Boy Problem
69 Capitulo 1
Cheguei em casa primeiro que eles, tinha uma Harley 883 estacionada na frente de casa ela era maravilhosa, fiquei me perguntando de quem era, guardei o carro ao lado da Pajero da minha mãe e logo atrás estava meu pai estava estacionando. Desci do carro e logo atrás da Hillux do meu pai estava um Corolla 2016 lindo, era o carro do Mikki e da Minnie. Entramos em casa e meu pai começou a mostrar a casa para eles enquanto eu subi para tomar um banho, fiquei um tempo escolhendo uma roupa e acabei escolhendo um vestido da polo preto, prendi o cabelo em um rabo de cavalo, passei um gloss rosa e rímel, não acredito que estava me arrumando para ficar em casa, na verdade era para ver o Marco, obvio, Desci a escada e eles estavam na área de lazer de casa, com certeza que meu pai iria fazer um churrasco.
—Quer ajuda mãe?-perguntei e ela sorriu.
—Se você não tiver ocupada sim-disse e eu separei uma cebola e um tomate e comecei a cortar.
—Então Malu, algum namoradinho, uma menina tão bonita como você não tem?-perguntou a Minnie e eu ri.
—Ah eu sempre fiquei muito na minha não tenho amigos, meus únicos amigos são a Maria e o Lucca, e sempre que falo com meninos eu travo-disse rindo- Não tenho muito jeito pra coisa-disse e ela duas rirão.
—Em pensar que na idade dela nos duas já éramos mãe-disse a Minnie e minha mãe riu.
—Pois é-disse ela- Mais a Malu chama a tenção mais a menina é tão desligada que nem se toca-disse me olhando- mais graças a deus parece que alguém despertou o interesse nela-disse ela piscando e eu olhei.
—A é Malu e que miséria o sortudo?-perguntou ela e eu ri.
—Boa pergunta viu Minnie por que nem eu to sabendo-disse e minha riu.
—Ahh você acha que eu não percebi o jeito que você estava babando nele?-perguntou ela
—Nele quem mãe?-perguntei
—Ah no filho da Minnie-disse ela rindo – O Marco-disse a Minnie deu um gritinho.
—Mãããeeee que isso-disse completamente envergonhada.
—Não acredito!! Dou total apoio-disse a Minnie e eu só queria socar uma cabeça debaixo da terra.
—Gente não sei de onde vocês tiram essas ideias-disse e as duas deram risada e pararam de encher o saco.
—Na verdade quero que ele encontre alguém te o complete sabe-disse ela parando de fazer a bebida que ela estava fazendo e olhou para o filho que estava rindo junto com o meu pai e o Mikki- Não sei o que ele tem, eu brinco que é mau de signo já que ele é de escorpião, ele se entrega de mais e na ultima vez que ele namorou ele saiu tão machucado-disse e suspirou e sorriu de novo- quem sabe alguém faça ele sorrir de novo igual antes-disse ela ante de voltar em um assunto paralelo com a minha mãe, quem será que foi a idiota que deixou esse pedaço de mau caminho? Pensei isso e olhei na direção do Marco, que surpreendente estava olhando para mim mais logo disfarçou assim como eu fingi que não vi ele me olhando.
Logo foi servido o almoço e todo mundo conversava, de vem em quando a gente conversava, até que meu celular tocou.
—Alo-disse me afastando do som.
—Eaaiiii maluca, na boa?-perguntou e eu ri, conhecia aquela voz arrastada, Maria, era uma japa de dreads muito louca ela era filha do Sairon o cara que trabalhava na empresa do meu pai, ela era 5 anos mais velha que, era pura vibe.
—E aiiii Mariaaa-disse imitando a voz dela. Ouvi a risada lenta dela.
—Cara vamo andar de skate na pista? O Beto vai ta la-disse ela.
—Vou sim só vou pegar as coisas aqui em casa te encontro lá-disse e desliguei- Pai, mãe to indo na pista de skate-disse e eles assentiram- E ai Marco, quer ir conhecer o lugar?-perguntei e ele sorriu.
—Posso?-perguntou aos pais.
—Claro filho vai la-disse o Mikki e ele me seguiu.
—Você sabe andar de Skate?-perguntou ele.
—Claro que não-disse rindo- Vivia caindo na época que eu tentei aprender, sei andar um pouquinho mais não me arrisco-disse subindo as escadas- E você sabe?-perguntei e ele assentiu.
—Claro, eu ia pra faculdade de skate-disse e eu ri, entrei no meu quarto e ele entrou atrás- Ual-disse ele e eu virei.
—O que foi?-perguntei e vi ele olhando ao redor.
—Não imaginei que o quarto de uma menina seria assim-disse e eu ri. Meu quarto era todo branco com duas pilastras ao pé da minha cama. O contorno das paredes era pintado de azul marinho, minha cama era da mesma cor, nas paredes tinha fotos minha cavalgando, outra minha na praia que minha mãe tinha tirado-Essa é a mais bonita-disse e eu sorri de lado.
—Obrigado-disse e ele voltou a olhar meu quarto- Foi inspirado em cultura grega, sei la eu gosto dele assim-disse e ele sorriu.
—É realmente lindo, é estranhamente confortável-disse e eu sorri, Tirei o skate atrás do meu armário e deixei no chão e o empurrei para ele.
—Serve?-perguntei e ele assentiu batendo o pé no skate fazendo voar para sua mão, descemos e fomos em direção ao a pista.
—Não perguntei, mais namora-perguntou ele andando do meu lado-perguntou ele e eu sorri negando.
—Não, sempre evitei-disse e ele me olhou.
—Por que?-perguntou
—Via minhas colegas de classe, namorava, o namorado traia, ou separava por que não queria mais nada, ou apenas era uma galinha, não queria essa mesma sorte para mim-disse e ele me olhou de um jeito curioso.
—Nunca beijou então? -perguntou e eu ri.
—Não isso já sim –disse rindo- me apaixonei mais não demonstro, a pessoa não merece, amar, isso nunca-disse e ele parou.
—Caraio-disse ele- Capricorniana para ter esse coração de gelo é?-perguntou e eu ri.
—Leolina para sua informação, não coração de gelo, aprendi a me amar primeiro para depois saber que merece ser o sortudo que vai ter meu coração-disse beijando o ombro e ele riu.
—Gosto do seu jeito de pensar-disse ele e chegamos a pista, estava cheia era fim de semana, vi a Maria com o Beto de longe.
—Mariiaaa-disse imitando o jeite dela de falar.
—E aiiii maluca-disse ela sorrindo e me beijando.
—E ai beto to na paz-perguntei, O beto era um puta de um negão lindo, ele tinha a mesma tranquilidade que a Maria tinha na voz e nos olhos, os dois pareciam dois maconheiros mais só era good vibes, como eu chamava eles.
—Tudo na paz loira-disse ele sorrindo.
—Maria, Beto esse é o Marco, nosso novo vizinho-disse e o Marco sorriu.
—E aiii cara tudo na paz-disse a Maria dando um abraço nele e ele riu retribuindo- Como você é bonito cara, que energia positiva sinto de você-disse ela e eu revirei os olhos.
—Fala mermão, como vai-disse o Beto batendo na mão e dando um toque no ombro.
—Eles são assim mesmo-disse sussurrando para o Marco.
—Curti pra caramba-disse ele e eu ri, sentamos no canto da posta e vimos ele andar pela pista como se ele fosse o dono.
—E ai gata senti que o gatão mexeu com você em-disse a Maria rindo e eu ri.
—Ele é legal-disse sorrindo
—Assim como eu acho a maria legal né?-perguntou o beto e eu ri, os dois tem uma relacionamento, mais não é relacionamento é tipo uma amizade colorida e acho um máximo.
—Talvez quem sabe-disse sorrindo e ela sorriu.
—Quem sabe não é com ele que você perde o selo da dignidade-disse e eu e o beto rimos.
—Pare de chamar o meu himem assim-disse rindo, sim eu era virgem, isso nunca me incomodou na verdade. Ele veio até a gente e se sentou no meu lado.
—Nossa quanto tempo não andava-disse ele arrumando o cabelo, e eu sorri, ele era lindo naturalmente, quando virei para pista lá estava ele, Alto, cabelo liso meio enrolado, rosto de delinquente, e olhos castanhos. Demetrio!.
—E ai minha querida-disse ele se aproximando.
—Não sou sua querida-disse sorrindo para ele e ele sorriu.
—Doce como sempre-disse ele sorrindo- Quem é a carne nova-disse e eu revirei os olhos.
—Demétrio sai daqui-disse para ele.
—Não antes do beijo-disse ele fazendo um bico e eu ri.
—Se não sair em três segundo o único beijo que você vai ter é da sola do meu tênis na sua boca-disse sorrindo e ele sorriu.
—Um dia você ainda vai me dar esse beijo-disse e eu revirei os olhos e ele saiu.
—Tenho que admitir esse ai não dessite-disse a Maria.
—Nem me fale-disse para ela.
—Quem é o cara?-perguntou o Marco.
—É um idiota que me persegue desde que eu comecei a ficar mais bonitinha, e ele acha que só por que é bonitinho pode me ter quando quer o que não é assim-disse e ele riu.
—Não percebe mais ta deixando o jogo mais interessante pro cara, meninas difíceis são as que mais nos atrai-disse ele me olhando.
—é mesmo?-perguntei o olhando.
—É sim-disse ele piscando.
—Trouxe batida de vinho e de maracujá-disse o Beto mostrando as garrafas que ele sempre fazia é maravilhosas, distribuiu os copinhos e começamos a beber, batemos os copos juntos.
—Ao nosso novo vizinho-disse o Beto
—Ao nosso novo vizinho-disse e o Marco riu e piscou e corajosamente eu pisquei de volta.
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