha cabeça e fazer carinho e foi ai que eu percebi que meu verdadeiro Boy Problem era o Fred e ninguém mais.
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