Boy Problem
6 Capítulo 6 "Vou estar com você"
Me vesti de novo e deixei o cabelo solto para minha mãe não ver o chupão, desci e ela estava sorridente.
–Qual o motivo desce sorriso ai na cara-disse me sentando na mesa e ela se virou e sorriu.
–Assinei os papeis do divorcio hoje eu sou uma mulher livre-disse e eu apenas soltei um sorriso muito fraco que logo desapareceu.
–Que bom para você-disse e ela me olhou.
–Natasha eu sei que é difícil ficar sem seu pai, mais entenda não dava mais certo, já tinha começado errado-disse ela se sentando na minha frente- eu casei com a sua idade praticamente, eu não curti minha juventude, seu pai, sempre foi muito distante e isso afeta muito a relação-disse e eu assenti.
–Só queria ter uma família normal-disse e ela se sentou do meu lado e me abraçou.
–Seremos uma família normal, somente sem um pai, mais isso será a parte-disse e ela olhou para o meu pescoço- filha o que é isso?-perguntou e eu olhei envergonhada.
–É um chupão mãe-disse abaixando a cabeça já esperando um xingo.
–Meu deus se tá de peguete?-perguntou sorrindo e eu olhei espantada.
–Não vai me xingar?-perguntei e ela riu.
–A por favor você vai fazer 17 anos, não 17 dias, tem que aproveitar mesmo-disse e eu ri.
–É um menino muito insistente que acabou conseguido o que queria-disse e ela riu
–Hum é rolinho então?-perguntou
–Não mãe eu odeio ele-disse e ela olhou confusa.
–Se odeia por que beijou ele?-perguntou e eu ri.
–Por que ele... é bonito e beija bem, e querendo ou não ele sabe seduzir-disse ficando mais vermelha e ela riu.
–A quem dera ter minha juventude de volta-disse se levantando- vai querer jantar?-perguntou e eu assenti, nos jantamos e logo eu subi de novo, vi a luz do quarto do Darius acessa e ele entrou cambaleando, com certeza estava bêbado, eu revirei os olhos e ri comigo mesma, fui na varanda para ver a merda que isso ia dar para mim tirar sarro com a cara dele, eu vi um homem alto entrar com tudo furioso e abaixei um pouco para ele não me ver.
–Darius outra vez com ressaca seu moleque-disse o homem pegando ele pelo o braço e jogando no chão.
–Porra pai me deixa em paz-disse ele tentando se erguem mais sem sucesso.
–Darius você é meu herdeiro, aja como tal, mais vive se drogando enchendo a cara, o que eu fiz para você fazer isso-disse ele virando o tapa na cara dele.
–Sabe o que você fez? Me separou da minha mãe, me deixava sozinho quanto era criança eu tinha medo das coisas e você me chamava de fraco, de inútil, eu só era uma criança-disse ele com raiva e o pai dele revirou os olhos.
–Você é um Imprestável Darius, igual a sua mãe -disse ele saindo e deixando ele largado no chão, me levantei e fiquei espantada com o que eu tinha visto, tudo bem que meu pai as vezes era insensível mais esse ganhou, o Darius ficou lá largado no chão não tinha força para se levantar, droga eu estava me odiando por ser tão sensível, fui para a porta do um quarto e espiei o corredor o quarto da minha mãe estava trancado e com a luz apagada, na verdade a casa inteira estava com a luz apagada só a do meu quarto estava acessa, tranquei a porta do meu quarto e apaguei a luz, fui para a sacada e subi na grade, com um impulso eu pulei para a sacada dele caindo de bunda lá.
–Puta merda-disse baixinho, me levantei e fui até ele- Darius-disse me abaixando e batendo de leve no rosto dele.
–Natasha?-perguntou me olhando
–É sou eu-disse e ele sorriu.
–sabia que ia sentir saudades-disse ele rindo e eu revirei os olhos.
–Vem tirar essa ressaca-disse tentando o levantar.
–Por que está me ajudando?-perguntou ele.
–Por que por mais que eu te odeio-disse o levando para o banheiro que era praticamente do tamanho do meu quarto- sei pelo que está passando-disse tirando a blusa dele.
–Seus pais se separam de vez né?-disse ele me olhando.
–É-disse para ele.
–Está triste?-perguntou.
–Alegre que não é-disse e ele riu.
–Sua mãe vai sentir sua falta no quarto-disse ele.
–Eu tranquei e apaguei as luzes-disse e ele sorriu.
–Tudo isso para me ajudar?-perguntou.
–É para você ver-disse tirando os sapatos e logo em seguida a calça.
–Vai dar banho em mim?-disse ele maliciosos.
–De cueca lindinho-disse irônica e ele riu.
–Acho melhor tirar sua roupa, vai molhar tudo-disse ele.
–Isso é tática?-perguntei e ele riu.
–Nem tudo que eu falo tem malicia e sim realidade-disse ele e eu ri, me afastei e tirei minha blusa e depois meu shorts, ele ficou me olhando.
–Que foi nunca viu?-perguntei e ele sorriu.
–Na verdade eu já vi-disse se aproximando- mais sem esse panos é melhor-disse na minha frente eu desviei o rosto envergonhada.
–Vamos , vai tomar banho vai-disse o virando e ligando o chuveiro, coloquei ele de baixo da agua fria e ele reclamou e eu ri.
–Vai rir né -disse ele e eu ergui a sobrancelha.
–Vou sim-disse soltando um sorriso e ele me puxou para baixo da agua.
–Tá gelada Darius-disse e ele começou a rir.
–Eu falei que estava e nem ligou-disse e eu comecei a rir.
–Tá me desculpa deixa eu sair-disse e ele começou a fazer cosquinha eu mim e eu comecei a rir mais.
–Fala Darius-disse e eu não conseguia.
–Não consigo-disse rindo e ele riu.
–Fala logo Darius-disse e fez mais cosquinha em mim.
–Darius-disse rindo
–Você é o garoto mais lindo que eu conheci-disse e eu neguei.
–Nunca vou falar isso-disse e ele fez mais cosquinha e eu ri.
–Tá tá você é o garoto mais lindo que eu conheci-disse rindo .
–Eu já sabia-disse ele segurando minha cintura.
–Acho que você já se curou da ressaca-disse e ele riu.
–Não sou daqueles que demoram muito para se curar ressaca-disse ele me levando levemente para a parede e prensando.
–Eu já vou-disse para ele- só vim para te ajudar-disse e ele sorriu.
–Você fica muito atraente com o corpo molhado-sussurrou no meu ouvido e uma onda de prazer tomou conta do meu corpo.
–Darius eu tenho que ir-disse o olhando.
–Fica comigo-disse ele mordendo o lóbulo da minha orelha.
–Darius-disse apertando os braços dele.
–Sei que me odeia-disse ele me olhando –assim como eu não te suporto-disse ele erguendo meu corpo e eu entrelacei minhas pernas em volta da cintura dele- mais eu não resisto a esse seu corpo-disse ele massageando minhas coxas.
–Eu sei como é-disse ofegando e ele riu.
–Acho que as vezes se divertir com o inimigo é melhor do que com o amigo-disse ele olhando para os meus lábios.
–Isso é errado muito errado-disse para ele- mais eu quero experimentar e aproveita enquanto eu estou muito louca-disse e ele sorriu e me beijou, eu retribui, era bom sentir o intervalo da agua caindo nos nossos lábios e depois a pressão que ele fazia com o mesmo, segurei a sua nuca e puxava o seu cabelo, ele começou a pressionar o seu membro sobre a minha parte intima e senti ficar molhada – sem penetração-ofeguei- sou virgem ainda-disse e ele sorriu.
–Só vamos brincar-disse e ficou alisando minhas costas e beijando meu pescoço, ofeguei, senti meu sutiã ser aberto e eu olhei para ele- relaxa-disse ele eu relaxei mais ainda nervosa por que eu nunca na minha vida me imaginei assim com um garoto, ele tirou meu sutiã e deixou as mostra meu seios e eu corei -nossa senhora em- disse ele e eu fiquei envergonhada.
–Darius é melhor a gente... -disse e ele começou a sugar um seio e eu não consegui terminar a frase, com uma mão ele começou a massagear o outro e eu gemia- isso é muito bom- disse fechando os olhos e mordia os lábios, ele sugava com muita vontade, sentia meu corpo ferver, comecei a puxar mais o cabelo dele e gemia, ele me deixou em pé e me olhou intensamente me beijou de novo, senti seu peitoral tocando o meus seios e estava delirando com os toques, sua mão foi descendo pela minha barriga e parou em cima da minha parte intima.
–Já se masturbou?-perguntou e eu neguei envergonhada- vai se incomodar se eu te masturbar?-perguntou e eu fiz que não de novo, minha cara devia estar horrivelmente vermelha- relaxa, isso vai ficar só entre nos dois-disse no meu ouvido e eu fechei os olhos, com um dos dedos ele afastou minha calcinha e ficou mexendo para trás e para frente incentivando meu clitóris. Comecei a gemer, fechei os olhos e cravei minhas unhas nas costas dele- tá gostando-perguntou ele sorrindo.
–Muito-disse gemendo e ele sorriu, começou a ir mais rápido e eu gemia sem pudor, senti um liquido escorrer pela minhas pernas, eu havia tido meu primeiro orgasmo.
–Quando eu te pegar de jeito vai gemer mais-disse ele e eu ainda ofegava sorri.
–Eu to muito louca para fazer isso-disse ele me olhou confusa.
–O que sexo?-perguntou e eu neguei.
–Isso-disse o empurrando na parede com tudo, comecei a beijar o peitoral dele dando leve mordidas e ele arfou.
–Essa imagem é muito excitante-disse ele olhando para o outro lado, e eu vi que tinha um espelho enorme onde mostrava eu só de calcinha e com o corpo todo molhado e ele prensado na parede, eu sorri com ousadia, voltei a beijar ele, que retribuiu- você pode sair um pouquinho?-perguntou ele e eu olhei confusa.
–Por que?-perguntei
–Eu to excitado desdá hora que comecei a chupar seu seio-disse e eu olhei para baixo e ri.
–Tá bom-disse pegando uma das toalhas e sai enrolada no quarto, fui pegar minhas roupas mais ele estava se aliviando lá no banheiro e eu não quis atrapalhar, peguei uma blusa de botão e coloquei no meu corpo penteei meu cabelo com os dedos mesmo, sentei na cama e comecei a ficar com vergonha de mim mesma, eu tinha descoberto uma tarada sexual em mim, onde eu estava com a cabeça quando me deixei levar por tudo isso, fiquei ali pensando em como eu ia encarar ele, ele saiu com uma cueca seca no corpo, eu o olhei envergonhada e ele sorriu.
–Crise de arrependimento?-perguntou se sentando do meu lado.
–Eu só... Darius quero que saiba eu não sou essa vadia que você viu no banheiro, não sei o que deu em mim-disse ele riu
–Calma ai ó isso mais normal do que pensa-disse ele me olhando.
–meu deus eu tenho uma tarada sexual dentro de mim-disse colocando a mão no rosto.
–Se for ajudar-disse me colocando a mão sobre meu ombro- você manda bem-disse me olhando e eu ri.
–Só você para me fazer rir agora-disse ele me olhou.
–Viu não me odeia, só tem uma aversão sobre mim-disse e eu ri.
–Não eu te odeio mesmo-disse e ele riu pulou na cama e pegou uma garrafa de baixo da cama e bebeu- já vai beber?-perguntei me sentado do lado dele.
–Vou-disse ele – viu o que meu pai disse?-perguntou e eu assenti- bela historia de vida né?-perguntou e eu neguei.
–Eu sinto muito... pela sua mãe-disse e ele virou um gole.
–Faz 10 anos que eu não tenho sinal de vida dela-disse me olhando- você é a primeira pessoa que eu conto isso-disse ele e eu sorri fraco.
–Não vou contar para ninguém-disse e ele assentiu
–E seus pais?-disse e eu fiquei em silencio e tirei a garrafa da mão dele e virei, desceu rasgando e eu respire fundo.
–Se separarão hoje-disse e eu o olhei- eu não queria isso mais não posso fazer nada, então vou fazer parte da população sem pais-disse o olhando e ele riu.
–E eu fazendo de tudo para que o meu suma-disse e eu sem querer ri.
–me desculpa foi engraçado-disse e ele riu.
–É foi mesmo -disse ele me olhando- pera ai você tomou?-perguntou ele rindo.
–Droga Darius, já me desvirtuou demais por hoje não acha-disse ele riu.
–Vamos lá, foda-se tudo Natasha, uma vez vamos ser feliz-disse ele e eu ri, verdade, hoje eu queria perder a cabeça, queria esquecer de tudo, virei outra vez e ele bateu palmas.
–Isso desce rasgando-disse para ele, ele se levantou da cama saiu e depois de alguns minutos voltou sorrindo.
–Meu pai foi dormir fora-disse ele ligando o som.
–Tem certeza?-perguntei
–Fui no quarto dele e olhei a casa inteira ele saiu-disse subindo na cama e pulando- essa porra é nossa-disse e eu pulei com ele, ele me puxou e descemos pela escada e a casa era imensa, ele subiu na mesa de mármore e me chamou – vem dançar comigo-disse e eu ri e subi na mesa com ele e começamos a dançar e a beber eu estava muito elétrica e extasiada queria fazer tudo o que me vinha na cabeça. Ele me pegou por trás e ficou dançando e eu rebolava.
–Assim eu não resisto-disse ele no meu ouvi e eu ri.
–Não resista senhor Scandelario-disse me virando e o puxando para mim.
–Você fica mais legal bêbada-disse ele rindo e eu ri, me virei para ele, e tirei a blusa deixando a mostra meus seios.
–Me quer?-perguntei fazendo carinho no seu peitoral e ele prendeu nossos corpos.
–Quero-disse ele sedutor.
–Então vem pegar-disse pulando da mesa e correndo e ele veio rindo atrás de mim subi a escada correndo e entrei no quarto dele e tentei fechar a porta mais ele passou e trancou nos dois, me puxou e colocou no colo dele e me deitou na cama.
–te peguei-disse ele beijando minha barriga e subindo para os meus seios, e eu arfei, senti que ele estava excitado e sorri. Com a ponta do pé eu tirei a cueca dele e ele olhou assustado- Natasha-disse ele e eu ri.
–Cala boca-disse e tirei minha calcinha e ele fechou os olhos.
–Você é louca-disse ele
–Muito louca-disse mordendo os lábios e ele me beijou de novo, seu pênis ficava tocando a minha parte intima e eu gemia, ele sorriu, e ficou esfregando e eu gemia- ai que delicia-disse gemendo e ele sorriu.
–Assim que é bom-disse ele indo mais rápido e eu cheguei ao orgasmo.
–Não penetrou?-perguntei ofegante.
–Não-disse ele- não sou tão sacana-disse ele e eu sorri, olhei para baixo e vi que ele estava excitado.
–me ensina-disse para ele.
–O que?-perguntou
–A masturba homem-disse vermelha e ele riu.
–Não precisa fazer isso, eu vou já me aliviar-disse ele.
–Eu quero-disse me levantando e ficando em frente para o membro dele- é grande-disse olhando e ele riu.
–Tá vamos lá-disse ele- pega-disse ele e eu peguei com força e ele gemeu- com mais delicadeza-disse ele eu ri.
–Desculpa-disse soltando um pouco-assim?-perguntei e ele assentiu.
–Fecha em torno do meu pênis e desce para cima e para baixo, mais sem bater nas minhas bola dói-disse e eu ri.
–Isso é estranho e eu vou me arrepender de fazer isso mais tá legal-disse indo para cima para baixo do jeito que ele falou, ele começou a gemer e eu sorri, comecei a ir mais rápido e ele se contorcia de baixo de mim, até que ele soltou um espirro e gozou- quando você goza espirra?-perguntei rindo
–Não ri idiota-disse ele e começou a rir também- não conta para ninguém tá?-perguntou eu assenti e fui lavar minha mão e voltei e coloquei a roupa.
–Posso dormir aqui. Eu to bêbada, não consigo pular a grade de volta-disse e ele riu.
–Minha cama é de casal cabe nos dois-disse e eu assenti
–Quando for 7 horas me acorda-disse para ele.
–Já coloquei o despertador para tocar já-disse e eu me deitei do lado dele.
–Qual é o seu maior medo?-perguntei e ele me olhou com cara de? Isso é hora de pergunta isso.
–De...morrer sem... uma coisa que eu...eu não to preparado ainda para morrer sem conseguir uma coisa-disse ele me olhando.
–O que é?-perguntei
–Eu gosto de uma menina que eu conheci a muito tempo, mais ela nem se tocou ainda, a gente se falou pouco, mais foi o suficiente para reacender o que eu sentia por ela-disse me olhando.
–Hum-disse merda eu senti ciúmes, que porra é essa.
–E você?-perguntou
–De ficar sozinha-disse e ele me olhou- por que você acha que sou assim tão, agressiva e tal, eu só sou, meio carente e me torno uma pessoa agressiva para não demonstrar isso-disse ele me olhou surpreso.
–Vamos dormir amanhã tem aula é já é uma hora da manhã-disse e eu assenti e me deitei do lado dele e ele me puxou para o peito dele- não tem outro travesseiro-disse eu assenti- alias, foi bom-disse ele e eu ri.
–Dinada-disse e fechei os olhos.
–Natasha?-chamou ele mais algo em mim cabeça mandou eu ficar quieta e foi o que eu fiz, senti ele fazer carinho nos meus cabelos e descer pela minha costa, soltei um sorriso leve- falei que ela nem se tocou ainda-disse e abri os olhos espantada sem ele ver- Nunca vai ficar sozinha-disse ele- vou estar com você-disse senti ele beijar minha cabeça. Eu tinha bebido ou era impressão minha, eu era a menina que ele tava falando, depois de alguns minutos senti a mão dele em torno dos meus braços e dormiu, levantei minha cabeça levemente e beijei o rosto dele, ele se virou e me abraçou- não vai embora-resmungou ele.
–Shiu eu to aqui-disse e o abracei de volta e ele enterrou seu rosto no meu pescoço e dormiu outra vez, droga eu estou me apaixonando por um desconhecido.
Fale com o autor