Born of Tragedy
1 Innocence-Capitulo único
Notas iniciais
Recomendo ler ouvindo Innocence da Avril Lavigne.
Bem, Boa leitura :)
-Rose? Hey sou eu, Jay.-ele falou tocando em seu ombro de leve.
James não teve resposta, a menina continuava imovel.
Rose estava encolhida em um pequeno espaço no batente da janela, seu rosto -vermelho pela
força que fazia ao chorar-,estava escondido entre os joelhos. Ela se encontrava no soltão
d'Toca, a casa de seus avós. Havia escolhido ali justamente por não querer ser
encontrada, era sempre para esse o lugar que vinha quando estava triste, queria estar só,
ou simplesmente uma folga de James e suas "brincadeiras". Não queria ver ninguém naquele
momento, queria sofrer sozinha, tentar aceitar. Para Rose estava sendo muito dificil, tinha
certeza que seus primos também estavam sofrendo, mas Ela era somente uma conhecida deles,
já Rose havia perdido uma de suas melhores amigas:Alyson Wood. Alyson era uma menina tímida
e quieta, não era de falar com muitas pessoas, sempre simpatica e sempre com um sorriso no
rosto. Rose não entendia como uma pessoa tão boa poderia ter morrido tão nova, com uma vida
toda pela frente, ela realmente não compreendia.
Rose que antes havia "despertado" com o toque de seu primo, mergulhara de novo nas
lembraças e lágrimas corriam desesperadamente de seus olhos, não conseguia conter o soluço
que lhe escapava da boca; sentia todo seu corpo tremer. Ela odiava aquilo, aquela dor
horrivel que a dominava, o corpo frio, como se a propria morte estivese ali por perto,
caçoando dela. Mas então de repente, Rose sentiu algo lhe aquecer e uma choque subiu pela
sua espinha, no começou ficou confusa, mas lembrou que James estava ali.E naquele momento,
nada importava para ela, James sempre havia sido um chato e a atormentado quando possivel,
mas agora ela precisava de alguém, e não importava quem fosse, afinal ela não o odiava, na
verdade ela sempre gostou muito de James, se sentia orgulhava de seu primo e o achava
incrivel -mesmo que nunca adimitisse isso-, e se ele estava ali em paz, se sentia
agradecida, agora sabia que estava errada, não aguentaria tudo aquilo sozinha.
James odiava vê-la assim, ele já a havia feito chorar muitas vezes com suas bricadeiras
sem graça e ofenças infantis, mas sempre se sentia mal depois, mesmo sabendo que iria fazer
de novo, porque sua vontade de chamar a atenção dela era maior que tudo. Mas naquele
momento o que ele queria sem dúvida era poder fazer parar toda dor que sábia que ela estava
sentindo. Nunca tinha perdido alguém realmente próximo, estava triste pela morte da Alyson,
pois a conhecia e sempre havia pelos corredos de Hogwarts (geralmente acompanhada de Rose),
mas não fazia ideia o que Rose estava sentindo, ele só sabia que queria fazer parar.
Enquanto acariciava os cabelos da prima tentando acalma-la, sentiu um onda de raiva subir
pelo seu corpo, e então naquele momento, ele sentiu raiva da propria morte, era loucura,
ele sabia, mas só em ver aquele corpo fragil tremendo, encolhido contra seu peito,
tentando acalmar os soluços que saiam descontrolados, ele não conseguiu não sentir aquela
raiva que já o dominava. Rose sempre fora para James uma menina indefesa, claro que ele
estava enganado, mas era assim que ele sempre a enchergava, desde o momento que a havia
visto pela primeira vez, um pequeno bebê, tão desprotegido, ele, mesmo pequeno havia
sentido a necessidade de proteger-la.
Depois de um tempo, James sentiu a respiração de Rose se acalmar, ela estava com o rosto
enterrado na curva de seu pescoço e ele conseguia sentir um leve formigado.
-Rose.-ele a chamou achando que ela estava dormindo.
-Oi James.-ela respondeu baixinho, a voz ainda embagada pelo choro.
-Eu não vou perguntar como você estar ok? Eu não vou porque não quero que você me responda
com um 'tudo bem', eu sei que não estar, mas quero que você sabia que eu estou aqui.-ele
agora havia se afastado dela para poder olha-la nós olhos, pegou seu rosto entre mas mãos
e olhou diretamente no fundo de seus olhos-Eu estou aqui Rose,-ele repetiu- e sempre vou estar.
Rose estava espantada pelo comportamento de James, não era o seu normal ser sensivel ou
mesmo carinhoso, até com suas "namoradas" ele não constumava ser sentimental, mas Rose
estava olhando diretamente para seus olhos, era possivel ver a si mesma refletida naquele
olhar; sabia, ele estava sendo sincero.
James ficou encantado com aqueles lindos olhos que o miravam, grandes bolas azuis, que,
mesmo vermelhas devido ao choro, ainda continuavam adoraveis. Rose não havia respondido
nada, mas não precisa, ali, naquele estante, eles tiveram a maior e mais profundas de todas
as conversas.
-Rose me desculpa.-ele interromper o silêncio, ainda sem disviar o olhar.
-Do que você...
-Você sabe muito bem do que eu estou falando.-ele a interrompeu.-Ah Rose, eu sinto tanto,
-ele tinha a voz calma, quase como um sussuro- por todas as vezes que eu fui grosso ou te
tratei mau, você não faz ideia de como me arrependo de todas as vezes que fiz o máximo para
te fazer se sentir um lixo, e me arrependo ainda mais das vezes que conseguir fazer isso.
Todas aquelas brincadeiras sem graça que eu aprotava Deus sabe porque, e os xingamentos
que sem sombra de dúvida eram mentirosos.-enquanto falava James acariciava de leve seu
rosto, e Rose começava a sentir o mesmo ficar quente-, Sabe Rose, todas aquelas vezes que eu
disse que você era um nerd chata, na verdade eu estava mentindo; você não é chata, talves
nerd-ele deu um leve sorriso e Rose correspondeu, era a primeira vez que ria depois de tudo,
um pequeno sorriso, mas o suficiente para fazer James se sentir hipnotisado-, na verdade-
ele continuou- sempre tive muito orgulho de você.
"Rose Weasley, minha linda prima brilhante, o gênio da familia, até tinha uma pouco de
inveja de você,teve a sorte de puxa a inteligência da tia Mione, provavelmente ficou com a
minha parte de esperteza. Mas sabe Rosie, eu me orgulho de você, não acho você uma chata, esquisita ou
rata de biblioteca como sempre falava, te acho um bruxa brilhante, e você não sabe em
quantos meninos tive que bater por falarem gracinhas de você, mas, eles estavam certos, você
sempre foi linda, e mesmo escondida no meio de tantos livros, eu conseguia ver isso, fiquei
preocupado quando os outros garotos começaram a enxergar isso também, fiquei preocupado como
você reagiria a tudo, tive medo que você mudasse, mas você nem ligou, continou a mesma Rose de
sempre, gentil, estudiosa, simpatica, doce, timida, você não mudou por ninguém nem por nada
, e eu realmente agradeço por isso, porque você é perfeita desse jeito Rose Jane Weasley."
James parou de falar e novamente eles se encaravem em silêcio. Rose não se movia, não sabia
como reagir, sentia o estômago dando voltas e um estranho formigamento no pé da barriga que
não sabia o que era.
-De uns tempo pra cá,-ele continuo-eu havia descidido te deixar em paz, por puro milagre,
eu tinha deixado o orgulho de lado e visto que estava sendo um completo idiota com você,
escultava o Louis falando de você, ou o Al e imaginava como seria se pelo menos um vez
fossemos amigos, eu tentei, juro, mas então eu te magoava de novo, então achei melhor só me
afastar; mas agora eu tomei coragem e estou sendo totalmente sincero com você Rose, eu não
quero me afastar de você, sinto tanto que uma tragédia tenha que ter acontecido para eu
confessar o que guardo a tanto tempo, mas essa é a verdade, eu quero conhecer a Rose
adoravel que os meninos tanto falam, porque eu sei que ela existe e me sinto um estupido de
ter me afastado dela, eu quero que quando você converse comigo você sorria Rose, esse lindo
sorriso timido que me deixa fascinado, não quero que você saia correndo chorando. Então me
desculpa, mesmo, eu sei que você deve me odiar, mas...
Ele deixou suas palavras se perderem no ar, ele estava com o olhar baixo, não conseguia a
encarar agora. Permaneceram em um silêncio inquieto, até Rose começar a falar.
-Hey Jay,- ela o chamou, e James olhou em sua direção espantado nunca o havia chamado
daquele jeito, ela deu um leve sorriso.-eu não te odeio, de onde você tirou isso?
-Mas eu...
-Ei,-ela o interrompeu- eu me sentia horrivel quando você agia daquele modo comigo, porque
eu não entedia, ficava horas me perguntando o que havia feito de errado para você
me tratar daquele jeito, e me sentia culpada achando que tinha feito algo. Você é meu primo
James, eu não te odeio. Perdi a Alyson-nesse momento sua voz falhou e seus olhos se encheram
de lágrimas- e doi muito James, é dor que consome tudo em você,-ela continuo, tentando
seguarar o choro evidente na voz- mas com você aqui comigo, eu sinto que vai passar, não
sei como você me achou aqui...
-Sempre soube que você vinha para aqui quando estava chateada, ou triste, ou queria se
livrar de mim.-Ele a interrompeu
-Bem, ela continuou- você estar aqui, obrigada Jay-ela falou e abaixou o olhar envergonhada,
era estranho chama-lo daquele jeito.
-Não há outro lugar que eu gostaria de estar nesse momento.-James disse, a envolvendo em um
abraço.
"Gesto que sabem conversar..." James não acreditava nisso antes, mas agora ele tinha certeza
de que era possivel, porque naquele simples ato ele estava falando tudo o que sentia
tudo o que havia guardo durante anos por puro orgulho. Rose sem dúvida sentia o mesmo; como
ela tinha desejado esse momento, paz finalmente, porque mesmo em meio a toda a dor que
estava sentindo, ela podia ouvi aquela conversa silêciosa de corpos a acalmar. Rose
retribuiu timidamente ao abraço de James, mas depois foi como se já estivesse acostumada
aqueles braços, porque ali, ela sempre teve seu lugar.
James sentia o pequeno corpo prescionar contra o seu, a respiração de Rose mais uma vez
em seu pescoço, calma e traquila, o deixava tonto. Pela primeira vez, ele não soube como
reajir ao contato de uma garota; não era qualquer garota, ele sabia, mas também não era um
misterio, era Rose, sua Prima, não entendia todas aquelas sensações estranhas que o
invadiam. O contato dos corpos era eletrizante, mas ao mesmo tempo terno, eles estavam
totalmente consientes de suas ações, mas ao mesmo tempo era como se estivessem agindo por
puro extinto. Rose sempre fora timida, mas James a fazia sentir tão a vontade, timidamente
ela começou a destribuir beijinhos pelo pescoço de James, ele se assustou de inicio,
se fosse outras meninas ele teria pensado que ela estava tentando o seduzir, mas Rose não, ele sabia que ela só estava demostrando carinho,
ela era assim.
O máximo de contato que haviam tido antes eram os braços que seus pais os
obrigavam a dar quando brigavam, mas naturalmente, como se conhecesse cada traço James
começou a acaricinhar a parte visivel do rosto de Rose, um toque suave, quase como se
estivesse com medo e quebrar, ele desceu sua mão pra o pescoço dela e afastou seu cabelo
extremamente ruivo, começando a destribuir beijos ali e em sua rosto. Rose sentia
os lábios de James tocar sua pele como fogo, aquecendo cada parte. Ela havia parado de
beijar o pescoço de James, agora acariciava seu cabelo enquanto sentia o cheiro dele a
deixando tonta. Ele dava leves mordidas em sua orelha e ela sentia o corpo arrepiar.
Então James interrompeu aquele momento a chamando, sua voz era menos que um susurro contra
sua orelha.
-Oi Jay.- ela respondeu e ele sorriu por ela o ter chamado daquela forma.
Ela ficou esperano mais ele não respondeu nada, lentamente James juntou seus rostos. Suas
testas estavam coladas e eles sentiam a respiração quente e descompassado um do outro.
Seus batimentos estavam acelerados e eles conseguiam sentir um o do outro pela proximidade
em que estavam. Ambos agora com os olhos feichados.
-Rose.-ele a chamou de novo, era evidente o nevorsismo na sua voz.
-S-sim?-ela gaguejou, também estava nervosa e sua voz saiu tão baixa que se não fosse a
próximidade ele não teria escultado.
-O que eu vou te contar agora estar entalado na minha garganta a muito tempo, e talves,
seja pela necessidade de dizer isso que eu tenha agido como idiota durante todo esse tempo, não
tinha coragem e nem sabia como, mas...-ele respirou fundo- Eu te amo Rose. Nunca achei que
Amor fosse real, mas se é esse o nome que dar a essa vontade que eu tenho de te proteger, a
sensação que me faz sentir um monstro quando te machuco, a vontade de estuporar todos que
te fazem mal, não consigo nem descrever o que sinto em sentir você perto de mim, e agora mesmo
é como se meu coração quisesse sair do meu peito para se juntar ao seu, mas ele já saiu
a muito tempo; não sei quando exatamente, acho que foi no dia que a mamãe me levou para
conhecer a nova integrante da familia Weasley, quando você abri esse lindos olhos azuis e
me olhou, bem no fundo dos meus olhos, como se quisesse enchegar minha alma. Mesmo que eu
não soubesse naquele momento, meu coração tinha sido totalmente entregue a você Rose, e eu
procurei por muito tempo alguém, a menina que o possuisse, mas ela sempre esteve aqui, ao
meu lado, você. E se esse é o nome que se dar a essa confusão que eu sinto, então sim.
Eu te amo.
James não estava esperando uma resposta, tinha falado tudo aquilo por que sabia que era
preciso, mas ela veio mesmo assim.
-E-eeu não te odeio James,-Rose começou, sentia o folego faltar, mas precisava continuar-
não te odeio, nunca, você sempre foi meu primo irritante e eu deveria sentir muita raiva de
você, mas nem isso eu consigo. Eu sempre encheguei o seu melhor lado Jay, mesmo que você
dificultasse as coisas, eu vi um James além daquele chato impossivel que não me deixava em
paz sabesse Deus porque, eu vi James, o que havia por tras disso tudo, um James preocupado,
ciúmento, que mesmo que não desmostrsse se importava, você não sabe como eu facava feliz e preocupado
quando eu ouvia as meninas comentando que você brigou com algum menino por ele falar de mim;
esse James nunca foi um secredo me foi, eu vejo seu melhor James, porque eu sempre te
encherguei assim, e não James, eu não te odeio, porque o que eu sinto por você as pessoas
nomearam de outra forma, e ao não ser que Amor tenho nome de Odeio, sim, eu te Odeio, porque
que te eu te amo James Sirius Potter, eu amo cada 'eu' seu.
E depois daquilo não haviam muita coisa que James pensava em fazer, porque "simples"
palavras de Rose tinham sido melhor que mil beijos. Mas seu corpo pedia pelo sabor
daqueles lábios e com o olhos ainda fechados e coração a
mil, eles se aproximaram, suas bocas se tocaram e eles sentiram um arrepio pecorrer todo
corpo. Não havia sido mais do que um leve toque, e eles ficaram assim por um tempo,-queriam
aproveitar cada sensação-, então James aprofundou o beijo. Ele poderia dizer que aquele era
o melhor beijo que havia dado, mais não tinha condições de comparar, o que sentia ao beijar
Rose fugia a todas as explicações.
Enquanto se beijavam Rose podia sentir as mãos de James
passando sobre seu corpo, ele não tinha preça, como se quisesse conhecer bem cada canto;
James não havia utrapassado nenhum dos limites, mas cada espaço que tocava era como uma
conquista, e Rose gostava de sentir sua pele contra a dele; onde suas mãos passavam deixavam
rastro de incêndio. Mas as mãos de James não eram as únicas que queriam explorar, ainda o
beijando Rose levou suas pequenas mãos ao cabelo dele, acariciaram aquele lindos
fios macios e logo passaram a descer pelo pescoço de James até chegar ao toráx dele coberto
pela camisa, ela repitiu esse movimentos, as vezes dando leves arranhões no pescoço de dele,
ele que já tinha parada de beijar seus lábios e agora descia pelo pescoço dela, deu uma leve
modida em sua orelha, até continuar com os beijos até seu busto. Sua mãos estavam dentro da
blusa dela e pecorriam sua barriga e cintura, mas James não passaria dali, ela era Rose, seu
bebê, não faria nada com ela até o momento certo, e ele sabia que não era agora, voltou a
beijar os lábios de Rose, eles eram deles e os dele eram dela, mesmo sem dizer eles sabiam:
se pertenciam, Rose era de James e James era de Rose, sempre tinha sido.
Notas finais
Obrigado por lerem ^^'
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